Ill Be Next To Your Bones
31 Capítulo 31
Notas iniciais
Lilly x
Capitulo 31 – Lilly’s POV
Eu respirei fundo logo depois ao barulho de disparo, nenhuma dor, então era assim que era morrer? No meu caso, havia sido tão rápida, que não havia dor, bem realmente eu não estava a fim de morrer com dor, na verdade eu não estava nem a fim de morrer, mas a escolha não havia sido minha. Eu tinha medo de abrir os olhos o que eu encontraria? O que eu faria? E com uma última ponta de coragem que sobrava, abri meus olhos.
Eu ainda estava no restaurante.
Eu olhei para frente, eu estava com visão direta para Lucy e sua mãe, eu olhei para o chão, o pai estava morto, olhei para o lado, Rupert estava com uma arma em mãos, ele não estava com a mão no bolso porque não ia fazer nada ele estava com a mão no bolso porque ele estava se preparando para atirar em seu próprio pai. Corri até ele e o abracei ele estava paralisado.
-Você está bem? Você não precisava ter atirado no seu próprio pai, não por causa de mim. – disse, agora eu me sentiria culpada.
-Não se sinta culpada, você é mais importante na minha vida do que ele. – ele disse rindo para mim me fazendo abrir um grande sorriso.
-COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO?! – perguntou a mãe ela ainda se mantinha na mesma posição, com a pistola na cabeça da pequena Lucy. – Agora ela vai morrer!
-E agora? A gente não pode a deixar morrer Rupert, a gente precisa salvar ela. – disse olhando para ele extremamente assustada, bem era assim que eu estava.
-Cinco... – ela disse como se fizesse uma contagem, a contagem final para Lucy ou não dependeria do que eu e Rupert fizéssemos agora.
-Você tem que me prometer uma coisa Aline, por favor, você precisa cumprir eu nunca confiaria isso a mais ninguém, você é a única que eu confio para isso. – ele disse seus olhos demonstrava calma, como se ele já soubesse o que ia acontecer.
-Quatro... – ela disse apertando um pouco mais suas unhas contra o rosto da garota que a esse momento estava chorando muito mais do que desesperadamente, era impossível descrever em palavras o quanto ela chorava e ainda pior a dor que eu sentia por a ver assim.
-Mas, o que aconteceu? Por que você quer que eu prometa algo? Rupert, o que você vai aprontar? – disse, eu estava começando a perder ainda mais o controle, mas Rupert ainda mantinha a calma e às vezes chegava até a sorrir.
-Três... – agora ela apertava a arma mais forte a cabeça da garota e eu já estava começando a sentir uma dor muito grande em meu coração, ela morreria na minha frente e eu não poderia fazer nada?
-Lilly... – ela disse para mim seus cachos totalmente bagunçados, seus olhos inchados, sua pele vermelha por causa da grande quantidade que já havia chorado, e apesar do desespero ela dissera o meu nome, não, ela não ia morrer, não por causa de mim.
-Por que você vai mata-la? Por que você quer me matar? Não fui eu que matei o John! – disse alterando um pouco o meu tom de voz e me afastando de Rup.
-Sério querida? Então conte-me quem foi! – ela disse sem mover um centímetro a arma da cabeça de Lucy e sem mexer um centímetro do gatilho da arma.
Comecei a pensar, eu realmente não havia assassinado John, mas então quem havia feito? Ah, não, Harry.
-Então quem foi? – ela perguntou mais uma vez, uma lágrima descera do canto do seu olho. – Eu acabei de perder meu marido, por causa dessa pessoa, essa pessoa merece morrer.
Eu não poderia dedurar Harry, não.
-Fui eu. – disse olhando para baixo, imaginando que agora a arma estaria apontada para mim, mas não a arma continuava na mesma posição.
-Você não vai me matar? – perguntei.
-Primeiro eu quero te fazer sofrer, eu sei o quanto essa garota significa para você, eu apenas vou destruí-la para que te faça sofrer, mata-la aqui e agora. – disse ela fazendo mias um pequeno corte em Lucy.
-NÃO! – respondi novamente ao seus atos eu não deixaria que ela fizesse mais nada de mal com Lucy.
-Dois... – ela disse já se preparando para apertar o gatilho.
-Aline, prometa que vai cuidar dela com toda sua vida. – Rupert disse para mim.
