I'm your Bloody Killer
1 Hello new city, hello new victims
Notas iniciais
Mackenzie acorda e olha para as paredes brancas como neve e olha ao redor, cama branca cobertores e lençóis da mesma cor, o resto tudo parecia que tinham jogado tinta branca, menos pelas cortinas. Eram vermelhas como sangue, Mackenzie continua as olhando por um bom tempo ate que decide se levantar da cama.
Assim que levanta revela suas, finas, pernas brancas quase pálidas, se firmasse os olhos conseguiram ver uma veia que por ali passava. Ela anda descalço ate o banheiro minimalista também branco. O espelho refletia sua, bela, e confiante imagem.
Cabelos loiros quase brancos, pele branca, evitava o máximo a sair na luz para manter essa, adorável aparência. Tão bela que se a visse andando pela noite com seu olhar de inocente iria pensar que Mackenzie é uma boneca. Ela sorri para a própria imagem e sussurra para si.
-Tão bela e tão perfeita que nem parece real-Ela sorri pegando, sacode o cabelo,e a escova de dente depois de acabar se troca.
Saia rosa clara de babados e regata azul bebê e sapatos de salto brancos e por último um batom vermelho escuro. Ela desce para tomar seu cereal matinal e encontra o pai já com a farda de trabalho, era um policial. Não o melhor que conhecera, nunca conseguira pegar um assassino que percorria o país, tinha algumas pistas que tinha fugido para Salt Lake City.
O dito deveria ser um assassino em série, suas vitimas geralmente dentre 16 a 20 anos, não iam a lugar nenhum, mas depois de um tempo começaram a ser no mesmo colégio de Mackenzie os primeiros, depois iam cidade a fora. George tinha medo do matador acabar escolhendo sua filha como vítima, a mesma que tinha dezessete anos, esse era um risco que corria pelo trabalho que amava.
Ele só nunca pensava que sua pura filha poderia ser a serial killer.
-Querida, vou para o trabalho, quer que eu te leve a escola ou ira andando- Pergunta checando o celular
-Não tem problema, vou andando. Gosto de ver as pessoas- Diz ela sorrindo e limpa a marca do batom no copo d'agua que tomava.
-Então tome cuidado, qualquer coisa meu número está na sua lista principal, certo?- A garota diz que sim com a cabeça. O pai e beija carinhosamente na testa.
George desce as escadas do duplex minimalista, a paleta de cores do locar variava dentre creme e alguns moveis de madeira marrom escura, os moveis com design moderno. Enquanto isso Mackenzie pegava sua mochila de couro e entrava no elevador agora que o pai tinha ido embora.
Quando chegou na rua respirou fundo e olhou para o céu, escuro. Hoje devia chover pois estava cinza escuro. Mas ela não se apressa continua na mesma velocidade lenta, fecha os olhos planejando como seria quando chegar no colégio. Já tinha passado por várias cidades; Carson city, Twin Falls e agora Salt lake City, na verdade a cidade era só uma pausa para ela. Deixou as pistas junto com os corpos.
Na verdade as pistas eram os corpos; Sean, Leonard e Clary. Esse policiais estão ficando espertos, pensou quando sue pai falou que ela iria se mudar para SLC. Agora ela já avistava o colégio de longe, e a chuva começara, mas Mackenzie continua, só firma a cara de garotinha que estava por causa da chuva, pega sua mochila que estava nas costas e a apoia na barriga e pisca lentamente enquanto seu único pensamento era "É hora do show" caminha lentamente ate a secretaria para pegar o horário.
-Olá-Diz chegando lá com voz assustada- sou Mackenzie, fui transferida de Twin Falls para cá e vim pegar meu horário.
-Ah oi-Surge do almoxarifado. -Sei quem é, espera uns minutinhos que vou imprimir, pode sentar aí.-Diz mexendo no computador- Então como é saber que o pai vive em busca de um assassino, não te deixa com medo?
Ela olha para baixo com um olhar meigo responde.
-Meu pai é um herói, por que minha mãe foi morta por um, e ele acha que é o mesmo que esta a solta- Bem na verdade sua mãe tinha sido morta por outros, ela preferia vítimas...mais novas. A moça a olha com uma cara assustada.
