Illbleed

2 O corredor da morte.


Notas iniciais
No capítulo anterior, Eriko ficou preocupada ao ver que os seus três amigos não voltaram do parque de terror chamado illbleed, localizado lá em Amsterdã, então ela resolve ir ao parque para encontrá-los. Chegando lá, ela é bem recebida, mas não pôde comprar nada, pois tudo lá é muito caro. Ao entrar no cinema, ela é teleportada para dentro do filme e age como se fosse à personagem principal. Vamos ver a história do filme, primeiramente.

ILLBLEED — Capítulo 2. — O corredor da morte.

"Você nunca espera morrer, quando os seus sonhos começam a se tornar realidade. Foi o que aconteceu á Jimmy e seu pai Gale Banballow. Quando a mãe do garoto morreu, ele se tornou a pessoa mais importante para seu pai. O jovem treinava baseball diariamente, sempre vencia nas olimpíadas, era um bom garoto, realmente, um orgulho para seu pai. Até que, um acidente pôs fim nessa história feliz. A casa pegou fogo, Jimmy morreu queimado e nunca encontraram o corpo de Banballow, porém a vizinhança vive escutando vozes do homem chamando seu filho."

Sua missão é acalmar a ira de Banballow. A única fraqueza desse pai louco e insano é quando ele pensa em seu filho, isso faz o alvo abaixar a guarda. "Memórias de Jimmy" é a chave para essa missão.

Prêmio: $ 50.000

Você só ganhará o prêmio se completar a sua missão. Deve salvar o sobrevivente, derrotar Banballow e sair são e salvo dessa casa mal assombrada.

Que comece a aventura!

– Onde eu estou? — Perguntou Eriko, assustada ao ver que estava em um jardim, na frente da mansão mal assombrada que viu no filme.

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Na frente da casa havia um chafariz, à esquerda uma piscina toda suja e cheia de musgos, à direita muitas mesas e cadeiras. A mulher vai até a piscina e vê uma coca-cola boiando, mas percebe que tem algum tipo de ser na água, então resolve nem arriscar em pegar.

– Hum... — A jovem olha a volta e vê uma tomada, perto da piscina, e raciocina. – Eu preciso encontrar alguma coisa eletrônica, posso jogar na água, matar essa criatura e pegar o refrigerante!

Ela começa a vasculhar a área, e encontra um calmante no chafariz. Também uma sopa de miojo, dentro de um pote, escrito lámen, em cima da mesa.

– Será que tinha alguém comendo aqui? — Confusa, resolve pegar a sopa e guarda para quando precisar. A jovem resolve entrar na casa, que está toda apodrecida, aparenta estar muito velha, é muito feia e grande. – Ô de casa! Tem alguém ai? — A mulher pergunta já colocando os pés dentro da sala.

"– Jimmy! Jimmy! Onde você está meu filho?" — Ao entrar na sala, a jovem escuta vozes assustadoras, que ecoam por toda a casa.

O cômodo tem dois sofás e uma televisão. Uma mesa com computador, um aquário velho, cheio de cadáveres de peixes, e quadros na parede. Era a sala de visitas, aparenta ser assustadora e horripilante.

– Ah! Um secador de cabelo! — Eriko corre até o aparelho, que está sob a mesa. Mas, por não ter tomado cuidado, a televisão liga sozinha, na sua frente. Um homem, todo deformado aparece e fala: – Você será a próxima! — Depois disso, a televisão desliga sozinha.

– Que susto meu! — A jovem levanta assustada e vai até a piscina, onde liga o aparelho na tomada e joga-o na água. Começa a dar curto circuito, a raios saem para todos os lados. A mulher corre evitando o perigo, e então depois de alguns minutos, ela vê uma criatura boiar sobre a água, um monstro que tem uma cauda comprida, foi eletrocutado na piscina. Eriko pega a coca-cola e volta para a sala de visitas, na entrada da casa.

A menor analisa os quadros de longe, e percebem que as pessoas retratadas ali, estão fitando-a. Assustada, sai dali o mais rápido possível, mas esquece do aquário, que estava no caminho para a cozinha. Ele racha sozinho, para o susto de Eriko, então duas piranhas saem do objeto e ataca à jovem!

