Illbleed
8 A mansão de Michael Reynolds.
Notas iniciais
ILLBLEED — Capítulo 7. — A mansão de Michael Reynolds.
– De volta ao parque dos horrores. — Diz Jorg pensativo.
– Ah! Eu sabia que isso iria acontecer! Eu estava com um péssimo pressentimento! — Clamou a mulher em alta voz.
– Acalme-se Eriko! — O homem colocou as mãos sobre os ombros da menor e tentou consolá-la. – Veja quanta grana nós temos! Nós podemos...
– A grana não importa! — A moça bateu nas mãos do rapaz encarando-o. – Eu daria todo esse dinheiro para ter os meus amigos de volta! Mas agora a única coisa que posso fazer é rezar para que eles descansem em paz... — A jovem caiu em pranto. – Adeus meus amigos... Sentirei saudades...
– Nós podemos ressuscitá-los. — Jorg disse tentando acalmar a jovem.
– Isso é possível? — Imediatamente o olhar da moça mudou. Agora seus olhos brilhavam esperançosos.
– Claro que sim! Vocês nunca notaram o hospital? — O detetive apontou para o local.
– Sim, mas nunca fomos lá. — Ela respondeu enxugando suas lágrimas.
– Então vamos! Iremos ressuscitar os nossos amigos! — O repórter estendeu um sorriso no rosto.
Chegando ao hospital, Jorg conversou com a recepcionista e deu a grana. Cada visitante que morre no parque custa 100 mil klínios. No total eles gastaram 300 mil klínios, para ressuscitar os nossos heróis, ficando com $ 1.330.000 milhões de klínios.
Os médicos pegaram os corpos de Kevin, Randy e Michel e realizaram uma operação. Os dois companheiros apenas aguardam na sala de espera. A porta se abre. Eriko sente o coração pular, emocionada se levanta e espera em frente à porta. Três sombras aparecem... A jovem não agüenta a emoção e abraça as pessoas!
– Ah! Estou tão emocionada! Eu não queria sair do parque illbleed sem vocês!
– O que? Ei! — A moça logo soltou ao ver que era uma voz diferente. – Puxa, obrigado. Não pensei que você se sentia tão bem na minha presença. — Era um monstro, o médico do local.
– Aaah! Idiota! — A mais corajosa socou a criatura fazendo-a cair no chão.
– O que é isso Eriko? — A menor parou de esmurrar a criatura ao escutar uma voz familiar.
– Kevin! — Os três amigos saíram logo depois dos médicos.
A mulher correu de encontro com os seus amigos e eles fizeram um abraço grupal.
– Eu pensei que não os veria mais! — A menor disse em pranto.
– Ora essa... Você acha que eu deixaria você sozinha? — O loiro faz um sinal positivo abraçando a jovem. – Agora você está parecendo uma pobre e vulnerável garotinha. — Todos riram. – Bom que assim você precisa de alguém para te proteger, como eu! — Disse sorrindo.
– Seu louco! — A mulher empurrou o rapaz que gargalhou.
– Jorg?! O que está fazendo aqui? — A japonesa disse ao notar a presença do mais velho.
– Foi ele que me mostrou que podia ressuscitar vocês no hospital. — Eriko confirma. – E agora nós temos mais de $ 1.000.000 de klínios!
– Uau! Deixe-me adivinhar! Você irá nos ajudar a sair do parque illbleed? — Perguntou o loiro.
– Sim! Eu irei! Quero descobrir por que Michael Reynolds gosta tanto de assustar as pessoas em todos os detalhes e algum jeito de fechar esse parque.
– Yahoo! É isso ai mano! — Randy lhe da um abraço. – Agora você faz parte do time!
– Realmente muito bom! Fantástico e fenomenal! — A menor faz o mesmo.
– Desculpe por duvidar de você amigo. — Kevin põe suas mãos sobre o ombro do mais velho.
– Obrigada por tudo, Jorg. — Eriko sorri.
– Ah... Não foi nada. — O jovem se sente corado com tantos elogios.
– Então... Vamos agora para o último estágio! A mansão de Michael Reynolds deve estar aberta! — A mais corajosa segue em frente.
Os cinco amigos vão para o supermercado e compram cinco poções, uma para cada um. Em seguida, os jovens chegam à frente da mansão que estava sempre trancada, e surpresa! Agora estava aberta! Os nossos heróis subiram as escadas e chegaram à mansão. Ela é cercada por um rio de sangue e tem uma ponte que leva até a entrada.
