Imortal

11 Capitulo 10 (JOGO DE PERGUNTAS)


Notas iniciais
Antes de tudo. Queria agradecer a Anne Claksa pelo meu primeiro comentário na historia. Muito obrigada. Queria vir postar mais capítulos, mas infelizmente a internet aqui ta péssima. E meu tempo curto. Tenho um filho de 2 meses e meio. E estou finalizando o terceiro livro da serie Imortal. Então vamos lá para mais um capitulo.

— Derek? — Chamei quando estavamos indo almoçar.

O pessoal entrou no refeitorio deixando nós dois para tras.

— Sinto muito. Em nenhum momento eu quis... Sabe... Magoa-lo.

— Eu criei esperanças demais. — Ele murmurou olhando para o ceu nublado. — So achei que fosse outra pessoa. — Ele riu me encarando. — Quem eu quero enganar o cara é o sonho de qualquer garota.

— Não estou com ele por que ele é rico ou bonito. — Murmurei magoada.

— Eu não quis dizer isso.

— No fundo você quis. — Acusei lendo os seus pensamentos.

— Me desculpe. É so eu sendo cruel. Sei que você não é assim. Espero que ele te faça feliz.

O abracei apertando meus braços ao seu redor.

— Obrigada. — Murmurei sentindo seus braços me apertarem de volta. — Obrigada. Você não sabe o quanto eu fico feliz por ter alguem como você na minha vida. — Ele sorriu fracamente se afastando.

Assim que eu me virei vi Willian nos observando. Pela sua expressão ele não deve ter gostado da cena do abraço.

— Nos vemos depois. — Derek falou antes de se afastar.

— Tudo bem? — Perguntei observando a expressão de Willian.

— Tudo otimo.

— Você esta com ciume? — Perguntei e ele desviou o olhar.

Notei um tique na sua mandibula.

— Você sabe que não precisa ficar com ciume. — Falei tocando seu peito.

Seus olhos azuis encararam os meus olhos.

Como eu queria ler a mente dele.

— Ele gosta de você.

— E eu gosto de você. — Respondi sem pestanejar. — E eu acredito que você gosta de mim isso deixa tudo melhor por que não tem como existir algo entre duas pessoas se so uma esta lutando por isso.

— Você acredita mesmo nisso?

— Eu quero acreditar que você gosta de mim e...

— Não estou falando disso. — Ele me cortou um pouco estupido. — Estou falando sobre lutar pelo que sente.

— O que tem isso?

— Você ja amou alguem na vida?

Ele ficou em silencio e o meu coração acelerou.

— Você... Ja? — Perguntei juntando toda a coragem que eu tinha.

Seus olhos desviaram de novo e eu senti meu labio tremer.

Otimo pessima hora para chorar. Tentei respirar fundo. Piscar. Mas não adiantou.

Era uma sensação agonizante.

Ignorando os olhares eu me virei pronta para ir embora, mas seus dedos longos e frios fecharam em torno do meu braço me impedindo de ir.

Não o encarei. Não tive coragem. Estava doendo demais.

— Não é uma conversa para se ter aqui. — Ele comentou segurando meu queixo o erguendo para cima.

Não encarei seus olhos.

— Lizzie? — Respirei fundo e o encarei. — Prometo contar tudo a você depois da aula...

— Eu tenho que ir para Port Angeles. — Lembrei tentando soltar o meu braço. — Pode me soltar?

— Lizzie, você precisa comer algo. E eu te conto algumas coisas.

Ele me guiou para dentro da cafeteria. Eu mal notei a comida que ele pegou para nós. Nos sentamos na mesma mesa da semana passada sabendo que todos estavam olhando.

Otima hora para eu estar com os olhos avermelhados.

Bebi um pouco de suco enquanto olhava para a mesa.

— Seu nome era Lucille. — Encarei ele que estava olhando para a mesa e brincando com a tampinha do meu suco. — Ela me transformou e eu acabei me apaixonando por ela. Vivemos felizes por algumas decadas. E ela morreu ha muito tempo atras.

— Não se pode apagar um amor assim. — Comentei.

— E não apagou. Eu não quero que apague. Mas Camille disse que eu posso me dar ao luxo de ser feliz de novo. E então eu vi você. Não sei como você foi se apaixonar por uma criatura como eu.

— Não tem uma explicação logica para isso, Will. Não ha explicação para o "amor".

Ele ficou em silencio e eu aceitei isso.

— Você vai viajar nesse final de semana mesmo? — Ele mudou de assunto.

— Não. Esqueci de comprar a passagem. Por quê?

— O que pretende fazer?

— Nada. Com certeza ficar em casa. Tem algo em mente?

— Vai estar ensolarado. Você podia ir para a minha casa.

— Pode ser. — Ele sorriu. — Não perguntei sobre o final de semana. Vocês foram caçar ursos?

— A temporada preferida de Emmett e eu. Eles estão saindo da hibernação. Estão mais irritaveis.

