Im Lost In Time
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Eu achei legal fazer uma história misturando tudo aí. Daí deu nisso,tenha uma boa leitura!
Alguns ciêntistas estavam em busta da cura da Aids. O soro era testado em humanos,tentaram várias vezes durante anos,muitas das vezes os resultados davam em mortes. O último frasco do soro foi testado em uma garota de 17 anos,Luiza. Aplicaram o líquido na menina e esperavam horas por resultados,a menina passou a ter reações depois de 2 horas. A garota começou a ficar pálida,gemia de dor,reclamava muito de dores fortes pelo corpo,sua mãe a abraçava e tentava fazer a garota dormir. Os cientistas acharam melhor levar a garota á area clínica.
A mãe bate a porta.- Com licença doutor,minha filha vai ficar bem? — Perguntou a mãe da garota desamparada.- Desculpa senhora,não sabemos ainda. — Disse abaixando a cabeça.Quando derepente,a garotinha abre os olhos num olhar fixo e medonho. Ao soltar um grunido arrepiante,Luiza aperta forte a mão da mãe e a mãe ao olhar não reconhece sua menina. Sua pele não estava pálida,esta extremamente branca e suas veias saltavam por todo corpo,pulsando cada vez mais forte. As partes brancas de seus olhos pareciam queimar como as chamas dos infernos. Seus dentes ja não eram como o de uma simples criancinha,eram duas fileiras ponteagúdas prontas para o ataque. Os enfermeiros saltam e amarram o pequeno corpo a maca. A sai correndo da sala,em direção ao corredor e pega o telefone.- Dr. Brian aquela droga de injeção que aplicou em minha filha! — Disse a mãe em lágrimas.- Se acalme dona Mary,me conte oque está acontecendo. — respondeu o doutor responsável pelo experimento.- A Luiza está tendo reações estranhas,estamos na emergência. — Mary disse com desespero.- Fique calma,estarei aí em alguns minutos. — Disse apressando-se.Enquanto desliga o telefone Dr. Brian exclama ao seu assistente.- Sabia que isso ia acontecer. — saindo com as chaves de seu carro na mão.Chegando ao hospital,Dr. Brian caminha rapidamente em direção a maca da menina. Observa a mãe da garota aos prantos e a garota se mexendo de forma estranha,enquanto os enfermeiros injetam vários tipos de calmantes e sedativos. Ele se aproxima da garota e olha a fixamente. E pede para que a mãe se retire da sala,para que possa examina-la calmamente. Alguns minutos depois,a mãe abre a porta repentinamente e encronta Dr. Brian sentado em um banco ao lado da maca,com os cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos tapando o rosto. - Me desculpe! Eu lhe disse que seria arriscado,mas algo não saiu como o planejado. Essa reação é incomum. Sua filha não tem sinais vitais e mesmo assim se mexe! — Fala estático.- O que quer dizer com isso ? — respondeu a mãe assustada.- Ela está morta! — disse o Dr. olhando para a garota.- Como assim? Isso não pode estar acontecendo. Não com minha garotinha! — disse debruçando-se sobre a menina.- Não se aproxime! — gritou o doutor.A mãe olha nos olhos da garota e percebe que não se trata de Luiza. Dr. Brian começa a tirar amostras de sangue da menina para examinar com calma,enquanto isso a mãe chora sentada no chão do correr com as mãos no rosto. Ao chegar em seu laboratório Dr. Brian não encontra seu assistente,mas corre para poder examinar as amostras o mais rápido possível. Algumas horas depois,descobre algo inesperado,subistâncias que somente seriam encontradas em outra experiência que ainda trabalhava. Ao vasculhar as mesas e equipamentos do laboratório descobre que muitas coisas haviam desaparecido,abre seu contyner e percebe que todo o material sumiu. Ao se aproximar do telefone encontra um bilhete." Dr. Brian foi ótimo poder usá-lo para minha mais nova criação. Ass: Patrick" Três dias depois na clínica,a mãe ainda inconformada á espera de respostas esculta uma voz.