– Finalmente... Chegou o grande dia! — O loiro disse esperançoso.
– Sim. Deu muito trabalho para chegarmos até aqui. — O repórter completou.
– Então, vamos seguir em frente! — A mais velha avançou e abriu a porta da mansão.
A mansão é esplendorosamente grande e bela. As paredes são feitas de ouro, há muitas estátuas belas que ajudam a embelezar o local. O teto é feito com pedras preciosas de diversas cores, dando aquela iluminação maravilhosa, as janelas eram feitas de cristais transparentes, além de belo é tão resistente que pode ser considerado até blindado.
Os cinco jovens estão em um corredor e um tapete vermelho estendido no chão leva até uma plataforma em uma sala enorme mais adiante. Antes de chegarem até a sala, eles encontram armas nas prateleiras. O loiro encontra uma doze, a mesma usada no estágio onde enfrentaram Killerman. O moreno pega um martelo especial, produzido por Michael Reynolds, esta arma é diferente de um martelo comum, se combinar a força do usuário com ela, pode transformar-se em um martelo muito poderoso. A japonesa escolhe a metralhadora. Quanto a Jorg, este já tem a sua arma, apenas Eriko ficou sem.
– Como é belo... E grandioso! — A menor disse pasma analisando cada detalhe.
– Incrível! — O maior também admira.
– Sejam bem vindos nossos queridos visitantes... — Ouviu uma voz bem grossa ecoar sobre a plataforma, mas nada viram. – Devo parabenizá-los! Vocês são os primeiros que chegaram até aqui.
– Onde está? Cadê? — Todos olhavam para os lados assustados.
– Acalmem-se, não tenham medo! — Escutaram quem falava gargalhar. – Vocês enfrentaram todos os estágios e chegaram até aqui vivos. Devo confessar que estou muito surpreso.
Uma janela começou a se abrir no alto da parede e viram uma sombra. Era um homem e parecia ter uma antena sobre a cabeça, não se sabe ao certo, pois estava tudo escuro. Nesse momento, Eriko sentiu seu corpo arrepiar-se todo e o seu coração passou a bater mais rápido.
– Muito bem. Eu, Michael Reynolds, irei pessoalmente entregar os 100 milhões de klínios para vocês. E logo em seguida, os portões para a saída de illbleed serão abertos e vocês poderão voltar para as suas casas.
Eriko se escondeu atrás de seus amigos e colocou as mãos sobre o rosto. Essa seria à hora de voltar a ver seu pai, mas não sabia se estava preparada. A porta adiante se abriu e o tão esperado dono do parque, desceu as escadas e chegou até eles na plataforma. Todos se assustaram, apenas Eriko que não quis ver, e o homem também não percebeu a presença desta.
Michael Reynolds é na verdade um alienígena. Ele tem uma cor roxa, uma barba comprida e uma antena na cabeça. Seus olhos são dourados, o monstro carregava uma maleta branca, onde estava o dinheiro. Apesar de ser um extraterrestre, ele se veste com terno e gravata e cumprimenta os nossos heróis.
– É um prazer em conhecê-los visitantes. — Depois de cumprimentar a todos, o homem estendeu a maleta para os jovens. – Eu cumprirei com a minha promessa. Aqui estão os 100 milhões de klínios. Usufruam e aproveitem.
– Sim... É uma honra conhecê-lo. — O loiro respondeu pasmo.
– Ah... É... Hã... — O mais forte mal conseguia falar.
– Mesmo parecendo estranho e feio, esse cara parece ser gente boa. — A japonesa cochichou com a sua amiga que se escondia atrás dos maiores.
– Michael Reynolds! Espere! Eu tenho perguntas para você! — O repórter apontou para o monstro que apenas balançou a cabeça positivamente.
– Eu sei que vocês devem ter. Então, pode questionar! Quer saber o porquê de todo o terror? As experiências do parque? Como funcionam os cinemas? Eu tenho todas as respostas para vocês!
– Ah... Parece que o senhor já estava preparado. — O detetive suou frio.