– Aaaah! — A menor chuta as piranhas para longe, estas conseguiram fazer-lhe apenas alguns arranhões. Passando adiante, chega a um corredor, que liga à cozinha. Cheio de portas, luzes e corrimões pelas paredes. Não era um corredor muito longo, o chão e o teto era feito de madeira, já estava podre, cheio de portas que ligavam a outros cômodos.

Andando cautelosamente até seu destino, segurando no corrimão, avista uma armadilha! Tem uma poça de sangue saindo da porta adiante. Eriko evita se aproximar dela, e então é surpreendida! O chão se abre e o alçapão quase engole a jovem! Ela consegue se segurar, graças ao corrimão e não cai no buraco. A mulher escapa da armadilha e continua em frente.

– Vixi, essa foi por pouco! Tem muitas armadilhas nessa casa... — Ao subir pelo corrimão e sair da plataforma, a jovem cai em outra armadilha! A lâmpada explode e cacos de vidro voam por todos os lados! Com uns reflexos da matrix, a mulher consegue desviar de cada pedaço em uma velocidade incrível!

– Há! Vai precisar de muita coisa pra me derrubar! — Vitoriosa, caminha cuidadosamente até a porta da cozinha, todavia, da outra porta, surge um rosto de uma pessoa, que grita ao ver a jovem, fazendo esta se assustar e cair de bunda no chão.

– Ah... Meu coração parece que vai sair pela boca! — Seu coração está a mil! A mulher pega o calmante que encontrou no chafariz e o toma, acalmando-se, evitando um futuro ataque cardíaco.

Finalmente, depois desse longo corredor, a menor chegou à cozinha. É um cômodo maior que a sala, está cheia de cadeiras e mesas quebradas, tudo uma bagunça, comida pelo chão, tem até mãos e alguns membros humanos caídos. A geladeira toda aberta e suja de sangue, um balcão no centro, os utensílios todos sujos, e o forno. Depois da cozinha há os dormitórios e banheiros.

– Nossa, que zona que está esse lugar! — Eriko tira um Band-Aid do corpo de um defunto que estava caído ali, e coloca em sua perna, que estava machucada, impedindo assim de perder sangue. Mais para frente, a jovem pega um refrigerante na geladeira, e um prato de salada em cima do balcão. A cozinha estava nojenta, além do sangue e fedor de coisas podres, tinha muitas baratas e bichos espalhados pelo local.

A mulher continuou seu caminho, até perceber que algumas facas que estavam na prateleira voaram em direção a ela, esta conseguiu desviar a tempo, e não foi pega pelo ataque. Porém, o forno se abriu, e saiu um homem sem a pele, com canos enfiados em sua costa, ele uivou e atacou Eriko!

– Aaah! Quem é você?! — Após receber uma gancheada direta no queixo, a menor cai para o outro lado da mesa. Assustada, levanta-se e começa a atirar tudo o que vê pela frente no inimigo, desde pratos e facas, até pedaços de pau que tem caídos pela cozinha. Como o monstro fica atordoado com o ataque, ela pega um pedaço de pau maior e bate na cabeça da criatura, nocauteando-a.

– Que perigo! Quem será que era esse cara? — Vitoriosa Eriko toma a coca-cola e chega aos dormitórios e banheiros a seguir. No quarto, tem um casal mutilado em cima da cama, mas está coberto pelo lençol. Também tem um criado mudo com uma televisão e um espelho. Quando a jovem passou na frente do espelho, ela viu que o seu reflexo, era de outra pessoa. Um homem alto, com um olho pendurado para fora, a barriga toda aberta mostrando suas vísceras e com o corpo todo queimado e deformado, vestindo-se apenas com uma camiseta e calça verde, olhava para ela sem dizer nada.

– Aaah! — Novamente, a menor caiu no chão, pasmada com o que vira. Ao se levantar e olhar novamente para o espelho viu novamente a si mesma. – Que horror! — No mesmo instante, ela escuta um tipo de música, vinda de algum lugar. Ela vasculha o armário e encontra um MP3 tocando uma música relaxante, que a faz acalmar. Agora Eriko vai ao banheiro e pega um calmante dentro da pia, e um papel higiênico. Ao olhar para trás, surpresa! A mulher caiu em outra armadilha! Dessa vez, é chocolate*! Saindo da privada, indo direto em sua cara, melecando-a toda!

