I'm Walking To The Death

1 Capítulo 1- por Lizzie


Notas iniciais
Escrito por Lizzie

Bom eu tinha 12 anos quando tudo aconteceu, eu era uma garota feliz com uma mãe , uma pai e eu irmão mais velho, tinha uma vida maravilhosa, com amigos. Mas tudo mudou, hoje eu tenho 16 anos, e vivo em um apocalipse zumbi sozinha, não falo com nenhum ser humano a 5 anos, aprendi a dirigir carros e motos sem nenhum tipo de auxílio, todos meus familiares morreram no mesmo dia que tudo começou, quase morri. Bom, não vou mentir, não descobri como matar zumbis sozinha, teve um velhinho que no meio da confusão, tinha sido atacado por um deles, só deu tempo dele me falar que tinha que atirar na cabeça deles. Essa foi as últimas palavras que eu escutei de alguém até hoje. Achava que eu era a última sobrevivente do mundo, pois em todos esses anos nunca vi ninguém por aí. Não agüentava mais, a única coisa que tinha de valor, era a foto do meu irmão comigo e com nosso cachorro Snuffles.
Não fazia idéia de que dia era quando caminhava pelas ruas de Nova York, sem rumo, quando avistei alguém sentado no meio fil, parecia um garoto com a minha idade, com um chapéu de policial, e uma espingarda na mão, com a a cabeça baixa, comecei a chorar de emoção por dentro mas me conti por fora , parei do lado dele e disse:
- Oi!
[é isso mesmo, você não escuta a voz de alguém a 5 anos, e simplesmente diz "oi!" QUAL É O SEU PROBLEMA GAROTA!] E ele responde com a cabeça ainda baixa:
- Oi.
Pude perceber uma voz de choro. E tomei coragem para perguntar:
- Porque... você... Esta... Chorando?
E ele diz tentando limpar as lágrimas:
- Não é nada
E eu digo agora sentando ao seu lado:
- Meu nome é Lizzie, mas pode me chamar de Liz... Se você quiser.
Ele começa a rir ainda com cara de choro e eu digo:
- O que foi eu só disse meu nome!
Ele ri ainda mais e diz:
- Desculpa, meu nome é Carl

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- Eles estão nos alcançando Carl!
- Eu sei! Vamos tentar pegar um carro ou uma moto!
- Ta bom!
Estávamos correndo quando avistamos uma ambulância com uns 2 ou 3 zumbis em volta. Corremos ainda mais rápido do que antes, Carl sentou no volante e eu entrei atrás para ver o que tinha para ajudar, encontrei uns curativos e uns antibióticos quase não válidos, coloquei tudo em uma bolsa de enfermagem que encontrei e pulei para frente. Os zumbis quase nos alcançaram mas conseguimos desviar e nos afastar. Paramos em uma casa para passar a noite, tinha 3 quartos, cada um de nós entrou em um e fomos dormir, no meio da noite acordo e vejo 4 zumbis quase me mordendo, procuro minha arma rápido mas vejo que ela está do outro lado do quarto, não queria acorda-lo mas não tive opção, comecei a gritar o nome de Carl desesperadamente quando ele entra na porta do quarto ofegando com uma faca na mão, que provavelmente achou na cozinha enquanto vinha para meu quarto, ele mata todos os zumbis, eu o-abraço forte e ele retribui, eu estava chorando assustada, quando ele diz:
- Você está bem Liz?
Ele nunca tinha me chamado de Liz. Eu balanço a cabeça para cima e para baixo e ele entende, mas percebe que não vou conseguir dormir de novo, então diz:
- Vem aqui.
E vai puxando a minha mão até a sala, senta no sofá e fica mexendo no meu cabelo até eu dormir, acordo com barulhos vindos da cozinha, vejo onde está o sol e era mais ou menos umas 6:00 da manha, vou para a cozinha e vejo Carl tentando pegar algo no armário em cima da geladeira quando digo:
- Carl, o que você tá fazendo?
Ele vira para mim com um sorriso maravilhoso, que dês que o-vi pela primeira vez nunca tinha visto com um sorriso tão grande. Quando ele diz:
- Adivinha o que eu achei?
Ele aponta um pote gigante de pudim de chocolate, um abridor de lata e duas colheres de sopa. Vem na minha direção e sentamos no balcão da cozinha e comemos o pote inteiro. E como aquela casa tava fedendo a podre, resolvemos voltar para as ruas, eu sentei no volante dessa vez e Carl do meu lado, quando no meio do caminho paro a ambulância e digo:
- Carl eu não devia estar aqui.
E ele diz confuso:
- Porque?
E eu digo:
- Ontem por exemplo você não dormiu direito por minha causa. (E eu pendo alto), droga, devia ter deixado queres zumbis me matarem, como eu fui burra, preferi te acordar.
Saio da ambulância quando ele puxa meu braço e diz:
- Liz, não vai, por favor!
E eu digo:
- Carl, vai ser melhor para todo mundo.
E ele diz:
- Para mim não!
E eu falo:
- Por que?
E ele diz:
- Por isso...
Ele puxa meu braço ainda mais perto e me beija delicadamente. E ele diz:
- Eu te amo Liz e não vou conseguir sobreviver sozinho, eu tava juntando as minhas forças ainda para te dizer.
Eu dou um sorriso e ele sorri de volta. A gente sai da ambulância e senta no meio fio, e ele me abraçou forte quando vejo uma garota com uma mochila, uma cerra na mão direita e um martelo na outra.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.