– É normal querer perguntar, não há porque ter medo meu jovem. — Reynolds contou a eles sobre o parque illbleed. – Eu criei o parque, justamente para assustar! Aterrorizar! Botar medo em todo mundo! Eu amo o terror e o sofrimento das pessoas! Eu criei illbleed para chocar os seres humanos! — O dono do parque disse tudo com os olhos brilhando. – Eu contratei os maiores assassinos de todo o mundo e reuni-os aqui em Amsterdã, onde tudo é liberado e aproveitei para construir o meu império!
– Você é lunático! Um maníaco! Um insano! — A mulher saiu de trás de seus amigos, gritando e apontando para o monstro.
– Eriko?! — Reynolds se surpreendeu.
– Acalme-se... — O rapaz tentou acalmá-la, porém, foi em vão.
– Calma nada! — A moça disse aos berros. – Eu sabia que era você Papai!
– “Papai?!” Como assim Eriko?! — Todos se assustam.
– Vocês não se lembram do meu discurso na escola? Esse assassino na frente de vocês é o meu pai! Eu não queria encontrar com ele nunca mais, por isso não queria vir para cá!
– Eu nem sabia disso... — Jorg passou a mão sobre o cabelo. – Puxa... Filha de um extraterrestre?
– Agora eu entendo porque eles conseguiram sobreviver ao parque illbleed! Só podia ser você Eriko! — O alienígena estendeu um sorriso largo.
– Do que é que você está falando? — A menor ficou confusa.
– Você passou no teste. — O extraterrestre aplaudiu a jovem. – Você realmente superou o seu medo.
– Ah qual é pai! Eu não preciso dos seus cumprimentos! — A moça revirou os olhos. – Você sabe muito bem que eu perdi o meu medo quando eu ainda era uma criança. Nada pode me assustar mais, nem você, nem seu parque, nem os monstros, nem nada.
– Eu sei. Por isso eu reservei o parque hoje apenas para você. — O inimigo sorriu.
– Como assim para mim? — Eriko perguntou curiosa.
– Eu pensei que não a veria novamente, mas desde que os seus amigos vieram para cá e foram pegos pelos meus comparsas nos estágios, eu tive a impressão que você viria para resgatá-los.
– E como é que você sabia que eles eram os meus amigos? — Indagou confusa.
– Investigação minha querida, pesquisas e fatos. Eu sempre soube onde você estava , o que fazia e com quem andava. Um pai não pode se preocupar com sua filha?
–... — A menor ficou em silêncio.
– Eriko! Esse era o momento que você tão esperava! Eu e você estamos unidos novamente! Os seus amigos trouxeram o destino de nos unir com eles! — Reynolds estendeu os braços para o céu e começou a declarar. – Eu preparei um presente para você.
– Um presente? — A jovem disse surpresa.
– Sim, é uma arma alienígena. — O dono do parque entrega para sua filha. – Fui eu quem a criou, ela pode atirar raios e se você carregar, ela atirará uma plasma poderosa.
A mulher pegou a arma analisando-a e não disse nada.
– Agora é a sua chance de mostrar quem você realmente é e o que você realmente quer! Mate os seus amigos! Se você matá-los, poderá se unir a mim!
– Mas o quê?! — O loiro disse se afastando.
– Ele está tentando fazer você contra nós Eriko! — Gritou à japonesa.
– Até parece que ela vai fazer isso! — O maior exclamou.
A mais corajosa carregou a sua arma e apontou para os seus amigos, que desacreditaram. Quanto a Reynolds, este sorriu satisfeito.
– Eriko... — O repórter ficou boquiaberto.
A jovem riu sarcasticamente e perguntou:
– É só eu apertar o gatilho?
– Sim. Sairá um plasma cheio de raios e apagará os quatro! — O extraterrestre respondeu.
– Você acha mesmo que eu iria querer ser igual a você?! — Eriko virou-se para trás e apontou a arma para seu pai. – Eu queria esquecer-me de você! Eu não queria vir ao parque justamente por sua causa!
– O que está fazendo Eriko?! Pare! — O inimigo tentou impedir, porém a jovem atirou. Criando uma espécie de canhão cheio de raios que jogou o monstro longe.
– Vitória! — Bradou a moça.
– Eu não acredito que você fez isso! — O homem se levantou. – Eu estou decepcionado com você! Traíste-me igual sua mãe fez! — O extraterrestre fuzilou-a com o olhar. – Vou acabar contigo como acabei com ela!
