Implicância Romântica
7 ...gostar!
Notas iniciais
Bem, desculpe se tiverem erros, mas se estiverem gritantes, me avisem! Boa leitura (:
A festa de arrecadação estava se aproximando e o movimento na escola era grande. Alunos se revezavam para fazer cartazes, vídeos, lista de músicas, listas de coisas que tem que comprar, entre outras coisas. O tema da festa era anos 80, então era obrigatória a vestimenta da época. A escola sempre fazia esses tipos de festas, como pretexto para não deixar morrer as melhores épocas e claro, para arrecadar dinheiro.
Como era sexta-feira, a escola suspendia as aulas após o intervalo para essas atividades, mas depois da festa teriam aulas extras à tarde. Na sala do 3 º Ano não era diferente, todos os alunos estavam fazendo alguma coisa. Mu estava desenhando um cartaz enorme com a ajuda de mais dois colegas de classe.
– Ei, me passa a caneta de nanquim 0.3 aí! – Mu falou para o garoto que estava na outra ponta do cartaz. O menino pegou a caneta e entregou para ele.
– Não acha você está fazendo tudo sozinho?! – Aiolia chegou por trás de Mu que estava agachado e debruçado no cartaz passando a caneta de nanquim. Ao ouvir a voz grossa do outro, virou a cabeça para o lado a fim de vê-lo.
– Não, eles estão me ajudando. – Disse somente e voltou sua atenção para o desenho.
– Não faça tudo sozinho, você tende a fazer isso! – Cruzou os braços, ainda em pé atrás de Mu.
Mu levantou e parou em frente de Aiolia.
– Aiolia, não era para você estar fazendo alguma coisa? – Disse calmamente, tampando a caneta e o olhando logo depois nos olhos.
– Ah... Eu... Já terminei por hoje. – Baixou a cabeça descruzando os braços para depois levar umas das mãos e coçar os cabelos cor mel. Mu percebeu que ele estava sem graça e sorriu minimamente.
– Como?! Mal começamos... – Falou em tom zombeteiro.
– É que eu faço as coisas rápido, sabe. – Ainda de cabeça baixa, levantou o olhar para Mu que sorriu mais ainda de lábios fechados.
– Sério, o que você quer? – Botou uma mecha do cabelo lavanda para trás da orelha, coisa que Aiolia percebeu, e constatou que nunca tinha prestado atenção nisso antes.
– Não é nada, só vim ver o que você estava fazendo, como vou ver o que Shaka está fazendo. – Disse como se não importasse. Mu deu de ombros.
– Não quer conversar? Ontem você disse que queria... Disse indiferente.
Aiolia lembrou-se disso. Logo depois do ataque de “instinto protetor” disse que queria conversar. Ficou irritado novamente pelo descaso do outro.
– Ah, deixa isso para depois... – Desviou o olhar.
– Então tá. Vou voltar a desenhar, tenho muita coisa para fazer nisso aqui. E vá achar algo para fazer também, vai ser ruim se algum professor te ver de bobeira por aí. – Sorriu e voltou a se sentar, sem esperar resposta mesmo.
– É, vou fazer isso. – Disse mais para si mesmo. Estava fazendo papel de idiota né?! Porque foi ali falar com Mu? Nem tinha o que falar. Na verdade, até tinha, mas não ia perguntar nada. Apesar de a curiosidade ser muita, Aiolia achava que não tinha muito tato para perguntar coisas sobre a sexualidade do outro. Será que Mu acharia inconveniente?! Mas eram amigos não eram? Então não teria problema. Aiolia estava na porta já saindo da sala, quando pensou nisso. Não teria problema em perguntar se ele iria mesmo sair com Shura hoje. Então, girou nos calcanhares e voltou a caminhar para o fundo da sala onde o grupo de desenho estava trabalhando. Mas sentiu o estômago revirar ao ver Mu rindo e se divertindo com Aldebaran. Sim, sim. Eram amigos e podiam conversar como qualquer outro. Mas porque sempre que Mu estava conversando com algum outro cara, Aiolia achava que eles tinham algo?! E qualquer um mesmo! Qualquer um ele achava que Mu estava ficando... Transando. Sentiu novamente o estômago virar. ” Mas que porra é essa?! Foda-se que eles estão conversando! Eu converso com ele e a gente nunca teve e nem vai ter nada! Merda!”
