Ill Be Next To Your Bones
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Lilly x
Capitulo 11 – Lilly’s POV
Ele estava ali na minha frente, será que seria agora a minha hora? Logo naquele lugar? Eu não havia conseguido nem falar com minhas amigas e nem dizer o quanto as amava, mas eu não iria desistir eu persistiria quanta Wayne, e se possível, sobreviveria.
Precisava pensar rápido peguei o meu celular, eu já o havia deixado pronto com uma mensagem para Paul caso precisasse dele, enviei sem deixar que Wayne visse.
Tudo que eu precisava agora, era tempo, uma coisa que eu não tinha, mas precisava ganhar.
-E a educação, senhorita Melo? – ele disse repetindo a maneira do qual o policial, que se chamava Paul assim como o segurança dos meninos, se referia a mim.
-Deixei em casa. – respondi.
Quer uma dica? Se você estiver frente a frente com um assassino em série, nunca zoe da car dele, nunca, por exemplo, nunca faça o que eu acabei de fazer.
-Atrevida você Aline, não tem medo de perder a vida depois do que falaram sobre mim? – ele disse, me fazendo arrepiar de medo.
-Sinceramente, eu acho que se você quisesse você já teria feito isso muito antes, não é? – disse.
-Devo admitir você foi a primeira pessoa que pensei antes de matar, preste atenção Aline, foi... – ele disse, eu havia entendido ele havia tomado uma decisão e bem literalmente eu não sairia viva dessa.
-Então você tomou uma decisão? – parecia uma pergunta estúpida, mas como já disse, eu precisava de tempo, perguntas estúpidas são úteis nessas horas.
-Claro, agora a questão – ele disse pegando a faca que estava em cima da mesa e jogando em minha direção levei um corte no braço, doía, mas se eu não tivesse esquivado – Você quer saber a minha decisão?
Olhei para o meu braço, eu sangrava muito eu precisava estacar o sangue, peguei a faca que ele jogara em mim e cortei uma parte da barra do meu vestido e enrolei no meu braço evitando que eu perdesse mais sangue.
-Eu tenho certa impressão de qual foi a sua escolha. – disse segurando em meu braço machucado.
-Sério? Se você escolheu certo, bem, eu te dou a chance de escolher como você quer que eu faça isso. – ele disse ainda sentado na mesa com o seu mesmo olhar cínico.
-Quais são as minhas opções? – ótimo. Agora aquele dialogo estava começando a ficar estúpido demais, eu acabava de perguntar quais eram minhas opções de morte.
-Você pode ser esquartejada, torturada, baleada, esfaqueada, entre outros tantos, Aline! – ele disse com um grande sorriso no rosto.
Teriam pessoas que descreveriam Wayne como um maluco, para mim ele era mais do que isso, ele era um psicopata.
-Todas as opções são maravilhosas, chega a ser difícil escolher. – disse.
-Então eu escolho por você. – ele disse e tacou uma arma na minha frente.
-O que você quer que eu faça com isso? – disse.
-Ou você leva isso e mata uma de suas amigas, ou você pega essa arma e se mata. – ele disse com um grande sorriso em seu rosto.
-Posso saber por que a opção você me matar não existe? – disse.
-Acho que não te contaram a minha história direito não é? Eu conto meu nome, e você será sua vitima, mas todas as minhas vitimas são homens. – ele disse colocando agora os pés em cima da mesa.
-Então por que você me disse seu nome? – disse a ele, o braço começava a doer de verdade.
-Porque naquele dia a sua educação não tinha ficado em casa e você perguntou. – ele disse, provavelmente aquele era o seu sorriso mais cínico.
Droga, eu não acertava uma?
-Mas se você faz tanta questão de que eu a mate. Será um prazer. – ele disse e como em segundos ele sacou uma arma de seu bolso, era agora.
Fechei meus olhos. Eu havia tentado impedir eu havia tentado lutar, mas a minha hora havia chegado, senti um peso sobre mim, nossa quando a gente morre baleado se sente pesado?
-Harry! – disse.
-Levanta! Agradecimentos ficam para depois! – ele disse me pegou pela mão, e me levantou como em um reflexo peguei a arma e atirei na perna direita de Wayne.
Lembrei quando Anne havia me dito “se precisar fazer uma fuga, descubra se ele é destro ou canhoto e atire em sua perna”.
-Você não vai conseguir fugir de mim para sempre Aline! – ele disse e caia no chão ele não conseguia nos seguir, consegui ouvir mais barulhos de tiro e então um silêncio eu já estava do lado de fora do restaurante com Harry.