-Nossa então você deve ser forte para aguentar tudo isso-Ela assente com a cabeça e lá atrás uma impressora começa a soar.
***
Já no primeiro dia do trabalho de George.
-Estamos tentando já fazer um mapeamento das crianças nos colégios. Você que esta a mais tempo no caso, ele tem alguma preferência? -Perguntava o capitão do posto onde ele foi designado, o de assassinatos. Como era bom finalmente estar em uma cidade um pouco maior George pensava, tinha mais equipamentos e apetrechos.
-Já disse, sempre nos colégios, não importa, meninos ou meninas sempre um do colégio e depois para a cidade, acho que isso seria uma pista, já tentei contatar os pais mas não tem nada a ver uma coisa com a outra. Mas sinto que vamos acha-lo -Ele se debruça em cima do mapa com as cidades atacadas e os nomes das vitimas, parecia que sempre que iriam acha-lo ele se mudava. Mas tinha um pressentimento que estava quase conseguindo desvendar.
-Detetive?-Chama uma delegada com a quantidade de crianças e colégios. Ele olha para ela e entrega a pasta recém imprimida.
-Obrigada delegada-Diz começando a ler.
-Pode me chamar só de Jude- Ele se concentra na folha, ela tinha pele bronzeada e cabelos castanhos ondulados. Mas não, não ia entrar em algum caso durante o trabalho, tinha que achar o serial killer e ver se conseguia voltar para seu trabalho na Califórnia e tudo voltaria ao normal.
Se bem que a tempos o detetive não sabe o que é normal. Sua esposa Danielle foi sequestrada e quando iam entrar no galpão que estava aprisionada foi morta com um tiro na cabeça. O sequestrador fugiu e um mês depois adolescentes começaram a aparecer mortos, George focara completamente no trabalho e proteção de sua filha. Agora estava tentando descobrir o próximo passo dele.
-Três colégios com uma média de 0,5 crianças por metro quadrado, um na área norte outro no sul e um central, já mandaram alguns guardas para olhar em volta?-Pergunta ele. Mackenzie estava no central
-Sim, uma viatura para cada colégio esta rodando pelos rumo, devemos entrar em contato com as salas de aula, para não desconfiarem qualquer coisa vão falar que instalaram um sistema contra incêndios novo. -O detetive assente com a cabeça.
-Vou tomar um café e já volto-Diz indo em direção a uma padaria próxima, estava ansioso, precisava de café e doce.
***
Mackenzie bate na porta da sala de aula. E o professor de química abre, ela estava com o cabelo e roupas um pouco molhadas por causa da chuva que tinha tomado. Ao olhar pra sala parecia que a aula era em dupla, e esconde seu sorriso que queria se formar.
-E... eu sou a aluna transferida -Os olhos estavam nela, e a mesma gostava. — estou um pouco atrasada já que tive que pegar meu horário e a chuva não ajudou. -O professor, de média de trinta e poucos anos, não muito velho para a idade, cabelos castanhos óculos e uniforme consente com a cabeça.
-Ahn, sim...-Ele olha em sua folha de chamada- senhorita Ruffords, pode sentar com alguém que esteja sozinho. -Ela morde os lábio e e entra na sala.
A mesma acaba se sentando na única mesa vaga. De um garoto com cabelos castanhos claros, e olhos verdes.
-Olá -Ela ajeita uma mecha de cabelo parta trás da orelha tentando puxar assunto.
-Oi, meu nome é Daniel, cabelo legal...-Ela pega o livro de química.
-Meu nome é Mackenzie, e eu pintei meu cabelo de branco, bom que gostou- Ela sorri de leve.
-Agora todos vamos pegar os líquidos em cima da mesa e pelo peso, cheiro, forma no microscópio iram identificar quais são. -Mackenzie pega uma e pergunta a Daniel.
-Vou começar -Ela pega um líquido e coloca o dedo, era gelado -Daniel pega o líquido e cheira.
-É álcool- Ele ri olhando para o lado- como não percebeu pelo cheiro?.
-Meu nariz, por causa da chuva, entupiu um pouco- "Que merda" ela xinga mentalmente.
-Não tem problema- Os braços dos dois se encontra levemente.
Vitima feita, e ela sorri.
Notas finais
Ah e comentem. Comentem qualquer coisa que eu já acho e legal.
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