- Mãe,mãe!- Devo estar delirando,é a voz de Luiza! — disse Mary,abrindo a porta do quarto. A mãe encontra a garota,assustada. E repara que sua pele voltou a cor normal,seus olhos agora verdes como antes,não há mais dentes ponteagúdos. Estava com a aparêcia de quando nem mesmo tinha aids. Luiza repentinamente voltou do pesadelo. No outro dia já parecia muito animada para ir para o colégio. Chegando na escola,fez novas amizades.- Oi! Sou Brittany S. Pierce,desculpa te assustar assim,mas eu te vi andando meio solitária,bem,você quer que eu te mostre a escola? — Disse Brittany dando um abraço rápido em Luiza.- Ahm.. É.. Oi,sou Luiza Joanne. Eu gostaria muito,mas,você não tem aula agora? — Responde Luiza tímida.- Sem problemas,eu não gosto muito de Ciências,só de pensar em ter que machucar bichinhos... Ai.. Vamos logo! — Brittany grudou no braço da menina.Santana ouvia e olhava de longe a cena,então decidiu se aproximar.- Ei,ei... Oi! Quem é você? — Santana disse olhando para Luiza,com uma expressão esnobe.- Desculpe,eu sou Luiza! — A menina ruiva estendeu a mão,para comprimentar Santana,porém Santana não aceitou.- Eu sou Santana Lopez e ela é minha Brittany. — Santana respondeu,sorrindo para Brittany.
- Desculpa,desculpa mesmo. Não tive essa intenção! — disse Luiza,soltando o braço da loira.- Calma San! Ela é nova. Não precisa ser assim com ela! — disse a loira alta sorrindo pra latina.- Tudo bem! Te dou outra chance,agora vamos. — Santana grudou no braço de Brittany e Luiza as seguiu. As duas que apresentaram a escola e as pessoas de lá. No fim da tarde,a menina começou a ter calafrios fortes e dores no corpo. Então decidiu ligar para a mãe.- Alô,mãe? - Oi filha,tá tudo bem aí ? — a mãe perguntou preucupada.- Na verdade,não. Estou passando mal mãe. — a garota disse largando o celular e deixando ele quebrar no chão. Naquele momento a menina caiu no chão e Puck — que passava por perto,estava indo em direção a sala de Glee — foi o primeiro a se aproximar,ele se ajoelhou perto da garota e a sacudiu. Levou um susto enorme por perceber que a garota não estava respirando,ele viu a pulsação da garota,não estava viva. Ela apenas abriu os olhos e olhou nos olhos do garoto,segurou ele com força pelos braços. O garoto foi puxado com força e mordido no braço.- Ai meu Deus! — susurrou Puck pra sí mesmo. — Alguém pode me ajudar aqui? S-so-socorro! E-e-ela é um zumbie. — afirmou o garoto gaguejando e segurando o local da mordida sem saber oque fazer no momento.Todos sairam correndo ao ver a garota zumbie ali ja em pé se arrastando de modo sorrateiro e apressado atrás de "comida". Todos,menos os garotos e garotas do coral,eles estavam ensaiando e nem perceberam o tumulto do lado de fora da sala. Apesar da mordida em seu braço,Puck resolveu correr dali também em busca de ajuda,indo direto para a sala dos colegas. A mãe da menina chegou na escola,pode ouvir gritos e ver pessoas correndo desesperadas. Ela ja sabia oque tinha acontecido,dentro do colégio,proucurou por Luiza e a encontrou na sala do coral.- Ah meu Deus ! Oque.. Como você.. Luiza? — perguntou Mary olhando para a filha que estava tentando de certa forma atacar Mr. Schue,porém ele se protegia com um banco.- Por favor senhora,não chegue perto! — Disse ele acertando um golpe nas pernas da zumbie em sua frente,fazendo se desiquilibrar mais.