-Obrigado. – disse.
-Eu falei que te protegeria. – ele disse e me puxou para um abraço, porém ele apertou demais em meu machucado o que me fez gemer de dor.
-O que aconteceu com seu braço? – ele disse olhando assustado para meu braço.
-Ele atirou uma faca. – disse segurando ainda mais no corte.
-Vamos você precisa ir ao hospital, urgente. – ele disse, me levou até o carro, abriu a porta e então parou do nada.
-O que foi? – disse.
-A sua surpresa ainda está aqui. – ele disse.
-Você se esforçou tanto para fazer tudo isso. – disse e bufei, eu realmente não queria que as coisas saíssem dessa maneira.
-No momento, sua saúde é mais importante eu aviso por sms para sua surpresa que tivemos um grande problema. – ele disse.
-Pera, minha surpresa é uma pessoa? – disse e ele riu. – Você não vai me falar né?
Eu havia perguntado e ele já estava dentro do carro e ele fez que não com a cabeça, me fazendo rir, mas fazendo com que meu braço doesse novamente.
-Posso ligar o rádio? – disse e ele fez que sim com a cabeça, liguei, passaram várias músicas já estávamos praticamente no hospital quando começou a tocar Payphone.
-Eu gosto, muito, dessa música. – disse, o fazendo rir.
-Eu já por mim não gosto tanto, a voz dele esta um pouco modificada. – ele disse e depois olhou para mim. – Que foi que você está fazendo essa cara de espantada?
-Como você pode não gostar de Payphone? – disse o fazendo rir.
-Também não é assim, a letra é boa e o ritmo também! – ele disse ainda rindo.
-Você faz parecer como se em sua voz a música ficaria perfeita. – disse e então ele cantou o ultimo trecho da música desligando o rádio.
If happy ever after did exist, I would still be holding you like this, all this fairy tales are full of shit, one more fucking love song and I will be sick, now I am at payphone.
-Então? – ele disse.
-Eu sou culpada a dizer por que eu sempre gostei da sua voz. – disse.
-Achei que a do Niall fosse a sua favorita, porque a dele parece com a de um anjo. – ele disse me imitando falando ele teria levado um tapa se não fosse a situação do meu braço.
-A voz do Niall parece com de um anjo, a sua voz é a minha segunda favorita. – disse.
-Por quê? – ele perguntou.
-Porque vozes roucas são sedutoras. – disse totalmente sem pensar e logo depois percebi que tínhamos chegado ao hospital e ele me olhava maliocioso.
-Não me olhe assim. – eu o julguei.
Ele soltou o seu cinto e veio par perto de mim estávamos rosto a rosto, ele desviou ao meu ouvido e disse com provavelmente a voz rouca mais linda que eu já havia escutado ele falar.
“Assim que você gosta?” – ele sussurrou o que me fez arrepiar, ele se afastou de mim e viu a minha situação e riu.
-Você não vai levantar e abrir a porta para mim no lugar de ficar rindo que nem um tonto? – disse.
-Por que eu tenho que abrir? – ele disse olhando duvidoso para mim.
-Ah sei lá, talvez, mas só talvez, porque eu levei uma facada no braço! – disse meio que olhando para ele como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
-Ok, eu já estou indo abrir a porta para a preguiçosa. – ele disse se levantando e rindo de mim que tentava abrir a porta com a mão esquerda, era basicamente impossível.
-Pronto, preguiçosa e estabanada. – ele disse.
-Obrigado, senhor ciúme. – disse sai andando do carro, sem dar explicação do porquê de meu apelido, obviamente ele veio me perguntar.
-Por que ciumento? – ele disse me olhando bravo, fingi que não ouvi e vi Rupert no hall de entrada, corri até ele e abracei-o com apenas um de meus braços.
-Oi Lilly! É um prazer te ver aqui, mas o que te traz aqui? – ele disse, eu olhei para Harry que olhava bravo para nós dois, o que eu disse? Senhor Ciúme.
-Isso. – disse apontando para meu braço, o pedaço de vestido já não conseguia mais segurar todo o sangue e uma parte já escorria.
-O QUE VOCÊ FEZ? – ele disse, achei melhor não o contar toda história, disse que cai de novo.
-Se a cada vez que você cair fizer um estrago, não vai sobrar Aline! – ele disse me fazendo rir, fazendo Harry virar os olhos. – Ah, Oi Harry! Nem havia te visto.