-Como assim? Eu não posso cuidar de uma criança que não me pertence! – disse tentando me aproximar, mas ele me afastou.
-Boa sorte, Mrs Styles. – ele disse e então quando ela ia apertar o gatilho Rupert começara a disparar contra as paredes luzes, causando grande confusão e fazendo com que Lucy pudesse ser solta fui até ela e a peguei no colo.
-Você não vai escapara dessa imune, filho querido. – ela disse e acertou Rupert, e então ela se virara para mim. – Você é a próxima.
Olhei para Rupert ele fazia como seu ultimo movimento, sua ultima vontade ele apontava a arma para sua própria mãe.
-E como meu ultimo presente a vocês, eu amo vocês. – ele disse e apertou o gatilho a bala acertará certeiro em sua mãe que automaticamente morrera.
Olhei ao meu redor, haviam três mortos, e uma criança, era para eu estar no lugar de todos aqueles, mas graças ao Rupert eu sobrevivi, Rup. Corri até ele e tentei estacar o sangue de alguma maneira, mas ele me impedira.
-Você vai cuidar dela, não vai? – ele disse revezando seu olhar entre mim e Lucy.
-Com a minha vida. – respondi e então ele sorriu olhou para Lucy.
-Lucy, sabe o garota da One Direction? – ele disse, mesmo estando quase morrendo abrindo um leve sorriso, Lucy fizera que sim. – Vou te contar um segredo, venha cá.
Lucy chegara com seu ouvidinho próximo o suficiente para se ouvir o que Rupert a diria, e então ambos abriram um sorriso.
-Irmão, para onde você vai? – ela perguntou a Rupert que redirecionara seu olhar para o teto, respirava fundo, percebi que ele lutava para se manter acordado.
-Para um lugar muito bom, mas quer saber a onde eu realmente vou sempre estar? – ele perguntou e garota fez que sim com a cabeça e ele apontará para o coração dela.
-Toda vez que você me quiser por perto, eu estarei. – ele disse e então virou os olhos para mim. – Confio em você.
-Mas do que nunca você poderá confiar em ninguém em todo a sua vida. – disse permitindo que várias lágrimas rolassem pelo meu rosto, agora ele fechara seus olhos, era o fim para Rupert.
-Lilly? – disse Lucy olhando para mim com seus grandes olhos verdes a pegara no colo sem parar de chorar por um instante se quer.
Ao sair do restaurante encontrei Harry encostado a porta de seu carro, me esperando, olhei para Lucy, seus olhos estavam um pouco inchados, e as vezes um lágrima ou outra acabava caindo.
-Aline, o que aconteceu? – Harry perguntou vindo até mim, mas logo então ele percebeu que eu segurava uma criança em meus braços, que tinha olhos chorosos e vários machucados, ele pegara Lucy de minhas mãos.
-Quem é você que veio com essa garota tão bonita? – perguntou Harry que já pegava ela e colocava no chão e começava a se posicionar a sua frente.
Eu via os dois ali sentados e uma imagem viera a minha cabeça, a imagem de Harry tendo uma filha e sentando para conversar com ela, pode parecer bobo, mas eu gostaria que Lucy fosse minha filha, por alguma razão que até hoje eu desconheço eu tenho uma necessidade de cuidar dela, todos os dias.
-Qual é o seu nome pequena angel? – ele disse olhando para a garota ele agora estava sentado no meio da calçada conversando com Lucy, como Harry era alto, sentado ele ficava exatamente do mesmo tamanho que Lucy de pé.
-Meu nome é Lucy. – disse Lucy extremamente sorridente e que pegava um de seus cachos e se permitia brincar com um deles em um de seus pequenos dedos, lembrei que uma vez Rupert me contara que Lucy gostava muito de Harry. – E você é o Harry?
-Eu sou sim. – Harry disse sorrindo de volta e passando a mão levemente nos machucados da pequena Lucy ele parecia tentar cuidar dela, mas Lucy aproveitara a oportunidade para bagunçar o cabelo de Harry, já Harry diferentemente arrumou uma parte de cabelo de Lucy e de seu vestido azul claro provavelmente à mãe a deveria ter obrigada por, pois Lucy não era chegada a vestido ela gostava de algo que desse mais liberdade para brincar.
-Eu gosto muito de você Harry. – ela disse abrindo um sorriso ainda maior que o anterior fazendo com que Harry desse uma longa risada da sua maneira rouca de rir. – Meu irmão me contou algo sobre você.
