Imagine

8 Wow Regina!


Notas iniciais
Como vocês me deixam muito contentes por gostarem da história, ai vai mais um capítulo! -> Alerta HOT! Espero que se divirtam... BjO

–Regina, que tal se nós fôssemos jantar fora hoje?

–Emma, eu tirei a carne do congelador logo cedo. Mas se você estiver com muita fome, eu posso fazer outra coisa mais rápida, se preferir.

–Não. Eu estou te convidando para sair comigo!

–Tipo... Tipo um encontro?

–Sim!

A loira estava com um sorriso enorme, na maior expectativa da resposta de Regina. A morena até que gostou do convite, mas pensou se seria apropriado aceitar. Desde que elas haviam feito aquele trato suicida, nada tinha acontecido e as duas nunca mais tocaram no assunto. Regina pensou se Emma havia desistido ou até se tinha conhecido alguém, como ela mesmo sugeriu. Aquele pensamento deixou a prefeita com uma ponta de ciúmes.

A loira continuava subindo pelas paredes de desejo. Não queria forçar Regina a nada ou quebrar alguma das regras que a prefeita impôs. Emma se esforcou para que acontecesse algo de forma natural.

A morena não dava muitas chances para que Emma tocasse no assunto e muito menos para que se ela se aproximasse. Depois de contar para as mães que estava namorando Philipe, Henry passava muito mais tempo em casa, dificultando ainda mais a aproximação de Emma.

Regina por outro lado, continuava apaixonada por Emma.

–Vamos lá, Regina! Me deixe te levar para sair! Você vai para prefeitura e volta direto para casa todos os dias. Faz a janta para mim, o café da manhã, prepara o lanche, cuida de Henry...O que tem demais em se divertir de vez em quando?!

Aqueles malditos olhos encantadores estavam de volta.

Impossível fazer com que Regina se mantivesse firme em suas decisões racionais. Emma fazia com que Regina deixasse seu impulso sempre falar mais alto. Qualquer dia, aqueles olhos pidões ainda levariam Regina diretamente ao abismo.

A prefeita, mais uma vez, não conseguiu nem ponderar o convite de Emma.

–Está bem, mas eu preciso me trocar. Não vou sair assim.

–Ótimo! Eu também vou tomar um banho.

Emma sabia o que aquilo singificava. Ela finalmente iria transar! Não resistiu e resolveu brincar com Regina antes de sumir de vista da cozinha.

–Vou deixar a porta aberta enquanto eu tomo banho, se quiser, é só entrar...

Regina sentiu seu rosto arder de vergonha mesmo estando sozinha. Suas pernas fraquejaram e ela precisou sentar para se recuperar.

A morena terminou de guardar as coisas que estava preparando para a janta e subiu para tomar banho e ficar pronta para o encontro com Emma. Pensou no que deveria vestir. Será que Emma tinha realmente a convidado para encontro como os encontros tradicionais? Se sim, ela deveria colocar uma roupa mais adequada e elegante. Porém, se fosse um jantar mais informal, comum entre amigas, Regina não poderia estar com uma roupa muito extravagante.

Questionou se Emma realmente iria tentar alguma coisa. Se aquele convite se tratava de um convite para levá-la para cama ao final da noite. A dúvida estava matando a prefeita de ansiedade.

Ao passar pelo corredor, Regina conseguiu ouvir o chuveiro de Emma ligado. Se as portas estivessem fechadas, o barulho da água não seria ouvido. A prefeita teve uma certeza, de Emma não estava brincando quando a convidou para tomar banho.

Regina fantasiou mil coisas em sua cabeça, mas tratou logo de seguir seu caminho para o quarto, antes que não resiste e se atirasse na banheira com Emma.

******

–Wow Regina!

Emma já esperava na sala até a morena ficar pronta.

Quando Regina finalmente desceu, Emma não conseguia acreditar na figura que estava vendo. Ela jamais havia visto Regina daquele jeito, nunca tão maravilhosa. Ela sentiu orgulho em saber que a morena havia se arrumado daquele jeito para um encontro com ela.

Regina não havia decidido qual dos seus vestidos iria colocar até um minuto antes de sair do quarto. Inspirada pelo convite do banho de Emma, a morena escolheu um vestido preto e branco acima dos joelhos, diferente dos mais recatos e cobertos que costumava vestir. Deixando suas pernas curvas totalmente a mostra.Colocou uma sandália vermelha de salto bastante alto. Talvez tenha escolhido justamente a mais alta que tinha pensando em ficar da mesma altura que Emma.

