Imaginário

4 Promessa .


Notas iniciais
Desculpem a demora mas é que eu não tive tempo... tá é mentira eu dormi ta bom e quando acordei comecei a escreve mais fico muito ruiim ai eu apaguei o capitulo e deixe pra escreve só agora. foi mau mais essa é a verdade kkk

—É HORA DE MORFA !

—Isso ae mete porrada neles! Qual é mesmo o nome desse desenho Nanda? — Aquilo era incrível.

—Power Rangers. Co acho que por eles serem humanos não é um desenho é tipo uma série sabe...- Ela disse enquanto terminava de varrer a sala me olhou apoiando a cabeça no cabo, tinha me deixado vendo TV na sala depois que a mãe dela a obrigou a varrer a casa até ela volta do mercado se não ficaria sem o vídeo game, e hoje era 23 de dezembro de 2009, faltava 2 dias para o natal e ela não tinha cumprido ainda a promessa, acho que nem vai por preguiça.Conheço bem essa garotinha! Ainda bem que ela não houve meus pensamentos por que aqui eu posso chama ela de GAROTINHA, GAROTINHA, GAROTINHA!KKKKK ta parei.

—Não to nem ai, só sei que adorei! — Cara eu quero uma roupa dessa.

—Hum. – E Foi varrer outro cômodo.

—PUXA UM SUPER ROBÔ! — Gritei, cara era um robô e eles controlavam ele, que foda!

TV — Vamos derrota-lo com nosso Megazord!

—Megazord? NANDA NO LIVRO PODEMOS TER UM MEGAZORD?- Gritei da sala pra ela que estava na cozinha e logo gritou de volta com raiva.

—NÃO!

—PARA DE GRITA, TA DOIDA!- A mãe dela chegou com o almoço, ouvi a Nanda resmunga alguma coisa. Eu apenas voltei ao meus Power Rangers.

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—Co... — Ouso vozes.

—Hum... — Cobri me rosto com meu braço direito.

—Cody...Codyy...CODY PORRA ACORDA AI- gritou baixo no meu ouvido-q

—O QUE? AONDE? NÃO FOI EU! EU JURO! – Que belo jeito de me acorda ela tem né? isso é por que ela me ama, imagine se me odiar-se. Cocei meus olho, bocejando – Por que você ta vestida pra sair?- Ela tava com uma camisa verde e uma camisa xadrez branca de mangas grandes com as linhas verde e vermelho, uma calça preta e um tênis branco. Ela olhava para a mãe para vê se não a havia acordado. — Mas afinal por que esta acordada as 3h da madrugada!- questionei e ela me olhou feio me repreendendo.

—Por que sim, vamos! – Se levantou saindo do quarto sem fazer barulho, eu apenas a seguir, assim que chegamos a entrada da casa vi a bicicleta velha dela parada lá, ela subiu e mandou eu senta na garupa.

—Aonde vamos? — Perguntei sentando e segurando na cintura dela que arqueou as costas pelo frio. Não me respondeu apenas começou a pedalar. Corríamos apresados pelas ruas e eu conhecia aquele caminho, assim que dobramos a rua para a avenida principal eu tive certeza, sorri enquanto ela diminuía a velocidade.

—Gostou? – Ela não me encarou, apenas prestava atenção no caminho, enquanto eu sorria vendo as lanternas nas árvores brilhando.

—Sim, pensei que você havia se esquecido do que me prometeu. — Disse então de brincadeira porém era verdade, achei mesmo.

— Não esqueci. – Ela disse com raiva parando a bicicleta na praça aonde a enorme árvore de natal brilhava. Eu desci da bicicleta correndo pela praça feliz, sim eu estava feliz, muito feliz. Eu a Vi de relance enquanto corria, Nanda continuava na bicicleta mas ela parecia triste olhando para céu. Eu olhei feliz para o topo da árvore aonde tinha uma estrela branca super Brilhante. Sentei no banco próximo da árvore aonde ela havia sentado outro dia, eu estava um pouco cansado da corrida (mentira, eu não canso)

—Isso é tão incrível... — Meus olhos deviam está brilhando naquele momento.

—Vamos!- Chamou, depois suspirou. Corri de volta para a bicicleta e subi na garupa. Ela pedalou pela avenida mas não dobrou no caminho pra sua casa seguiu reto. – Aonde vamos?- questionei estranhando o caminho.

—Seja paciente. – Eu arquei a sobrancelha, por que ela ta com raiva? Falou tão fria que até eu que não sinto temperatura senti o frio.

—Nanda por- me interrompeu. Odeio quando ela me interrompe.

—Chegamos – Eu desci da bicicleta deslumbrado com aquilo. Era uma praça próxima a delegacia, lá havia muito enfeites, um homem de neve feito de copos recicláveis, uma cabana, eu me aproximei daquilo e vi que era um presépio. Um papai noel em seu treno com as renas em posição de voo, um anjo. Tudo tão ... Lindo. Eu corri por lá como uma criança, ficava parando nos enfeites e observando tudo, cada detalhe, cada defeito, TUDO literalmente tudo. Olhei pela praça e vi Nanda sentado perto do papai noel o olhando curiosa, a bicicleta estava apoiada no banco, ela tirou um Radinho do bolso que ela chama de mpPobre e colocou ao seu lado tocando alguma musica qualquer, Eu me aproximei e sentei ao seu lado, Ela me olhou pelo cantos dos olhos e fechou a cara voltando a olhar o papai noel.

—Está brava comigo?

—... — Não houve resposta somente um muxoxo.

—Fale o que houve. – Ela se manteve calada e se levantou para se afasta, mas eu segurei seu pulso. Minha mão o atravessou e pelo frio que sentiu parou.

—...

—Nanda?

