I'm Not Okay
41 41 - Don't Forget You Book Again!
Bati na porta. Não demorou muito e o Mikey veio abrir.M- Hey, Iero! Cara, quanto tempo! -estendeu-me a mão.Eu- Eita, Mikey! Como você tá?M- Bem, cheguei hoje, graças a Deus! Huh, ah, parabéns Frankie!Eu- Ai, valeu!G- Uuui, Anthony! -disse o Gee, vindo logo atrás do Mikey com uma cara previsívelmente inagradabilíssima.Eu- Oi, Gee...G- Até que enfim, né? Acho que meu perfume já saiu, até..."Impossível, babe."Eu- Desculpa, não foi minha intennsão, mesmo...M- Uh, vi que sobrei... Vou arrumar minhas coisas! Tchau, Frank.G- Vai lá, magreza! -o empurrou.Eu- Desculpa eeeu! G- Tá, tonto! Mas por que demorou tanto? Eu já ia tirar a roupa...
Eu- Bem, nada te impede de fazer isso agora.G- Ô, topeira! -riu.E que sorriso ele tinha...Eu- Huhu... Sim, meu irmão não queria me deixar sair de casa, sabe?G- Jimmy?Eu- É, meu pai me proibiu de sair de casa justo hoje.G- Sem essa... -atestou com a cabeça em sinal negativo.Eu- É... -falei ao admirar a bela maneira que ele tinha de 'amarrar' seus cadarços. -então, vamos?G- Hum, claro! Pra onde queres ir?Eu- Pra onde você quiser levar-me-á eu ir-me-ei!Gerard deu um gargalhada proveitosamente deliciosa.G- Então eu... Hum, levar-te-ei ao paraíso!Eu- Eu já estou nele, bobo!G- Tá bem... Ei, entrae que eu vou pegar meu casaco lá encima!Ele subiu e eu fiquei na sala esperando-o por alguns minutos.Donna- Olá, Frankie!Eu- Oi, tia! Tudo bem com a senhora?Donna- Estou ótima, e você? Eu- Bem, eu acho...Donna- Como não haveria de estar? Hoje é seu aniversário, certo?Eu- É... É sim...Donna- Felicidades, meu anjinho! -veio me dar um abraço. -quantos aninhos?Eu- 17.Donna- Já está um rapazinho... Gerard comentou comigo esses dias...Eu- Que eu estava virando um rapazinho?Donna- Não, topeirinha... -riu. -que era seu aniversário."Topeirinha?"Aquilo já estava virando moda. Ah, era engraçado. Ri para comigo, o que fez com que eu me debatesse.Além do que, eu realmente não pensei que gostaria de escutar alguém me falando que eu já estava virando um rapazinho no meu aniversário de dezessete anos, mas Donna havia falado de uma maneira tão doce e singela que me veio na cabeça a Rachel."Como você faz falta."Eu- Ah...G- Pronto... Huh, papeando com a sogrinha!? -sorriu.Senti meu rosto corar. Ele era louco?G- Mãe, a gente vai sair e não tenho hora pra voltar, tá? Mikes tá lá encima descansando... Amo a senhora! -beijou-a na testa.Donna- Divirtam-se! Ah, e... Juizo, sim? Frank só tem dezessete!Certo. Se antes eu corei, dessa vez havia virado a aquarela. Eu- Você é DOIDO, seu psico?G- Por você, boboca! -me abraçou. Eu- Sua mãe sabe?G- Não, quer dizer... Sei lá, deve saber."Você me confunde."Eu- Depois daquela, se ela não tiver sacado... Aí, eu hein?G- Cara, a gente vai casar! Você, Frank Anthony Iero, vai entrar de vestido branco e bufante na igreja... Minha querida Helena vai chorar e Donna estará arrancando seus cabelos louros encima do banco, gritando: "Vamos, Donald seu velho depravado, bata uma foto do nosso bebê!". Não ria, Frank, vai ser mágico! -segurou minhas mãos e rodou comigo no meio da rua em forma circular.Eu adorava aquele jeito dele idiota de ser. Tudo nele me atraia. Como ele poderiua me fazer tão feliz até quando eu me achava o ser mais sem valor do mundo? Como ele me fazia sorrir mesmo quando o mundo estava desabando nas minhas costas? Como ele podia ser a pessoa mais importante da minha vida sendo apenas... Ele?Seu cabelo assanhava ao colidir com o vento frio, mas gostoso. "Perfeito..."G- Frank?!Eu estava com os olhos focados nele, na sua perfeição. Não havia nem seuqer percebido que havíamos parado de andar e ele estava agora me encarando.Eu- Eu amo você.Gerard passou a mão no rosto, corando.G- Também amo você, pequeno!E o amava de um jeito único... Sabia que não seria possível amar ninguém mais assim em toda minha vida. Mesmo com o silêncio que se apossou do local, era como se ele me dissesse mil palavras... Tudo tinha um significado importante. Aqueles olhos verde-oliva tinham um efeito incrível sobre mim.G- Vem cá... -e segurou meu braço, me puxando para junto dele. -me segue. -sussurrou em meu ouvido.Eu- Onde?G- Confia em mim...Gerard era meu sorriso; meu amor... E acima de tudo, meu melhor amigo.Lá em casa...J- Ui, a cerveja tá acabando...A- O Philipe vai comprar... Eu não aguento ficar em pé!P- Não viaja, Alan! Jimmy é o dono da casa, ele que compre!J- Por isso mesmo, caras! Eu dei a casa, o dinheiro do bagulho... Ah, sem falar que é o MEU irmão que vai limpar tudo, huh!A- Não força, porra! Vai comprar cerveja!P- Tá, tá, tá... Não demoro. -disse ao levanta-se a cambalear até a porta.