— Credo! E como vocês caçam?

— Temos nossas tecnicas. — Ele comentou antes de levantar. — Vamos? — Assenti.

Quando estava chegando na porta da cafeteria Camille se aproximou saltitando.

— Alice te viu la em casa no sabado. — Ela falou animada passando seu braço pelo meu braço.

Lancei um olhar a Willian que sorriu.

— E eu tive uma otima ideia. Podemos caminhar pela floresta. E entrar naquele lago atras da mansão. Vai ta frio. Mas ainda assim vai dar para entrar. Você trouxe o seu biquini? — Ergui uma sobrancelha para ela que sorriu. — Eu te empresto um. Ou podemos comprar hoje em Port Angeles.

— Sem gastar mais dinheiro, Camille. Lembre-se o que Carlisle falou.

— Eu so comprei umas coisas.

— Você estorou um cartão ilimitado.

Como se estoura um cartao que é ilimitado?

— Foi um acidente. E parte da culpa é de Alice! — Ela falou e ele revirou os olhos. — Não importa. Vamos comprar um biquini e nadar. Não deve ser tão ruim. E vai ser bom se divertir um pouco. Emmett, Alice, Rose e Jasper vão sair. Nós vamos ter a casa so para nós.

— Ta esquecendo da Esme. — Willian lembrou.

— Sim. Mas ela vai deixar. — Ela sorriu animada e saiu saltitando na direção de Calleb que estava conversando com Alice e Sarah mais a frente.

— Ela é impossivel na maior parte do tempo. Nem liga.

— Ela é uma boa pessoa. — Comentei e ele assentiu.

Depois da aula de quimica Will me levou ate a minha proxima aula e quando eu sai ele estava me esperando. Notei que meus amigos estavam impressionados.

As meninas achavam aquilo lindo e protetor. Mas os meninos ja estavam estressados por que eu não podia ficar com eles.

Não era ciume. Pelo menos não de Edgar e Peter. Eles gostavam de mim como amiga e gostavam de conversar comigo. Na ideia deles. De todos eles o grupo ficou bem melhor com a minha chegada. Não que não fosse bom antes, mas parece que ficou completo agora.

Will passou seu braço por cima do meu ombro e eu me encolhi contra ele. Era aconchegante ficar perto dele.

Acabei parando ao ver uma multidão de pessoas ao redor do carro de Rosalie.

— Patetico. — Willian falou.

— É uma BMW. — Lembrei seguindo para o seu evo.

— Você quer que eu te leve para Port Angeles? — Ele perguntou enquanto dava a ré para sair da escola.

— Não é uma boa ideia. Vamos chamar atenção demais do Charlie. E eu não quero isso por enquanto.

— Não ate eu falar com ele.

— Eu disse que você não precisa fazer isso.

— E eu não escutei. — Ele sorriu e eu bufei.

Ele estacionou atras do volvo e ele me encarou. Beijei seus labios e sai do carro antes que eu me aproveitasse do espaço pequeno.

Bella tinha descido do volvo tambem.

Acenei para Bella e corri para o impala.

No outro dia eu estava cansada. Meus pés estavam doendo bastante por que o ballet machucava e piorava por que eu passava a maior parte do tempo usando calçado fechado. Tanto a bota quanto o tenis apertava e não deixava meus pés respirarem.

Foi Bella que me acordou. Levantei me arrastando e fui tomar banho. Vesti uma calça jeans preta, camiseta cinza, casaco preto e bota flat cano curto.

Bella estava comendo cereal e Charlie estava fritando ovos. Aceitei os ovos fritos tambem e ele ficou feliz de cozinhar algo para mim. Como sempre foi silencioso.

— Sobre esse sábado... — Charlie falou enquanto colocava seu prato na pia.

— Sim? — Bella e eu falamos juntas.

— Você ainda está pretendendo ir á Seattle? — Ele perguntou para Bella.

— Esse é o plano.

Bella estava mentindo.

— Você tem certeza que não vai voltar a tempo para o baile? — Charlie perguntou enquanto lavava seu prato.

— Eu não vou ao baile, pai.

— Ninguém te convidou?

— É uma escolha das garotas.

— Oh. — Ele secou seu prato. — E você, Lizzie?

— Irei sair com Camille e Sarah Cullen no sabado.

— Camille? Sarah?

— As outras duas filhas do Dr. Cullen. Elas estudavam em outra escola e agora vieram morar com os pais. Camille faz ballet comigo e viramos amigas.

— Vai voltar a tempo para o baile?

— Eu não estou planejando ir no baile pai. Escolha minha.

— Ok. — Apertei os labios e ele acenou um adeus antes de sair.

Bella subiu para escovar os dentes e eu terminei meus ovos. Subi as escadas e fui escovar os dentes tambem.

Quando sai do banheiro Bella passou por mim correndo. Edward e Willian ja tinham chegado.

