Notas iniciais
Desculpem a demora!!!!

Tava tendo uma gincana na escola que acabou tirando todo o meu tempo! Tenho até os vídeos da minha dança pra provar : S

Anyways, espero que gostem do capítulo.

Até o fim da aula tentei fugir de meus problemas. Evitei Santana. Evitei Quinn. Evitei até Kurt e Mercedes. Ao soar do último sinal, esvazio meu armário e vou para casa. Férias. Isso vai me dar tempo para pensar. Para organizar meus pensamentos. Estou fazendo tudo por impulso. Como fingir namorar a Quinn. Será que isso é o certo a fazer? Será que vai realmente me ajudar? Acho que não. Essa idéia foi estúpida. Quando ela sugeriu isso, não estava pensando no meu bem, mas sim em si mesma.

Ainda dentro do carro, chegando à minha rua, avisto a garota de cabelos cor-de-rosa fumando um cigarro apoiada no portão de minha garagem. Droga. Paro em frente ao portão e baixo a janela. Ela se aproxima e apóia com os cotovelos na porta do carro. Vira o rosto pro lado e dá uma tragada.

– E aí, Berry? Pronta pro pagamento? – Ela pergunta em um tom solene.

– É... Sobre isso... Eu... É... Acho que não é uma boa idéia... Essa estória de fingir estar namorando alguém é aquela jogada clichê que está em todo o filme de adolescentes estúpidas e que nunca dá certo.

– Não dá certo? Ah, por favor! A Lopez já ta cheia de ciúmes! Não viu a cara dela na aula de história? Mas é você quem sabe, Berry...

Ela tinha razão. Santana estava mesmo com ciúmes. E isso era um bom sinal. Talvez eu devesse manter a estória por mais algumas semanas... Pelo menos até voltar às aulas. Sem contar que posso fazer bom uso de uma companhia que não fique me enchendo de perguntas e críticas.

– Tudo bem – disse abrindo o portão com o controle – entra aí e a gente conversa.

Ela deu um sorrisinho malicioso. Passou a mão livre nos cabelos tingidos e tragou pela última vez em seu cigarro que chegava ao fim. Afastou-se do carro e seguiu-o portão a dentro erguendo os óculos escuros e descansando-os na cabeça no meio dos fios coloridos.

Enquanto o portão fecha, pego minhas coisas no assento ao meu lado e saio do carro. Quinn me ajuda levando alguns cadernos. Abro a porta de casa permitindo que ela entrasse primeiro. Ela entra e fica parada esperando que eu mostre o caminho para meu quarto. O pensamento de estar sozinha com ela no meu quarto me assusta um pouco. Mas é tarde demais. Fiz um trato com ela. E vamos concordar que uma hot-make-out-session com Quinn Fabray não pode ser tão ruim, né?

Ela olha o interior do meu quarto com uma das sobrancelhas erguidas e com um leve sorriso no rosto enquanto entra com passos lentos. Larga os cadernos em minha escrivaninha e senta na borda da cama.

– Berry, Berry... Não sabia que você morava na terra dos unicórnios... Isso aqui parece o quarto secreto que Moranguinho e Holly Hobbie costumavam se encontrar pra se pegar!

– Vou considerar seu comentário como um elogio. – Respondi levemente ofendida.

– Como quiser Berry... – Berry. Não sei por que, mas isso me irrita. Muito.

– Sabe, Fabray, eu tenho um primeiro nome, eu iria realmente apreciar se você começasse a usá-lo com mais frequência.

– Vou pensa no seu caso... – Respondeu ela, simplesmente – Mas isso não vem ao caso agora, Berry. Lembra do nosso acordo? Pois é...- Disse ela levantando da cama e se aproximando de mim. Seus lábios, então, estavam nos meus.

Suas mãos desceram até minha cintura e as minhas continuaram apoiadas na escrivaninha. Ela aprofundou o beijo e começou a e puxar em direção a cama. Sentou-se na beira do colchão, e eu, em seu colo, abraçando sua cintura com minhas pernas. Desa vez eu aprofundo o beijo e levo minhas mãos até seus cabelos enquanto a suas encontram minhas coxas e apertam de leve.

Ouço-a soltar um gemido e começo a deitá-la no colchão. Nossos lábios se desconectam e os meus tomam seu caminho pescoço abaixo. Ela levanta um pouco, tira a jaqueta de couro e me puxa novamente. Suas roupas largas deixam bastante pele à mostra, que faço questão de cobrir com meus lábios. Suas mãos vão por baixo de minha saia ao encontro de minha bunda, o que me faz gemer.

Viramos de lado. Agora estou deitada com a cabeça apoiada no travesseiro e ela, em cima de mim. Suas mãos viajam pelo meu corpo e sua língua pela minha boca. A adrenalina e a excitação sobem a todo instante. Não só em mim. Passo minha mão sobre seu seio e sinto seu mamilo duro. Ela geme e me beija com mais força e voracidade até que o barulho de chaves nos faz separar. Meus pais chegaram. Nós duas sentamos na cama buscando ar. Ela cruza as pernas com força, o que me faz lançar a ela um sorriso malicioso como tantos que ela já lançou a mim. Suas bochechas se tornam rosa, quase como seu cabelo.

– Acho melhor eu ir... – Ela diz ouvindo meus pais se aproximarem e eu concordo com a cabeça. – Foi... Divertido... Até amanhã, Rachel. – Ela pisca com um olho e some porta à fora.


Notas finais
Gostaram? Odiaram? Ideias?

O próxmo capítulo vai ser mais sobre os sentimentos da Rachel sobre isso, e tal...

Comentem, bjs tchau!!!