O cabelo estava solto e arrumado.

Regina também estava muito bem maquiada, com um batom forte delineando seus lábios carnudos. Ao final, colocou um brinco que nunca usava, uma joia longa cheia de brilhantes, que além de emoldurar o rosto desenhado da prefeita, ainda o fazia brilhar. Ela estava parecendo uma estrela de cinema.

Regina ficou satisfeita ao ver a forma que Emma a olhou dos pés a cabeça e sentiu que toda aquela produção estava valendo a pena.

Difícil seria encarar a loira. Regina a achava maravilhosa em qualquer situação, sem precisar se esforçar. Mesmo depois de algumas semanas vendo Emma passar mau no banheiro, ou com as calças abertas por conta da barriga, Regina nunca a achou menos bonita. Até mesmo logo cedo ao acordar, Emma era uma daquelas pessoas que amanhecia com o rosto inchado e os olhos pequenos mas ainda era a mulher mais linda que Regina já havia visto.

Emma se tornava, cada vez mais, o fruto proibido de Regina.

–Pode tirando seu cavalinho da chuva, Swan. Agora nós estamos indo jantar.

–Claro, Regina. Como quiser. Vamos?

A loira tinha os cabelos presos num coque alto no topo da cabeça com alguns fios soltos caindo sobre seu rosto. Emma não costumava usar de vestidos, então optou por uma camisa azul de botões e uma calça jeans escura. Nos pés, a loira calçava um par de botas de cano curto.

Regina sabia que se fosse encarar aquela noite até o fim precisaria de uma bebida forte, mas não poderia pedir algo alcóolico enquanto Emma tomaria suco. Para tentar acompanhar Emma, Regina pediu suco de tomate, e apenas na última dose, antes de voltarem para casa, ela pediu, discretamente, ao garçom que colocasse bastante vodka em seu copo.

O jantar não foi romântico mas também não foi um simples jantar entre amigas. Tinha algo mais acontecendo ali.

Regina percebeu todas as vezes que Emma tentou flertar com ela elogiando suas roupas, ou trocando alguns olhares discretos. A morena precisou se controlar o tempo inteiro, a vontade agarrar Emma, ali mesmo, não saia de sua cabeça.

A prefeita pediu para encerrar o jantar depois de notar que os olhos de Emma não saiam do seu decote, mesmo se divertindo em provocar a loira fingindo que não estava percebendo, Regina queria muito voltar para casa e terminar o que Emma já tinha começado.

Já na porta da mansão, Emma pegou na mão de Regina, causando um certo desconforto na prefeita que, rapidamente, soltou sua mão da de Emma.

Ter sexo casual com Emma estava dentro do esperado, mas andar de mãos dadas fazia parte das regras proibitivas. Regina estava se preparando apenas para o literal, não para as surpresas que poderiam haver no meio do caminho.

Assim que a morena fechou a porta da casa, Emma a pegou pelo braço. Regina parou de andar e virou-se para encarar Emma. O coração da prefeita estava acelerado e a respiração começou a falhar enquanto Emma parecia calma e demonstrava segurança no que fazia.

A loira a encarou para se certificar se, dessa vez, ela não teria problemas em seguir adiante. Regina respondeu apenas encarando os lábios rosados de Emma. A loira teve certeza que tinha o passe livre para matar o seu desejo.

Emma caminhou poucos passos em direção a prefeita que buscava apoio contra a parede atrás da porta. A loira sustentou o olhar com Regina até que chegasse a uma pequena distância dos lábios da morena. O cheiro do perfume doce de Emma hipnotizava Regina e ela se esforçava para tentar sair daquele maldito transe. Ela não queria perder nenhum daqueles momentos, a proximidade do corpo de Emma era uma sensação prazerosa.

Emma não fez nada para fechar a distância entre elas. Apenas apertou o corpo de Regina contra a parede e manteve seus olhos, cheios de desejo, fixos na morena. A prefeita já havia esperado tempo demais, não conseguia mais segurar o desejo de possuir a loira e puxou o rosto de Emma para si num beijo desesperado.

Regina deveria se portar como quem estava prestes a fazer sexo casual e não como adolescente boba, apaixonada e insegura De suas atitudes na cama. A morena sabia que Emma não estava apaixonada, muito menos a amava, eram apenas hormônios."Eram só hormônios", repetia, a fim de não se esquecer daquilo enquanto se entregava de vez ao beijo com a loira.