Peguei minha mochila e desci as escadas, fechei a porta e a tranquei.

Passei pelo volvo e segui para o evo. Entrei e encarei Will.

— Bom dia. — Ele beijou minha bochecha e eu sorri.

— Bom dia.

— Dormiu bem?

— Sim. Como uma pedra. Essa rotina ta acabando comigo.

— Você ta dando duro no ballet. Camille contou. E isso fez eu notar algo. Eu não sei as coisas mais simples sobre você. Que tal um jogo?

— Que jogo?

— Pergunta e resposta.

— Ok. — Falei.

— Cor favorita?

— Hum... Não tem uma cor expecifica.

— Alguma que você goste mais?

— Vermelho.

— Vermelho?

— Sim. Me lembra o sol.

— Normalmente as pessoas descrevem o sol amarelo alaranjado.

— Sim. Mas é quente e quente me lembra o fogo e fogo é vermelho. — Ele sorriu. — Sua vez.

— Cinza. Peça de ballett que você gosta?

— O Lago dos Cisnes, mas eu não gosto do ato III. Se ele a amasse de verdade saberia que não era ela de verdade.

— O que você anda escutando?

— Gosto de musica classica. Mas tenho escutado algumas musicas da atualidade. Você não me disse a peça.

— Eu so assisti o Lago dos Cisnes uma vez. Gostei. E eu gosto de musica classica. Filme?

— Qualquer um que tenha romance e comedia.

— É bom. Livro?

— Qualquer um que tenha drama. É estranho eu sei.

— Shakespeare. — Assenti. — Lugares que você conhece?

— Tudo que tem praia. Havaí. Bahamas. Australia. Rio de Janeiro. Ja fui ate para Bankok. Apesar de não falar nada dessas linguas. Mas consegui me virar muito bem. E ganhar alguns campeonatos de surf.

— Algum lugar que você queira conhecer?

— Nova York. Não tem nada a ver com praia, eu sei. Mas é que é o meu sonho. — Ele sorriu.

— Ja tive em qualquer país que não tenha muito sol. Ja fui a Nova York. É linda. Pedra Preciosa que você acha bonita?

— Hum... Perola.

— Flor?

— Rosas de qualquer cor, a mais linda é a vermelha.

E assim as perguntas seguiram por todo o dia.

Ele me levou para port Angeles.

— Do que sente falta? Ja sei do calor, da praia e do surf. — Eu ri. — Amigos?

— Eles não eram amigos de verdade. Ler mentes é uma benção as vezes.

— Da casa alem da sua mãe o que você sente falta?

— Do meu quarto. De ficar sozinha.

— Namorado?

— Alguns idiotas.

— Então você é... — Meu coração acelerou.

Pressionei os labios.

— Parece que eles não eram tão idiotas ao bastante. — Ele estava mau humorado quando estacionou atras do volvo.

Edward ainda estava ali conversando com Bella.

— Você não sabe do meu passado. — Resmunguei. — E você não tem direito de falar nada. Nem me julgar.

Fui sair do carro, mas ele segurou meu braço.

— Me desculpe. — Ele falou e eu o encarei.

— Você acabou de atravessar a fronteira. — Puxei meu braço e desci do carro batendo a porta com força.

Ouvi um barulho de carro e me virei ouvindo os pensamentos.

Não podia ser pior.

Bella desceu do carro e eles foram embora.

— Ei, Bella, Lizzie. — Me virei para a pessoa.

— Jacob? — Bella perguntou.

Estava chovendo muito.

Billy estava encarando Bella e eu. Ele havia reconhecido Edward e Willian.

Ele sabia.- Derek? — Chamei quando estavamos indo almoçar.

O pessoal entrou no refeitorio deixando nós dois para tras.

— Sinto muito. Em nenhum momento eu quis... Sabe... Magoa-lo.

— Eu criei esperanças demais. — Ele murmurou olhando para o ceu nublado. — So achei que fosse outra pessoa. — Ele riu me encarando. — Quem eu quero enganar o cara é o sonho de qualquer garota.

— Não estou com ele por que ele é rico ou bonito. — Murmurei magoada.

— Eu não quis dizer isso.

— No fundo você quis. — Acusei lendo os seus pensamentos.

— Me desculpe. É so eu sendo cruel. Sei que você não é assim. Espero que ele te faça feliz.

O abracei apertando meus braços ao seu redor.

— Obrigada. — Murmurei sentindo seus braços me apertarem de volta. — Obrigada. Você não sabe o quanto eu fico feliz por ter alguem como você na minha vida. — Ele sorriu fracamente se afastando.

Assim que eu me virei vi Willian nos observando. Pela sua expressão ele não deve ter gostado da cena do abraço.

— Nos vemos depois. — Derek falou antes de se afastar.

— Tudo bem? — Perguntei observando a expressão de Willian.

— Tudo otimo.

— Você esta com ciume? — Perguntei e ele desviou o olhar.

