I'm Lost Again

6 Nós dois contra o mundo borboletinha...


Notas iniciais
Gente, eu sei que nunca ponho nome nos meus capítulos e isso se deve a minha falta de criatividade em relação a títulos. Mas eu achei que esse capítulo merecia esse título, e como eu achei que ficaria legal eu resolvi colocar. Isso não quer dizer que todos vão ter título agora, mas quando eu tiver um novo bom eu vou colocar haha Espero que vocês gostem desse capítulo. Beijos e boa leitura :) P.S:. Oncers, vocês viram as fotos das gravações que sairam? Eu to morrendo aneodnwofw Como faz pra controlar essa ansiedade?

PASSADO:

Regina realmente correu, mas não porque sua mãe havia a apressado, mas porque queria fugir dali, fugir daquele mostro. Subiu rápido todas as escadas e foi até o seu lugar favorito da casa, o sótão. Sentou-se em uma poltrona ao pé da janela e com as mãos sobre o delicado rosto, desabou em lágrimas. Alguns minutos depois ouviu um batido na porta e se encolheu um pouco, por medo de ser sua mãe, mas quando o rosto de seu pai apareceu na abertura da porta ela relaxou um pouco mais.

–Será que eu posso entrar borboletinha?

Ele a chamara de borboletinha desde que um dia, quando ela tinha mais ou menos uns cinco anos, uma borboleta entrou em seu quarto e ela correu para perto do pai com medo. “Você não pode correr daquilo que te assusta, vá lá e enfrente-a”. Regina se aproximou lentamente da borboleta, tremendo e quando atingiu certa proximidade ela voou assustada e pousou novamente em sua mão, fazendo a pequena garota abrir um sorriso puro e enorme para o pai.

A menina assentiu com a cabeça fazendo o pai sorridente entrar no quarto com um quite de curativos e uma caixa embalada com um papel de presente.

–Deixe-me ver o que temos aqui.

Ele passou a mão de leve pelo rosto da filha e a fez reclamar um pouco quando ele chegou perto do machucado.

–Certo. Borboletinha isso vai doer, vai arder também, mas é necessário e você tem que ser forte agora certo?

Regina fez bico e as lágrimas escorriam de novo.

–Não precisa de choro –ele disse enxugando as lágrimas dela- eu vou limpar com bastante carinho tá bom? E se doer muito, você pode apertar a minha mão.

Ele estendeu a mão para filha e ela segurou com força.

Depois que ele terminou de limpar o machucado ele a pôs em seu colo e os dois ficaram olhando pela janela enquanto ele acariciava os cabelos negros da pequena.

–Um dia papai, eu vou poder sair por esses campos sem rumo, sem mamãe para mandar em mim e sem essa história de ser rainha. Eu vou ser livre.

–Vai sair por ai? E eu como fico? Vai me abandonar aqui?

–Claro que não papai! O senhor é a pessoa que eu mais amo no mundo e eu não te abandonaria por nada. Vai comigo é claro! Nós dois contra o mundo.

–Nós dois contra o mundo borboletinha...

Um silêncio pairou entre eles por um tempo, eles ficaram ali, os dois, pensando, até que Henry se lembrou do presente que trouxera para Regina.

Ele pegou o presente que havia deixado no canto do quarto e entregou para ela.

–Isso é um presente pra mim? –Os olhos da menina brilhavam.

–Sim! Eu só consegui pensar em você quando o vi.

A menina abriu sorridente, rasgando todo o papel de presente e tirando de uma caixinha um pequeno carrossel de madeira, pintando de branco com alguns detalhes rosa e dourado.

–Olha, se você rodar ele vai dar corda e tocar uma melodia.

Ele girou para filha, que ficou encantada com o belo presente.

–É maravilhoso papai! Lindo! Eu amei de verdade.

–Borboletinha, toda vez que puder rodar esse carrossel e ouvir essa suave melodia quero que se lembre de mim e que tenha a certeza que onde quer que eu esteja, eu estarei te amando, olhando e torcendo por você. Eu vou te amar pra sempre Regina.

–Eu também papai, vou te amar para todo sempre.

