Imagine - stray kids
65 🐰. LeeKnow 💥🔥🔞 (SURTO)
Notas iniciais

Amigos que se pegam...
“Cha Yejin e Lee Minho são melhores amigos desde a infância e quando entraram na faculdade começaram a morar juntos em um apartamento com o intuito de dividir as despesas e eles deixaram o lugar com a cara deles.
O Minho sempre gostou de cozinhar, às vezes parecia que já tinha nascido com todos os conhecimentos culinários salvos em sua memória RAM, já a Yejin apenas o auxiliava por adorar vê-lo em ação e também o seu tempero.
Os dois estavam na cozinha.
Cheiros deliciosos vinham das panelas, o que fazia a Yejin ansiar pela hora da janta dos dois.
Ela cortava alguns legumes para entregar a ele, que usava um lindo avental, o deixando ainda mais sexy, a seu ver.
Os dois se pegavam às vezes, mas só quando ambos estavam afim. A questão era: Quando eles não estavam?”
“ — Espero que você possa picar os legumes direitinho, Yejinnah da última vez quase que seu dedo veio junto.”
O Minho falou sério, mas se divertindo com a lembrança e então ele se virou na direção de sua amiga, sorrindo e seus olhos se arregalam levemente ao ver que os legumes estavam desaparecendo.
Aquilo incitou muitas coisas no Lee que se decidia como deveria abordar sua amiga e, com um tom mais intenso na voz, ele a chamou a atenção...
“ — Não me diga que você está comendo os legumes ao invés de cortá-los, minha gatinha.”
[...]
Eu me encolhi com seu timbre mais intenso e sorri sem graça por ser pega já sabendo o que viria.
— Eeeu... não estou Minho... eu juro! — Sorri ainda mais, pois ele já me encarava como se visse minha alma. — Tá... só um pouquinho vai, não briga com a sua gatinha.
Ele se virou e andou até mim, com um sorriso travesso estampado em seu rosto, e bem ali pensei no tanto que eu estava perdida.
— Eu disse a você para não comer nada enquanto estivéssemos cozinhando, não disse? — Ele falou aquilo já indo para detrás de mim e colocou as suas mãos grandes em meus quadris, encaixando seu queixo por cima do meu ombro enquanto eu continuava cortando as cenouras. — Isso significa que vou ter que punir você, Yejinnah, você não foi capaz de obedecer à minha única ordem.
Eu me arrepiei inteira... e parei na mesma hora o que eu estava fazendo.
Ele sempre vem com essas de me punir por ser uma “gatinha desobediente” como ele ama dizer, mas, na verdade, esse é só um dos joguinhos que temos juntos, e confesso que esse é um dos que eu mais gosto, então resolvi o provocar um pouco.
— Me punir? Por conta dos legumes? Jura, Lee Minho?
Ele agarrou meus quadris e me aproximou ainda mais do seu corpo, se colando a mim com toda aquela possessividade adorável dele.
Pude sentir sua respiração lenta no meu pescoço, e aquilo era algo viciante.
E logo eu senti tudo ruir dentro de mim por sua fala que veio com aquela maldita voz calma e profunda.
— Isso mesmo, minha gatinha. Vou punir você por desobedecer às minhas ordens. — Ele me encarou intensamente. — Você sabe como fico quando você não me obedece.
Ali, a nossa linguagem de “just best friends” já havia deixado de existir, dando lugar às falas de cúmplices de um prazer que só existia entre pessoas tão conectadas como nós, então eu apenas me deixei levar e sorri imaginando o que ele faria comigo.
Na pior das hipóteses, eu ia ter uma dor prazerosa com ele e, na melhor delas, eu gritaria por seu nome bem ali mesmo naquela cozinha.
— E o que o meu gatinho vai fazer comigo?
Perguntei o encarando genuinamente curiosa.
Ele então se aproximou mais de mim, e eu pude sentir o seu corpo delicioso se pressionando contra as minhas costas, enquanto ele sussurrou no meu ouvido.
— Você vai ter que aguentar bem enquanto descobre, minha gatinha desobediente.
Sem me aguentar mais com aquilo, eu me virei na cadeira e fiquei de frente para ele.
— Então, você vai me torturar assim? Minho, isso não é justo... — Peguei uma cenoura cortada e mordi em sua frente, o desafiando, e depois dei um pedaço da mesma em sua boca. — Tá uma delícia, prova!
“Eu sorri ao vê-la me desafiando daquele jeito com a cenoura. Ela sabia me provocar e eu tinha que admitir isso, mas não para ela, claro... Após a encarar, eu deixei que ela colocasse a cenoura em minha boca e a mordi com vontade, deixando propositalmente que a minha língua escorresse pelo meu lábio inferior quando ela retirou a cenoura da minha boca justamente por saber que ela adora me ver assim.”
— É está delicioso mesmo. — Eu abaixo meu rosto até ela, minha voz se torna mais profunda e lenta, enquanto olho profundamente nos seus olhos. — Mas mais delicioso ainda seria ter você em meus lábios.
Filho da puta! Ele sabe como causar em minha mente.
Sorri o encarando profundamente.
— Ah, é? Você acha mesmo isso?
Me insinuei para ele, não muito ainda, mas eu queria o ouvir mais.
Ele se aproximou ainda mais do meu rosto e nossos narizes já estavam quase se tocando e nossos lábios agora estão a centímetros de distância um do outro.
— Eu não acho gatinha, eu sei, e estou afirmando isso para você.
Ele disse isso em um tom de voz profunda e lenta enquanto descia as suas mãos pelas laterais do meu corpo até chegar em minha cintura, me agarrando ali com uma força leve, mas já me puxando para mais perto de si.
Porra, Minho...
Ele nunca pega leve.
— Hhm... — Gemi com o seu jeito possessivo de me prender a ele. — É, eu também sei disso, você ama minha boca, não é? E você... — o olhei quase hipnotizada — você é sempre uma delícia quando quer...
Ele sorri ao me ouvir gemer, ele adora isso.
Logo ele me apertou um pouco mais e me puxou ainda mais para próximo de seu corpo, nossos corpos estavam mais que colados agora, como se isso fosse possível, mais um pouco e nos fundiríamos um no outro.