Notei um tique na sua mandibula.

— Você sabe que não precisa ficar com ciume. — Falei tocando seu peito.

Seus olhos azuis encararam os meus olhos.

Como eu queria ler a mente dele.

— Ele gosta de você.

— E eu gosto de você. — Respondi sem pestanejar. — E eu acredito que você gosta de mim isso deixa tudo melhor por que não tem como existir algo entre duas pessoas se so uma esta lutando por isso.

— Você acredita mesmo nisso?

— Eu quero acreditar que você gosta de mim e...

— Não estou falando disso. — Ele me cortou um pouco estupido. — Estou falando sobre lutar pelo que sente.

— O que tem isso?

— Você ja amou alguem na vida?

Ele ficou em silencio e o meu coração acelerou.

— Você... Ja? — Perguntei juntando toda a coragem que eu tinha.

Seus olhos desviaram de novo e eu senti meu labio tremer.

Otimo pessima hora para chorar. Tentei respirar fundo. Piscar. Mas não adiantou.

Era uma sensação agonizante.

Ignorando os olhares eu me virei pronta para ir embora, mas seus dedos longos e frios fecharam em torno do meu braço me impedindo de ir.

Não o encarei. Não tive coragem. Estava doendo demais.

— Não é uma conversa para se ter aqui. — Ele comentou segurando meu queixo o erguendo para cima.

Não encarei seus olhos.

— Lizzie? — Respirei fundo e o encarei. — Prometo contar tudo a você depois da aula...

— Eu tenho que ir para Port Angeles. — Lembrei tentando soltar o meu braço. — Pode me soltar?

— Lizzie, você precisa comer algo. E eu te conto algumas coisas.

Ele me guiou para dentro da cafeteria. Eu mal notei a comida que ele pegou para nós. Nos sentamos na mesma mesa da semana passada sabendo que todos estavam olhando.

Otima hora para eu estar com os olhos avermelhados.

Bebi um pouco de suco enquanto olhava para a mesa.

— Seu nome era Lucille. — Encarei ele que estava olhando para a mesa e brincando com a tampinha do meu suco. — Ela me transformou e eu acabei me apaixonando por ela. Vivemos felizes por algumas decadas. E ela morreu ha muito tempo atras.

— Não se pode apagar um amor assim. — Comentei.

— E não apagou. Eu não quero que apague. Mas Camille disse que eu posso me dar ao luxo de ser feliz de novo. E então eu vi você. Não sei como você foi se apaixonar por uma criatura como eu.

— Não tem uma explicação logica para isso, Will. Não ha explicação para o "amor".

Ele ficou em silencio e eu aceitei isso.

— Você vai viajar nesse final de semana mesmo? — Ele mudou de assunto.

— Não. Esqueci de comprar a passagem. Por quê?

— O que pretende fazer?

— Nada. Com certeza ficar em casa. Tem algo em mente?

— Vai estar ensolarado. Você podia ir para a minha casa.

— Pode ser. — Ele sorriu. — Não perguntei sobre o final de semana. Vocês foram caçar ursos?

— A temporada preferida de Emmett e eu. Eles estão saindo da hibernação. Estão mais irritaveis.

— Credo! E como vocês caçam?

— Temos nossas tecnicas. — Ele comentou antes de levantar. — Vamos? — Assenti.

Quando estava chegando na porta da cafeteria Camille se aproximou saltitando.

— Alice te viu la em casa no sabado. — Ela falou animada passando seu braço pelo meu braço.

Lancei um olhar a Willian que sorriu.

— E eu tive uma otima ideia. Podemos caminhar pela floresta. E entrar naquele lago atras da mansão. Vai ta frio. Mas ainda assim vai dar para entrar. Você trouxe o seu biquini? — Ergui uma sobrancelha para ela que sorriu. — Eu te empresto um. Ou podemos comprar hoje em Port Angeles.

— Sem gastar mais dinheiro, Camille. Lembre-se o que Carlisle falou.

— Eu so comprei umas coisas.

— Você estorou um cartão ilimitado.

Como se estoura um cartao que é ilimitado?

— Foi um acidente. E parte da culpa é de Alice! — Ela falou e ele revirou os olhos. — Não importa. Vamos comprar um biquini e nadar. Não deve ser tão ruim. E vai ser bom se divertir um pouco. Emmett, Alice, Rose e Jasper vão sair. Nós vamos ter a casa so para nós.

— Ta esquecendo da Esme. — Willian lembrou.

— Sim. Mas ela vai deixar. — Ela sorriu animada e saiu saltitando na direção de Calleb que estava conversando com Alice e Sarah mais a frente.

— Ela é impossivel na maior parte do tempo. Nem liga.

— Ela é uma boa pessoa. — Comentei e ele assentiu.

Depois da aula de quimica Will me levou ate a minha proxima aula e quando eu sai ele estava me esperando. Notei que meus amigos estavam impressionados.