Saiu da minha casa.Eu- Mas então, Arthur, pra onde você vai me levar? G- Surpresa, minha puta! -fez cócegas em mim, gargalhando psicopaticamente.Eu- Ai, eu tô com medo!G- Não, eu te protejo!Eu- O medo é de você, branquelo!Depois de andarmos um pouco mais, enfim havíamos chegado. Eu- Quer que eu entre aí? NEM FODENDO! Eu tenho CLAUSTROFOBIA!G- Ah, Frank! Você tem fobia a tudo, larga de ser mole!Eu- Hu, com você eu até que fico bem duro, hein?G- Babaca... Huh, hey... É rapidinho, logo a gente chega do outro lado!Atravessamos e logo chegamos ao local que ele falara. Era realmente lindo, podíamos ver toda Newark de lá. Luzezinhas acesas, outras apagadas. Janelas abertas, outras fechadas. Crinaças gritando, outras caladas. Corações calminhos, o meu em desparada.G- Hoje foi o melhor dia da minha vida... -falou pondo as maos por dentro da minha blusa, segurando minha cintura.Senti um intenso arrepio e fechei os olhos ao sentir sua pele tocar na minha.Eu- O meu também...G- Não posso viver sem você, Iero... -foi me deitando devegar na grama, ficando sobre mim. -fico totalmente perdido quando não estou com você...Eu- Gee... As palavras soam tão lindas na minha cabeça, mas quando eu tento falar, é como se elas simplesmente fossem embora. -disse baixinho, tocando seu rosto.G- Ei, o que importa... É o que você sente aqui. -tocou meu peito.O Gee começou a dar pequenas mordidas na minha orelha, fazendo-me gemer baixo. Sua respiraçao estava ofegantemente compassada, o tempo havia parado. Nada mais importava. Nada mais fazia sentido. Nada mais existia naquele momtento a não ser nós dois."Apenas eu e o Gee..."Eu fiquei deitado ali, olhando para o céu que estava repleto de estrelas... Nada poderia ter saído mais perfeito. Era impressionante como cada segundo, cada lugar, cada palavra.... Tudo era docemente especial quando ele estava comigo. "Tudo é possível se estou com você."G- Você é tão lindo... -disse acariciando meu rosto, beijando-me ja bochecha.Centrei meu olhar nele, sem nenhum sorriso na boca. Toquei seu rosto e o trouxe para mais perto de mim, tomando seus lábios. Logo lutávamos por espaço na boca com ambas as línguas. Gerarad se acomodou com as pernas abertas por cima da minha cintura, sussurrando coisas excitantes no meu ouvido. Passou mãogelada nas minhas costas quentes, uma sensação que eu mal podia explicar. Não conseguia dizer nada, nem que quisesse, não dava para parar de beijá-lo, era gostoso demais. Seus lábios eram a melhor coisa do mundo. No meio de tantos calafrios e suspiros, demorei para perceber que a mão do Gee escorregava lentamente da minha cintura direto para o meu cinto.Eu- Gee... -sussurrei com a voz trêmula.G- Hã? -enquanto dava chupoes no meu pescoço, descendo minhas calmas com a outra mão.Eu- Oh... Ai...G- Você quer?Eu- Você ainda pergunta?Gerard pôs a mão dentro de minha calça e acariciou meu membro por cima da cueca. Eu- A-ai, Gee... Não me tortura...Ele desceu e pôs meu pênis em sua boca, chupando-me com vontade e fazendo com que eu tremesse.Eu- Oh, Ger... -segurei sua cabeça, fazendo com que ele fizesse mais rápido. -não pára...Gee continuou a me chupar e depois de breves segundos, senti como se meu estômago ficasse apertado devido a alguma força, que na verdade era inexistente. Logo gozei em sua boca.Gerard deitou-se ao meu lado, e ficamos abraçados durante o resto do tempo.Eu- Gee, já tá tarde... Eu vou ter que ir.G- Ué, já?Eu- Ainda vou ter que limpar a sujeira que o Jimmy fez, parte do nosso tratozinho... Uff! -bufei.G- Eu te vejo amanhã então, ceto?Eu- Ainda duvida?Caminhamos de mãos dadas até que nos despedimos defronte a minha calçada.Eu- Te amo muito, Gee...G- Você foi ma-ra-vi-lho-so! -segurava minha smãos no momento em que eu me afastava. -ei... Não tá esquecendo de nada?"Huh?"Eu- Uôou! Meu livro!G- Amanhã eu o levo pra você, boboca!Eu- Huh, tá bem, Arthur!G- Passo aqui logo cedo pra irmos juntos, combinado?Eu- Combinadíssimo!
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