Ele então me empurrou mesmo na cadeira com uma habilidade assustadora, me fazendo encostar de uma forma não tão suave assim no balcão de marcenaria onde eu cortava os legumes, colocando as minhas mãos atrás de mim.
— Acho que alguém gosta muito de ter o seu gatinho possessivo por si huh?
Ele veio até mim e mordeu o meu lábio inferior gentilmente, fazendo minha pele arrepiar.
Eu sorri com os lábios dele nos meus e soltei minhas mãos do seu toque possessivo, as levando para as suas costas por dentro da camiseta.
— E eu acho que alguém aqui adora quando a sua gatinha desobedece às suas ordens... só para ficar grudado assim nela...
Enquanto eu passava as mãos nas costas largas dele, ele se aproximou ainda mais, agora, sim, não havia nenhum espaço entre nossos corpos.
Ele sorriu baixinho após me ouvir o provocando e levou a sua boca para bem próximo do meu ouvido.
— Eu diria mesmo é que você gosta de ser punida por mim, você gosta de ser a minha gatinha teimosa, não é?
Eu o ouvia e ia me desfazendo em sua frente, fui até seus lábios e os mordi devagar, arrastando meus dentes por sua carne quente e macia e o encarei sorrindo e o provocando.
— E se eu disser que realmente gosto? O que você faria comigo, gato?
Ele sorriu e abaixou sua cabeça para beijar o meu pescoço, algo que ele sabia que me fazia perder o controle e ele seguia levantando lentamente a minha blusa, me tocando lascivamente e me atormentando como ele amava fazer.
— Se você disser que gosta, então eu não estava errado, não é? Quer dizer, que você realmente quer ser punida, huh? — Enquanto ele fala, ele deixa uma mordida em meu pescoço, essa que eu sei que vai deixar uma bela marca em minha pele, a marca que ele adora fazer quando ficamos juntos para dizer sem precisar exatamente verbalizar que sou dele. — Yejinnah, você está me provocando e pedindo pelas consequências.
— Hhhmm... — Meu gemido saiu arrastado ao sentir o Minho maltratando minha pele sensível. E, sem me aguentar, eu fui até seu ouvido e falei, entregue a mais gemidos. — Na verdade, gatinho, eu gosto de tudo o que você faz comigo...
Ele já sabia, nós dois só não somos namorados porque ninguém diz nada sobre isso em voz alta, mas eu digo com certeza que amo exatamente qualquer coisa que ele faz comigo, seja do mais simples que é secar meus cabelos quando lavo ao mais intenso que é o que estamos fazendo agora, ele sempre foi meio que meu, e eu...
Sou toda dele.
“Eu sorri com o gemido da Yejinnah no meu ouvido, sua voz baixa e gostosa me lembrando que qualquer coisa que ela fizer comigo vai ser sempre assim, perfeito, entregue. A verdade é que desde que somos muito pequenos, o meu maior prazer é o dela, não importa como, mas se ela está entregue, feliz e sentindo prazer comigo, eu me sinto no céu, e quero dar a ela exatamente o que ela espera de mim, como agora, por exemplo...”
— Eu sei disso, gatinha. Você gosta de tudo o que faço com você. — Eu murmuro enquanto meus lábios voltam à sua pele. — Você gosta da minha voz, da minha mão na sua pele, meu corpo grudado no seu, gosta da minha boca em cada parte sua.
Suspirei e gemi manhosa... mais entregue que aquilo era impossível, ou não...
— Aaah... sim... eu gosto de tudo...
Não conseguia mais falar nada, minha mente era só um borrão, eu o senti percorrer sua mão forte pelas minhas costelas, passando a sua língua atentada no meu pescoço. Ele amava me ouvir gemer assim, então fiz questão de dar o que ele queria, deixando que ele ouvisse meus gemidos mais manhosos.
— Hhhmm... isso é tão bom...
“Essa filha da puta sabe me provocar... Haha minha pergunta é quem está sendo castigado aqui... enfim... Eu a ouço me dando o que quero, gemendo para mim e mordo novamente sua pele delicada, mas dessa vez me asseguro de deixar uma marca ainda maior. Então, eu coloco minhas duas mãos em cima da mesa, uma de cada lado do perfeito corpo dela, me apoiando enquanto eu a deixo presa entre mim e a mesa. E o semblante dela é impagável, eu passaria uma vida inteira a olhando assim...”
— Mas a verdade é que, mesmo que você goste de tudo o que eu faço, você continua me desobedecendo Yejinnah, e não esqueça, estou aqui para punir você...
Era verdade, mas, pelo rumo da prosa, não seriam castigos intensos com tapas na minha bunda, como ele amava fazer e eu amava receber, não, o rumo aqui estava indo para outra vertente, a provocação intensa, e isso eu posso dizer com toda certeza que eu amava ainda mais.
Fiz um biquinho manhosa e o encarei.
— Sim, e meu dono vai me punir por isso... por ser uma gatinha má que não faz o que ele manda, não é? — Sorri, o encarando, quase o desafiando. — Por favor, Minho?
O olhar dele percorreu meu rosto como quem quisesse gravar cada detalhe do meu semblante, parando em minha boca e se deliciando com a minha expressão manhosa, e então ele riu, um tanto sarcástico, um tanto travesso, muito Lee Minho.
— Yejin, você está pedindo para ser punida, minha gatinha? — Ele se aproximou mais do meu rosto e colocou seu joelho entre as minhas pernas e eu pensei “pronto, agora começamos de fato”. — Você sabe que precisa implorar melhor do que isso, né?
Tudo bem, Minho, eu vou entrar no seu jogo... pensei e fui para o ataque.
Respirei fundo... Levei minha mão ao seu membro que já estava com um bom volume aparente e comecei a massagear ele bem lentamente, pegando onde eu sabia que o mataria de tesão, então colei meus lábios aos dele para continuar o provocando.
— Hoje eu quero ser punida... por você... por favor, Minho, huh? Eu quero... muito...
“Ela ainda vai acabar comigo, eu sei que vai, mas sinceramente eu não poderia ligar menos para isso agora, eu apenas a deixo passar a mão na minha ereção por cima do meu short e sinto uma sensação quente percorrendo pelo meu corpo.