—Eu não gosto. Não gosto. — Disse fechando fortemente o punho abaixando a cabeça.

—O que? — Do que ela tava falando? Não gosta de mim é isso? ela não gosta de mim? Por que ? Eu sempre fui bom pra ela. Ela sempre, mesmo que as vezes arrogante, foi muito boa da maneira dela comigo. Eu senti meus olhos ficarem quente ao pensa nisso, meu coração doeu. Minha visão começou a fica embaçada e mesmo assim vi ela se vira.

—Cody você ta chorando? — Ela se abaixou “segurando” meu rosto e eu não segurava mais as lagrimas. Eu era nada pra ela, fez tudo isso por pura palhaça. – Não chora! por que está chorando? – Ela falava desesperada me "abraçando".

—Você não gosta de mim. Não me ama. — Ela cuspiu o ar e se afastou um pouco pra me encara.

—O que ? Do que está falando Co?

—Você disse que não gosta de mim – Eu senti uma forte dor no peito falando aquilo. Ela me soltou e me olhou com raiva, muita raiva.

—Do que você está falando seu idiota! Eu não te amo? Não gosto de você? Co, para de chora ou eu vou te bate! Eu amo você e gosto de você! Acha mesmo que eu arriscaria minha vida te trazendo aqui no meio da madrugada pra vê os enfeites na praça ao lado da delegacia por que não gosto de você? – Eu estava em choque, parei de chora e respirava com rapidez afinal estávamos próximos. Perai ela disse que me ama ?

—Mas então por que disse que não gosta?

—Eu não gosto que ninguém duvide de mim, principalmente você, eu prometi que iria te leva aqui, então te trouxe aqui – Ela sussurrou a ultima parte, “tocou” em meu rosto sorrindo me fazendo sorri também – Você não veio daqui – “pegou” minha mão e tocou na sua testa – Você veio daqui – ela bateu no próprio peito no local do coração. – mesmo com nossas brigas e discussões, mesmo você me chateando e me deixando louca com suas ideias ás vezes, eu nunca vou deixa de gosta de você, nem por um minuto entendeu? – Eu acedi .Confesso estava sem palavras, eu estava completamente chocado. Não esperava ouvi isso assim dela do nada,por algumas vezes ela é tão fechada comigo que ficava duvidando se ela gostava da minha presença, Me achava chato e super protetor com ela, mais ela também era assim comigo. o Radinho começou a toca outra musica e ela começou a gargalha.

—Por que está rindo?

—Você é muito idiota. Chorando que nem uma criancinha sem motivo. "Não gosta de mim" — me imitou e eu comecei a gargalha também.

—Sou idiota sim. Sou seu idiota! — Ficamos nos encarando sorrindo cúmplices .

—HEY O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI ? – Apareceu um segurança da delegacia.

—Merda. Vamos Cody. – Ela pegou rapidamente a bicicleta e o radinho, montou na bike esperando eu subir e pedalou com todas as forças de lá.

—VOLTE AQUI GAROTINHA!- Gritou o guarda tentando inutilmente corre atrás da gente.

—NÃO SOU UMA GAROTINHA!SOU UMA PSICÓTICA!- Gritou sorrindo acelerando. Começamos a ri da situação. Eu parei de ri e observei Nanda sorrindo enquanto pilotava a bicicleta para casa. Aquele sorriso era diferente dos outros iluminava seu rosto de uma maneira incrível. A lua já cansada daqui a 1h provavelmente iria sumi dando lugar ao sol de mais uma manhã e lá estávamos nos fugitivos, amigos, talvez amantes imaginário. Olhei para o céu e vi uma estrela cadente e fiz um pedido, mas não vou conta se não estraga.

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—Fernandinha acorda é natal!

—me deixe Cody...

—Cody o que? ta doida, quem é Cody ? – Ela levantou rapidamente com a cara amassada e o cabelo bagunçado, eu estava acordado a observando dormi até que um garotinho de uns 10 anos entrou com um menor de uns 5 anos, acho que eles eram irmãos, pareciam com a Nanda.

—Leandro, Paulinho ? O que fazem aqui tão cedo ? — Ela os olhou surpresa.

—Olha o que eu ganhei! — Mostrou o menor o tal Paulinho. Ele se sentou na beira da cama exibindo um carro de um filme que vi outro dia com ela.

—Olha só um Relâmpago McQueen.

—Olha o que EU ganhei!- Mostrou uma bola da copa do mundo.

—Manero!- Eu já havia visto Nanda interagir com crianças era bem cômico por que ela ficava como uma delas, ela ficava animada e conversava com eles normalmente. Já com pessoas mais velhas ela era bem acida e seria, ela não gostava nada, já havia me dito isso antes. Havia também me falado dos tal primos Leandro e Paulo, ambos eram irmãos de 3 filhos, o mais velho não era muito sociável com a família e isso me intrigou de inicio mais entendi quando Nanda me disse que ás vezes as pessoas são assim mesmo, Leandro o do meio um pouco revoltado, o mais comunicativo com ela dos irmãos para ele Nanda era sua confidente/psicóloga; e depois vem Paulo o menor, é bem fofinho e sempre conversava meio atrapalhado com Nanda mas depois que a via não desgrudava mais dela.

—Fernanda até que fim acordo. Vamos! vai tomar seu banho toda a família já chegou e estavam perguntando aonde estava. Rápido se mexa – A mãe dela me deu um susto aparecendo daquela forma inesperada na porta. Os primos a levantaram e arrastaram pra fora do quarto mas antes de sumi pela porta ela olhou para mim sorrindo e eu retribui. Ela gesticulou com a boca “Bom dia” e saiu. Ela é única mesmo.

Notas finais
Jal-ga. Vou tenta desenha logo uma capa assim sem nada fica tão...chochu né ? kk