Ele foi até Harry e cumprimentou gentilmente, era um cavalheiro.
-Oi Rupert! – Harry disse tentando parecer simpático, ou ele realmente estava sendo simpático? Pera. Eu perdi alguma coisa importante?
-Sem querer atrapalhar, Rupert, tem como dar um jeito nisso aqui? – eu disse mostrando o braço novamente.
-Bem, acho que eu vou ter que colocar alguns pontos, e será suficiente! – ele disse, droga eu odiava pontos, eu nunca fui boa de costurar roupas, não gostava da ideia de costurar pessoas.
-Odeio ficar com pontos. – disse fazendo biquinho, fazendo os dois rirem.
-É para o seu bem, vamos Lilly, será rápido e você vai dormir nem vai perceber! – ele disse. –Harry, faça a ficha da Aline, e complete a parte do acompanhante como namorado.
-Pera, por que ele vai completar como namorado? – disse.
-Porque se ele te trouxer apenas como amigo, não será suficiente para te dar entrada no hospital. – ele disse.
Ótimo, depois dessa notícia eu nunca mais frequentaria o mesmo hospital, ou melhor, terminaria com Harry na frente de todos no hospital também seria uma boa.
-Gostei da aqui, amor, acho que devemos vir a esse hospital mais vezes. – disse Harry com um sorriso malicioso no rosto, esse garoto estava abusando de meu braço machucado.
-Se atreva a me chamar de amor que eu acabo com essa sua raça. – disse.
-Com o que o seu braço? Ah, não pera, não tem como. – ele disse rindo da própria piada.
-Vamos Lilly. – disse Rupert, me puxando pela mão com maior cuidado, por que ele não poderia se passar por meu namorado mesmo?
-CUIDA BEM DA MINHA NAMORADA! – acabei de lembrar porque ele não poderia, porque o idiota do Harry já estava fazendo isso.
-Muito bem, Aline, deite se na maca. – eu me deitei e senti algo na minha veia.
-Ai! – disse.
-Calma é só uma agulhinha e agora para terminar o famoso “gás do sono”. – disse Rupert antes de ele por a mascara em mim perguntei algo.
-Eu vou passar a noite no hospital? – disse.
-Pode deixar que eu te libero ainda hoje para o seu namorado, agora fique quietinha. – ele disse rindo de sua piada.
Pay’s POV
Depois de fazer algumas brincadeiras no quarto cada uma colocar o seu pijama, decidimos ir todas para a sala pensar em algo para fazer essa noite, além do mais, nós estávamos sem sono depois de nosso dia com os meninos.
-Meninas, o que nós vamos fazer? – disse olhando para todas.
-Que tal uma girls night! – disse Anne.
-Mas sem a Lilly? – disse Mika.
-De acordo com ela, ela volta. – disse Bianca e automaticamente depois de ela terminar de dizer volta todas nós rimos.
-Até parece que ela vai perder sua noite com o Styles. – disse fazendo todas rirem.
O celular de Anne fez um “bip”, ela levantou do sofá a onde todas estávamos e foi até a sua bolsa tirou o seu celular e leu o que deveria ser uma mensagem em voz alta para nós.
-“Tenho o prazer de informar a todos os respectivos policiais do distrito 12, Londres, que um dos criminosos mais procurados foi encontrado, Wayne Benson, o assassino, depois de várias vitimas a sua ultima conseguira ajudar a prende-lo, seu nome, Aline Melo” – ela começou a ler a mensagem quando chegou no nome de Lilly nos escarou, redirecionou-se ao celular novamente.
-“Aline Melo, 18 anos, brasileira, havia perseguido o assassino depois de ele ter cometido um crime (tentativa de assassinato) ela fora machucada, mas sobrevivera, tivemos uma conversa com ela e ficamos de guarda da própria.” – ela fizera mais uma pausa e olhará para nós novamente.
-Tem mais? – disse Mika, Anne fizera que sim com a cabeça.
-“Aline tivera que manter isso em sigilo, não apenas para sua segurança, mas como também para a segurança de todos, e nessa noite ela se reencontrou com Wayne, nos avisou e assim foi permitido que Wayne Benson fosse prezo.” – disse Ana essa hora todas nós já estávamos pasmas.
-“Esperamos que tenham uma boa noite e parabéns pelo excelente trabalho. Boss x” – disse Anne terminando a mensagem nesse momento todas nós nos encarávamos.