– Aaaah! Que nojo! — Enxugando-se com sua própria camisa, a menor sai daquela suíte e enfrenta outro corredor, não muito grande e não tem muitas portas. E o final desse caminho, leva à sala de jogos.

A jovem continuou sua jornada, evitando as armadilhas ali presentes, como o ventilador de teto, que despencou e caiu quando esta passou, mas com uma rápida velocidade, ela conseguiu escapar de ser esmagada. Aliviada da armadilha, esqueceu de ver a próxima porta. Dois bonecos de luta saíram do cômodo e atacaram-na!

– Aaah! — Ao receber uma cotovelada, Eriko cai no chão, em seguida começa a levar chutes no estômago pelos bonecos. A mulher se levanta e corre até a sala de jogos, mas o outro inimigo lhe dá uma voadora nas costas, fazendo a coitada bater contra a parede. – Ah, então é assim é?! — Eriko pegou sua estaca de madeira e deu três pauladas na criatura, que virou algodão e foi direto para o chão! A outra pegou e deu-lhe uma chave, segurando os braços da jovem, impedindo-a de contra-atacar. – Não me subestime! — A moça da uma cabeçada no boneco que a solta, e em seguida ela o enche de socos, derrotando-o.

– Legal! — A jovem estende um sorriso, então se recupera comendo a salada que encontrou na cozinha, e enfaixa sua perna com papel higiênico, para evitar o sangramento. – Se fosse Gaze, seria melhor, mas... — Sem mais, nem menos, Eriko continua sua jornada e chega à sala de jogos.

– Nossa! O que é isso?! — A mulher se assusta ao ver o estado do local. É uma sala espaçosa, com prateleiras e troféus, também tem uma mesa de sinuca e outra de pimbolim. O que está para arrepiar são as mensagens escritas de sangue na parede.

"Jimmy! Meu filho! Papai vai vingar você, meu filho! Jimmy! Vá ao corredor a seguir! Jimmy querido! Meu corpo não é mais o mesmo, mas eu continuo te amando meu filho... Jimmy!"

– Caramba... — Assustada, a menor pega um taco de baseball em cima da prateleira, e chega até a porta dos fundos, que está trancada pelo outro lado. – Para onde eu vou agora... — A mulher olha a volta, e começa a investigar, mexendo nos troféus e quadros, eram de Jimmy e seu pai Banballow, havia vários, os dois juntos no estádio de baseball, da equipe toda, da mãe do garoto... Ao mover sem querer um dos troféus, a porta se abriu, e um homem todo deformado, o mesmo que ela viu antes no espelho, saiu segurando um lança-chamas gritando: – Jimmy! Jimmy!

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– Aaaaah! Meu Deus! — Eriko até caiu para trás, assustada com a aparência do homem, ou melhor... Do monstro!

– O que?! Quem é você?! Você não é o Jimmy! Já sei! Foi você que atacou fogo na nossa casa?! — O estranho ser começou a se confundir e acusar a jovem. – Foi você que matou Jimmy?! Maldita! Eu vou te matar, aqui e agora! — Falava aos berros.

– Espere! O que você... — Ao tentar se defender, Eriko recebeu um soco direto na boca que a fez cair para trás. – Aaah! — Banballow foi para cima da jovem sem dó e começou a chutá-la violentamente gritando: – Devolva o meu Jimmy! Devolva!

A moça se levantou e empurrou o rapaz, afastou-se e esperou pelo momento certo para atacar.

– Aaaaah! Vou te queimar! — O assassino ligou o seu lança-chamas e atacou fogo na nossa heroína! A jovem se queimou e o monstro causou-lhe muito dano! As feridas da perna da jovem se abriram e começaram a sangrar, as mãos da menor queimaram um pouco também, e ela ficou com o coração a mil!

– Aaaah! Covarde! Com uma arma dessas! — Gritou tentando apagar o fogo em sua camiseta. – Tenho que fugir! — Eriko correu para o corredor por onde ele entrou, e enfrentou um longo caminho, um novo corredor, enorme e cheio de portas, que leva até o porão da mansão. Mas este não há armadilhas.

– Você não vai fugir! Volte aqui! — O ser deformado começou a correr atrás da jovem, ameaçando matá-la queimada.

