Imagine Dragons
10 Hogsmeade II
Notas iniciais
eu nao sei quando vou postar novamente, mas talvez eu demore um pouquinho mais que o normal porque quero voltar a 'estocar' capítulos, porque assim nao canso de escrever, nao perco as ideias e tenho a fic mais controlada. mas tentarei postar o mais rapido possivel.
sobre o capitulo: nao fico lá aquelas coisas, percebam que tenho focado menos nessa historia de dragao e tals, porque achei que dar um tempinho pra Amber seria bom, e os capitulos podem parecer bobos, mas juro que nao serao apenas desperdicio de palavras ok? quase todas as coisas que venho escrevendo serao de alguma importancia, mesmo que pequena, mais pra frente.
enfim, falei demais e espero que gostem
-- Chegamos. – Amber falou sentindo dor nas costas e de forma cansada, produzindo uma nevoa branca no ar. Estava mais frio que antes, mas parara de nevar. Ambos estavam exaustos quando chegaram até a Casa dos Gritos.
-- Pronto, estamos aqui, já podemos voltar. – Scorpius deu as costas para o grande prédio e começava a andar em direção ao povoado quando Amber o puxou novamente, fazendo-o revirar os olhos.
-- Não, não, não. Nós vamos entrar. O seu desafio é entra lá, qualquer primeiranista tem coragem de ficar aqui fora parado. Você vai entrar. – e deu ênfase na palavra ‘vai’, empurrando o garoto à sua frente enquanto passavam pelo lugar onde antes ficavam os arames que impediam a passagem e que agora já haviam sido arrancados por, provavelmente, estudantes de Hogwarts.
¹As portas e janelas continuavam destruídas, e a casa continuava com a mesma aparência de antes. Apesar de todos saberem que ela não era mal-assombrada nunca tentaram tornar sua aparência melhor, pois ainda atraia muitos bruxos e bruxas, o que era bom para o povoado. ‘Cuidado’ Amber murmurou quando Malfoy empurrou cuidadosamente a porta e eles entraram.
O lugar era mal iluminado, quase escuro, as paredes, móveis e escadas estavam acabados e a Casa dava a impressão de estar se mexendo a cada segundo que eles olhavam para os lugares, o que deu à Amber a sensação de tontura. Scorpius lançou um olhar duvidoso à ela e ela fez um gesto com a cabeça para que ele subisse as escadas. Então os dois subiram com cuidado, e o barulho do ranger das madeiras começava a agonizar Amber.
A garota olhava para todos os lados à cada mínimo som que a Casa produzia, fazendo-a virar-se a cada segundo, e em uma dessas vezes, quando voltou à posição na qual antes estava, de frente para Malfoy, o garoto havia desaparecido.
-- Malfoy? MALFOY? – Amber começava agora a se preocupar de verdade. Ele simplesmente desaparecera. Começou a andar de um lado para o outro, procurando em todos os lugares. Não conseguia encontrá-lo.
Amber então resolveu que sairia dali e o procuraria fora da Casa, pois ele provavelmente havia a largado ali mesmo, com medo ou apenas para assustá-la. Desceu as escadas com o maior cuidado possível para não pisar em nenhum dos degraus quebrados e se machucar, e quando abriu a porta para sair quase caiu no chão com tamanho susto.
Lá estava Malfoy, parado com uma expressão congelada, quase petrificado, e assim que a garota pulou para trás e deu um grito, o loiro começou a rir tanto que seus ombros sacudiam sem parar. Amber se levantou com pressa e saiu da Casa já gritando, tentando acertar Scorpius que se esquivava, ainda rindo, de cada tapa da garota.
-- ISSO NÃO TEVE GRAÇA, MALFOY! – ela estava vermelha, de raiva, enquanto ele estava vermelho devido às risadas que ainda não haviam acabado.
-- Teve sim, você deveria ter visto sua cara! – ele conseguiu falar em meio as gargalhadas, ainda se esquivando dos braços de Amber, que cortavam o ar com força. – Pare de tentar me agredir.
Ele apanhou os dois braços da garota, e ainda rindo, começou a andar para trás. Havia um galho de árvore no caminho, e Scorpius não o havia visto. Então, ambos caíram. Amber começou a rir muito, o que o fez lançar-lhe um olhar confuso.
-- Por que esta rindo?
-- Porque agora você esta cheio de neve, e o nome disso é karma. – ela continuou rindo, mas ele deu um sorriso malicioso que a fez parar no mesmo segundo.