– Ah não vai não! — O moreno iria agir, todavia foi parado pela mais velha.
– Fiquem longe, amigos. — A menor disse sem desviar o olhar. – Essa briga é pessoal. Apenas eu e ele. Não interfiram!
– Tudo bem Eriko! Mas não se precipite muito! — Kevin fez um sinal positivo.
– Se você tiver problemas, me chame ok? — Michel se ofereceu para ajudar.
– Nós esperaremos aqui, torcendo por você! — Sorriu o detetive.
– Aaaaah! Aaaaah! — Reynolds começou a derreter cobrindo toda a plataforma com uma gosma roxa.
– O que é isso? — A mulher se afastou.
– Agora! — Apenas a cabeça do inimigo surgiu no meio da arena. Contudo, ela estava gigante. – Essa é a minha primeira transformação! Depois de matar você, será a vez de seus amigos! — Exclamou o maior.
– Ele disse primeira transformação! — A menor raciocinou. – Creio que deve ter uma segunda...
Eriko se posicionou e esperou o seu pai atacar primeiro. Este, por sua vez, esticou a sua antena e tentou chicoteá-la, porém a moça desviou e atirou raios no monstro. Em seguida ele voltou para o chão impossibilitando a jovem de vê-lo.
– Onde ele está? Cadê? — Desesperada, olhava para todos os lados, mas nada via.
– Atrás de você Eriko! — O mais forte avisou.
O inimigo apareceu atrás da nossa heroína e deu um soco fazendo esta cair no chão.
– Aaaah! — A rapariga tentou se levantar, todavia Reynolds apareceu novamente por trás e a agarrou. – Essa não!
O inimigo abriu a sua boca e ameaçou comê-la viva! Contudo, Eriko já tinha preparado a sua arma e atirou direto na boca do monstro explodindo-o em vários pedaços.
– Legal! — A jovem sorriu. – Consegui!
– É isso ai! — Os amigos estenderam os braços para o céu, contentes com a vitória da mais velha.
– Espere... — O repórter encarou a cena, sério. – Vejam!
A cabeça inteira de Reynolds explodiu, porém o seu cérebro saiu ileso do ataque. Este criou asas e braços cheios de olhos.
– O que é que?! — A mulher ficou pasma. – Oh! Não!
– Agora você não tem chance! — O monstro gargalhou como nunca. – Morra!
Desesperada a moça caiu de bunda no chão e começou a engatinhar. Estava com tanto medo que seu coração parecia explodir. Foi a primeira vez que Eriko sentiu tanto medo em sua vida, e ao ver isso, seu pai se sentiu realizado. Ele poderia fazer até mesmo sua filha tremer de medo, que é a mais corajosa dos seus cinco amigos. Contudo não é o suficiente para acalmar a ira do inimigo, ele quer matar mesmo assim a jovem e em seguida os seus amigos.
Reynolds realiza o seu primeiro ataque: Ele da uma cabeçada na moça que estava tentando se levantar e novamente ela foi ao chão.
– Aaaah! — Quando a mulher se levantou, o inimigo deu-lhe novamente outra cabeçada, contudo ela desviou do ataque e eletrocutou a criatura. Todavia, esses choques não seriam o suficiente para pará-lo. O monstro atirou um rio de almas na nossa heroína! A jovem correu para os lados e conseguiu desviar do ataque. Em seguida, ele cuspiu germes e bactérias que ficaram por toda a arena mordendo a menor.
– Droga! Não há como desviar, nem fugir... Nem lutar... — Eriko atacava os germes, mas eram tantos que não podia fazer muita coisa. O inimigo aproximou-se então de sua filha, que perambulava para acertar os germes e então atacou com um furacão roxo cheio de lasers.
– Aaaah! — A moça foi jogada longe.
– Se você não tivesse ido contra mim, não estaria nessa situação agora, Eriko. — O seu pai respondeu. E a menor nada fez, estava caída no chão, sem reação.
– Vamos começar o show dos horrores? — Fitou os seus amigos que apenas assistiam a batalha.
– O seu inimigo sou eu! — Ao olhar para trás, Reynolds viu a sua filha de pé, carregando a sua arma.
– Não é possível! Pensei que estava morta! — Exclamou furioso.
– Um bom pai saberia! — A jovem atirou a plasma no inimigo que explodiu no ar! – Vitória!
