Notas iniciais
Cada vez mais feliz em ver que vcs sempre deixando comentários para mim. Arigatou. Agradeço as meninas que favoritaram minha fic e me desculpem não responder alguns comentários. Espero que gostem... Boa Leitura.

No capítulo anterior...

— Você sabe em que ano estamos Sakura? — Perguntou a encarando seriamente.

— Hum... 2005?

— Ela ficará assim Naruto? — Questionou Mebuki agarrando a mão do marido que olhava a filha preocupado.

— Do que estão falando? — Interrompeu Sakura desorientada. — E que negócio é esse de eu ter 27 anos?

Capítulo 3.

Mebuki encarou Naruto como se pedisse socorro. Kizashi que assistia a troca de olhares quebrou clima tenso com uma sonora gargalhada.

— Agora as coisas ficaram realmente boas. — Disse se aproximando da filha que o olhava sem entender.

— Kiza! Não e hora para uma de suas brincadeiras. — Mebuki o repreendeu indo para o outro lado do leito.

— Alguém irá responder minhas perguntas? — Questionou Sakura impaciente.

— Querida você...

— Não diga nada sra. Haruno. Não sabemos a gravidade do estado dela e se forçarmos qualquer lembrança, poderá deixa-la ainda mais confusa. — Pronunciou-se Naruto.

Kizashi assentiu para o loiro e segurou a mão da filha que parecia mais pálida do que lembrava.

— Tudo ficara bem querida — Sorriu ele tentando conforta-la — Nós cuidaremos de você.

— Demo, ainda tem o Uchiha ele ainda tem direito de saber como ela estar.

— Ora Uzumaki, aquele canalha não tem a porcaria de direito algum! Ele nem veio aqui vê-la. Que tipo de homem ele é? — Irritou-se Mebuki andando de um lado para outro. — Ele passou Cinco? Não. Seis anos com ela, e agora que ela precisa dele, ele simplesmente não esta aqui! Eu sempre soube que ele não prestava.

— Querida, por favor — Pediu Kizashi acenando negativamente para esposa.

— Do que vocês estão falando? — Sakura encarou o Haruno.

— Você terá que dar tempo ao tempo. Você não está em condições de saber de sua vida agora Sakura. — Retrucou Naruto, antes de Mebuki dizer algo que certamente não seria nada amigável.

— Demo, eu quero saber! Tenho o direito de pelo menos saber que idade eu tenho se cursei na universidade que queria. Sabem, essas pequenas coisas...Que com certeza não me afetaria.

— Eu não vou negar isso para minha filha, Uzumaki — O encarou — Sakura, você tem 27 anos, terminou medicina, mas não usufruiu de porcaria nenhuma por culpa daquele inf...

— Desnecessário sra. Haruno — Cortou Naruto fazendo sinais de basta com as mãos.

— Ela ficara aqui até quando? — Perguntou Kizashi tentando mudar de assunto.

— Não muito sr. Haruno — Respondeu.

— Mãe... Estou com fome — Resmungou Sakura se aconchegando no travesseiro sonolenta.

— Oh querida, pedirei para motorista comprar algo para você. O que você quer? — Perguntou Mebuki acariciando a face da filha.

— Ramém — Sussurrou fechando os olhos vagarosamente.

— Essa e das minhas — Alegrou-se Naruto.

— Kizashi ligue pro Matsuda — Mandou Mebuki.

— O remédio finalmente está fazendo efeito — Comentou Naruto distante.

Sakura suspirou sonolenta caindo no mundo dos sonhos.

Jason Mars I Wont Give Up.

Flashback-on

Pov. Sakura.

Kami-sama.

Eu estava tão nervosa minhas mãos suavam, será que eu conseguiria dizer o que nos últimos dias estava me tirando o sono?

Observei Sasuke bebericar sua cafeína silenciosamente — sombrio como sempre. Respirei profundamente no que seria a quinta vez? Eu estava inquieta e sentia que Sasuke percebia, mas fingia não se incomodar com o fato.