Em um movimento rápido e cuidadoso, Malfoy rodou o corpo, deixando Amber por baixo deles. A garota sentiu a neve em suas costas, o frio penetrando em seus ossos. Agora ambos riam.
-- Quem esta cheio de neve agora? – Malfoy perguntou, e seus rostos estavam tão próximos que ele podia sentir a respiração quente que escapava dos lábios entreabertos de Amber em sua face.
²Ali ficaram, por algum tempo, apenas se encarando em silencio. Malfoy não desviava o olhar, o que começava a causar certo constrangimento à garota, afinal ele estava em cima dela, e aquela não era uma situação muito agradável. Os segundos passavam tão vagarosamente que Amber resolveu parar de desviar o olhar dos olhos do garoto, e ambos ficaram se encarando por um tempo. Scorpius começou a aproximar cada vez mais seus rostos, até seus narizes se tocarem.
-- Malfoy. – Amber falou fazendo-o recuar um pouco. – Será que se importa em sair de cima de mim?
De certa forma constrangido, o garoto se levantou e ajudou-a a levantar também. Ouviram os risos inconfundíveis de Alvo e Eleanor, que agora iam na direção da Casa dos Gritos, abraçados. Os dois pararam assim que os viram. Eleanor carregava uma sacolinha vermelha em forma de coração e em seu pescoço estava enrolado o cachecol de Potter, que sorria.
-- Onde vocês estavam? Fiquei os esperando na Zonko’s por mais de uma hora! – Scorpius parecia calmo, por mais que suas palavras quisessem expressar raiva. Ele cruzou os braços e seus dentes batiam devido ao frio.
Amber também estava com frio, e agora tentava retirar a neves das roupas antes que esta derretesse e congelasse-a mais ainda. Agora se arrependia de não ter saído com mais um casaco, ou pelo menos com mais uma blusa de lã.
-- Estávamos na Dedos de Mel, nos perdoe. – falou Alvo em tom brincalhão, fazendo Eleanor rir e Malfoy descruzar os braços e revirar os olhos enquanto abria um pequeno sorriso. – Mas e vocês? Onde estavam?
-- E como foi seu encontro com Aster, e POR QUE não esta ainda lá com ele? – perguntou Eleanor virando-se para Amber com um semblante irritado, e neste mesmo momento Scorpius também se virava para a garota.
-- Bem, não foi. – Amber falou seca. – Ele não apareceu na hora em que todos estávamos indo para o povoado, fiquei uma hora sentada esperando por ele, então fui para o Três Vassouras, onde ele estava agarrado à uma sonserina asquerosa. Então, como uma boa pessoa, caminhei até eles e virei meio copo de cerveja amanteigada na cabeça de Aster – ao falar isso, os três arregalaram os olhos e deram risadas, principalmente Malfoy, que gargalhou – e sai de lá.
-- Então ela me encontrou na Zonko’s, onde fui rudemente abandonado por vocês, e nós viemos até aqui. E agora vocês também estão aqui. Viram, não foi difícil explicar as coisas. – Scorpius então virou-se para Amber. – Mas, qual foi a reação dele e dos outros quando você virou a cerveja em sua cabeça?
-- Não sei, não fiquei lá para checar. – assim que falou isso, eles seguiram para o Três Vassouras, onde pediram mais algumas cervejas e ficaram lá por um bom tempo, apenas conversando e aproveitando o tempo que ainda tinham em Hogsmeade.
O Três Vassouras, como de costume, estava lotado e aconchegante, e agora Amber não sentia mais frio. Não havia nenhum sinal de Danniel ou da garota sonserina, o que fazia com que as coisas só estivessem melhores. Alvo e Eleanor conseguiam ser irritantemente fofos, e Malfoy mal falava, às vezes ria de alguns comentários de Potter, mas apenas isso.
Passadas mais ou menos duas horas, deixaram o bar e seguiram para Hogwarts, como sempre faziam desde o terceiro ano. Chegaram ao Castelo congelados, correndo para a Sala Comunal da Grifinória, onde a lareira estava acesa e o ar era quente. Lá ficaram até tarde, ainda conversando nas poltronas próximas ao fogo. Scorpius continuava quieto.
Amber desejou boa noite à todos e subiu, estava exausta, mal havia dormido e o incidente com Danniel agora começava a perturbar seus pensamentos, o que a fazia querer mais e mais adormecer. E assim fez.
Notas finais
² - sei que a descrição está pessima, horrivel memsmo, mas nao me matem e por favor tentem imaginar a cena se possivel, é que sou HORRIVEL pra escrever essas coisas mais romanticas e tals, entao perdoem de novo kdjfhsdkjhskhdj
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