Imaginaria Ou Não? (Kiba e Ino)
2 Cap.2 - Tudo dando errado.
Notas iniciais
Já era tarde demais. Quando a morena viu o meu sorriso maroto sumir e me ver gritar seu nome já tinha levado a batida, foi tudo tão rápido.
Paro bruscamente com o skate e fui correndo na direção de Dark que estava estirada no chão. Não podia ser.... Não, Não, Não!
Dark para não cair de cabeça havia colocado o braço na frente para amortecer a queda, mesmo assim ela ainda tinha batido a cabeça, quando Eu a viro vejo que o braço da morena aparentava estar quebrado e havia um alguns machucados não muito graves.
O cara do carro sai e liga para a ambulância explicando o que havia acontecido e logo vem à ambulância buscar Dark, Eu como seu amigo entro na ambulância junto de Dark e fico segurando a mão da morena que estava desacordada.
— Ela vai ficar bem... – O para medico tentava me tranquilizar. Em uma outra ocasião xingaria ele, odeio quando falam isso. Mas Dark era a minha prioridade no momento.
Chegando lá os médicos correm com ela e é claro que eu não fiquei para traz, corri ate aonde deu e fui interrompido por uma enfermeira.
— Desculpe, mas o senhor não pode entrar vai ter que esperar aqui fora.
Vendo que não poderia fazer nada, apenas procurei um assento e sentei e comecei a fitar o chão.
Os médicos estão receosos que ela possa ter batido a cabeça muito forte e ter uma lesão interna. Sei disso que vieram me interrogar querendo saber o que tinha acontecido.
Algumas horas depois fui surpreendido por uma menina de cabeleira rosa.
— Kiba! – A menina dizia baixinho, porem em um tom de animo, mesmo depois de tudo que passou Sakura sempre foi uma boa pessoa e muito carinhosa com todos. Até mesmo comigo, e olha que a zoava muito na escola.
— Ah! Sakura... – Dizia um pouco desanimado.
— O que houve? – Sakura agora estava a sentar ao meu lado esquerdo.
— A Dark... Ela foi atropelada. – Dizia abaixando a cabeça. – Por minha culpa.
Sakura não deixou de esboçar a surpresa. Dark era uma das melhores amigas da Haruno.
— Mas e você o que faz aqui? – Vendo que era melhor mudar de assunto porque o clima estava tenso.
— Estou fazendo estádio. – Dizia a rosada com um sorriso maroto como se nada tive-se acontecido.
— Ah! Entendo.
— Sakura Haruno compareça a sala 4C. Sakura Haruno compareça a sala 4C. – A voz ecoava das caixas de som que ficavam presas a parede.
— Bem tenho que ir. – Sakura se levanta rapidamente.
— Ei Sakura! – Dizia chamando a atenção da rosada fazendo-a virar. – Se tiver alguma noticia da Dark me avisa. Ok?
— Uhum digo o mesmo. – Sakura dava um sorriso e vira e continua seu caminho ate a sala 4C.
Mais algumas horas aviam se passado e eu se encontrava dormindo estava cansado e com fome.
— Senhor? – Um medico me cutuca fazendo eu acordar.
— Sim? – Dizia meio sonolento.
— Você é quem veio com a senhorita Dark Yuineko.
— Sim Doutor. — Disse já lembrando que Dark estava no hospital.
— Ela esta acordada e esta bem. Desculpe a demora... Sabe como é está tudo corrido ultimamente. – O medico dizia meio sem graça.
— Posso vela Doutor? — Fui direto ao assunto.
— Claro ela esta o esperando.
Fui ate o quarto 6D e vi Dark com a cabeça um pouco enfaixada e o braço engessado.
A única coisa que fiz foi abraçá-la e deixar com que algumas lagrimas cai-sem de meus olhos.
Depois de um tempo nós abraçando nos dois começamos a conversa e riram do acontecimento.
— Não acredito que fiz você chorar. — Disse Dark rindo.
Logo a porta se abre e adentra uma mulher de cabelos negros e olhos vermelhos, bem arrumada e com um ar de autoridade.
— Kiba nos deem licença. – Diz ela em tom de não estar pedindo a mim, e sim estava mandando ou até mesmo me obrigando a se retirar.
— Sim. Senhora Kurenai. – Disse resolvendo não questioná-la já que era a mãe de Dark.
Dark era filha de Kurenai e Asuma, puxou quase tudo deles só puxou os olhos esmeralda de sua avó por parte de pai. Kurenai e Asuma são separados.
Me retiro, porem não deixei de ouvir pela porta o que Kurenai falava.
— Mãe?
— Eu já disse que não quero você andando com o Inuzuka.
Para mim não era novidade Kurenai nunca foi muito com a minha cara mesmo. Desde que Kurenai me deu aula na escola.
— Viu nisso que da!
— Eu estou bem mãe!
— Eu quero que você vá morar com sua avó em Tókio.
— Mas... Mãe...
— Sem mais mocinha!
Fiquei em choque. Tókio é muito longe de Konoha. Como iria ver a morena?
Semanas haviam se passado...
— Desculpa Cachorro, mas tenho que ir... – Dark dizia caminhando ate o carro. – Se despeça de Akamaru por mim? — Disse sorrindo ela segurava o choro. Ela me abraçou e sussurrou para mim "Eu voltarei..."
Nada disse apenas fiquei estático olhando para morena.
Dark me da um beijo na bochecha e foi caminhando ate o carro, olhou mais uma vez para trás e entrou.
Olhei para ela e vi que ela começou a chorar, o carro começou a andar. Vendo aquilo eu gritei e corri para a rua.
— CAT não se esqueça de mim!
Ela botou a cabeça para fora e gritou.
— Nunca!
Acenei para ela e ela fez o mesmo, nossa como aquilo doía, esperei o carro e comecei a andar com o tempo minhas pernas falharam e fui de joelho no chão, as lagrimas não cessavam, levei minhas mãos ate meus olhos e fiquei ali por um tempo.
Fiquei muito desanimado por alguns dias, mas meu melhor amigo sempre me animava.
Akamaru era um ótimo animal de estimação. Se ele não estive-se ali, ficaria totalmente isolado...
— Akamaru... – Dizia. – Hoje vamos ao parque.
Akamaru abana o rabo e fica todo contente e traz a coleira dele pela boca.
Depois de alguns minutos nos chegamos ao Parque. Solto Akamaru e fico brincando de tacar a bola para ele ir pegar.
Me sinto tão sozinho... Já me sentia... Sem a Dark então... Acho que vou procurar uma namorada.
Vejo uma menina de cabelo castanho presos em dois coqueis e olhos da mesma cor brincando com uma criança ai tento chegar encima.
— E ai? — Tentando jogar meu charme.
— Ah! Oi...
Akamaru ansioso para que eu taque a bola fica pulando em mim. Eu meio sem graça pelas atitudes de Akamaru taco a bola o mais longe possível e volto a olhar para a morena.
— Como se... — Parei de falar ao ouvir uma parada brusca.
Um monte de pessoas se acumulam no local e automaticamente eu fui ver também, ultimamente anda havendo muitos atropelamentos aqui, então fui me certificar que não era nenhum conhecido. E uma coisa que me deixou em choque e que era não uma pessoa... era um cachorro... era o meu melhor amigo...
— A-Akamaru...
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