As meninas achavam aquilo lindo e protetor. Mas os meninos ja estavam estressados por que eu não podia ficar com eles.

Não era ciume. Pelo menos não de Edgar e Peter. Eles gostavam de mim como amiga e gostavam de conversar comigo. Na ideia deles. De todos eles o grupo ficou bem melhor com a minha chegada. Não que não fosse bom antes, mas parece que ficou completo agora.

Will passou seu braço por cima do meu ombro e eu me encolhi contra ele. Era aconchegante ficar perto dele.

Acabei parando ao ver uma multidão de pessoas ao redor do carro de Rosalie.

— Patetico. — Willian falou.

— É uma BMW. — Lembrei seguindo para o seu evo.

— Você quer que eu te leve para Port Angeles? — Ele perguntou enquanto dava a ré para sair da escola.

— Não é uma boa ideia. Vamos chamar atenção demais do Charlie. E eu não quero isso por enquanto.

— Não ate eu falar com ele.

— Eu disse que você não precisa fazer isso.

— E eu não escutei. — Ele sorriu e eu bufei.

Ele estacionou atras do volvo e ele me encarou. Beijei seus labios e sai do carro antes que eu me aproveitasse do espaço pequeno.

Bella tinha descido do volvo tambem.

Acenei para Bella e corri para o impala.

No outro dia eu estava cansada. Meus pés estavam doendo bastante por que o ballet machucava e piorava por que eu passava a maior parte do tempo usando calçado fechado. Tanto a bota quanto o tenis apertava e não deixava meus pés respirarem.

Foi Bella que me acordou. Levantei me arrastando e fui tomar banho. Vesti uma calça jeans preta, camiseta cinza, casaco preto e bota flat cano curto.

Bella estava comendo cereal e Charlie estava fritando ovos. Aceitei os ovos fritos tambem e ele ficou feliz de cozinhar algo para mim. Como sempre foi silencioso.

— Sobre esse sábado... — Charlie falou enquanto colocava seu prato na pia.

— Sim? — Bella e eu falamos juntas.

— Você ainda está pretendendo ir á Seattle? — Ele perguntou para Bella.

— Esse é o plano.

Bella estava mentindo.

— Você tem certeza que não vai voltar a tempo para o baile? — Charlie perguntou enquanto lavava seu prato.

— Eu não vou ao baile, pai.

— Ninguém te convidou?

— É uma escolha das garotas.

— Oh. — Ele secou seu prato. — E você, Lizzie?

— Irei sair com Camille e Sarah Cullen no sabado.

— Camille? Sarah?

— As outras duas filhas do Dr. Cullen. Elas estudavam em outra escola e agora vieram morar com os pais. Camille faz ballet comigo e viramos amigas.

— Vai voltar a tempo para o baile?

— Eu não estou planejando ir no baile pai. Escolha minha.

— Ok. — Apertei os labios e ele acenou um adeus antes de sair.

Bella subiu para escovar os dentes e eu terminei meus ovos. Subi as escadas e fui escovar os dentes tambem.

Quando sai do banheiro Bella passou por mim correndo. Edward e Willian ja tinham chegado.

Peguei minha mochila e desci as escadas, fechei a porta e a tranquei.

Passei pelo volvo e segui para o evo. Entrei e encarei Will.

— Bom dia. — Ele beijou minha bochecha e eu sorri.

— Bom dia.

— Dormiu bem?

— Sim. Como uma pedra. Essa rotina ta acabando comigo.

— Você ta dando duro no ballet. Camille contou. E isso fez eu notar algo. Eu não sei as coisas mais simples sobre você. Que tal um jogo?

— Que jogo?

— Pergunta e resposta.

— Ok. — Falei.

— Cor favorita?

— Hum... Não tem uma cor expecifica.

— Alguma que você goste mais?

— Vermelho.

— Vermelho?

— Sim. Me lembra o sol.

— Normalmente as pessoas descrevem o sol amarelo alaranjado.

— Sim. Mas é quente e quente me lembra o fogo e fogo é vermelho. — Ele sorriu. — Sua vez.

— Cinza. Peça de ballett que você gosta?

— O Lago dos Cisnes, mas eu não gosto do ato III. Se ele a amasse de verdade saberia que não era ela de verdade.

— O que você anda escutando?

— Gosto de musica classica. Mas tenho escutado algumas musicas da atualidade. Você não me disse a peça.

— Eu so assisti o Lago dos Cisnes uma vez. Gostei. E eu gosto de musica classica. Filme?

— Qualquer um que tenha romance e comedia.

— É bom. Livro?

— Qualquer um que tenha drama. É estranho eu sei.

— Shakespeare. — Assenti. — Lugares que você conhece?

— Tudo que tem praia. Havaí. Bahamas. Australia. Rio de Janeiro. Ja fui ate para Bankok. Apesar de não falar nada dessas linguas. Mas consegui me virar muito bem. E ganhar alguns campeonatos de surf.

