Imaginação...
1 Capítulo 1 - A imaginação é o meu mundo!
Notas iniciais
Eu sou portuguesa espero que isso não incomode, tentei escrever em brasileiro, espero que percebam!
Esta história é um pouco difícil de se perceber o sentido, mas eu acho que os leitores como tu percebem!
Boa leitura!
Além, não se sabe o exacto tempo, ou onde estava. Era um local todo branco, não sabia onde estava. Eu estava com um vestido branco também, meu cabelos cor de mel estavam sem brilho aquele local tao vazio sem luza branco, como uma folha de papel. Talvez eu tenha pensado bem nessa altura. Eu não me lembrava do meu nome quem era ou onde estava, se tinha família e amigos, eu não sabia.
Até que eu entendo. Aquele local era o meu ser branco sem nada, eu simplesmente acordei na realidade não tinha nada.
Até que do nada meu vestido se coloriu de muitas cores meu vestido tinha ganhado cor e meus cabelos brilhavam. Sentia minhas pestanas pesarem, então fecho os olhos e por um momento eu vejo algo, não sei ao certo o seria, mas era uma letra. Era a letra I . Eu comecei pensando será meu nome?
De seguida aparece um banco de jardim, eu decidi me sentar lá. Esse banco me lembrava algo. E por mais outro instante fechei os olhos e o que vi, outra letra, a letra M. Quando voltei a abri-los já teria colorido o céu, sim o céu imenso por cima da minha cabeça, eu saltava e tentava alcançá-lo, mas não consegui. Eu fico mal e caiu no chão começo a chorar e minhas lagrimas caem sobre o chão branco. Então que eu vejo florescer uma flor, era muito delicada e pequena, eu queria arranca-la mas não achei correto, pois quando eu arranca-se ela morreria, mas fiquei contente, pois embora não pode-se ficar com ela, ela me fez feliz.
De seguida eu, andei um pouco e então olhando para o céu, fecho novamente meus olhos, e vejo mais uma letra, a letra A.
Eu começo a ficar confusa o com o porque de estar assim, mas achei divertido e continuei.
Eu decido voltar para junto da planta, mas algo acontecera a planta desapareceu e nunca mais voltará, eu fiquei triste, mas de seguida limpei as lagrimas rapidamente e sorri, pois foi isso que ela me ensinou.
Então eu fecho os olhos mais, uma vez e vejo a letra G. Quando os abros eu vejo que no céu, o Sol, era tão caloroso, e nunca mais olhei para baixo, fiquei olhando como ele era belo e deslumbrante, mas eu não o podia alcançar pois ele estava bem alto no céu, então eu me sinto mal por não poder ficar perto dele. Então decido me afastar e olhando para baixo vejo que o chão que eu pisava e machucava quando saltando, tentava alcançar o Sol, tinha se colorido de verde, ele sempre teve esperança sobre mim e eu sempre o pisava, então eu me decidi deitar no chão e fechar os olhos sentindo um cheiro suave me vir, eu vejo mais uma letra, a letra I.
Eu fiquei surpresa novamente, a mesma letra novamente, achei que estava-me a repetir, ou simplesmente fiz de novo as coisas, mas de maneira diferente.
Quando abro os olhos vejo que todo o chão em que me deitava, tinha muitas flores, como aquela, que uma vez perdi, eu recuperei de novo e agora com muita quantidade, e me fizeram rir, como a outra, mas nunca me fizeram chorar.
Eu começara a ficar cansada, pois tinha passado muito tempo. Decidi voltar para o banco de jardim, em cima dele estava uma bela carta branca com um vaso ao lado, eu decidi ver a carta, ela dizia “Cuida dessa planta como eu cuido de ti de longe, de tão longe que tu não me alcanças, mas eu alcanço.”
Eu vendo isto fico feliz, mas ao mesmo tempo emocionada. Uma lagrima escorre pela minha face, e então fecho os olhos me abraçando à carta.
Então, que surge outra letra, a letra N.
Agora, eu já não ligava mais ao que essas letras surgidas na minha imaginação significavam, mas continuava a segui-las e guarda-las na minha mente.
Do nada eu me lembro, como eu podia regar a planta, assim ela não sobrevive e eu não a posso proteger. Eu começo a choramingar. Então eu paro de chorar e por um momento ainda com os olhos fechado eu ouvi água, com se um riacho estivesse a passar, quando eu abro os olhos vejo uma pequena nascente de água, então eu decido segui-la para ver onde ele ia dar. Quando chego o final tinha um posso. No poço tinha uma tablete, dizendo: “Acredita, e nunca desistas, do que queres.”.