Para seguir adiante, Regina deveria continuar fingindo. Ela havia fingido a vida toda e nunca teve problemas para desempenhar esse papel. Mas fingir indiferença a Emma Swan estava sendo muito mais difícil imaginou que seria.

A loira subiu o vestido de Regina e passou as mãos por toda a extensão do corpo dela. Virou a morena de costas e num só golpe, abriu o zíper do vestido, sem, ao menos, pedir licença, deixando a morena com a respiração ofegante.

Regina vestia apenas seu salto alto, calcinha e sutiã. Todas as peças eram vermelhas.

Emma devorava seu corpo com os olhos.

–Regina, se eu soubesse que você era tão gostosa, já teria feito isso a muito tempo.

–Então espero que aproveite bem o que tem hoje, Srta Swan. Vem, vamos para o meu quarto. -Convidou Regina.

Não dava mais para voltar atrás, a morena queria tanto que aquilo acontecesse que se deixou levar e estava pronta para as últimas consequências.

Pegou a mão de Emma e começou a subir as escadas em direção ao quarto. Degrau por degrau na frente da loira, fazendo questão que Emma notasse que ela havia escolhido uma calcinha fio dental naquela noite.

As mãos frenéticas deslizando por todo o corpo de Regina, deixavam bem claro o quanto Emma planejou e desejou estar ali.

A loira segurou o cabelo de Regina para trás, mordeu o pescoço da morena como um vampiro faminto e viu seus pelos se eriçarem com o toque de seus lábios. Emma gostou de ver o corpo de Regina respondendo seus estímulos.

Regina chegou a desconfiar que Emma já havia estado com uma mulher antes, para alguém inexperiente, como a loira se dizia ser, ela sabia exatamente o que fazia.

Emma abriu o sutiã da morena e com a outra mão livre, deslizou para dentro da calcinha de Regina. A mão quente de Emma acariciando a virilha de Regina remetia sensações que a morena desconhecia. A partir daquele ponto, a prefeita não sabia mais se realmente já havia sentido prazer com algum homem na cama. A comparação era inevitável na cabeça dela, e Emma era a melhor coisa que ela já havia provado.

Os braços da loira não eram apenas muito bem definidos, eles eram eficazes também, e facilmente derrubaram Regina na cama com a loira por cima dela.

–Quem diria que você queria isso tanto quanto eu, Regina? -Disse Emma ao encontrar com o sexo da prefeita todo molhado. -Achei que teria um pouco mais de trabalho com você!

Regina já havia sido deletada pelo seu próprio corpo o quanto elatambém queria Emma e não se intimidou em abrir cada um dos botões da camisa que a loira vestia admirando todos os pedaços descobertos e pousando um beijo sensual em cada uma das partes recém expostas, dando uma maior atenção para o ventre maravilhoso de Emma. Desceu o zíper da calça e deixou a loira completamente nua.

Emma gemia alto ao sentir a língua da prefeita discorrendo sobre sua pele alva.

Emma era a visão do paraíso que Regina tantas vezes quis estar, muito melhor do que qualquer fantasia que ela pudesse ter tido. Finalmente, ela concluiu que a tortura de ter topado aquela proposta de sexo casual com Emma valia mesmo a pena.

As mãos da prefeita apertaram forte o bumbum de Emma contra seu corpo enquanto escancarava de frente todo o amor que sentia por ela através de um beijo. O corpo das duas mulheres, agora era um só, completamente selados por um beijo cheio de desejo.

Emma estava explodindo de desejo, não podia mais segurar a vontade de ter Regina dentro dela e, com muito jeito, colocou a mão da morena em seu sexo enquanto ela acariciava a parte mais íntima da morena também.

–Você está bem? -Perguntou Emma.

–Sim. -Disse num tom abafado em meio a gemidos e um sorriso gostoso motivado pelo prazer que os dedos de Emma estavam lhe proporcionando. -Continue. -Pediu.

Emma desceu com os lábios até encontrar a região onde sua mão acariciava.

Olhou mais uma vez para a prefeita, que acentiu com o olhar. Umedeceu os lábios e, suavemente, beijou o sexo de Regina. A morena deu grito de prazer.

Emma começou a lamber ao redor do clítoris e depois fez movimentos circulares com a língua, aumentando a intensidade. Conforme a morena respirava, Emma sabia o que deveria fazer. Atenta a cada movimento de Regina, não queria fazer nada de errado e colocar tudo a perder.