— Sasuke-kun gostaria de conversar com você — Pronunciei em meio aquele silencio todo.

— Tsc, diga — Falou roucamente. Puta merda, eu nunca pararia de me arrepiar em apenas ouvir aquele timbre? Algo me dizia que não.

— Eu sei que ainda e cedo para pensarmos nisso, mas eu não poderia ver outro momento pa... — Tentei dizer.

— Não — Cortou-me friamente sem tirar sua atenção do jornal, enquanto bebia sua xícara de café (sem açúcar).

Olhei-o sem compreender.

— Demo Sasuke-kun, você nem sabe o que direi — Falei apertando as mãos nervosamente por baixo da mesa e o encarei.

— Eu sei aonde você quer chegar Sakura, eu vi o jeito que olhou para o filho de Anko — Respondeu deixando a xícara na mesa.

Sinceramente eu nunca me acostumaria com a capacidade de Sasuke me conhecer tão bem. Ele lia-me tão facilmente, era como se tivesse uma plaquinha na testa dizendo tudo que pensava.

— Doushite?*... — Questionei sentindo minha garganta fechar-se em angustia.

— Eu não quero filhos Sakura — Disse mostrando irritação — Pensei que soubesse disso.

Por que ele não me encarava? Eu precisava saber o que passava por aqueles olhos.

— Demo Sasuke eu pen...

— Não seja irritante — Interrompeu-me novamente.

Aquela frase... Ecoava por minha mente, várias e várias vezes.

Eu não quero filhos Sakura...

Como ele podia dizer que não queria filhos? Todo mundo queria! Principalmente eu.

Abaixei a cabeça sentindo meus olhos arderem, eu não podia chorar. Eu prometi que não voltaria a chorar. Não na frente dele.

Demo...

Seria eu o problema?

Meu coração doía apenas com possibilidade. Aquele buraco profundo, que tentava inutilmente camuflar abria-se mais uma vez, fazendo-me sentir aquela tão conhecida dor. Aquilo nunca iria parar?

Aquela dor era tão inquietante, doía mais do que tudo que Sasuke poderia ter feito. Ali, Sasuke me tirava um sonho: o de ser mãe.

Eu sempre me imaginei carregando um mini Sasuke com olhos tão negros quanto os dele, de pele macia e bochechas coradas, com aquele cheirinho único de bebê recém-nascido. Gostaria de amamenta-lo de vê-lo crescer, vê-lo chamar-me de mãe, de ouvi-lo gargalhar com aqueles dentinhos branquinhos e moles, alegrando-me, curando-me, fazendo aquele enorme buraco finalmente cicatrizar.

Sasuke poderia ser mais egoísta? Claro que podia. Ele conseguiu destruir algo tão... Precioso, assim?

As lágrimas teimosas caíram, descendo com o sofrimento que havia se acumulado. Até onde suportaria isso?

Essa pergunta sempre vagava em meus pensamentos me levavam a insanidade, mas o que me fazia ficar firme eram as boas lembranças de um Sasuke gentil e sorridente que sempre mostrava me amar, infelizmente eu começava a não vê-lo, aquele Uchiha Sasuke se distanciava, sumia...

Olhei rabo-de-olho para ele, Sasuke segurava a orelha da xícara com força desnecessária, seus cabelos sempre rebeldes caiam por seus olhos, mas eu podia ver que estavam vidrados em um ponto qualquer do noticiário sem interesse. Ele estava envolta de seus pensamentos.

Era naquele Sasuke que gostaria de passar o resto de minha vida? Ele valia realmente apena?

Limpei discretamente o risco de lágrimas que ficou em minha face e abri um doce sorriso.

Sim, ele valia.

Flashback-off

Pov. Narradora-Chan.

— Filha, vamos para casa agora — Murmurou Mebuki assim que a filha acordou.

— Mãe eu quero ver o Gaara — Disse ainda sonolenta.