Quando li aquilo, logo me apercebido que todo aquilo tinha sentido, então eu vou ate junto do posso e pucho a pequena corda, foi difícil, pois o que tinha o balde era pesado, mas eu não ia desistir, pois eu queria ajudar a pequena plantinha. Quando depois daquele trabalho ardo-o o balde estava na minha mão, mas no fundo tinha uma pedra eu decido tira-la e vejo que tinha algo lá gravado:” Corre pelo prado, diverte-te solta-te e se livre. Pensa em ti, também!”
Eu fiquei bem alegre e fiz o que a pedra dizia. Corri pelo prado e rebolei, me diverti e molhei na nascente, eu me libertei, me sentia livre e cansada, então adormeci deitada na relva, e veio a noite eu vi a lua e as estrelas e me perguntava o porque de existir tantas estrelas e apenas uma lua. A resposta surge na minha cabeça como as nuvens surgem no céu, era porque comete-mos muitos erros, mas no final apenas magoamos a pessoa mais especial. Eu adormeci sobre a luz da lua, e a protecção do veio estrelar.
Quando acordei senti uma brisa gélida e quando vejo que o chão que eu pisava estava todo bagunçado, as flores que me animavam estavam esmagadas e murchas e quando eu corro até o banco de jardim vejo que a planta tinha secado e a carta voado com o vento para o riacho e se desfez, e eu só me perguntava como o meu mundo ficou destruído, então me pergunto quem fez aquilo tinha sido eu. Eu fico tão mal eu tentei concertar tudo regando as plantas com a água da nascente, mas a agua estava poluída por causa da tinta da carta. Então, eu começo a chorar, meu vestido colorido fica negro e meu olhos se fecham então aparece outra letra em minha mente , a letra Ç.
Eu não entendia, eu tinha estragado tudo tinha sido egoísta e fiquei sem amigos, então que apareceu um precipício e eu sempre me sentava lá sentada olhando o horizonte escuro, quantas vezes eu pensava em me atirar, mas não atirava era como se algo não me deixasse. Então, eu me deito para trás deixando minhas pernas penduradas, eu olho o céu estava ficando claro novamente e o sol afastou as nuvens escuras, aquele frio gélido desaparecera e eu me levanto e afasto do precipício.
Eu decido voltar, voltar para junto das coisas que eram mais importantes para mim e ser forte, ajuda-los e fazer de tudo para me perdoarem, então, quando lá chego o riacho tinha as suas águas puras as flores tinham florescido ainda mais bonitas, o chão estava verde e lindo e avia um pequeno caminho pelo meio que ia dar ao banco de jardim agora colorido de várias cores. Minha felicidade voltara, todos os pensamentos foram embora. Então, meu vestido se coloriu novamente e minha alegria voltara.
E eu me senti novamente acolhida pelas coisas especiais que me rodeavam.
Quando eu chego perto do banco vejo que a planta já tinha crescido sem mim e estava saudável e bonita. Ao lado dela estava uma carta idêntica á primeira que eu tinha ligo, ela estava colada com fita-cola e muita borratada, então eu a abro com muito cuidado e la dizia:” Tens sempre uma segunda oportunidade.”
Então, eu fico feliz e volto a colocar a carta junto do vaso. Então, eu fecho os olhos e vem me mais uma letra, a letra O.
Quando abro os olhos eu vejo um bloco de papel e uma caneta de varias cores, e na minha mente vieram vozes, que diziam: “ Escreve as letras!”
Então, elas soletrara-me e eu escrevi: “ I-M-A-G-I-N-A-Ç-Ã-O”
Então, eu leio:
-Imaginação?
-Sim. – Respondem as vozes na minha cabeça.
-Porque? – Pergunto.
-Porque tudo isto, é a tua, IMAGINAÇÃO, IMAGINAÇÃO, IMAGINAÇÃO… -As vozes dentro da minha cabeça ecoam e eu fecho os olhos e abano a cabeça, então acordo e vejo que tudo aquilo tinha sido um sonho.
Notas finais
Comentem, pois isso me ajuda bastante!
Bjs, espero que tenham gostado! :*
SenyStar (Inês Azevedo)
P.s: estou a escrever outra historia chama-se " O amor nem sempre é impossível " Ela e bem boa pelo menos é o que as minhas amigas dizem!
Bem é só obrigada por lerem.
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