-Aline poderia ter morrido e saiu com Harry mesmo assim. – disse.
-Ela o ama. – disse Bianca, nos fazendo rir um pouco, mas a verdade é que nenhuma de nós se sentia a vontade de rir, nós quase havíamos perdido uma amiga e nem tínhamos nos tocado.
-De repente, eu perdi a vontade de fazer tudo, foi só eu? – disse Mika, eu fiz que não e logo em seguida Anne e Bi fizeram o mesmo.
-Eu fiquei com fome agora. – disse, todas elas me encararam – Eu fico com fome quando fico nervosa tá legal?
-Então seja muito boazinha e faça brigadeiro para a gente, Brigadeiro girl. – disse Anne, Anne e Aline normalmente me chamavam assim quando queriam brigadeiro.
-Vida de empreguete não é mole, não. – disse me levantando do sofá fazendo as meninas rirem levemente.
Como será que estava Aline agora?
Lilly’s POV
Eu estava abrindo os meus olhos de leve, eu sentia um pouco pesada ainda, mas meu braço já não doía mais, eu esfreguei os olhos na tentativa de abri-los totalmente estava sala que havia entrado e Harry estava mexendo no celular.
-Você ainda está aqui? – disse.
-Claro alguém precisa te levar para a casa depois que você acordasse. – ele disse, uma parte de mim não queria se afastar dele.
-Harry, posso te pedir um favor? – eu disse enquanto ele me ajudava a levantar.
-Pode. – ele disse.
-Posso ficar na sua casa hoje? As meninas vão fazer várias perguntas e pelo menos hoje eu não estou a fim de respondê-las. – disse.
-Fala a verdade vai Aline, você não quer ficar longe de mim. – ele disse.
-Pelo amor né Harry. – disse tudo bem que era a verdade, mas eu nunca que admitiria.
-Bem, de qualquer maneira pode sim, você sempre será bem vinda à minha casa, Lilly. – desde quando ele tinha ficado gentil? Eu acho que perdi várias coisas.
-Rupert, já estamos indo! – disse Harry para Rupert.
-Ok, cuide bem da mocinha! – Rupert estava conseguindo passar qualquer tipo de limite de fofura que eu pudesse criar.
-Pode deixar! – disse Harry, e então eu senti Harry passar a mão na minha cintura e assim fomos até lá fora.
-Posso saber o porquê de sua mão estar ai? – disse olhando para seus olhos verdes, eram destes os quais eu sempre lembrava quando olhava para Lucy.
-Você quer que eu tire? – ele disse olhando para mim com aqueles doces olhos.
-Você tem sorte que eu estou cansada e essa mão ai ajuda a ir até o carro. – disse e ele riu. – Posso saber do que você está rindo?
-Das suas desculpas esfarrapadas. – ele disse ainda rindo o que me fez virar os olhos, entramos no carro e em alguns minutos estávamos na casa de Harry.
Eu entrei e a primeira coisa que pensei foi “wow” quando você acha que não pode ver uma casa mais chique do que alguma outra que você já tinha visto você entra na casa de Harry Styles, eu me sentia como se morasse um barraco comparada com a casa dele, a sala dele dava dois do meu apartamento.
-Nossa. – eu disse.
-Minha humilde residência! – ele disse, que eu saiba Bianca havia mostrado a música do Michel Teló para ele então ele havia falado isso em português, devo admitir, foi fofo.
-Bianca, má influência. – eu disse o fazendo rir.
-Ela também me mostrou aquela que tem aquele jogar de futebol brasileiro? – ele disse, a Bianca não tinha feito isso.
-Eu quero tchu, eu quero tchá? – disse e ele fez que sim com a cabeça e comecei a rir.
-Harry. – eu disse o chamando da maneira mais manhosa que consegui.
-O que foi menina manhosa? – ele perguntou.
-Estou com fome. – disse.
-Eu também... – ele disse. – Vamos pedir uma pizza?
-A meia noite? – perguntei.
-Você prefere pedir uma pizza à meia noite, ou você prefere fazer algo para nós dois comermos a meia noite? – ele disse.
-Pizza parece uma boa. – eu disse o fazendo rir.
-A pizza vai ser do que? – ele perguntou, com um cardápio na mão tirei o de sua mão e escolhi uma.
-Brasileira! – disse sorrindo.
-Eu nunca comi essa, bem, não tem hora melhor para experimentar essa pizza do que quando se está com uma brasileira. – ele disse ligando para a pizzaria 24 horas.
