Impacto Zumbi

1 (IZ) - Revivendo a Adrenalina - Cap. 01


"Trancado nesse apartamento, digo que a saudade aumenta cada dia, os amigos, meus familiares, graças a meu sacrifício eles estariam vivos, isso trazia minha felicidade mas acho que já perderam as esperanças, pôs à 3 semanas, estou totalmente exilado de vida humana.

Estou no trigésimo primeiro andar de um dos maiores prédios da cidade, falta pouco para a comida acabar, preso em uma gaiola, tenho três andares de apartamentos de luxo para curtir, os quais consegui quebrando cada teto, quartos ou andar pelos corredores, não posso pelo simples fato de estarem infestado com a Praga do vírus 'Z' como as ultimas transmissões de radio alegaria se chamar. “Mas para terminar esse relato, digo que as coisas não serão como antes, mas só morrerei se todos os outros já estiverem lá”

A cabeça se erguia e junto a isso os olhos escuros se abriam o rosto com algumas cicatrizes em um tom de pele pardo, os cabelos lisos bagunçados, uma calça dinz preta, uma camisa social branca manchada com vermelho com mangas rasgadas e um colete de couro era o que o jovem vestia além de duas grandes espadas em suas costas, se abaixou pousando as pontas do dedo no chão, o pé esquerdo encostou-se à porta, com isso, ganhou impulso que ajudara com que ela se abrisse junto à força da fome dos mortos sanguinários. O sol chegando as Janelas de vidro, e os zumbis entrando no quarto era o que fazia o medo e a velocidade aumentar, o vidro, se reduziu em apenas cacos quando pulou sobre ele, a Adrenalina se transformara em medo após a burrada que fez, mas não hesitou, quando o primeiro andar se passou, a grande faca amarrada em varias camadas de linha de costura foi arremessada de volta ao prédio e se enrolasse ao mastro, esticou com o puxar do garoto, fazendo com que seu corpo fosse para perto do prédio, com mais alguns andares passando não demorou a tirar a espada das costas e encravar contra a parede, diminuindo assim, a velocidade com que caia; Já no quarto ou terceiro andar a espada encravou totalmente na parede, fazendo com que o garoto ficasse preso.

— Cedo de mais! Sussurrou em um tom ofegante.

Pegando a outra espada das costas, encravara também logo abaixo e puxando a outra enfiando contra a parede, e assim repetindo aqueles movimentos estratégicos, fez até o segundo andar, assim, apoiando seus pés contra a parede e os impulsionando para fora puxou as 2 espadas para um Mortal que fez com que caísse sentado sobre a tenda de plástico próxima ao térreo. Se deitando Fechou os olhos e quando abriu se deparou com a cena, 'pessoas' caindo do andar no qual quebrou a janela, aquilo não parava, olhava pra cima e os mortos continuavam caindo, por sorte, todos os mortos caiam e se mantinham mortos.

— Caleb, Nay estou voltando.

Repousando as espadas nas costas pulou para baixo da tenda e segurando a borda daquela superfície de borracha, pisou ao chão e olhou para os lados, dois zumbis na porta do hotel tentavam sair, mas a porta de rolar travava com cada um tentando passar por um lado, a situação engraçada fez com que a primeira expressão boa do dia se formasse, um sorriso ao canto da boca.

Algumas horas mais tarde as Espadas descansavam nas costas, calmamente caminhava pelas ruas, onde poucos zumbis se apresentavam.

— nan nan nan wake me up when september eennds. Cantarolava, tentando diminuir a tensão do momento.

Parando em um cruzamento da rua 9 Alguns Sons de tiros chamou sua atenção,

— Rhun..

Não tão longe dali, um grupo de quatro sobreviventes em cima de um ônibus tentara se salvar daquela horda (Um grupo grande de zumbis).

— Tiny, Tiny para de atirar vão vir mais.

— Que droga huri!

— Socorrooo, Socorrooo. Gritava um deles

— Idiota quem você pensa que vai nos salvar? Um desertor dos zumbis ou um herói da liga da justiça?

— Huri cala a boca. Dizia o aparentemente chamado de tiny. — Hernadez pare de gritar não adiantará de nada.

O som de uma Moto, com um motor muito potente era ouvido de longe, chamou atenção dos sobreviventes, a moto, importada, um amarelo forte, em um tom 'cheguei' dobrava o quarteirão os sobrevivente viram um garoto jovem, mas como uma moto e uma criança podiam ajuda-los? Comentaram entre eles.

Pararam de falar quando vira a cena, o garoto se inclinara para o lado, assim, fazendo com que a moto caísse e derrapasse, faiscando com o chão feito de asfalto, esmagando alguns zumbis e fazendo com que outros caíssem sobre ela, atravessou por baixo do ônibus e dando uma morte definitiva aos zumbis.

— Saiam dai quando eu der o sinal. Alguns zumbis pelas luzes que faiscavam da moto fizera, junto ao barulho chamaram a atenção deles, seguiram-nas rapidamente, outros perceberam a presença do jovem e partiram para cima.

Levantou-se do chão e puxando uma espada das costas, foi ao encontro daquelas 'coisas' e em menos de um segundo, se jogou ao chão e com suas pernas envolveu a perna do infeliz revirando o corpo para o lado, fazendo com que o zumbi caísse e com a mesma força o garoto se impulsionasse para cima, assim, enfiando a espada em seu crânio. O próximo chegara e desviando do abraço mortal, dando um simples giro a esquerda cortou o peito e o pescoço daquele. Mais duas chegaram e apressaram as coisas reduzindo a cabeça dos dois à quatro metade, como se cortasse uma laranja.

— Saiam! Rápido. Disse se preparando para mais 5 zumbis que chegavam perto.

A boca aberta de Huri fora fechada junto ao empurrão que Tiny dara no tal.

Todos os quatro desceram e foram ao encontro do jovem que acabara com o ultimo morto vivo.

— Isso foi...

— Depois! Precisamos sair agora! Disse Tiny interrompendo Hernandez.

Sem discutir os cinco correram para um prédio não tão distante dali, entraram e fecharam as portas.

— Vocês moram aqui? Disse o garoto.

— Moramos em um acampamento longe da cidade, por aqui é mais rápido e confiável para chegar ao acampamento.

— Qual o seu nome? Perguntou Huri

— Meu nome é Hanz, Prazer!

— Um ano e dois meses em um apocalipse e ainda há pessoas educadas nesse mundo, isso e meio difícil de acreditar.

— Você é Huri? Você é Tiny e Vocês 2 são ?

— esse é hernandez e eu sou Renato! Prazer.

— Prazer.

— Vamos logo, alguns devem ter nos visto entrar. disse Tiny, em sua voz de autoridade. Atravessando o prédio comercial e descendo algumas escadas, chegaram a uma porta, abriram sem ligar para o que encontrariam depois dela, Hanz olhou em volta, uma área cercada por uma parede de arame, andou até uma pequena parte da cerca onde estava cortada, logo depois, uma rua estreita onde um micro-ônibus estava.

— Vamos para casa Hanz? Disse pela primeira vez Renato.

— Casa?

— Sim, depois de nos salvar acho que você quer vir conosco, estou certo?

— Cla... Claro.

"E assim fomos Para o lugar batizado como 'casa' sei que isso não existe, Casa é uma palavra que deve ser esquecida, casa, é onde podemos viver em paz, sem problemas, sem mortes, um dos lugares que dormir é algo sem ter a preocupação de acordar morto com sede de carne e coisas do tipo"

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.