–Emma... -Gemia a prefeita.

A loira, agora segura que Regina estava gostando daquilo tanto quanto ela, resolveu colocar um dedo dentro da prefeita. Regina arqueou sua coluna em direção a Emma, forçando o dedo da loira a ir cada vez mais fundo.

–Mais! -Suplicou.

Foi prontamente atendida. Emma colocou mais um dedo dentro. Agora eram dois dedos se movendo dentro de Regina. A loira sentia que Regina não iria aguentar por muito tempo.

Mergulhou sua cabeça na virilha da prefeita e sugou o clitoris da morena, enquanto seus dedos entravam e saíam de dentro dela num ritmo constante.

–Emma! Emma, eu vou... Ah!

Emma soube, não precisou Regina terminar a frase. A loira sentiu o líquido quente escorrer em sua boca. Sentiu ainda mais tesão ao descobrir qual era o gosto de Regina. Voltou para o meio das pernas da prefeita e terminou de lamber qualquer gota do delicioso líquido que tenha sido deixada para trás. Cada vez que Emma lambia, Regina tremia o corpo inteiro novamente. Então Emma aumentou a velocidade e não parou até que recebesse mais uma vez o líquido em sua boca.

Antes de subir e beijar novamente a prefeita, fez questão de também lamber os dois dedos para que a morena soubesse o quanto Emma tinha gostado da experiência.

–Apenas me beije, por favor! -Pediu Regina ainda sob efeito de dois orgasmos.

A prefeita virou Emma na cama e a colocou debaixo dela. Regina ainda não sabia, ao certo, como deveria fazer.

Colocou sua mão no sexo de Emma e sentiu o efeito que ela mesma causou na loira e sentiu-se segura a continuar adiante. Escorregou seus dedos sobre o clitoris e começou a massageá-los suavemente.

O cheiro de Emma era tentador e o desejo de Regina parecia não ter fim. Ela queria poder proporcionar a loira o mesmo prazer que ela acabou de receber.

Emma se contorcia na cama com o toque feminino e suave da morena. Regina se abaixou e começou a distribuir pequenas mordidas no pescoço de Emma. Traçou um caminho de beijos até os seios rosados da loira e lá dedicou bastante tempo, a fim de matar sua vontade desde que a viu de sutiã pela primeira vez.

Os seios fartos de Emma enchiam a boca de Regina num beijo mais que sensual.

Não demorou muito para que Emma gozasse nos dedos da morena. A loira não tirava os olhos e as mãos do corpo da prefeita que estava de pernas abertas em cima dela, até que sua respiração começou ficar ofegante.

–Goza para mim! -Pediu Regina no pé do ouvido de Emma, quase que num gemido sensual..

Emma chegou ao ápice do prazer e soltou um longo gemido arrastando o nome da morena.

Regina se deitou ao lado dela na cama e as duas encerraram a noite com um último beijo.

Depois de longos minutos em silêncio, Emma resolve quebrar o gelo.

–Regina, você foi maravilhosa! Obrigada por isso!

A morena respirou fundo e quase se esqueceu da triste realidade que havia se metido, mas Emma estava ali para disposta a lembrá-la. "Você não pode se apaixonar por mim." Ecoava na cabeça de Regina. Ela não tinha do que reclamar, foi ela mesma quem aceitou as condições dessa brincadeira cruel.

–Você também, Swan, foi maravilhosa.

De certa forma, Regina estava dizendo a verdade. Aquela havia sido, de longe, a melhor noite da vida de Regina. Nunca havia experimentado tantas sensações diferentes com uma mesma pessoa. Nem em suas fantasias mais malucas, a morena conseguiu imaginar uma noite como aquela.

Emma lançou seu braço em volta da cintura da prefeita e se aninhou em seu pescoço. Estava visivelmente muito mais relaxada. O oposto de Regina, que contraia todos os músculos de seu corpo em tensão.

Regina se via num beco sem saída. Qualquer movimento e ela sairia machucada, não havia nenhum jeito daquilo terminar bem.

–Me dá sua mão. -Pediu Emma.

A loira se deitou de barriga para cima e pousou a mão da prefeita em seu ventre.

–Fique com as mãos aí um pouco antes de eu ir para o meu quarto.

Regina consentiu com a cabeça. Ela adorava sentir os movimentos da criança. Ela amava estar em contato com Emma. Se Regina pudesse, naquele momento, ela congelaria o tempo e ficaria ali, para sempre.

Notas finais
Peace Y