Peguei meu celular e mandei um sms para Bianca “Como prometido! Hoje eu não volto xx Lilly”. Passou-se alguns minutos e senti meu celular vibrar, imaginei que seria ela zoando o fato de eu ficar na casa de Harry.
“Como você pode esconder que você estava praticamente indo morrer hoje? X Bianca” – como ela descobriu isso? Então a tela do celular brilhou, Bianca estava me ligando.
-Alô? – falei, tentando soar o mais normal possível.
-VOCÊ PODERIA TER MORRIDO E VOCÊ NÃO IA NOS FALAR? – disseram todas juntas, acho que meu ouvido agradeceria se elas não gritassem.
-Mas eu ia contar para vocês quando eu voltasse! – disse.
-Mas tinha uma grande probabilidade que você não voltasse! – disse Bianca.
-Eu sei, mas... Eu não queria passar as minhas talvez ultimas horas vivas preocupando vocês, me desculpem. – eu disse, um silêncio se fez na nossa ligação.
-Você tem sorte que a gente não consegue ficar brava com você. – disse Mika e eu tinha certeza que eu estava com um sorriso maior que o meu rosto todo.
-E a onde a moça está agora? – perguntou Pay.
-Na casa do Harry. – disse, eu ouvi um “hum” bem intenso e prologado, maliciosas.
-Bem, antes de pararmos de atrapalhar você e Harry, queríamos dizer que Wayne já está preso, pode curtir sua noite com o Styles tranquilamente. – Anne disse.
-Estou aliviada de poder ouvir isso, meninas. – disse. – Boa noite.
-Boa noite e vê se não apronta muito! – disse Bianca rindo – Fala para o Harry que se ele fizer besteira ele apanha!
-Pode deixar! – disse e logo depois desliguei o telefone, Harry veio até mim com uma caixa de pizza, ou eu havia demorado demais no telefone, ou a pizza chegou rápido.
A pizza estava deliciosa, Harry não conseguia entender muito bem porque a pizza tinha tanto recheio, apesar de eu ter explicado várias vezes para ele que a pizza brasileira era daquela forma, conversamos bastante e Harry parecia uma criança comendo seu pedaço de pizza, depois que terminamos de comer, decidimos ir dormir.
-Qual pijama você vai querer emprestado? – ele disse.
-Nossa já está tão acostumado a trazer mulheres aqui que já até sabe que eu ia pedir um pijama. – disse e ele riu.
-Anda, escolhe. – ele disse, olhei entre as gavetas e achei um tipo de moletom do homem aranha, peguei uma de suas samba canção.
-Pronto! – disse. – A onde vou ficar?
-Você não vai dormir no quarto, comigo? – ele disse.
-Harry... – disse.
-Você pode dormir no quarto de hospedes, é bem na frente do meu. – ele disse, eu concordei, abri a porta do quarto de hospedes e ele era o triplo do meu, nossa.
Eu olhei um pouco o que tinha no quarto de hospedes, eu percebi que tinha várias coisas de Louis, como algumas roupas, um de seus vários MAC books, livros, entre outras coisas. Percebi que ele tinha um porta-retratos meu com Bianca, aquilo foi à coisa mais fofa que Louis havia feito. Comecei a me trocar, coloquei o pijama de Harry em mim, que por milagre não havia ficado gigante havia ficado até bonito.
Senti duas mãos passarem pela minha cintura e um corpo ficar mais próximo de mim.
“Você está linda com as minhas roupas.” – ele disse no meu ouvido com a sua voz rouca me fazendo arrepiar ele descerá até o meu pescoço a onde ele dava leves beijos.
-Harry. – eu disse me afastando dele sem olhar para aqueles olhos, eu tinha em mente que se eu olhasse para eles, eu voltaria. – Sai do quarto.
-Tem certeza que você quer que eu saia? – ele sussurrou no meu ouvido, droga.
-Não. – disse como em um sussurro, mas na verdade era meio que uma desistência eu não conseguia mais resistir.
-Você só precisa dizer que você me quer. – ele disse fez uma pequena pausa – Porque eu te quero, eu preciso de você.
-Quero. – eu disse aquilo como se fosse literalmente o meu ultimo suspiro, olhei para ele e ele tinha um bobo sorriso em seu rosto, passou sua mão em minha cintura novamente juntando nossos corpos o máximo possível.
-Era tudo que eu precisava ouvir. – disse Harry.
Notas finais
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