Mebuki deu um leve sorriso.

— Gaara esta viajando querida — Respondeu Mebuki segurando a mão fina da filha.

A rosada entristeceu-se.

— Não fique assim bebê, ele logo voltara — Reconfortou sra. Haruno.

— Tem uma pessoa querendo vê-la querida — Sorriu — Não sei se você vai reconhecê-la, mas antes, você terá que se vestir. Iremos para casa e apenas lá você verá Hinata, lembra-se dela?

Sakura jogou a cabeça para o lado pensativa e acabou negando.

— Então você irá conhecê-la. A garota e um doce de pessoa, tenho certeza que você gostara dela. Uzumaki Naruto aquele loiro irritante e namorado dela e felizmente ele te deu alta, mas para nossa tristeza você ainda terá que fazer exames para ver essa cabecinha — Falou acariciando a madeixa rosa.

Sakura assentiu e elas foram até o banheiro. Mebuki a ajudou a pôr um plástico na perna engessada para Sakura se banhar. Depois de limpa a rosada vestiu um delicado vestido verde e ouviu a mãe dizer que se mudaria para Tokyo para assim ficar próxima a ela.

— Demo, eu pensei que a senhora morava aqui. Por que ainda vive em Konoha? — Questionou escovando os cabelos róseos enfrente ao espelho.

— Lá ainda e nossa casa Sakura, foi lá que eu conheci seu pai e você nasceu. Por mim e seu pai não sairíamos de lá até porque todos os negócios da família estão lá — Esclareceu colocando a escova dentro da bolsa.

— E tão estranho — Disse Sakura se fitando no espelho — Eu pareço realmente mais madura, lembro-me que meus cabelos eram curtos, iguais aos seus... Mas, agora estão tão longos.

Mebuki sorriu amorosamente e entregou-lhe o agasalho para cobrir os roxos e arranhões.

— Você mudou muito Sakura, ainda tem muita coisa na sua vida que ainda nem sabe, mas eu não posso sair contando pra você com aquele loiro na minha cola. Eu até concordo, você precisa de um tempo para refletir — Falou pondo as mãos no ombro de Sakura — Demo, precisamos ir, seu pai esta nos esperando na recepção.

Sakura assentiu girando para seguir até porta, Mebuki pegou a bolsa da filha e a ajudou a caminhar com aquela bota ortopédica.

— Iremos ficar aonde mãe? — Perguntou abrindo a porta e se assustou vendo um homem de terno preto encostado na parede ao lado da porta de braços cruzados.

Sakura paralisou o analisando de cima abaixo. Ele certamente era um belo homem, mas algo em seu consciente lhe dizia para não se aproximar. O homem lhe encarava tão sombriamente lhe analisando centímetro por centímetros ela viu a sombra de preocupação passar por seus olhos, fora tão rápido que a mesma pensou que fosse coisa de sua cabeça.

Aquele homem a conhecia? Ela achava que sim, pois ele a olhava como se a conhecesse, seus pelos dos braços arrepiaram-se assim que seus olhos bateram com o mar negro.

Mebuki bateu olhos nele e arregalou os olhos verdes.

— O que você esta fazendo aqui?

Mebuki irritou-se com a demora do Uchiha em responder.

— Não e obvio? — Disse com sarcasmo — Vim pegar minha mulher.

Notas finais
Doushite » Porquê? Demo » Mas Gostaram? O que acharam do capitulo? Bom, resolvi colocar Kizashi com a mesma personalidade do Anime, pois gosto do humor dele assim como o do Naruto, já o Sasuke estou tentando deixa-lo fiel ao personagem, mas não sou muito boa em fazê-lo. :C Qualquer erro me perdoem menins. Estou um pouco decepcionada com os vários leitores q acompanham ou chegaram até aqui mais n comentaram. Poxa, vcs leram até aqui e comentar n custa nada... Estou sendo chata, mas tenta não custa. Hehe. Continue comentando, seu comentários esta me fazendo continuar. Até.