Solto um gemido baixo quando ela fala que quer que eu a puna, aquilo me virou do avesso e, se eu ainda podia pensar, agora já era... Então eu coloco a minha mão no seu rosto, acariciando suavemente a pele dela.”
— Você quer mesmo, gatinha? Quer que eu te dê um bom castigo hoje?
“Falei já sabendo que só toda essa preliminar era castigo suficiente para nós dois, mas fazer o quê? Nós gostamos de nos sentir assim, de nos provocar até perder a noção dos limites.”
— Sim... por favor... Faz isso pela sua gatinha?
O jeito que ele me olhou me disse que ele agora daria minha sentença. Então, apenas esperei ansiosa por sua fala.
Ele aproximou novamente o seu rosto do meu, deixando nossos lábios a centímetros de distância e sua respiração passando no meu rosto.
— Sim, vou te dar o que quer, então escute bem... — Ele levou as mãos por dentro da minha blusa, a tirando em um só movimento e me deixando exposta para ele. — Essa é a minha gatinha desobediente, pedindo para ser punida e parte da sua punição vai ser você precisar ouvir a minha voz murmurando no seu ouvido enquanto toco você.
Fechei os olhos para absorver tudo, eu tenho fraco por vozes e por ouvir durante o ato; gemidos, murmúrios e sussurros. Ele sabe que isso me mata e sobre me tocar? Isso eu nem vou comentar...
A voz dele e o toque de seus dígitos, tirando minha camiseta e me deixando só de sutiã em sua frente, conseguiu me deixar ainda mais manhosa e eu gemia baixinho.
— Hhm... aah Minho, você é uma delícia, sabia?
Sim, ele sabia... inferno de garoto gostoso.
“Escuto o gemido manhoso dela, e meus olhos percorrem o seu corpo que agora estava praticamente só com o sutiã. Eu mal consigo me concentrar e encosto mais nela, deixando a minha respiração e minha língua voltarem a passar pelo seu pescoço.”
— Eu sei que sou, minha gatinha, mas você? Você é muito mais deliciosa para mim.
“Coloco as minhas mãos de volta nas laterais do seu corpo, passando pela cintura e em seguida eu as deslizo pelas suas pernas, indo onde tanto quero; a parte interna de sua coxa.
Eu me arqueei um pouco, as mãos dele já subiam minhas coxas me torturando, e enquanto isso ele fazia questão de me encarar só para me ver derretendo por ele.
— Huuum... Minho... você adora isso, né?
— Sim, eu adoro fazer você gemer assim, ver que você está se derretendo aos meus toques, minha gatinha teimosa, mas eu preciso de mais agora.
Ele abaixou a sua cabeça e beijou o meu pescoço, gemendo em meu ouvido, era a minha punição afinal, suas mãos continuavam deslizando pelas minhas coxas, chegando cada vez mais perto de onde eu perderia todo o resto da minha sanidade e quando seus lábios tocam meu pescoço eu me arrepiei inteira e ele notou, pois eu o ouvi sorrir soprado e então ele lambeu minha pele exposta.
— Aaaah... merda...
Gemi mais manhosa ainda e ele parecia plenamente satisfeito.
Mas eu não ia sentir sozinha...
Ah, nem ferrando...
Levei minhas mãos ao abdômen dele, fazendo questão de tocar sua pele e descendo novamente para tocar seu membro, mas dessa vez fui por dentro da sua calça, segurando seu pau rijo em minha mão, e então resolvi o provocar mais um pouco.
— Hhhmmm... meu gatinho está tão duro por mim... Que delícia, Minho...
“Eu não aguentei a provocação que recebi e mordi novamente seu pescoço para tentar aguentar o tesão que eu sentia com aquela mão em mim, mãos que ela usa muito bem, por sinal, seja apenas as passando pelo meu corpo ou...”
— Aahh Merda...
“O gemido que escapa dos lábios dela é doce aos meus ouvidos, e eu amava a ouvir me dizendo o quão duro eu estava. Suspirei pesadamente e abaixei a minha cabeça de novo no seu pescoço, sem saber até que ponto eu conseguiria me controlar. Com ela, o autocontrole nunca era algo fácil de se manter.”
— Se estou duro assim, é tudo porque você fica me provocando, minha gatinha teimosa.
Eu o ouço e me sinto delirar, continuo movendo minha mão lentamente em seu membro duro, devagar, torturante, enquanto sua lubrificação natural se espalha, deixando tudo mais gostoso.
Sinto a fala dele pesada, os seus lábios em minha pele como se ele tentasse se conter e me sinto entregue.
— Sua gatinha manhosa e teimosa adora te sentir assim, Minho... ter o meu gatinho mandão me desejando tanto, huh? Aahh... isso é o céu para mim.
Enquanto eu continuava mexendo a minha mão nele de maneira que eu sabia ser torturante para o meu amigo íntimo, eu o ouvi gemer baixinho enquanto ele mantinha a sua cabeça em meu pescoço.
Deixei que ele me sentisse e ele se aproximou mais de mim, agora sua boca estava na minha orelha, como ele disse que faria, gemendo e me torturando enquanto mordia meu lóbulo.
— É por isso que você continua provocando, quer me levar ao limite, Yejinnah? Quer que eu te tome no meio da nossa cozinha?
Dei um leve sorriso ao me arrepiar com sua fala, verdade seja dita, aquela não seria a primeira vez, e indo mais além, não há um só canto do nosso apartamento que já não tenha servido de cenário perfeito para uma transa nossa.
Voltando meus pensamentos a ele, sorri soprado e comecei a beijar seu corpo por onde meus lábios o tocasse, sem uma ordem ou lugar específico, e minha mão subia e descia em seu membro enquanto a outra arranhava a sua pele.
— Siim... eu quero sentir você perdendo o controle e me tomando aqui mesmo... se quiser, eu posso ser a sua refeição, Minho...
Eu gemia toda entregue e meu timbre saía em um tom muito sedutor.
“Abaixo a cabeça novamente e encaro minha amiga íntima nos olhos, enquanto ouço suas palavras, sua voz sedutora e gostosa e perco o pouco do autocontrole que eu ainda tinha.
Eu a ouvia mesmo ela falando baixinho, e senti um estremecimento percorrer pelo meu corpo.”