Reynolds caiu inconsciente no chão, então os amigos da jovem, correram ao encontro desta.
– Oh meu Deus... Eu não posso acreditar... Você acabou apenas se autodestruindo. — Ela olhou com desdém para o seu pai que estava desmaiado.
Os quatro amigos subiram na plataforma e abraçaram a jovem.
– Você conseguiu Eriko! Parabéns! — Randy deu um leve empurrão na menor que quase a fez cair.
– Que demais! Beleza! É isso aí! — Kevin a elogiou sua amiga.
– Esplendido! Simplesmente fenomenal! — Aplaudiu Michel.
– Ah... Sim... Agora tudo acabou. — A maior disse.
– Sim, agora que Reynolds foi derrotado, acredito que o parque será fechado. — Jorg raciocina. – Agora o mundo pode se tranqüilizar e não haverá mais mortes, e nem será engolido pelo medo, como esse monstro queria fazer.
– Por outro lado, nunca mais poderemos visitar esse parque virtual de terror. — Lembrou o loiro.
De repente a mansão começou a tremer e a desmoronar. Buracos enormes se abriram no chão, criaturas começaram a sair dele, o local começou a pegar fogo e estava tudo explodindo.
– Uau! O que é isso? Um efeito colateral? — O moreno exclamou assustado.
– Amigos, me escutem! O parque está entrando em colapso agora que o dono do parque morreu! — Disse a japonesa.
– Sim. — O detetive completou. – Nós precisamos nos apressar e escaparmos!
– Sigam-me! — Eriko correu na frente em direção à saída.
Quando estavam para sair da mansão, uma rocha enorme caiu no caminho de ambos impedindo-os de ultrapassar.
– Randy! — O jovem fitou o maior e então este já entendeu o que tinha de fazer. O rapaz segurou a rocha com as mãos e com muita força jogou para o outro lado! A ponte estava quebrada, então a rocha caiu no rio de sangue fazendo uma jangada para eles passarem e assim foi feito.
Caveiras começaram a sair do solo do parque, elas usavam escudos e espadas e foram em direção aos nossos heróis! Jorg mirava direto na cabeça dos inimigos e conseguiu derrotar muitos. Porém, surgiu um carrasco atrás deste e arremessou a sua foice, o detetive, contudo conseguiu desviar do ataque, então o loiro o ajudou, atirando no monstro jogando-o longe!
Os dois amigos fizeram um sinal positivo, um para o outro e a seguir continuaram. O clima do parque estava ficando outro, abriram enormes crateras no chão que engoliram os cinemas. O chafariz transbordou sangue, a escuridão era total, nem a claridade da lua podia iluminar o caminho dos nossos heróis. Estava muito denso e só podia se ver alguns flashes de luz.
– Não estou enxergando nada! — Gritou Michel entrando em desespero.
– Na sua frente há um colosso de caveiras! — O loiro afirmou, ao escutar isso, a menor metralhou para todos os lados fazendo os inimigos caírem.
Quando os jovens estavam perto da saída de illbleed, uma rocha enorme caiu na frente impedindo a passagem. E a volta começou a se abrir várias crateras e muitas caveiras e carrascos surgiram. Randy resolveu agir, pegou o seu martelo e começou a bater na rocha destruindo. Os outros amigos, por sua vez, defendiam-no atacando os monstros que surgiam. Após terminarem, Eriko e seus amigos saem do parque e escapam de ser engolidos pela explosão. Ao olharem para trás, viram a maior cena de suas vidas.
O parque inteiro foi destruído, estava todo em ruínas e não viam mais uma única alma no local. A fumaça tomou conta do lugar e tinha alguns pedaços de madeira pegando fogo ainda. Nossos heróis dialogam-se.
– Finalmente! Acabou! — A japonesa clamou em alta voz.
– Que fim o parque teve. — Analisou Jorg.
– Nós acabamos com a diversão da turma. — Gargalhou o mais forte.
– E agora nós temos 100 milhões de klínios! Vamos comemorar! — Bradou o outro jovem.
De repente, escutaram um barulho vindo das ruínas, no centro do local que estava todo destruído.
– Aaaah! — Gritou a menor com a mão sobre o peito. – Que barulho foi esse?
Que barulho terá sido esse? O que farão nossos heróis? Continua...
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