— Algum lugar que você queira conhecer?

— Nova York. Não tem nada a ver com praia, eu sei. Mas é que é o meu sonho. — Ele sorriu.

— Ja tive em qualquer país que não tenha muito sol. Ja fui a Nova York. É linda. Pedra Preciosa que você acha bonita?

— Hum... Perola.

— Flor?

— Rosas de qualquer cor, a mais linda é a vermelha.

E assim as perguntas seguiram por todo o dia.

Ele me levou para port Angeles.

— Do que sente falta? Ja sei do calor, da praia e do surf. — Eu ri. — Amigos?

— Eles não eram amigos de verdade. Ler mentes é uma benção as vezes.

— Da casa alem da sua mãe o que você sente falta?

— Do meu quarto. De ficar sozinha.

— Namorado?

— Alguns idiotas.

— Então você é... — Meu coração acelerou.

Pressionei os labios.

— Parece que eles não eram tão idiotas ao bastante. — Ele estava mau humorado quando estacionou atras do volvo.

Edward ainda estava ali conversando com Bella.

— Você não sabe do meu passado. — Resmunguei. — E você não tem direito de falar nada. Nem me julgar.

Fui sair do carro, mas ele segurou meu braço.

— Me desculpe. — Ele falou e eu o encarei.

— Você acabou de atravessar a fronteira. — Puxei meu braço e desci do carro batendo a porta com força.

Ouvi um barulho de carro e me virei ouvindo os pensamentos.

Não podia ser pior.

Bella desceu do carro e eles foram embora.

— Ei, Bella, Lizzie. — Me virei para a pessoa.

— Jacob? — Bella perguntou.

Estava chovendo muito.

Billy estava encarando Bella e eu. Ele havia reconhecido Edward e Willian.

Ele sabia.- Derek? — Chamei quando estavamos indo almoçar.

O pessoal entrou no refeitorio deixando nós dois para tras.

— Sinto muito. Em nenhum momento eu quis... Sabe... Magoa-lo.

— Eu criei esperanças demais. — Ele murmurou olhando para o ceu nublado. — So achei que fosse outra pessoa. — Ele riu me encarando. — Quem eu quero enganar o cara é o sonho de qualquer garota.

— Não estou com ele por que ele é rico ou bonito. — Murmurei magoada.

— Eu não quis dizer isso.

— No fundo você quis. — Acusei lendo os seus pensamentos.

— Me desculpe. É so eu sendo cruel. Sei que você não é assim. Espero que ele te faça feliz.

O abracei apertando meus braços ao seu redor.

— Obrigada. — Murmurei sentindo seus braços me apertarem de volta. — Obrigada. Você não sabe o quanto eu fico feliz por ter alguem como você na minha vida. — Ele sorriu fracamente se afastando.

Assim que eu me virei vi Willian nos observando. Pela sua expressão ele não deve ter gostado da cena do abraço.

— Nos vemos depois. — Derek falou antes de se afastar.

— Tudo bem? — Perguntei observando a expressão de Willian.

— Tudo otimo.

— Você esta com ciume? — Perguntei e ele desviou o olhar.

Notei um tique na sua mandibula.

— Você sabe que não precisa ficar com ciume. — Falei tocando seu peito.

Seus olhos azuis encararam os meus olhos.

Como eu queria ler a mente dele.

— Ele gosta de você.

— E eu gosto de você. — Respondi sem pestanejar. — E eu acredito que você gosta de mim isso deixa tudo melhor por que não tem como existir algo entre duas pessoas se so uma esta lutando por isso.

— Você acredita mesmo nisso?

— Eu quero acreditar que você gosta de mim e...

— Não estou falando disso. — Ele me cortou um pouco estupido. — Estou falando sobre lutar pelo que sente.

— O que tem isso?

— Você ja amou alguem na vida?

Ele ficou em silencio e o meu coração acelerou.

— Você... Ja? — Perguntei juntando toda a coragem que eu tinha.

Seus olhos desviaram de novo e eu senti meu labio tremer.

Otimo pessima hora para chorar. Tentei respirar fundo. Piscar. Mas não adiantou.

Era uma sensação agonizante.

Ignorando os olhares eu me virei pronta para ir embora, mas seus dedos longos e frios fecharam em torno do meu braço me impedindo de ir.

Não o encarei. Não tive coragem. Estava doendo demais.

— Não é uma conversa para se ter aqui. — Ele comentou segurando meu queixo o erguendo para cima.

Não encarei seus olhos.

— Lizzie? — Respirei fundo e o encarei. — Prometo contar tudo a você depois da aula...

— Eu tenho que ir para Port Angeles. — Lembrei tentando soltar o meu braço. — Pode me soltar?

— Lizzie, você precisa comer algo. E eu te conto algumas coisas.

Ele me guiou para dentro da cafeteria. Eu mal notei a comida que ele pegou para nós. Nos sentamos na mesma mesa da semana passada sabendo que todos estavam olhando.