— Eu vou te devorar, Yejin, você sabe que vou.
“Digo, enquanto passo a minha mão por baixo da sua calcinha e sinto como ela já estava toda molhada por mim. Essa maldita gostosa ainda será meu fim”.
Ele começou minha punição me tocando e dessa vez era eu que estava encurralada em uma tortura deliciosa.
— Hhhmm... aaah... Isso... eu quero isso... quero meu gatinho me devorando como só ele sabe fazer... aaah...
Eu me apertava nele e o beijava com malícia.
O Minho sabia muito bem como usar aqueles dedos e não seria uma surpresa se meu orgasmo viesse só com ele me fazendo dele assim.
Ele vai descendo com sua outra mão pela minha perna, passando pelo meu joelho e chegando à minha coxa, minucioso como ele sempre é e sempre se aproximando mais do meu corpo.
— Eu já imaginava, minha gatinha, quem conhece esse corpo melhor do que eu?
— Eu te odeio... — Falei sorrindo e mordendo ele.
— Não é o que o seu corpo está me dizendo, amor...
— Minhoo...
“Ouço seus gemidos chamando por mim enquanto ela ia se apertando contra meu corpo, e eu colo nossas testas brevemente, mas vou descendo minha cabeça no pescoço dela novamente enquanto cumpro minha parte em sua tortura... Sinto sua umidade através da renda de sua calcinha entre meus dedos que brincam com a intimidade quente dela, enquanto meus movimentos lentos fazem o corpo dela se arrepiar. Eu vejo, eu sinto aquele arrepio e meu próprio membro pulsa em desespero”.
Sinto o membro dele pulsar em minha mão, um ótimo sinal...
E ele começa a me abrir mais para poder se encaixar em mim, então eu paro de alisar seu membro e começo a soltar sua calça para agilizar o processo, e ele geme baixo em meu ouvido quando me sente o libertar do aperto em seu pau teso.
— Você não para de me estimular e me provocar... isso está me dominando Minho e eu adoro me sentir dominada por você. — Ele alisa meu clitóris e eu deixo de respirar por alguns segundos — Aaah gatinho... merda... Uuhh...
“Eu vou sentindo ela se descontrolando, eu a tomaria em fúria agora mesmo, mas minhas mãos estão ocupadas demais mexendo na intimidade molhada dela.”
— Você gosta de sentir que sou o dono do teu corpo, não é? — “Digo isso a ela enquanto mordo seu pescoço de leve e mantenho os meus dedos ali sem a invadir de fato, apenas os mexendo e sentindo sua umidade.” —O que me diz da sua punição? Acha mesmo que vou me enfiar em você como quer?
A fala dele quase me desmaiou e eu sabia que ele não entraria em mim como eu queria, afinal eu estava apenas sendo punida por ele.
— Como se eu não te conhecesse...
Falo tentando manter minha sanidade, se é que eu ainda tenho uma.
Seus dedos finalmente começaram a ir fundo dentro de mim e eu gemia ainda mais. Quando eu o liberei totalmente do aperto de sua calça, seu membro pulou para fora e eu iniciei uma masturbação bem gostosa nele.
Do jeito que ele gosta.
Mas precisei urgentemente morder seu ombro para conter meus próprios desejos.
— Sim... e-eu adoro que seja meu dono... do meu corpo, dos meus sentidos... aaah Minho... eu amo ser toda sua...
“Ela tem a masturbação mais gostosa que eu já recebi nessa vida e eu, sem me aguentar com sua mão habilidosa tomando meu membro daquele jeito, começo a gemer mais para ela, em seu ouvido, mostrando a ela que ela não é a única a amar sentir o prazer de nos pertencermos. Sinto os dentes dela no meu ombro, sabendo que ela faz aquilo apenas para tentar conter os seus gemidos, mas ela não para, ela continua mexendo em mim. Me deixando pronto para ser colocado em uma camisa de força.”
— E se eu te disser que você pode dizer aos quatro ventos que eu sou só seu, e de mais ninguém? O que acha disso, gatinha?
“Digo, enquanto sinto cada vez mais o prazer que ela me proporciona, eu abaixei minha boca até a orelha dela para poder lhe falar tais palavras, mas sem parar de mexer meus dedos dentro dela...
Qualquer um diria que disse isso pelo calor do momento, mas acreditem, temos calor de sobra e muitos momentos assim, então se fosse apenas por isso ela saberia. Eu só estou sendo honesto com meus sentimentos e deixando que ela saiba que sou dela, mais que amigo, mais que um PA, eu sou dela com cada molécula do meu ser.”
Eu o olhei um pouco surpresa, o mirei fundo em seus olhos e fiz um carinho no seu rosto, meu olho brilhou com a possibilidade que ele levantou ali, afinal, por todos esses anos éramos só amigos que se pegavam às vezes principalmente quando estávamos solteiros ao mesmo tempo como agora, não que eu já não tivesse pensado nisso milhões de vezes porque eu não vejo ninguém mais perfeito para mim do que ele, mas tê-lo dizendo aquilo fazia tudo ser real e eu amei a ideia.
Selei meus lábios aos dele e o respondi sem parar meus movimentos em seu membro.
— Você está falando sério? Gatinho não brinca comigo... isso seria perfeito para mim... você, só meu... meugatinho perfeito, mandão e gostoso...
Ele olhou nos meus olhos, enquanto sentia meu carinho em seu rosto e me olhava como se notasse exatamente o momento em que a centelha ardeu em meus olhos por sua insinuação de ser meu para valer.
Nossa conexão é mesmo algo único, não dá para negar, o jeito que ele me sente...
“Eu fecho os meus olhos e sinto os lábios dela selando os meus, eu não consigo conter a minha língua de passar pelo lábio alheio, pois eu tenho a necessidade de senti-la um pouco mais desesperadamente, então aproveito o momento para lhe dar um beijo mais quente, mais apaixonado.”
— Eu não estou brincando, minha gatinha teimosa.
“Digo isso, enquanto olho nos olhos dela e mexo mais rápido meus dedos dentro daquela intimidade que notoriamente estava gritando por mim.”
