Illbleed
2 O corredor da morte.
Notas iniciais
ILLBLEED — Capítulo 2. — O corredor da morte.
"Você nunca espera morrer, quando os seus sonhos começam a se tornar realidade. Foi o que aconteceu á Jimmy e seu pai Gale Banballow. Quando a mãe do garoto morreu, ele se tornou a pessoa mais importante para seu pai. O jovem treinava baseball diariamente, sempre vencia nas olimpíadas, era um bom garoto, realmente, um orgulho para seu pai. Até que, um acidente pôs fim nessa história feliz. A casa pegou fogo, Jimmy morreu queimado e nunca encontraram o corpo de Banballow, porém a vizinhança vive escutando vozes do homem chamando seu filho."
Sua missão é acalmar a ira de Banballow. A única fraqueza desse pai louco e insano é quando ele pensa em seu filho, isso faz o alvo abaixar a guarda. "Memórias de Jimmy" é a chave para essa missão.
Prêmio: $ 50.000
Você só ganhará o prêmio se completar a sua missão. Deve salvar o sobrevivente, derrotar Banballow e sair são e salvo dessa casa mal assombrada.
Que comece a aventura!
– Onde eu estou? — Perguntou Eriko, assustada ao ver que estava em um jardim, na frente da mansão mal assombrada que viu no filme.
Na frente da casa havia um chafariz, à esquerda uma piscina toda suja e cheia de musgos, à direita muitas mesas e cadeiras. A mulher vai até a piscina e vê uma coca-cola boiando, mas percebe que tem algum tipo de ser na água, então resolve nem arriscar em pegar.
– Hum... — A jovem olha a volta e vê uma tomada, perto da piscina, e raciocina. – Eu preciso encontrar alguma coisa eletrônica, posso jogar na água, matar essa criatura e pegar o refrigerante!
Ela começa a vasculhar a área, e encontra um calmante no chafariz. Também uma sopa de miojo, dentro de um pote, escrito lámen, em cima da mesa.
– Será que tinha alguém comendo aqui? — Confusa, resolve pegar a sopa e guarda para quando precisar. A jovem resolve entrar na casa, que está toda apodrecida, aparenta estar muito velha, é muito feia e grande. – Ô de casa! Tem alguém ai? — A mulher pergunta já colocando os pés dentro da sala.
"– Jimmy! Jimmy! Onde você está meu filho?" — Ao entrar na sala, a jovem escuta vozes assustadoras, que ecoam por toda a casa.
O cômodo tem dois sofás e uma televisão. Uma mesa com computador, um aquário velho, cheio de cadáveres de peixes, e quadros na parede. Era a sala de visitas, aparenta ser assustadora e horripilante.
– Ah! Um secador de cabelo! — Eriko corre até o aparelho, que está sob a mesa. Mas, por não ter tomado cuidado, a televisão liga sozinha, na sua frente. Um homem, todo deformado aparece e fala: – Você será a próxima! — Depois disso, a televisão desliga sozinha.
– Que susto meu! — A jovem levanta assustada e vai até a piscina, onde liga o aparelho na tomada e joga-o na água. Começa a dar curto circuito, a raios saem para todos os lados. A mulher corre evitando o perigo, e então depois de alguns minutos, ela vê uma criatura boiar sobre a água, um monstro que tem uma cauda comprida, foi eletrocutado na piscina. Eriko pega a coca-cola e volta para a sala de visitas, na entrada da casa.
A menor analisa os quadros de longe, e percebem que as pessoas retratadas ali, estão fitando-a. Assustada, sai dali o mais rápido possível, mas esquece do aquário, que estava no caminho para a cozinha. Ele racha sozinho, para o susto de Eriko, então duas piranhas saem do objeto e ataca à jovem!
– Aaaah! — A menor chuta as piranhas para longe, estas conseguiram fazer-lhe apenas alguns arranhões. Passando adiante, chega a um corredor, que liga à cozinha. Cheio de portas, luzes e corrimões pelas paredes. Não era um corredor muito longo, o chão e o teto era feito de madeira, já estava podre, cheio de portas que ligavam a outros cômodos.