Otima hora para eu estar com os olhos avermelhados.

Bebi um pouco de suco enquanto olhava para a mesa.

— Seu nome era Lucille. — Encarei ele que estava olhando para a mesa e brincando com a tampinha do meu suco. — Ela me transformou e eu acabei me apaixonando por ela. Vivemos felizes por algumas decadas. E ela morreu ha muito tempo atras.

— Não se pode apagar um amor assim. — Comentei.

— E não apagou. Eu não quero que apague. Mas Camille disse que eu posso me dar ao luxo de ser feliz de novo. E então eu vi você. Não sei como você foi se apaixonar por uma criatura como eu.

— Não tem uma explicação logica para isso, Will. Não ha explicação para o "amor".

Ele ficou em silencio e eu aceitei isso.

— Você vai viajar nesse final de semana mesmo? — Ele mudou de assunto.

— Não. Esqueci de comprar a passagem. Por quê?

— O que pretende fazer?

— Nada. Com certeza ficar em casa. Tem algo em mente?

— Vai estar ensolarado. Você podia ir para a minha casa.

— Pode ser. — Ele sorriu. — Não perguntei sobre o final de semana. Vocês foram caçar ursos?

— A temporada preferida de Emmett e eu. Eles estão saindo da hibernação. Estão mais irritaveis.

— Credo! E como vocês caçam?

— Temos nossas tecnicas. — Ele comentou antes de levantar. — Vamos? — Assenti.

Quando estava chegando na porta da cafeteria Camille se aproximou saltitando.

— Alice te viu la em casa no sabado. — Ela falou animada passando seu braço pelo meu braço.

Lancei um olhar a Willian que sorriu.

— E eu tive uma otima ideia. Podemos caminhar pela floresta. E entrar naquele lago atras da mansão. Vai ta frio. Mas ainda assim vai dar para entrar. Você trouxe o seu biquini? — Ergui uma sobrancelha para ela que sorriu. — Eu te empresto um. Ou podemos comprar hoje em Port Angeles.

— Sem gastar mais dinheiro, Camille. Lembre-se o que Carlisle falou.

— Eu so comprei umas coisas.

— Você estorou um cartão ilimitado.

Como se estoura um cartao que é ilimitado?

— Foi um acidente. E parte da culpa é de Alice! — Ela falou e ele revirou os olhos. — Não importa. Vamos comprar um biquini e nadar. Não deve ser tão ruim. E vai ser bom se divertir um pouco. Emmett, Alice, Rose e Jasper vão sair. Nós vamos ter a casa so para nós.

— Ta esquecendo da Esme. — Willian lembrou.

— Sim. Mas ela vai deixar. — Ela sorriu animada e saiu saltitando na direção de Calleb que estava conversando com Alice e Sarah mais a frente.

— Ela é impossivel na maior parte do tempo. Nem liga.

— Ela é uma boa pessoa. — Comentei e ele assentiu.

Depois da aula de quimica Will me levou ate a minha proxima aula e quando eu sai ele estava me esperando. Notei que meus amigos estavam impressionados.

As meninas achavam aquilo lindo e protetor. Mas os meninos ja estavam estressados por que eu não podia ficar com eles.

Não era ciume. Pelo menos não de Edgar e Peter. Eles gostavam de mim como amiga e gostavam de conversar comigo. Na ideia deles. De todos eles o grupo ficou bem melhor com a minha chegada. Não que não fosse bom antes, mas parece que ficou completo agora.

Will passou seu braço por cima do meu ombro e eu me encolhi contra ele. Era aconchegante ficar perto dele.

Acabei parando ao ver uma multidão de pessoas ao redor do carro de Rosalie.

— Patetico. — Willian falou.

— É uma BMW. — Lembrei seguindo para o seu evo.

— Você quer que eu te leve para Port Angeles? — Ele perguntou enquanto dava a ré para sair da escola.

— Não é uma boa ideia. Vamos chamar atenção demais do Charlie. E eu não quero isso por enquanto.

— Não ate eu falar com ele.

— Eu disse que você não precisa fazer isso.

— E eu não escutei. — Ele sorriu e eu bufei.

Ele estacionou atras do volvo e ele me encarou. Beijei seus labios e sai do carro antes que eu me aproveitasse do espaço pequeno.

Bella tinha descido do volvo tambem.

Acenei para Bella e corri para o impala.

No outro dia eu estava cansada. Meus pés estavam doendo bastante por que o ballet machucava e piorava por que eu passava a maior parte do tempo usando calçado fechado. Tanto a bota quanto o tenis apertava e não deixava meus pés respirarem.

Foi Bella que me acordou. Levantei me arrastando e fui tomar banho. Vesti uma calça jeans preta, camiseta cinza, casaco preto e bota flat cano curto.