— Aaah... Nossa... isso quer dizer que agora nós nos pertencemos? Hhhm... Quero dizer... quer dizer que agora é para valer? — Estava difícil me segurar com ele me torturando daquele jeito, então eu me abri mais para que ele pudesse me aproveitar melhor e segui o estimulando com toda a minha habilidade. — Para mim, isso é mais que perfeito Minho, eu não quero mais ninguém só você, e saber que para você é assim também...
“Eu não consigo deixar de a olhar em seu rosto enquanto ela se abre ainda mais para mim e continua mexendo em meu membro que está muito sensível agora, eu estou cada vez mais próximo de não aguentar mais e o tanto que ela está se contraindo em meus dedos indica que mais alguém naquela cozinha está prestes a liberar tudo.”
— Isso mesmo... agora eu sou só seu, e você é só minha, minha gatinha, minha Yejinnah como sempre foi, mas agora oficialmente.
Meu corpo estava quase se entregando ao orgasmo só com os dedos dele em mim... e o ouvir falar que era só meu causou um grande reboliço de sensações dentro de mim.
Eu me contorcia e me contraia em seus dedos ágeis, mas sem parar um segundo sequer, o meu trabalho em seu membro que latejava em minha mão, anunciando que seu orgasmo estava vindo também.
Eu o beijei com vontade e rebolei em seus dedos para o sentir e o permitir me sentir mais também.
— Hhhm... uuuh... meu Lee Minho... meu gato... meu só meu... eu vou... eu... aaah
— V-vai, gatinha... eu também já não aguento mais, eu... eu também vou...
Nossos gemidos tomaram conta um do outro, da cozinha, e nada mais importava ali. O ouvir foi o suficiente para que eu me derramasse nele intensamente... Vim em seus dedos sem me controlar mais e meus gemidos ficaram ainda mais altos.
— Aaah… aaah... aah... Minho, eu... hhhmm... porra... que delícia...
Mordi o lábio dele, me sentindo incrível pelo prazer que acabei de experienciar com ele e logo em seguida eu o senti vindo em minha mão também.
Eu o estimulava bem gostoso para que o prazer dele fosse perfeito assim como o meu foi.
“Sinto com precisão quando ela alcança o orgasmo e escuto o aumento do volume em seus gemidos, me sinto o homem mais incrível por poder deixá-la assim só com meus dedos e logo gozo também naquela mão de fada que me satisfaz sempre tão bem.
Vou sentindo ela se mexendo mais.
Aquilo é uma loucura para mim.
Meu corpo inteiro está quente, me concentro em ouvir mais os gemidos manhosos dela por mim e sinto que a minha respiração está pesada e eu tenho certeza de que não vou conseguir sustentar meu próprio peso por muito mais tempo, então me deixo cair no corpo da minha gatinha.”
— Ah... caralho... você ainda vai me matar, Yejinnah...
Ele caiu sobre meu corpo e eu o sustentei contra mim, já começando a beijar o seu pescoço, dando leves chupões em sua pele...
Minha mão estava toda melada, a dele não devia estar diferente e nós dois respirávamos ofegantes um no outro, sentindo aquela conexão incrível pairando sobre nós.
— E você não vai me matar não, né, gato? Olha para mim, sou a própria bagunça e tudo por sua causa.
Falei e fiz com que ele me visse lambendo meus dedos melados dele.
Sim, eu adoro provocar ele justamente para ver me olhando com essa carinha que ele está agora.
— Sempre tão doce... tão gostoso...
Ainda falo enquanto ele me encara, apenas confirmando o óbvio para mim.
“Enquanto eu me apoio nela, após atingirmos o orgasmo juntos, pude sentir sua boca em meu pescoço, eu fechei os olhos enquanto sentia suas leves chupadas na minha pele.
Nada era mais perfeito que aquilo.
Olhei para ela quando ouvi aquela vozinha provocante me dizendo “olha para mim” e a vejo lambendo seus dedos, melados com meus fluidos e se deliciando com meu gosto e eu sinto um estremecimento percorrer pelo meu corpo.
Que garota perfeita!
É só o que consigo pensar enquanto encaro aquela cena deliciosa que faz com que eu passe a língua nos meus lábios para só então me pronunciar.”
— Eu sou sortudo demais... Você é insaciável mesmo, gatinha, porra, que isso...
Eu sorri para ele, vê-lo reagindo a mim era uma das coisas que eu mais amava, ele era expressivo e não era de guardar seus pensamentos para si.
— Sou assim por sua causa... quem manda ser tão gostoso assim? — Falo e dou um selar fofo na ponta do nariz dele. — Mas relaxa, eu vou deixar você terminar a comida... você deve estar com fome, eu também estou, então vamos nos recompor, eu não vou mais maltratar o meu gatinho assim.
O clima pós-sexo, ou pós pegação, entre nós era sempre leve, descontraído e gostoso e agora tínhamos esse “Q” a mais de um relacionamento iniciando para valer que deixou tudo ainda melhor.
Eu estava nas nuvens.
Ele me abraçou e ficamos assim por um tempinho até que ele se pronunciou.
— Tem razão, amor, eu estou morrendo de fome depois de tudo.
— Mas depois que terminarmos e estivermos bem alimentados, pode ter certeza de que você não me escapa, amor.
— Não se preocupe, minha gatinha... você não vai se livrar de mim assim tão fácil, nem existe uma realidade onde depois do jantar você não seja a minha sobremesa.
Sorri largamente, eu realmente adoro o jeito dele.
Desço da cadeira e vou até ele, o puxando para um doce beijo apaixonado.
— Você não existe... — mordi o lábio dele e ele sorriu para mim. — Vamos lavar as mãos, gatinho, precisamos nos recompor.
— É, precisamos mesmo, melada assim não vai rolar voltar a cortar legumes, né?
— Hahaha, seu idiota.
— Sua linda!
Eu o deixei e fui ao banheiro do corredor para me recompor e sinto que ele vem logo atrás de mim e, enquanto eu me limpava, ele me encarava todo bobo. Assim que terminei, nós trocamos de lugar e ele veio lavar as mãos e eu saí do banheiro, mas não antes de deixar um tapa na bunda dele.
— Gostoso para caralho, Lee Minho.
Falei e saí correndo por saber que isso não era algo que ele deixaria barato e, quando olhei para trás, o vi balançando a cabeça em uma negativa divertida enquanto sorria lindamente.