Chegou perto, mas não tinha mais aquela coragem de antes de perguntar. Estava realmente hesitante. Mu olhou para trás rapidamente como se soubesse que estava sendo observado, e quando seus olhos se encontraram, sentiu um frio na espinha. O bronzeado estava com um olhar tão intenso, tão... Profundo. Como se o analisasse, e isso foi o suficiente para ele ficar sem palavras e sem saber o que fazer. Como estava bonito... O rosto másculo, o porte forte e esguio, os olhos verdes brilhavam e o cabelo levemente aloirado que emolduravam perfeitamente o rosto, o maxilar trincado evidenciavam o aspecto de homem, e não de um adolescente de 3º ano. Ficaram se encarando por alguns segundos até uma ruiva tirar os dois do transe. Marin chegou por trás de Aiolia e o abraçou, Mu rapidamente abaixou o olhar, mas Aiolia ainda o olhava e viu rapidamente uma expressão de... Dor?! Não, não, deve ter sido impressão.
– Eai, está de bobeira? – Marin sussurrou no ouvido do bronzeado.
– Não Marin, estou ocupado. – Soltou as mãos que rodeavam sua cintura e saiu de sala o mais rápido que pôde. Assim como Ikki, Aiolia tinha suas peguetes. E assim como Esmeralda que achava que usando seu corpo podia fazer o moreno se apaixonar, Marin fazia o mesmo com Aiolia. Só que o bronzeado era bem menos canalha que o moreno, explicou várias vezes para Marin que não era assim que funcionava, mas a garota insistia em querer literalmente “dar” para ele. Aiolia sempre foi muito cavalheiro, mas às vezes a puberdade falava mais alto, que homem negaria uma mulher querendo transar com ele assim de graça?! E Marin era muito bonita, mas ela só fazia isso com Aiolia, não faria sexo com qualquer um. Faz com ele porque o ama, e não acha nada de errado nisso, mesmo que não fosse correspondida pelo menos podia ter alguma coisa de Aiolia.
Mu estava alheio ao “chega para lá” que Aiolia deu em Marin, pois Aldebaran logo o chamou atenção para o desenho. Não tinha porque ficar triste com essas pequenas coisas, pois sabia que Aiolia nunca iria olhá-lo de forma diferente. Nem mesmo aquele olhar que trocaram, achou que fosse algo a mais, simplesmente trocaram um breve olhar. Essas coisas acontecem certo?! Resolveu voltar a desenhar, era o melhor.
Aiolia saiu da sala e começou a caminhar pelos corredores, viu que a sala de informática estava aberta. Sabia que Shaka estava lá, então resolveu dar uma passadinha para ver o que estava fazendo. Na verdade, ele tinha coisa para fazer, mas preferiu ficar sem fazer nada por enquanto. Não estava com ânimo para fazer nada.
Mas quando chegou à sala presenciou uma discussão entre o loiro e Ikki.
– Ikki, eu acho melhor você fazer o que estou mandando! – Shaka estava aparentemente calmo, mas na verdade estava muito irritado!
– Olha só Barbie, eu estou aqui fazendo isso contra minha vontade, mas estou fazendo o melhor! Como você quer uma festa com essas músicas calmas?! Não é possível, você só pode ser idiota! – O olhava raivoso.
– São músicas dos anos 80, imbecil! E tem que ter músicas calmas também! – Franziu o cenho.
– Shaka, Shaka, acho melhor você falar direito comigo. Quem você pensa que é?! – Cerrou os pulsos, e estava a ponto de pular no pescoço do loiro e dar belos socos para ver se ele parava de falar tanta asneira.