Bella estava comendo cereal e Charlie estava fritando ovos. Aceitei os ovos fritos tambem e ele ficou feliz de cozinhar algo para mim. Como sempre foi silencioso.

— Sobre esse sábado... — Charlie falou enquanto colocava seu prato na pia.

— Sim? — Bella e eu falamos juntas.

— Você ainda está pretendendo ir á Seattle? — Ele perguntou para Bella.

— Esse é o plano.

Bella estava mentindo.

— Você tem certeza que não vai voltar a tempo para o baile? — Charlie perguntou enquanto lavava seu prato.

— Eu não vou ao baile, pai.

— Ninguém te convidou?

— É uma escolha das garotas.

— Oh. — Ele secou seu prato. — E você, Lizzie?

— Irei sair com Camille e Sarah Cullen no sabado.

— Camille? Sarah?

— As outras duas filhas do Dr. Cullen. Elas estudavam em outra escola e agora vieram morar com os pais. Camille faz ballet comigo e viramos amigas.

— Vai voltar a tempo para o baile?

— Eu não estou planejando ir no baile pai. Escolha minha.

— Ok. — Apertei os labios e ele acenou um adeus antes de sair.

Bella subiu para escovar os dentes e eu terminei meus ovos. Subi as escadas e fui escovar os dentes tambem.

Quando sai do banheiro Bella passou por mim correndo. Edward e Willian ja tinham chegado.

Peguei minha mochila e desci as escadas, fechei a porta e a tranquei.

Passei pelo volvo e segui para o evo. Entrei e encarei Will.

— Bom dia. — Ele beijou minha bochecha e eu sorri.

— Bom dia.

— Dormiu bem?

— Sim. Como uma pedra. Essa rotina ta acabando comigo.

— Você ta dando duro no ballet. Camille contou. E isso fez eu notar algo. Eu não sei as coisas mais simples sobre você. Que tal um jogo?

— Que jogo?

— Pergunta e resposta.

— Ok. — Falei.

— Cor favorita?

— Hum... Não tem uma cor expecifica.

— Alguma que você goste mais?

— Vermelho.

— Vermelho?

— Sim. Me lembra o sol.

— Normalmente as pessoas descrevem o sol amarelo alaranjado.

— Sim. Mas é quente e quente me lembra o fogo e fogo é vermelho. — Ele sorriu. — Sua vez.

— Cinza. Peça de ballett que você gosta?

— O Lago dos Cisnes, mas eu não gosto do ato III. Se ele a amasse de verdade saberia que não era ela de verdade.

— O que você anda escutando?

— Gosto de musica classica. Mas tenho escutado algumas musicas da atualidade. Você não me disse a peça.

— Eu so assisti o Lago dos Cisnes uma vez. Gostei. E eu gosto de musica classica. Filme?

— Qualquer um que tenha romance e comedia.

— É bom. Livro?

— Qualquer um que tenha drama. É estranho eu sei.

— Shakespeare. — Assenti. — Lugares que você conhece?

— Tudo que tem praia. Havaí. Bahamas. Australia. Rio de Janeiro. Ja fui ate para Bankok. Apesar de não falar nada dessas linguas. Mas consegui me virar muito bem. E ganhar alguns campeonatos de surf.

— Algum lugar que você queira conhecer?

— Nova York. Não tem nada a ver com praia, eu sei. Mas é que é o meu sonho. — Ele sorriu.

— Ja tive em qualquer país que não tenha muito sol. Ja fui a Nova York. É linda. Pedra Preciosa que você acha bonita?

— Hum... Perola.

— Flor?

— Rosas de qualquer cor, a mais linda é a vermelha.

E assim as perguntas seguiram por todo o dia.

Ele me levou para port Angeles.

— Do que sente falta? Ja sei do calor, da praia e do surf. — Eu ri. — Amigos?

— Eles não eram amigos de verdade. Ler mentes é uma benção as vezes.

— Da casa alem da sua mãe o que você sente falta?

— Do meu quarto. De ficar sozinha.

— Namorado?

— Alguns idiotas.

— Então você é... — Meu coração acelerou.

Pressionei os labios.

— Parece que eles não eram tão idiotas ao bastante. — Ele estava mau humorado quando estacionou atras do volvo.

Edward ainda estava ali conversando com Bella.

— Você não sabe do meu passado. — Resmunguei. — E você não tem direito de falar nada. Nem me julgar.

Fui sair do carro, mas ele segurou meu braço.

— Me desculpe. — Ele falou e eu o encarei.

— Você acabou de atravessar a fronteira. — Puxei meu braço e desci do carro batendo a porta com força.

Ouvi um barulho de carro e me virei ouvindo os pensamentos.

Não podia ser pior.

Bella desceu do carro e eles foram embora.

— Ei, Bella, Lizzie. — Me virei para a pessoa.

— Jacob? — Bella perguntou.

Estava chovendo muito.

Billy estava encarando Bella e eu. Ele havia reconhecido Edward e Willian.

Ele sabia.