Eriko passa por um corredor longo e cheio de portas, porém sem armadilhas, apenas Banballow que corre atrás dela tentando pegá-la. Após despistar o inimigo, a jovem chega a um banheiro. Um toilet diferente dos outros, é um daqueles banheiros públicos, onde só têm privadas e chuveiros.

– Jimmy! É você Jimmy?! Graças a Deus você está bem! — Eriko ouve a voz do monstro, e por incrível que pareça, o inimigo que a perseguia, agora estava a sua frente. Como será que ele chegou tão rápido? Ou o que ela viu antes, era ilusão? – Meu filho! Meu Jimmy! É mesmo você? Tu és muito parecido com o meu filho! Você está me ouvindo?

A mulher observou escondida de longe, e para a surpresa dos leitores, da jovem e até mesmo do narrador da história, quem estava desmaiado, caído no chão, na frente de Banballow, era Kevin Kertsman! O homem confundiu o loiro com o seu filho Jimmy, porque de fato, eram muito parecidos.

– Kevin! — Pensou Eriko com as mãos sobre a boca.

– Jimmy! Oh meu Jimmy! Eu vou te proteger! Fique tranqüilo que o papai está aqui! — O ser pega no braço do jovem e o leva para o porão. – Jimmy! Jimmy!

Logo em seguida, a moça já correu atrás do maior, para salvar o seu amigo, mas parou ao ver alguma coisa boiando na água de uma das privadas, era um lanche! X-Tudo! E dentro de uma das pias, a mulher encontra um coagulador! Ela come com muito gosto o lanche, recuperando suas energias, e usa o coagulador, para sarar suas queimaduras, que sofreu quando foi atacada.

Ao entrar na porta e descer algumas escadas, ela chega ao porão. O local está todo sujo e bagunçado, cheio de canos, ferramentas, botijões, armários, caídos pelo chão. A frente tem outra escada, que leva a saída do local. Eriko passa cuidadosamente pela área e vê o seu amigo desmaiado a frente.

– Kevin! — Agora a jovem chamou o maior, mas é interrompida, quando o cara mais bonito do mundo, aparece descendo as escadas! Gale Banballow!

– Agora você vai morrer! — Furioso, o monstro parte para cima da heroína, que consegue desviar do ataque e bate no homem com seu taco de baseball! A criatura cospe suco gástrico na menor atordoando-a e em seguida, lhe empurra contra um botijão de gás. – Morra! — Apontou seu lança-chamas e ameaça queimá-la!

– Não! — Eriko pula para o lado, e Banballow queima o botijão a sua frente, detonando, fazendo com que a explosão atinja a si mesmo!

– Aaah! Não pode ser! Aaaaah! — Grita o homem sendo coberto pelas chamas. – Aaaaah! Jimmy! Jimmy! Socorro! Aaaah! — O ser corre tentando apagar o fogo que envolve o seu corpo e foge pelas escadas adiante.

A mulher corre desesperada até o seu amigo e tenta acordá-lo.

– Kevin! Você está bem? — A jovem o reanimou.

– Oh... O que é que houve... — O loiro coloca a mão sobre a cabeça, um pouco tonto. – Eriko?!

Ambos se levantam e então a menor explica:

– Oh, esse lugar é uma loucura! Vamos sair daqui!

– Uhuul! Yeah! — O loiro demonstra muito entusiasmo erguendo os braços para o céu e diz: – Com certeza! Você me salvou! Eu vou te ajudar em qualquer lugar, está me ouvindo?! — O rapaz estendeu um sorriso largo.

– Você é louco! — Eriko desviou o olhar.

A ficha de Kevin:

Nome: Kevin Kertsman.

Idade: 17 anos.

Sexo: Masculino.

Tipo sanguíneo: RH-B.

Cor dos olhos: Verdes.

Ocupação: Estudante.

Nacionalidade: Brasileiro.

RESGATADO.

Depois das escadas e saírem do porão, eles chegam a um quarto com vista para o mar. Está trancado e não tem como sair.

– E agora? — Perguntou Kevin mancando, ainda estava um pouco desnorteado.

– Estranho... — A jovem se aproximou da janela, quando caiu para trás assustada.

– O que foi Eriko? — O outro estranhou a amiga.