-Sério? E a onde está seu irmão? – e nesse momento senti uma pontada leve no coração as lágrimas que haviam cessado perante a conversa de Harry e Lucy, voltavam, fracas, mas voltavam.
-Ele está aqui dentro, Harry. – ela disse apontando para o coração, então dera um pequeno suspiro e abrira o famoso sorriso maroto.
-E o que ele te disse? – perguntou Harry a Lucy.
-Que você seria meu pai, pois você pensa muito nas pessoas e gosta muito delas, e que você gostaria de mim, mas principalmente por causa de outra pessoa que eu não posso dizer o nome agora. – ela disse dando um risinho como se o segredo fosse como um brincadeira, como uma ultima brincadeira.
-Eu ser seu pai? – Harry disse e fez uma cara pensativa, a garota olha entusiasmada para Harry a espera de uma resposta. – Com uma condição.
-Qual? – perguntou Lucy extremamente animada.
-Que a moça bonita que esta te acompanhando, seja a mãe. – disse Harry, eu o encarei surpresa.
Olhei para os dois ali na minha frente, Lucy era quem eu sempre queria como filha, Harry era o homem de minha vida, eu tinha finalmente essas duas coisas juntas, eu finalmente tinha tudo que queria e precisava, pensando assim qualquer pedido para ser mãe seria extremamente retórico.
-Você quer Lilly? – disse Lucy com seus olhos brilhando de alegria, eu adorava a ver assim.
-Claro. – respondi retirando as últimas lágrimas que teimavam a descer pelo meu rosto e logo Lucy começara pular e a dançar no meio da cansada o que me fizera rir, Harry se levantou e veio até mim enquanto Lucy comemorava.
-Harry, — disse o fazendo parar de olhar para Lucy por um instante, aquele gesto me fizera rir.
-O que foi que você já está rindo? – perguntou Harry para mim.
-Pai babão. – disse e então ele revirou os olhos. – Harry, para que ela seja nossa filha a gente precisa...
-Casar? Eu já pensei nisso. – ele disse e então ele se ajoelhara na minha frente e com esse gesto inesperado outro em seguida ele retirara uma caixinha e abrira um anel, lindo.
-Que lindo, papai. – disse Lucy parece que essa se acostumou rápido com a ideia de Harry ser seu pai.
-Aline, apesar de tudo que aconteceu em nossas vidas, mesmo sendo um período não tão extenso, eu já não consigo mais viver sem você, sem seu sorriso, sua voz, seu olhar, seu amor, você é tudo para mim. – ele disse e fez uma pausa para rir – E por mais que eu saiba que você odeia totalmente esse tipo “frescura”, mas eu preciso fazer isso para mostrar o quanto amo você.
Normalmente, eu não gostava dessas frescuras, mas vindas de Harry, bem parecia tão romântico.
-Droga, eu não consigo dizer o que eu sinto por você Aline, parece que mesmo as coisas dando errado, elas estão certas, tudo é uma confusão, mas parece que está tudo no lugar. – ele disse e fez um pausa para respirar, eu queria rir daquela cena, mal ele sabia que eu estava adorando cada palavras.
-Papai, ama a mãe? – disse Lucy olhando para Harry, fixei Harry com um olhar.
-Mais que tudo nessa vida, filha. – respondeu com um grande sorriso.
-Mamãe, você quer ser do papai? – ela perguntou para mim.
-Mais que tudo nessa vida, filha. – respondi com um grande sorriso fazendo com que Harry sorrisse também, ele levantará e eu dará um grande beijo nele.
-Lembra que você disse que o dia de ser uma Styles estava próximo? – perguntei e ele fez que sim com a cabeça. – Não imaginava que fosse tão próximo assim.
-Já vai começar a reclamar. – disse Harry virando os olhos.
-Desculpa, mas quem sempre começa reclamando é o senhor. – disse balançando a cabeça.
-Mamãe e Papai sempre brigam assim por que se amam né? – Lucy disse dando um grande sorriso, eu e Harry nos encaramos.
-Acho que era ela o que faltava na nossa relação. – disse Harry e dei um leve tapa fazendo com que Lucy sorrisse mais.
-Vamos para casa, Lucy. – disse dando a mão esquerda para ela e Harry a direita. – Vou te apresentar os seus tios e tias.
Notas finais
@1DHoroscopo_ ou @whereslills tbm pode ser =]
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