- Não! — falando isso a mãe da zumbie chega perto demais da menina,colocando uma mão no ombro da filha. — Luiza! Eu te amo minha filha! — disse a mãe ja cheia de lágrimas em seus olhos. A menina apenas virou pra trás e deu um grunido alto e assustador como resposta,tentou atacar a mãe,porém não teve sucesso no ataque. A mãe da garota foi ágil e atirou na cabeça da filha. Fazendo a garota olhar nos olhos da mãe pela última vez e cair no chão. Todos do coral estavam olhando sem saber oque estava acontecendo. Quinn Fabray entrou correndo na sala,a menina de cabelo roseado estava assustada com o tiro.- Oque diabos foi esse barulho? Oque tá acontecendo? — Quinn disse espantada — Oque que é isso aí no chão? É-é um zumbie? — ela olhava para a zumbie com nojo e um pouco de medo.Ela havia ficado na escola,pensava que oque os garotos,desesperados correndo gritavam — "Socorro,um zumbie!" — era mentira. Quinn não tinha muito medo de zumbies,afinal,ela lia sobre aquilo,todas as noites antes de ir dormir. Sabia quase tudo,se é que podia ser real. Na sala,estavam Mike abraçado com Tina que chorava demonstrando medo,Brittany com o rosto deitado no peito de Santana que acalmava a loira,Mercedes sentada no chão ao lado de Sam,os dois com a mesma expressão — mais ou menos assim "Oh meu Deus!" — indignados,Rachel sentada afastada olhando pra morta-viva assustada e Finn que chorava feito uma criança pedindo socorro á mãe.Puck estava no hospital. Mr. Schue exigiu que o garoto fosse correndo até lá,se tratar. Porém lá,o garoto teve sua transformação e no hospital o garoto teve mais vítimas. O vírus se espalhou rapidamente após isso tudo. No colégio,logo na frente haviam muitos repórteres e gente curiosa. As pessoas que estavam dentro do colégio mesmo depois do susto,foram aconcelhados voltar pra casa. Logo todos ja sabiam do acontecimento,foi rápido,mas ainda não tinha acabado. Todos sabiam o risco que corriam ali,quase todos já eram zumbies encontroláveis!1 mês depois... Quinn estava com Santana,Brittany e Rachel. Elas,as únicas que consiguira salvar de um grupo de zumbies. Sam havia fugido de Ohio com Mercedes,Sugar. Rory conseguiu ir junto também. Kurt e Blaine estavam perdidos desde o dia to primeiro ataque,provavelmente ja perambulavam por aí. Finn estava morto,Santana havia matado depois da transformação. Mary morreu em um ataque com um número maior de mortos-vivos,as balas de sua pistola acabaram no momento errado. Dr. Brian ainda estava vivo,porém muito bem escondido em seu laboratório. Felizmente,o "assistente" dele morrera atropelado logo após fugir de Lima.- - Vamos logo Rachel! — disse Quinn apressando a morena menor.- Calma! Estou indo o mais rápido possível! — respondeu Rachel revirando os olhos e socando mais um pouco de suas roupas na mochila.- Ei,suas gays,vamos logo! Daqui a pouco vai ter algum desses zumbies idiotas aqui dentro e vocês ainda vão estar se paquerando. — disse Santana zombando de Quinn e Rachel.- Ta legal,agora vamos. — Disse Quinn com vergonha. — Não estou afim de estourar mais um.Brittany havia pegado o carro de seu pai para facilitar a fuga. Um Cadillac Escalade preto. Santana roubara mantimentos em um mercado durante o então considerado "apocalipse zumbie". Quinn pegara armas,munições e facões,que achara nas coisas de seu avô. E Rachel,ela cuidou de pegar as roupas e sapatos das garotas e dela mesma. Quinn e Santana estavam tendo uma amizade forte depois do acontecimento. E com Rachel e Brittany acontecera o mesmo — mesmo Brittany sendo tão amigável e inocente — antes do acontecimento,elas não conversavam tanto.As meninas sairam da casa de Rachel,todas armadas e prontamente preparadas para se acaso houvesse algum ataque. Santana abre a porta do passageiro para Brittany e entra rapidamente. E Fabray abre a porta de tras para Rachel,ja entrando também.