— Correu só porque sabe que eu vou revidar, né, minha gatinha?
Ele disse em meio a sua risada gostosa e eu, já na cozinha, me sentia diferente, era o mesmo Minho de sempre, mas agora eu o sentia bem mais meu do que antes, e aquela era a melhor sensação do mundo.
— Claro! Você é vingativo, gatinho... eu te conheço bem... Agora vem, vamos terminar e comer.
Ele chega na cozinha com aquele ar divertido dele, já me encarando e se aproximando de mim.
— Claro que sou vingativo, sempre fui, mas eu sei que você gosta disso... ou estou errado?
Eu o encaro vindo em minha direção e só consigo pensar: “Caralho, então agora a gente namora mesmo?” E um sorriso bobo me invadiu, eu o olho com mais atenção e penso “Ele é tão lindo”.
— Ah, eu adoro mesmo seu jeito vingativo... pode acreditar em mim, eu adoro e não é pouco...
“Eu fico olhando para ela e penso “Porra, até que enfim a gente tá namorando mesmo” e eu sorrio para a mulher mais linda do mundo.”
— Sabe, amor, eu te chamaria de linda agora, mas acredito que você acabou de ver e sentir como eu te venero bem de pertinho, né?
Ele disse e passou a mão na minha bunda, dando um tapa estralado e ardido, eu gosto, ele sabe, e depois me agarrou pela cintura, me puxando para ele, aproveitando o impulso que o tapa dele deu no meu corpo, que me fez dar um pulinho em sua direção.
— Ui... haha viu só? Você já está se vingando... — Aproveitei a proximidade e o olhei nos olhos, sorrindo toda apaixonada. — Você que é lindo, Minho... perfeito e gostoso... — Eu quase o puxei para uma segunda rodada, dessa vez mais completa, mas resisti, pois nós dois estávamos com fome e por hora era apenas de comida mesmo. — Nossa, eu não resisto a você, garoto, sai de perto de mim agora mesmo e volte a cozinhar, senhor Lee Minho, senão eu não vou responder por mim.
Dei uma mordida no lóbulo dele e o encarei.
“Eu a senti morder meu lóbulo e fechei os olhos para aproveitar a sensação que ela me causa. Sem resistir, eu a pego pela cintura e envolvo seu corpo em um abraço forte a trazendo contra mim, aproveitando o momento para passar a mão pelo seu seio e sentir seu mamilo se eriçar com meu toque.
Como pode ser tão gostosa e tão sensível assim? Minha... e eu me sinto tão bem quando ela reage aos meus toques assim”
— Se a gente continuar nessa, você não vai comer nada hoje, já eu não vou passar fome, porque vou comer você todinha...
Eu o encarei com os olhos arregalados e um sorriso incrédulo.
— Só você vai comer, né? Me comer! — Falo indignada — Haha que abusado! — Sinto ele apertar minha cintura e já me sinto molinha na sua mão. — Minho! Para com isso vai, assim não vamos acabar nunca...
Acabo por não resistir e dou um selar nos lábios dele, bem lentamente, e já começo a me derreter em seus braços.
— Uuuhhmm, Minho... precisamos nos concentrar, amor...
Falei toda manhosa, fazendo ele me encarar.
— Aí fica difícil me controlar com você manhosinha desse jeito, Yejinnah... — eu o vejo suspirar — Mas você tem razão, temos que comer.
— Isso... isso... vamos terminar... eu amo te ver cozinhando... você fica ainda mais sexy quando está preparando algo. — Olhei para ele que me encarava e, sem resistir, acabei sorrindo. — É sério, ué... não me olha assim, eu vou me comportar mesmo, prometo.
Ele solta uma gargalhada gostosa.
— Você gosta de me ver cozinhando, mas acho que não é pelas comidas que eu faço, né? Enfim, já que disse que vai se comportar, eu espero que dessa vez você cumpra sua palavra, gatinha.
Volto a cortar os legumes que faltam, tentando me concentrar, pois só nessa brincadeira nosso jantar atrasou quase uma hora inteira, mas olhando bem para ele agora que voltou a cortar a carne...
Puta merda que homem...
— Ah, isso é verdade, não é só por suas habilidades culinárias que gosto de te ver cozinhar... — Falei e vi ele me olhar de relance e mordi involuntariamente o lábio enquanto meus pensamentos estavam a mil. — Olhando de onde vejo, bom, você fica lindo assim… todo concentrado, com essas costas largas... e nem vou falar dessa sua bunda gostosa... juro que não vou... — Eu continuava cortando os legumes e corei quando ele me encarou ainda mais. — Tá, eu parei, juro! Vou me comportar e cumprir minha palavra, gatinho, não me olha assim.
“Eu acabo deixando um sorriso me escapar com a fala dela, notando que enquanto ela falava do meu corpo e eu a olhava cortar os legumes, ela ficou um tanto corada ao falar da minha bunda, uma fofa.”
— Você gosta do que vê, né, gatinha?
— É... não vou mentir... gosto pra caramba da visão, agora continua aí que eu já te levo os legumes todos.
Ele sorriu malicioso e voltou sua atenção ao que fazia.
— Certo amor...
Terminei de cortar tudo e levei até ele na bancada onde ele trabalhava concentrado.
— Prontinho meu lindo, terminei... agora é contigo.
Ele veio e me deu um selar nos lábios, me fazendo sentir como se uma corrente elétrica dominasse meus sentidos.
— Perfeito, amor, agora vou poder terminar.
[...]
Nós dois jantamos em um clima muito amorzinho, bom um tanto a mais que o comum como apenas amigos, mas ainda conversamos descontraidamente, nos provocamos e agora eu lavava a louça e eu notei que ele me encarava de um jeito um tanto diferente.
— Tá me olhando assim, por que Minho?
— Ah, sei lá, você está aí toda perfeitinha e só estou pensando em nós.
— Hum, acho que te entendo... Em um dia só passamos de amigos, para algo a mais e você já me olha como um marido apaixonado, o que inclusive é uma grande covardia, tá? — O olhei nos olhos por um instante e desviei — Assim, eu não resisto gatinho.