O rosto de Banballow apareceu na janela, porém estava muito maior! O maníaco estava gigante! Ele enfiou os seus dedos dentro do cômodo e puxou o quarto para longe no mar! Alguns pedaços de paus caíram na água e boiavam. O loiro ficou tão assustado que mal podia se mover, já a mulher, teria de enfrentar novamente a criatura, contudo, ele estava com uns três metros de altura dessa vez!

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A moça correu e pulou em cima de uma jangada e começou a correr pulando de pedaço a pedaço, formavam um caminho, até um tipo de ilha, que estava longe. Enquanto isso, Banballow atacava sem dó e sem piedade, a pobre garota, tentando esmagá-la! Ele deu um soco na jangada destruindo-a por completo.

– Eriko cuidado! — Gritou o rapaz observando de longe.

– Hã? — Ao olhar para trás, foi pega pelas mãos do monstro, que a chacoalhavam para lá e para cá, atordoando-a e depois o inimigo a jogou direto no mar! – Aaaah!

Banballow continuou a atacar sem misericórdia, ele moveu o braço na água fazendo uma onda enorme, levando Eriko longe.

– Droga, ele é muito apelativo! — Reclamou a menor que estava sendo apenas levada de um lado para o outro. A moça subiu novamente em outra jangada e voltou a correr pelo caminho, os trilhos pela água.

O inimigo novamente moveu seu braço para atacar à jovem, mas esta conseguiu desviar do ataque movendo-se para trás. A mulher continuou correndo até chegar àquela ilha que viu a distância.

Chegando a ilha, Eriko corre até chegar a uma casa cercada por placas: "Apenas pessoal autorizado, não se aproxime." Ao entrar nela, a menor escuta vozes de alguém conversando e espia para ver o que está acontecendo. O local tem apenas um cômodo, uma sala cheia de câmeras que mostravam os cômodos da mansão assombrada, e muitos papéis e prateleiras. Parece uma sala de monitoramento.

– Pois é meu amigo, eu disse e repito, eu acabei perdendo ela de vista! — A voz suspeita.

– Como você pôde perdê-la de vista?! Você tem que acabar com ela agora! — Outra voz o respondia, parecia estar vindo de algum transmissor ou telefone...

A mulher espiou pelo outro lado da porta e viu que tinha um rapaz, vestido com um uniforme vermelho e um capacete amarelo. Parecia um daqueles construtores de edifícios, com aquela proteção e tudo o mais. Ele estava usando um controle remoto, que pilotava Banballow. Ou seja, era ele que estava controlando o inimigo!

– Eu não sei para onde ela foi parar, mas não se preocupe que eu já dou um jeito! Afinal, eu estou controlando o Gale Banballow de três metros de altura.

– Aaaah! Aquele monstro é um robô então?! — A menor chegou com tudo e bateu o taco de baseball na cabeça do funcionário nocauteando-o. O robô parou de se mover.

– Ah... E agora, onde será a saída? — A moça olhou para os lados e viu uma porta nos fundos. Nisso escutou a voz de um conhecido.

– Nossa Eriko, o que você fez com ele?! — Disse Kevin, entrando no cômodo, fitando o olhar no funcionário desmaiado.

– Ah! Você veio.

– Sim, eu vi que o monstro tinha parado de se mover. — Disse analisando o local.

A moça pegou uma poção chamada Amazon na prateleira e a tomou, fazendo toda a sua energia ser recuperada. Então Eriko e Kevin entraram pela porta nos fundos da casa e chegaram a outro local. Uma estrada de tijolos, cheio de neblinas e árvores à esquerda e a direita. Umas placas enormes escrito: "Parabéns! Legal! Você conseguiu! Parabéns!"

– Nós... Conseguimos? — O loiro vibra de emoção.

– Esplendido! Conseguimos! — Bradou à menor.

E o seu prêmio é...

Você conseguiu resgatar o sobrevivente, acalmou a ira do pai de Jimmy derrotando-o, e descobriu que o Banballow gigante era um robô controlado por um dos funcionários de illbleed. Você chegou são e salvo dessa mansão mal assombrada.

Parabéns! — $ 50.000 Mil klínios! — Parabéns!

O casal pegou o dinheiro com um homem de paletó no final do caminho, e ao passarem pela porta, estavam de volta ao parque de terror illbleed. Agora Eriko e Kevin estão com 50 mil klínios! O que será que os aguarda mais a frente? Continua...

Notas finais
Nota: Chocolate*! Falando vulgarmente: Pura merda.