Andando cautelosamente até seu destino, segurando no corrimão, avista uma armadilha! Tem uma poça de sangue saindo da porta adiante. Eriko evita se aproximar dela, e então é surpreendida! O chão se abre e o alçapão quase engole a jovem! Ela consegue se segurar, graças ao corrimão e não cai no buraco. A mulher escapa da armadilha e continua em frente.
– Vixi, essa foi por pouco! Tem muitas armadilhas nessa casa... — Ao subir pelo corrimão e sair da plataforma, a jovem cai em outra armadilha! A lâmpada explode e cacos de vidro voam por todos os lados! Com uns reflexos da matrix, a mulher consegue desviar de cada pedaço em uma velocidade incrível!
– Há! Vai precisar de muita coisa pra me derrubar! — Vitoriosa, caminha cuidadosamente até a porta da cozinha, todavia, da outra porta, surge um rosto de uma pessoa, que grita ao ver a jovem, fazendo esta se assustar e cair de bunda no chão.
– Ah... Meu coração parece que vai sair pela boca! — Seu coração está a mil! A mulher pega o calmante que encontrou no chafariz e o toma, acalmando-se, evitando um futuro ataque cardíaco.
Finalmente, depois desse longo corredor, a menor chegou à cozinha. É um cômodo maior que a sala, está cheia de cadeiras e mesas quebradas, tudo uma bagunça, comida pelo chão, tem até mãos e alguns membros humanos caídos. A geladeira toda aberta e suja de sangue, um balcão no centro, os utensílios todos sujos, e o forno. Depois da cozinha há os dormitórios e banheiros.
– Nossa, que zona que está esse lugar! — Eriko tira um Band-Aid do corpo de um defunto que estava caído ali, e coloca em sua perna, que estava machucada, impedindo assim de perder sangue. Mais para frente, a jovem pega um refrigerante na geladeira, e um prato de salada em cima do balcão. A cozinha estava nojenta, além do sangue e fedor de coisas podres, tinha muitas baratas e bichos espalhados pelo local.
A mulher continuou seu caminho, até perceber que algumas facas que estavam na prateleira voaram em direção a ela, esta conseguiu desviar a tempo, e não foi pega pelo ataque. Porém, o forno se abriu, e saiu um homem sem a pele, com canos enfiados em sua costa, ele uivou e atacou Eriko!
– Aaah! Quem é você?! — Após receber uma gancheada direta no queixo, a menor cai para o outro lado da mesa. Assustada, levanta-se e começa a atirar tudo o que vê pela frente no inimigo, desde pratos e facas, até pedaços de pau que tem caídos pela cozinha. Como o monstro fica atordoado com o ataque, ela pega um pedaço de pau maior e bate na cabeça da criatura, nocauteando-a.
– Que perigo! Quem será que era esse cara? — Vitoriosa Eriko toma a coca-cola e chega aos dormitórios e banheiros a seguir. No quarto, tem um casal mutilado em cima da cama, mas está coberto pelo lençol. Também tem um criado mudo com uma televisão e um espelho. Quando a jovem passou na frente do espelho, ela viu que o seu reflexo, era de outra pessoa. Um homem alto, com um olho pendurado para fora, a barriga toda aberta mostrando suas vísceras e com o corpo todo queimado e deformado, vestindo-se apenas com uma camiseta e calça verde, olhava para ela sem dizer nada.
– Aaah! — Novamente, a menor caiu no chão, pasmada com o que vira. Ao se levantar e olhar novamente para o espelho viu novamente a si mesma. – Que horror! — No mesmo instante, ela escuta um tipo de música, vinda de algum lugar. Ela vasculha o armário e encontra um MP3 tocando uma música relaxante, que a faz acalmar. Agora Eriko vai ao banheiro e pega um calmante dentro da pia, e um papel higiênico. Ao olhar para trás, surpresa! A mulher caiu em outra armadilha! Dessa vez, é chocolate*! Saindo da privada, indo direto em sua cara, melecando-a toda!
– Aaaah! Que nojo! — Enxugando-se com sua própria camisa, a menor sai daquela suíte e enfrenta outro corredor, não muito grande e não tem muitas portas. E o final desse caminho, leva à sala de jogos.