— Covardia ou não, eu não posso deixar de te olhar assim... você é minha, então se acostume, eu fico babando em você sempre que eu te vejo toda fofa assim.
Ele vem e se encosta atrás de mim e eu me sinto arrepiar, abaixando a cabeça e deixando minha nuca à mostra, e ele deixa alguns selares leves por ali, me fazendo arrepiar...
De novo.
— É, você tem razão... nunca deixe de me olhar assim... eu te proíbo. — Me virei de frente para ele e fiquei olhando cada detalhe do seu rosto. — Acho que vou te beijar agora, Minho...
— Então me beije...
Sem demoras, eu colei nossos lábios e nós nos fundimos em um beijo delicioso.
Ele me apertava, nós gemíamos juntos e eu resolvi que precisávamos ficar mais à vontade com urgência.
— Gatinho...?
— Oi, gatinha...
— Vamos para o quarto de uma vez?
Ele apertou minha bunda e me puxou para ele.
— Você não sabe o quanto eu queria ouvir isso Yejinnah.
Ele disse, já me pegando pelas coxas e me levantando em seu colo e indo em direção ao quarto dele, e eu envolvo seu corpo em minhas pernas e coloco meus braços em volta do seu pescoço, sorrindo faceira, e enquanto ele me leva, eu vou deixando selares e mordidas em sua pele.
Assim que adentramos o quarto, ele foi comigo direto para sua cama, me deitando nela e me encarando com um olhar carnal, repleto de luxúria, mas também...
Amor.
Eu correspondia àquele olhar e minha respiração estava pesada, meus seios subiam e desciam com força enquanto eu tentava voltar ao prumo.
Eu o puxei para mim já tirando sua camiseta e descendo lambidas em seu abdômen, o encarei de baixo para cima sorrindo e me afastei apenas para dizer.
— Estou pronta para sentir o quanto você me ama, gatinho.
“Eu a assistia enquanto ela tentava controlar sua respiração, uma cena linda que culminava com seus seios subindo e descendo lindamente bem em minha frente e eu me deixei guiar por ela, que já removia a minha camiseta logo descendo lambidas no meu abdômen, eu baixo meu olhar para a encarar e a visão que recebo e ela me encarando e dizendo já está pronta para me sentir... sentir meu amor e diante disso só tem uma resposta plausível que eu poderia dar a ela.”
— Ótimo! Então, agora eu vou poder te mostrar todo o meu amor por você.
— Isso... eu estou louca para ver... para te sentir... eu quero você.
Falei já me deitando na cama para ele entender que era ele quem comandaria nosso ato.
“Quando ela nitidamente me deixou com o controle, só me fez ficar mais excitado e a desejando ainda mais, enquanto ela se mostrava toda dócil para mim naquele gesto simples, mas pecaminoso, eu podia já me imaginar a tomando para mim da melhor forma possível.
Ela acabou de dizer que está pronta para fazer amor comigo... Nós não vamos só ter uma boa foda... Isso era surreal... perfeito!
Aprofundando nossos olhares, eu coloco a mão na bochecha dela e desço até seu pescoço, deixando pequenas mordidas nele, até chegar em seus ombros.”
Eu sentia os olhares intensos do Minho em mim, era como se ele pudesse ver até minha alma, era lindo, perfeito e eu fui me entregando aos seus toques em meu rosto, aos seus lábios em minha pele que me faziam sentir incrível e desejada.
— Aahh... isso é tão bom...
Falei toda manhosa, deixando aquele gemido me escapar.
Eu estava amando toda a nova atmosfera entre nós e esperava ansiosamente por ter ele me tomando como sua, e não demorou muito ele descia selares pelo meu corpo até que parou no meio dos meus seios.
— Aaah... minha... minha gatinha.
Ele falou um tanto abafado pelas minhas mamas, mas nítido o suficiente para me fazer delirar.
Gemi ainda mais com ele se deliciando em mim daquele jeito, entre meus seios, pois eles eram muito sensíveis e o Minho sabia bem como mexer neles para me enlouquecer e enquanto ele brincava com eles, eu soltei um sorriso e fui com minhas mãos nos cabelos dele, os acariciando com carinho.
E eu já sentia minha intimidade pulsar, então me movi mais intensamente e pude sentir seu volume já duro por mim.
— aaah... M-Minho... gatinho... eu huum… que gostoso.
“Mesmo sem tocar em sua intimidade, eu já podia sentir como ela já estava molhada enquanto a sentia mexendo nos meus cabelos, e isso mexia ainda mais comigo, eu usava minha boca na sua pele, e sentia toda a rendição dela a mim, e aquilo fez eu me atentar e sentir como meu volume já estava duro de vontade por ela... louco, completamente sedento pela minha namorada.”
— Você quer sentir o quanto estou todo duro por você, não é?
— Siim... eu quero... por favor, Minho... gatinho... entra em mim... por favor... ah, porra...
Senti o momento exato em que ele me invadiu como eu pedia, e eu quase me grudei em seu corpo de imediato, já gemendo e me movendo nele com uma necessidade enorme de o sentir mais e mais.
— Se é isso que você quer...
“Foi o que respondi a ela. Eu podia sentir como suas garras estavam se afundando em minha pele de tão intensa que ela estava. Eu sugo e passo minha língua em seus seios, fazendo com que eles ficassem mais sensíveis e escuto ela gemer para mim.
É fascinante como sempre tivemos isso, mas só agora tudo parece tão completo... tão certo...
Eu a ouço implorar, ouço ela me pedir para entrar nela, eu podia sentir como a minha gatinha estava pronta para finalmente me ter... como todo seu... Dou uma lenta estocada nela e me afundo em sua intimidade, deslizando para dentro dela com uma facilidade que foi apenas aumentada enquanto ela se afundava no meu corpo com prazer...
O nosso prazer.”
Tudo acontecia e eu só pude respondê-lo com...
— Siiim... isso... assim... aaah gatinho... mais... por favor... eu preciso... eu quero mais...
Gemidos... e mais gemidos.
Ele se movia com maestria dentro de mim, era perfeito e nossa conexão era única... e agora estava ainda maior, mais completa...
Eu o sentia se afundar em mim e se mover com mais vontade, e eu estava indo à loucura com os movimentos dele dentro de mim.
