Immortal Love
49 Musical Act: I write sins not tragedies
Notas iniciais
C. Taylor
Era o casamento do meu melhor amigo Vincent e eu como não resisto a cantar ou tocar algo resolvi que ia ser responsável pelo som. Sussana e Mishu eram as damas de honra e o noivo esperava no altar ansiosamente. Não tínhamos tempo para arranjar um Padre, mas Steve se ofereceu para ser, afinal ele vagou pela terra quando o latim ainda não havia sido extinto. Era um casamento bem arranjado e bonito, mas um pouco turbulento. Matt e os Black estavam lá junto com muitos ceifeiros e imortais que juraram no caçar eles resolveram fazer uma trégua pelo menos por hoje. Aline e Alexia ficaram encarregadas das alianças. Todos conversavam alto e discutiam muitas coisas até que Lorraine adentrou a igreja. Seu vestido azul sempre fora belo, mas seu vestido branco ficará realmente deslumbrante! A cauda era grande assim como seu decote, mas admita coisas bonitas devem ser valorizadas... Eu comecei a música de casamento e estava feliz por um breve momento como se o casamento fosse meu. Até que pensei no trabalho que ia dar casar com a doida da Mishu! Eu a amo, mas é realmente muito difícil de lidar com ela, mas a lua de mel não seria má ideia.
O casamento ia de vento em polpa e todos sorriam e se emocionavam principalmente Vincent que pela primeira vez não conseguia esconder seus sentimentos. Os votos eram perfeitos:
“Eu Vincent Edward Phillips juro meu amor imortal por Lorraine. É só isso que você precisa saber...”
“Eu Lorraine Crysin juro meu amor imortal para Vincent que dure mais que as areias do tempo nunca registraram...”
Agora era a parte chata.
— Se alguém nesse casamento tem algo contra essa união que diga agora ou cale-se para sempre! – disse Steve voltando seu olhar para a suposta única pessoa que podia tentar reaver Lorraine... White –
Ele não o fez, mas o tempo se fechou e devo dizer que pela primeira vez eu fiquei sem palavras
— Eu! Eu tenho! – gritaram Sussana e Mishu – Nós fizemos sexo co a Lorraine...
Meu dedo escorregou do piano fazendo um som irritante. Não conseguia falar nada e minhas mãos tremiam muito a minha única escapatória era a musica se é que eu conseguiria cantar...
Oh, Bem imagine.
Enquanto eu estava passando pelos bancos em um corredor da igreja,
E eu não pude evitar, mas ouvi,
Não pude evitar, mas ouvi uma troca de palavras:
"Que lindo casamento! Que lindo casamento", diz uma dama de honra para o garçom,
"E, sim, mas que vergonha, que vergonha a noiva do pobre noivo é uma vadia".
Era inacreditável! Eu esperava algo assim de Sussana e até Mishu, mas Lorraine eu nunca imaginei. Todos brigavam e brigavam muito discutiam e gritavam, mas o que mais me irritava era que as duas mantiveram esse segredo até agora porque não manter a droga da boca fechada? Achei melhor cantar...
“Eu gritei,
"Vocês nunca ouviram falar sobre fechar a maldita porta?"
Não, é muito melhor enfrentar estes tipos de coisas
Com um sentido de equilíbrio e racionalidade?
Eu gritei,
"Vocês nunca ouviram falar sobre fechar a maldita porta?"
Não, é muito melhor enfrentar estes tipos de coisas
Com um sentido de...”
Eles brigavam e Lorraine e Vincent foi para outro canto conversar. Começaram uma briga física e logo muitos estavam no chão. Lorraine saiu com um sorriso e beijando a mão de Vincent que seguia logo atrás. Então pensei:
“Oh, Bem, na verdade,
Bem, eu olharei deste modo,
Eu quero dizer tecnicamente nosso casamento está salvo,
Bem isto pede,
Um brinde então,
Despeje o champanhe
Oh! Bem, na verdade,
Bem, eu olharei deste modo,
Eu quero dizer tecnicamente nosso casamento está salvo,
Bem isto pede um brinde,
Então, sirva o champanhe, sirva o champanhe!”
Todos se sentaram e alguns desmaiados foram carregados até seus lugares no banco e o casamento finalizou. Sussana e Mishu choravam de remorso e culpa, mas na saída eu ouviu todos falando então liguei minha guitarra e desabafei repetindo varias vezes o refrão dessa canção.
“Eu gritei,
"Vocês nunca ouviram falar sobre fechar a maldita porta?"
Não, é muito melhor enfrentar estes tipos de coisas
Com um sentido de equilíbrio e racionalidade?
Eu gritei,
"Vocês nunca ouviram falar sobre fechar a maldita porta?"
Não, é muito melhor enfrentar estes tipos de coisas
Com um sentido de
Equilíbrio e racionalidade!
Eu gritei,
"Vocês nunca ouviram falar sobre fechar a maldita porta?"
Não, é muito melhor enfrentar estes tipos de coisas
Com um sentido de equilíbrio e racionalidade?
Eu gritei,
"Vocês nunca ouviram falar sobre fechar a maldita porta?"
Não, é muito melhor enfrentar estes tipos de coisas
Com um sentido de
Equilíbrio e racionalidade! Mais uma vez...”
Era o fim. O casamento estava salvo, mas a mente insana quem poderia acreditar que a que parecia mais santa fora a causadora de tanta desordem. Bem se for pensar tudo acabou bem no final e meu último acorde me deixou num êxtase sem igual.
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