A jovem continuou sua jornada, evitando as armadilhas ali presentes, como o ventilador de teto, que despencou e caiu quando esta passou, mas com uma rápida velocidade, ela conseguiu escapar de ser esmagada. Aliviada da armadilha, esqueceu de ver a próxima porta. Dois bonecos de luta saíram do cômodo e atacaram-na!
– Aaah! — Ao receber uma cotovelada, Eriko cai no chão, em seguida começa a levar chutes no estômago pelos bonecos. A mulher se levanta e corre até a sala de jogos, mas o outro inimigo lhe dá uma voadora nas costas, fazendo a coitada bater contra a parede. – Ah, então é assim é?! — Eriko pegou sua estaca de madeira e deu três pauladas na criatura, que virou algodão e foi direto para o chão! A outra pegou e deu-lhe uma chave, segurando os braços da jovem, impedindo-a de contra-atacar. – Não me subestime! — A moça da uma cabeçada no boneco que a solta, e em seguida ela o enche de socos, derrotando-o.
– Legal! — A jovem estende um sorriso, então se recupera comendo a salada que encontrou na cozinha, e enfaixa sua perna com papel higiênico, para evitar o sangramento. – Se fosse Gaze, seria melhor, mas... — Sem mais, nem menos, Eriko continua sua jornada e chega à sala de jogos.
– Nossa! O que é isso?! — A mulher se assusta ao ver o estado do local. É uma sala espaçosa, com prateleiras e troféus, também tem uma mesa de sinuca e outra de pimbolim. O que está para arrepiar são as mensagens escritas de sangue na parede.
"Jimmy! Meu filho! Papai vai vingar você, meu filho! Jimmy! Vá ao corredor a seguir! Jimmy querido! Meu corpo não é mais o mesmo, mas eu continuo te amando meu filho... Jimmy!"
– Caramba... — Assustada, a menor pega um taco de baseball em cima da prateleira, e chega até a porta dos fundos, que está trancada pelo outro lado. – Para onde eu vou agora... — A mulher olha a volta, e começa a investigar, mexendo nos troféus e quadros, eram de Jimmy e seu pai Banballow, havia vários, os dois juntos no estádio de baseball, da equipe toda, da mãe do garoto... Ao mover sem querer um dos troféus, a porta se abriu, e um homem todo deformado, o mesmo que ela viu antes no espelho, saiu segurando um lança-chamas gritando: – Jimmy! Jimmy!
– Aaaaah! Meu Deus! — Eriko até caiu para trás, assustada com a aparência do homem, ou melhor... Do monstro!
– O que?! Quem é você?! Você não é o Jimmy! Já sei! Foi você que atacou fogo na nossa casa?! — O estranho ser começou a se confundir e acusar a jovem. – Foi você que matou Jimmy?! Maldita! Eu vou te matar, aqui e agora! — Falava aos berros.
– Espere! O que você... — Ao tentar se defender, Eriko recebeu um soco direto na boca que a fez cair para trás. – Aaah! — Banballow foi para cima da jovem sem dó e começou a chutá-la violentamente gritando: – Devolva o meu Jimmy! Devolva!
A moça se levantou e empurrou o rapaz, afastou-se e esperou pelo momento certo para atacar.
– Aaaaah! Vou te queimar! — O assassino ligou o seu lança-chamas e atacou fogo na nossa heroína! A jovem se queimou e o monstro causou-lhe muito dano! As feridas da perna da jovem se abriram e começaram a sangrar, as mãos da menor queimaram um pouco também, e ela ficou com o coração a mil!
– Aaaah! Covarde! Com uma arma dessas! — Gritou tentando apagar o fogo em sua camiseta. – Tenho que fugir! — Eriko correu para o corredor por onde ele entrou, e enfrentou um longo caminho, um novo corredor, enorme e cheio de portas, que leva até o porão da mansão. Mas este não há armadilhas.
– Você não vai fugir! Volte aqui! — O ser deformado começou a correr atrás da jovem, ameaçando matá-la queimada.
Eriko passa por um corredor longo e cheio de portas, porém sem armadilhas, apenas Banballow que corre atrás dela tentando pegá-la. Após despistar o inimigo, a jovem chega a um banheiro. Um toilet diferente dos outros, é um daqueles banheiros públicos, onde só têm privadas e chuveiros.