- E agora? Pra onde vamos? — Perguntou Santana dando partida no carro.- Nos notíciarios disseram que em Kansas City a movimentação era pouca e não tinha riscos de haver muitos zumbies. Nós podemos achar uma casa por lá,nos "esconder" lá por um tempo. — respondeu Rachel,olhando para um mapa e mostrando á Quinn.- Como está escuro e o movimento de carros não acontece mais,acho que podemos chegar lá em 11 horas ou menos. — diz Quinn simples,olhando para Rachel.- Então,pé na tabua! — Santana disse atropelando um zumbie distraído e seguindo caminho á Kansas C. As garotas não estavam assustadas com aqueles acontecimentos idiotas,ela viviam daquilo agora. Apesar de ser dolorido desistir dos sonhos assim,elas estavam quase se conformando,se não fosse por Rachel resmungar e lembrar da Brodway sempre. Quinn não zoava mais Rachel,ela não achava justo no meio daquele inferno todo,infernizar a garota. Ela até achava Rachel bonita,aliás,linda. Com o tempo,ela estava acostumando com a pequena sonhadora. Rachel era uma admiradora anônima de Quinn,talvez até mais que admiradora,porém não era formal para Rachel Berry se apaixonar por Quinn,seria repugnante pra garota e também,oque Fabray pensaria dela? Mas,e se ela também se apaixonasse? Elas podiam ficar juntas certo?Certo,mas um certo em segredo.Rachel cantarolava alguma coisa com a cabeça apoiada no vidro do carro e seus olhos fechados. Quinn á olhava apaixonada e cada vez ia se aproximando mais,até conseguir abraçar a garota e pegar em sua mão. Santana ria baixo dos movimentos apaixonados de Quinn e Brittany dormia no banco do passageiro.- Oque está fazendo? — sussurrou Rachel no ouvido de Fabray.- Estou com frio e você parece estar também. — susurrou Quinn,sorriu pra garota e a beijou o rosto.- Sim,estou com frio. — respondeu Rachel,ela sabia que era arriscado dar corda para Quinn,mas também não conseguia se segurar,aquela voz susurrando em seu ouvido,parecia um anjo ou algo assim,a acalmou e fez esquecer de todas os problemas. Rachel apenas se aconchegou nos braços de Quinn e pegou no sono. Fabray acariciava os cabelos escuros de Rachel.- Quinn,oque acha se eu der uma paradinha aqui? Estou cansada e com frio. Você,acho que nem vai querer sair daí... — disse a latina dirigindo,ja diminuindo a velocidade. - É arriscado para Sant. Mas você tem razão,você está cansada e eu não vou sair daqui,não agora. — Disse Quinn dando um beijo de leve na cabeça de Rachel. — Pode parar nesse acostamento aí na frente. — disse a menina de cabelo rosado guiando Santana e colocando sua arma debaixo de seu banco,seu facão em seus pés. E ajeitando o corpo de Rachel nos bancos,deitando quase em cima do corpo da morena. Santana finalmente estaciona,mas não no tal acostamente em que Fabray á avisa e sim em um estacionamento de um restaurante abandonado por ali. Santana se arruma no banco do passageiro com a namorada,dá um selinho na garota loira e logo adormece.
Quinn não dormiu,apenas ficou vigiando deitada com Rachel.
Notas finais
Espero que tenham gostado. Passei o dia todo e quase a madrugada pensando noque escrever,bem,tenho que continuar? hihi. Beijos até a próxima ou não... kkk
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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