PRESENTE:

Expliquei mais ou menos para Collin o que estava acontecendo e apesar de nem eu entender direito, eu me sai bem.

Caminhamos até o lado de fora da casa e lá Emma, Hook, Henry, Robin, Marian, David, Tinker e Belle estavam nos esperando. O que mesmo Marian estava fazendo ali? Ela não é parte da nossa equipe...

–A festa estava boa não é? Pensei que não sairiam de lá nunca. –Hook disse me provocando.

Eu o repreendi com um olhar.

–O que ele faz aqui? –Robin me perguntou apontando para Collin.

–O que Henry faz aqui? –Eu pensei em perguntar sobre Marian no mesmo tom que ele perguntou sobre Collin, mas deixei pra lá essa ideia e o ignorei, me voltando para Emma.

–Mãe, eu quero ajudar, por favor, me deixe ajudar pelo menos dessa vez?

–Henry, eu temo por você, eu não quero que você corra perigo!

–E eu não vou! Olha quem vai comigo, minhas duas mães, o meu avô encantando, meu padrasto com um gancho e o outro com a perfeita mira e seu arco e flecha. Isso tudo sem falar na tia Tinker e no vovô.

Eu pensei um pouco, eu não queria que ele fosse, mas eu sabia que ele já estava chateado de eu sempre o excluir dessas buscar.

–Está certo, você pode ir dessa vez, mas tem que me prometer que não vai sair de perto de nós...

–Eu prometo mãe. –Eu dei um beijo em sua testa.

–Então, vamos encontrar o Gold? –Disse Emma.

x.x.x.x.x.x

–Acho que o melhor que temos a fazer é nos dividir em duplas ou até mesmo trios para procurar Elsa.

Rumple sugeriu.

–E se a encontrarmos? O que faremos? –Eu perguntei tentando tirar algo dele, que estava muito fechado quanto esse assunto.

–Eu vou dar um Walkie Talkie para cada dupla assim que forem formadas e assim, caso alguma a ache eu quero que entrem em contato imediato comigo. O resto fica por minha conta.

–E o que você pensa em fazer com ela? –Emma questionou.

–Isso não interessa á vocês por enquanto. Certo, irei formá-las. Acho melhor Tinker, Belle e Henry fazerem a busca pela cidade porque a floresta é perigosa demais. Emma fica com Hook na parte Oeste da floresta, Charming fica comigo na parte Sul e Regina com o Robin cuidam das partes Sul e Leste, já que Robin conhece bastante a floresta. Vamos lá. –Rumple caminhava para fora da loja.

–E quanto a nós? –Marina o impediu de sair ao lado de Collin.

–Aconselho que a senhorita volte para casa e fique atenta ao seu filho e o rapazinho pode ajudar na proteção de vocês.

–Mas eu quero ajudar! –Marian se queixou.

–E vai ajudar mantendo Roland a salvo. Se Elsa o quer, com certeza, uma hora ou outra, irá atrás dele.

Acho que ela concordou, pois cessou as palavras. Antes de sair, Collin me pegou pelo braço e sussurrou em meu ouvido:

–Tome cuidado.

Eu sorri para ele que seguiu Marian.

–Nós nos encontramos no estábulo onde o portal foi aberto em duas horas. Tomem cuidado! –Rumple disse seguindo com David, assim como as outras duplas, cada uma para um lado, mas eu e Robin permanecemos ali por alguns minutos.

–Acho melhor irmos, afinal, somos a dupla que tem a maior área e pouco tempo. –Ele disse.

–Você tem razão.

A ideia de me aventurar na floresta com Robin não me parecia muito tranquila. Eu esperava que ele focasse no nosso objetivo e esquece um pouco a ideia de me explicar as coisas. Só de estar perto dele eu já ficava meio atrapalhada, coisa essa que eu tinha que dar um jeito de aprender a controlar, mas de uma forma ou de outra, eu não queria estar com mais ninguém que não fosse ele.

Eu fiz casacos aparecerem, peguei meu carro e nos seguimos em direção à floresta, em direção a Elsa.

Notas finais
E então, como eu me sai? Até o próximo capítulo lindezas