– Jimmy! É você Jimmy?! Graças a Deus você está bem! — Eriko ouve a voz do monstro, e por incrível que pareça, o inimigo que a perseguia, agora estava a sua frente. Como será que ele chegou tão rápido? Ou o que ela viu antes, era ilusão? – Meu filho! Meu Jimmy! É mesmo você? Tu és muito parecido com o meu filho! Você está me ouvindo?
A mulher observou escondida de longe, e para a surpresa dos leitores, da jovem e até mesmo do narrador da história, quem estava desmaiado, caído no chão, na frente de Banballow, era Kevin Kertsman! O homem confundiu o loiro com o seu filho Jimmy, porque de fato, eram muito parecidos.
– Kevin! — Pensou Eriko com as mãos sobre a boca.
– Jimmy! Oh meu Jimmy! Eu vou te proteger! Fique tranqüilo que o papai está aqui! — O ser pega no braço do jovem e o leva para o porão. – Jimmy! Jimmy!
Logo em seguida, a moça já correu atrás do maior, para salvar o seu amigo, mas parou ao ver alguma coisa boiando na água de uma das privadas, era um lanche! X-Tudo! E dentro de uma das pias, a mulher encontra um coagulador! Ela come com muito gosto o lanche, recuperando suas energias, e usa o coagulador, para sarar suas queimaduras, que sofreu quando foi atacada.
Ao entrar na porta e descer algumas escadas, ela chega ao porão. O local está todo sujo e bagunçado, cheio de canos, ferramentas, botijões, armários, caídos pelo chão. A frente tem outra escada, que leva a saída do local. Eriko passa cuidadosamente pela área e vê o seu amigo desmaiado a frente.
– Kevin! — Agora a jovem chamou o maior, mas é interrompida, quando o cara mais bonito do mundo, aparece descendo as escadas! Gale Banballow!
– Agora você vai morrer! — Furioso, o monstro parte para cima da heroína, que consegue desviar do ataque e bate no homem com seu taco de baseball! A criatura cospe suco gástrico na menor atordoando-a e em seguida, lhe empurra contra um botijão de gás. – Morra! — Apontou seu lança-chamas e ameaça queimá-la!
– Não! — Eriko pula para o lado, e Banballow queima o botijão a sua frente, detonando, fazendo com que a explosão atinja a si mesmo!
– Aaah! Não pode ser! Aaaaah! — Grita o homem sendo coberto pelas chamas. – Aaaaah! Jimmy! Jimmy! Socorro! Aaaah! — O ser corre tentando apagar o fogo que envolve o seu corpo e foge pelas escadas adiante.
A mulher corre desesperada até o seu amigo e tenta acordá-lo.
– Kevin! Você está bem? — A jovem o reanimou.
– Oh... O que é que houve... — O loiro coloca a mão sobre a cabeça, um pouco tonto. – Eriko?!
Ambos se levantam e então a menor explica:
– Oh, esse lugar é uma loucura! Vamos sair daqui!
– Uhuul! Yeah! — O loiro demonstra muito entusiasmo erguendo os braços para o céu e diz: – Com certeza! Você me salvou! Eu vou te ajudar em qualquer lugar, está me ouvindo?! — O rapaz estendeu um sorriso largo.
– Você é louco! — Eriko desviou o olhar.
A ficha de Kevin:
Nome: Kevin Kertsman.
Idade: 17 anos.
Sexo: Masculino.
Tipo sanguíneo: RH-B.
Cor dos olhos: Verdes.
Ocupação: Estudante.
Nacionalidade: Brasileiro.
RESGATADO.
Depois das escadas e saírem do porão, eles chegam a um quarto com vista para o mar. Está trancado e não tem como sair.
– E agora? — Perguntou Kevin mancando, ainda estava um pouco desnorteado.
– Estranho... — A jovem se aproximou da janela, quando caiu para trás assustada.
– O que foi Eriko? — O outro estranhou a amiga.
O rosto de Banballow apareceu na janela, porém estava muito maior! O maníaco estava gigante! Ele enfiou os seus dedos dentro do cômodo e puxou o quarto para longe no mar! Alguns pedaços de paus caíram na água e boiavam. O loiro ficou tão assustado que mal podia se mover, já a mulher, teria de enfrentar novamente a criatura, contudo, ele estava com uns três metros de altura dessa vez!