Todos na sala os olhavam, alguns se segurando para não rir, querendo ver até onde iriam. Na verdade todos queriam saber se ia rolar porrada. Aiolia estancou na porta e cutucou uma garota que estava ao seu lado.
– O que houve? – Estava surpreso.
– É que estamos fazendo a lista de músicas. Shaka quer botar algumas músicas lentas, mas Ikki não quer. – Explicou a garota de óculos fundo de garrafa.
– Não acredito que estão brigando por um motivo idiota desses! – Disse isso e entrou na sala indo para o centro onde a confusão acontecia.
– Será que dá para parar com a briga de jardim de infância?! Pelo amor de Deus né?! – Olhou incrédulos pros dois, como conseguiam brigar tanto?
– Esse idiota galinha precisa aprender umas lições de comportamento! – Shaka cuspiu a frase, estava realmente irritado agora.
– Se você falar mais alguma coisa, eu quebro essa sua cara! – Grunhiu.
– Ikki, se você encostar em Shaka, vai se ver comigo. E Shaka, está se comportando que nem ele. Chega disso, que saco, estou cansado de vocês dois brigando! Puta que pariu! – Puxou Shaka pela mão e saiu arrastando ele para um lugar mais sossegado. Ikki também saiu da sala, mas foi em direção oposta dos dois, precisava refrescar a cabeça. Nunca dariam certo, nunca! Se brigavam por coisas assim, imagina em um relacionamento.
– Shaka, o que deu em você?! Você nunca foi de levar a sério esse babaca! – Ainda segurando o braço do loiro.
– Aiolia, só estou cansado de sempre ignorar. Já decidi que não vou deixar ele falar o que bem quiser, ele vai ver! Está se metendo com o cara errado! Que ódio! – Shaka estava transtornado, como antes nunca tinha ficado. Perdeu totalmente sua natural calma.
Aiolia começou a rir muito do que Shaka tinha falado. Desde quando o loiro tinha ficado assim tão descontrolado?
– Sério, não estou te reconhecendo! – Falou ainda rindo, e como resultado levou um olhar frio e cortante do loiro o que o fez rir mais ainda.
– Eu só não estou nos meus melhores momentos, ok?! Só acho que essas brigas já chegaram ao limite! – Cruzou os braços, ainda estava muito irritado. Mas compreendia a surpresa de Aiolia, nunca tinha perdido tão seriamente a calma.
– Porra! Cara, é muito engraçado te ver irritado assim! Na boa! – Riu mais ainda, sua barriga já estava doendo.
– Chega, não quero ficar te vendo rindo da minha cara, vê se pode! – Saiu de lá, para não socar a cara do bronzeado.
Shaka estava revoltado. Depois de tudo o que aconteceu, como ainda brigaram por um motivo daqueles?! Estava irritado por Ikki ainda o tratar como antes. Estava irritado por nada ter mudado, irritado por Ikki...Por Ikki não o tratar diferente, pois parece que o beijo e qualquer coisa que tinham agora não fazer diferença para o moreno. Porque para ele, estava sim fazendo muita diferença, seu coração que o diga. Depois do singelo gesto do moreno no dia anterior, sentiu que as coisas estavam “firmadas” entre eles. Como se aquele simples celinho selou o que tinham agora. Mas parecia estar enganado. Ficou mais irritado do que o normal e nunca pensou que isso fosse acontecer, e tinha que ser o moreno a fazer tal coisa.
Foi até aquele lugar em que tudo começou, onde provocou o moreno. Mas se surpreendeu ao ver o dito cujo estar ali também, ele estava agachado com as costas encostadas na parede, de cabeça baixa, o olhou por alguns segundos, mas parecia que o outro estava alheio a sua presença, pois estava um tanto afastado. Resolveu sair dali, nenhum dos dois estavam com cabeça para conversar agora. Mas...
– Shaka! – Ikki o chamou, mas continuou na mesma posição.