Desci meus lábios em seu pescoço e ia chupando sua pele. Minhas mãos apertavam as costas dele, deixando arranhões desorganizados e eu fazia questão de fazê-lo sentir como eu o queria com os movimentos intensos do meu quadril contra o dele.
— Aaah caralho... que delícia... uurrggh... Você gosta assim, gatinha? Gosta do meu pau fodendo você? Minha maluquinha... eu te deixo louca por mim, Yejinnah?
Ele falava em meu ouvido, levando de mim toda a capacidade de pensar que eu julgava ainda ter.
Sou uma tola nas mãos do Minho, essa é a verdade, ele sempre me deixa assim.
— Eu... siiimm... eu amo como você me fode gostoso, gatinho... só você é capaz de me deixar assim... — Eu falava, ou tentava, já não sei, e buscava pelos lábios dele até que comecei a o beijar enquanto nos movíamos, tentando aproveitar ao máximo um do outro. — Eu sou maluca pelo meu namorado... sou maluca por você.
Ao meu ouvir, ele aumentou suas estocadas, indo ainda mais fundo, mais forte e mais rápido, e eu comecei a sentir os espasmos me tomarem, meu orgasmo estava próximo, e ele também podia sentir.
— Isso, amor, aah... Sim, é, sou o único que te deixa assim, sou eu quem te faz sentir assim... eu que te faço ficar maluca, maluca por mim... — Ele falou, gemendo arrastado, com sua boca colada com a minha. — Estou te sentindo tão bem, você está pronta para gozar, Yejin?
Eu me apertava no pau dele e me roçava intensamente no corpo do Minho, mas o ouvir me perguntando se eu estava pronta e me chamando pelo meu nome me fez deixar todo meu controle de lado e então eu o olhei nos olhos colando ainda mais nossos lábios e sem conseguir falar, só gemer, eu deixei meu orgasmo vir com força.
— Hhhhmmm... aaah... Minho... gatinho... porra... gostoso demais.
Foi só o que consegui falar enquanto me apertava nele, meus espasmos eram fortes e só aumentaram meu aperto em volta do seu membro e, com isso, eu pude sentir que ele também se permitiu vir, gozando bem dentro de mim.
“Ela gemia e se entregava a um orgasmo forte enquanto tinha seus lábios colados nos meus. Eu me senti o cara mais sortudo do mundo pela terceira ou quarta vez, só naquela noite por tê-la gozando mais uma vez por mim, e só para mim.
Eu a olhava diretamente em seus lindos olhos enquanto sentia todo o corpo dela tremendo contra o meu, enquanto minha gatinha gozava com força.
Eu estava perto de gozar também, mas aguentei o máximo que pude enquanto escutava seus gemidos, enquanto sentia suas contrações em volta do meu pau e depois que não me aguentei mais, eu gozei com força dentro dela, a enchendo de mim enquanto eu gemia o seu nome, como se ela fosse a minha salvação.”
— Puta que pariu... porra... porra... Cha Yejin... aaahh caralho... Yejinnah…
Os gemidos dele e a força com que ele veio dentro de mim acabaram desencadeando orgasmos múltiplos em meu corpo.
— Minhoo... céus... porra, eu vou... de novo... eu vou... aaahhh eu...
Acabei tendo um orgasmo mais intenso nessa segunda vez e sentia o pau dele latejando e se derramando dentro de mim com uma precisão absurda.
Mordi seu ombro, tentando aguentar o tesão e as correntes elétricas que passavam em meu corpo, mas principalmente por toda a minha intimidade.
“Eu mal acreditei quando vi que ela entrava em orgasmos múltiplos, não que nunca aconteceu antes, a minha Yejin é muito sensível, mas isso não acontece com frequência e eu amo demais quando ela o alcança.
Não só porque ela fica ainda mais linda, como se brilhasse para mim, mas também porque juntos fizemos ela atingir o ponto mais alto do prazer feminino. Aquilo era perfeito e eu estava completamente satisfeito.
Enquanto eu a escutava gozando e tendo mais picos de espasmos eu conseguia sentir ainda mais forte seu orgasmo e isso me fazia gozar com ainda mais força dentro dela e por mais que parecessem anos que estávamos nisso, eu sabia que tudo aquilo não levou tanto tempo assim, mas tudo bem o importante era ter o céu estrelado invadindo nossos corpos.
Era assim que sempre chamávamos quando tínhamos os nossos orgasmos juntos.
Eu gemia e ela me mordia no ombro com força, enquanto eu continuava sentindo ela se mover contra meu corpo, e eu me mantinha dentro dela com toda a minha vontade por saber que me ter dentro dela aumentava não só o meu, mas principalmente o prazer dela também.”
— Caralho... Minho... só mais um pouquinho, amor... aguenta só mais um pouc... aaah por favor.
— Isso, gatinha, sente o seu namorado dentro de você... estou com você... não vou sair... aaah Merda... hhumm... isso está gostoso demais.
Fomos nos acalmando aos poucos, as respirações voltaram ao normal e nossos corpos, ainda um pouco trêmulos, agora se abraçavam em uma posição confortável para ambos.
O Minho não deixou de me fazer carinhos e eu, assim que voltei a mim, o respondia com a mesma paixão.
— Porra, isso foi insano... amor... aah gatinho, o que você fez comigo?
Eu o puxei para um beijo e meu corpo relaxava mais, eu o sentia relaxar também até que um breve silêncio tomou o quarto.
— Você quer saber o que fiz com você, gatinha? Pois saiba que a única coisa que fiz foi te amar, da maneira que eu amo e do jeito que você merece. — Ele dava selares na minha cabeça e eu acariciava seu peito desnudo. — E fique satisfeita, gatinha, você é minha agora, eu te fiz completamente minha e agora não tem mais volta.
Olhei nos seus olhos, via a exaustão o tomando e deixei que a minha também me tomasse.
— E quem disse que eu quero voltar, Lee Minho? A única coisa que eu quero é avançar nessa vida com você ao meu lado.
E depois de algum tempo nos enchendo de carinhos nós finalmente apagamos, colados um no outro agora como um verdadeiro casal de namorados, amigos, amantes e confidentes de um amor único que eu não tenho dúvidas que apenas vai crescer a partir de agora que nos assumimos para valer.

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