A moça correu e pulou em cima de uma jangada e começou a correr pulando de pedaço a pedaço, formavam um caminho, até um tipo de ilha, que estava longe. Enquanto isso, Banballow atacava sem dó e sem piedade, a pobre garota, tentando esmagá-la! Ele deu um soco na jangada destruindo-a por completo.
– Eriko cuidado! — Gritou o rapaz observando de longe.
– Hã? — Ao olhar para trás, foi pega pelas mãos do monstro, que a chacoalhavam para lá e para cá, atordoando-a e depois o inimigo a jogou direto no mar! – Aaaah!
Banballow continuou a atacar sem misericórdia, ele moveu o braço na água fazendo uma onda enorme, levando Eriko longe.
– Droga, ele é muito apelativo! — Reclamou a menor que estava sendo apenas levada de um lado para o outro. A moça subiu novamente em outra jangada e voltou a correr pelo caminho, os trilhos pela água.
O inimigo novamente moveu seu braço para atacar à jovem, mas esta conseguiu desviar do ataque movendo-se para trás. A mulher continuou correndo até chegar àquela ilha que viu a distância.
Chegando a ilha, Eriko corre até chegar a uma casa cercada por placas: "Apenas pessoal autorizado, não se aproxime." Ao entrar nela, a menor escuta vozes de alguém conversando e espia para ver o que está acontecendo. O local tem apenas um cômodo, uma sala cheia de câmeras que mostravam os cômodos da mansão assombrada, e muitos papéis e prateleiras. Parece uma sala de monitoramento.
– Pois é meu amigo, eu disse e repito, eu acabei perdendo ela de vista! — A voz suspeita.
– Como você pôde perdê-la de vista?! Você tem que acabar com ela agora! — Outra voz o respondia, parecia estar vindo de algum transmissor ou telefone...
A mulher espiou pelo outro lado da porta e viu que tinha um rapaz, vestido com um uniforme vermelho e um capacete amarelo. Parecia um daqueles construtores de edifícios, com aquela proteção e tudo o mais. Ele estava usando um controle remoto, que pilotava Banballow. Ou seja, era ele que estava controlando o inimigo!
– Eu não sei para onde ela foi parar, mas não se preocupe que eu já dou um jeito! Afinal, eu estou controlando o Gale Banballow de três metros de altura.
– Aaaah! Aquele monstro é um robô então?! — A menor chegou com tudo e bateu o taco de baseball na cabeça do funcionário nocauteando-o. O robô parou de se mover.
– Ah... E agora, onde será a saída? — A moça olhou para os lados e viu uma porta nos fundos. Nisso escutou a voz de um conhecido.
– Nossa Eriko, o que você fez com ele?! — Disse Kevin, entrando no cômodo, fitando o olhar no funcionário desmaiado.
– Ah! Você veio.
– Sim, eu vi que o monstro tinha parado de se mover. — Disse analisando o local.
A moça pegou uma poção chamada Amazon na prateleira e a tomou, fazendo toda a sua energia ser recuperada. Então Eriko e Kevin entraram pela porta nos fundos da casa e chegaram a outro local. Uma estrada de tijolos, cheio de neblinas e árvores à esquerda e a direita. Umas placas enormes escrito: "Parabéns! Legal! Você conseguiu! Parabéns!"
– Nós... Conseguimos? — O loiro vibra de emoção.
– Esplendido! Conseguimos! — Bradou à menor.
E o seu prêmio é...
Você conseguiu resgatar o sobrevivente, acalmou a ira do pai de Jimmy derrotando-o, e descobriu que o Banballow gigante era um robô controlado por um dos funcionários de illbleed. Você chegou são e salvo dessa mansão mal assombrada.
Parabéns! — $ 50.000 Mil klínios! — Parabéns!
O casal pegou o dinheiro com um homem de paletó no final do caminho, e ao passarem pela porta, estavam de volta ao parque de terror illbleed. Agora Eriko e Kevin estão com 50 mil klínios! O que será que os aguarda mais a frente? Continua...
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