O loiro virou para olhá-lo e sentiu seu coração descompassar. Ikki levantou a cabeça e passou a fitá-lo.
– Vem aqui. – Ditou e Shaka pensou duas vezes antes de ir, mas achou melhor não contrariar. Parou de frente ao moreno.
– O que foi? – Indagou calmamente.
Ikki apenas levantou-se e ficou a centímetros de distância do loiro e o abraçou pela cintura.
– Só me abraça... – Sussurrou no ouvido do outro.
– Ikki... – Shaka levou seus braços ao pescoço do moreno e o enlaçou-lhe.
– Loiro, desculpa. Eu sei que foi ridícula aquela briga, tentei não ficar irritado, mas você me tira do sério! – Sentiu uma veia saltar, mas tratou de se acalmar novamente, estava tentando consertar as coisas antes que ficassem piores e para isso pisou em seu orgulho gigantesco só um pouquinho. O que não faria por Shaka, afinal? Gostava do loiro, e já admitiu isso para si mesmo, então não queria mais ficar brigando com ele. Até porque só perdia fazendo isso.
Shaka estava atônito, não passou pela sua cabeça algo parecido com isso. Ikki pedir desculpas?! Sério, não sabia o que era mais assustador, ele perder a calma ou o moreno se desculpando. É, o que o amor não faz com as pessoas? Sorriu ao pensar isso, e resolveu que o melhor era aceitar as desculpas do outro.
– Tudo bem Ikki, eu realmente fiquei irritado dessa vez. Mas eu te desculpo. – Começou a fazer carinho nos cabelos do outro que quase o fez derreter. Ikki afastou-se um pouco o suficiente para olhá-lo nos olhos. Como era lindo! Nem acreditava que um dia estaria assim com Shaka, era surreal demais. Mas não queria apenas olhá-lo, por isso aproximou seus lábios dos dele e viu quando o loiro fechou os olhos e fez o mesmo. Shaka o puxou pela nuca o que fez o beijo aprofundar, línguas se tocando em uma guerra, mas que no momento estavam em paz. Um sentindo o outro, sentindo o quanto gostavam um do outro em um simples toque. Apertavam-se mais quase querendo se fundir, o beijo era calmo, mas sensual e começou a ficar mais quente, mais envolvente. E Ikki levou suas mãos às nádegas de Shaka, que para surpresa de ambos, não reclamou. Então o moreno apertou-as e a puxou de encontro ao seu membro túrgido, é, as coisas estavam esquentando, e é, estavam no colégio. Enfim, Shaka parecia não pensar no que estava fazendo, ou onde estava fazendo, só queria mais de Ikki, o queria mais. O beijo parou por faltar-lhes o ar, mas as bocas não pararam, Shaka levou a sua pequena e carnuda boca até o pescoço de Ikki, o lambeu até a orelha para logo depois voltar para o pescoço de mordiscar-lhe de leve. O moreno sentiu uma pontada forte em seu membro nessa hora, ah, esse loiro o deixava louco. Resolveu fazer o mesmo com o loiro, e esse não conseguiu conter um gemido, o moreno sorriu com isso. Mas a brincadeira foi parada por um barulho que ouviram de outras pessoas andando por perto, mas estas não podiam vê-los, então Ikki apenas lhe deu um colar de lábios e se afastaram lentamente. Sabiam que estavam em um lugar perigoso, onde as pessoas podiam ver, por mais que fosse difícil se afastarem. Entendiam que estavam em um estágio em que beijos não iriam saciá-los, mas não era momento nem lugar para conversarem sobre isso. Então, um grupo de pessoas começou a passar por onde eles estavam, e passaram a andar um pouco afastados.
– Temos que voltar e resolver a lista de músicas. – Shaka disse começando a andar para sala onde estavam.
– É, temos que tirar aquelas músicas lentas. – Disse o moreno descolando a cueca boxer no membro que estava um pouco molhado. Shaka apenas riu disso, pois não estava muito diferente, mas voltou a ficar sério pelo comentário do outro.
– Ikki, não vamos discutir isso novamente. – Soltou os cabelos e balançou a cabeça, chacoalhando os fios dourados, para logo depois prendê-los em um rabo de cavalo frouxo. Ikki mordeu os lábios, porque tinha que ser tão charmoso? Mas como sempre dizem que quem gosta, implica...
– Mas eu ainda acho qu- – Falava essas coisas só para irritar o loiro, mas foi cortado.
– Ikki! – Falou em tom de advertência. Mas o moreno apenas riu e o loiro o olhou de lado.
E a sexta feira estava em suas horas finais, quando Shaka e Mu saíram de casa para irem ao bar que frequentavam no ano passado, mas por conta dos estudos acharam melhor ficarem longe desses “antros de perdições”, como se o amor não fosse isso. Mas enfim, entraram no bar que era espaçoso e simples. Na verdade, eram dois espaços, um para as pessoas que queriam conversar e beber a vontade em mesas, e o outro ambiente era uma boate. Eram dividas por uma porta enorme de ferro, mas era tampada por um pano preto no fundo do bar.
O bar tinha várias mesas típicas de bar mesmo, de madeira e aquelas cadeiras que dobram, o chão todo quadriculado entre branco e preto. A parte onde vendia bebida ficava na lateral, com várias garrafas em cima de prateleiras nas paredes que iam até quase ao teto, iluminada por luz azul. E os barmans faziam os drinks. Também tinha um palco, onde às vezes algumas bandas se apresentavam. O bar era gls, e estava sempre cheio, Shaka e Mu não costumavam ir à boate, gostavam mais de ficarem no bar. Assim que os dois entraram, Shura foi ao encontro deles.
– Que bom que vieram! – Disse o moreno sorridente. Seus olhos brilharam ao ver Mu.
– Eai Shura! – Shaka sorriu percebendo logo o clima entre os dois.
– Bem, antes de qualquer coisa, vamos beber alguma coisa, né?! – Não que o bar vendesse bebida para menores, mas todos os menores que estavam ali tinham identidades falsas, e também, é como se os funcionários do bar ignorassem esse fato.
Os três andavam desviando das pessoas, pois estava um pouco cheio e chegaram ao bar. Shaka sentou-se em um dos banquinhos e fez os pedidos ao barman, e enquanto esperava passou a olhar o lugar e parou na pessoa que estava sentada ao seu lado. O garoto estava de costas, mas Shaka só tinha UM amigo ruivo! E claro que ele pensou que fosse Camus, mas esse garoto estava beijando outro cara e pensou: “Não! Camus não é gay! Quer dizer, não que eu saiba?! Ah.. não pode ser ele. Deus!”. O cara era loiro e parecia mais uma mulher, Shaka percebeu que ele tinha uma pinta embaixo do olho. Era muito bonito, ele se achava andrógeno, mas esse cara ultrapassava os limites. Mu e Shura conversavam animadamente enquanto esperava os drinks e por isso nem prestaram atenção na cara de pavor do loiro. Shura botou a mão na cintura de Mu e apertou, foi beijar o rosto dele, mas seus olhos se desviaram por um momento e viu a cara de assombro de Shaka.
– Shaka, o que houve? – Shura perguntou olhou para onde Shaka estava estático fitando, não entendeu porque o loiro estava tão surpreso, até porque ali era mais que normal homem ficando com homem, mas mesmo assim continuou olhando. Com isso, Mu que estava de costas para o que estava acontecendo, virou-se e olhou para onde os dois estavam olhando.
Mas qual não foi a surpresa de todos quando o ruivo virou ficando de perfil para pedir uma bebida?!
Shaka virou o corpo todo para o ruivo com uma expressão muito surpresa. Mais um pouco seu queixo literalmente cairia.
– Camus?! – Os três falaram ao mesmo tempo.
Notas finais
Bem bem, então até o próximo e me digam o que gostaram o que nao gostaram e taaaal. Um beeeeeeeijo *O*
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