Ijōna senshi: Insector
1 Entrada 1: O herói rubro.
Notas iniciais
“Chamo-me Desmond, eu sou um Artoniano pelo que parece, que está morando em Tamu-ra ou em uma província que forma ela, vou contextualizar você sobre que ocorreu aqui, há cinquenta anos um cristal apareceu no meio do reino, após ele ser ativado uma barreira dividiu o pais em quatro província, a província das chamas, tempestade, rio e o que eu moro da montanha. Hoje em dia moro com um dono de uma casa de chá, chamado Tomura e bom trabalho como garçom aqui, mas isso não é tudo por causa de certos monstros que aparecem chamados de Oma kaijin, são seres que foram tocados pela energia do cristal e para combate-los, eu junto com um simbionte somos o Ijōna senshi Insector que usa o poder do cristal para combater os monstros.”
Desmond acorda pela manhã com barulho de lenha queimando, observa o simples quarto, a sua frente estava uma escada caracol e a sua direita uma passagem para outro lado. Ele joga água em seu rosto com um sorriso, se veste com um quimono e sobe a escada. Saindo por uma passagem secreta na cozinha, antes de poder olha envolta, uma xicara aparece em sua frente e então ele disse:
— Chá verde, como sempre? — Pergunta pegando a xicara com um sorriso.
— Sim e adocicado com mel. — Responde um homem sentado numa mesa dando um grande sorriso. — Sente, já já vamos abrir!
Ele vai andando sendo seguido por aqueles olhos de réptil do homem que destoava daquele corpo que parecia humana com lindos cabelos pretos, pele branca impecável, única coisa que tinha sinergia com os olhos eram suas unhas que pareciam garras, se senta e olha que havia uma cadeira ao lado e diz:
— Cadê aquelas hanyo? — Questiona pegando um pão — Elas vão perder o café.
— Deve estar chegando, ontem ela teve que ficar até tarde para fechar o caixa, por que um certo alguém teve que sair, né Desmond?
— Você sabe muito bem, o porque! — Retruca a pontando para ele. — Não pensei que um Oma iria aparecer naquela hora.
— Eu sei, eu sei! — Eleva sua voz em tom de calma. — Mas, você tem que se lembra de antes de ser um Ijōna senshi, você é o Desmond e meu funcionário.
— Entendi, mas você sabe que só tem eu que pode se transforma. — Argumenta com um sorriso. — Você acha que alguém vai conseguir usar um simbionte?
— Eu não sei, mas espero que aconteça. — Responde pegando um bolo. — Pois ontem você deixou um dos monstros fugir pois eram dois e você só pode ganhar um.
— Tudo bem, eu e meu simbionte vamos dar um jeito de vencer! — Afirma fazendo uma pose de vitória. — Pois o Ijōna senshi Insector vai salvar a província da montanha!
Antes do senhor retrucasse aquela afirmação, a porta da cozinha é aberta com força que faz a pequena cozinha tremer e até mesmo pequenas panelas caem no chão de madeira e da porta saem duas garotas, uma de cabelo preto olhos amarelas, orelhas pontudas de lobos e pele branca, a outra era uma jovem menor com cabelo curto de cor branca, orelhas de cão, pele morena e grande olhos verdes. A loba se senta ao lado do homem de cabelos longos, a outra no lado de Desmond e então o homem diz:
—Dormiram bem, pequenas? — Questiona com um grande sorriso para as duas. — Sayori, eu disse para você não abrir a porta com um chute!
— Desculpa, pai. — Se desculpa a jovem de cabelos pretos e pegando um oniguiri. — Eu estou irritada!
— Foi mal por ontem, Sayori e Hana pelo que rolo. — Diz Desmond abaixando a cabeça em sinal de arrependimento. — Já vou colocar meu uniforme.
— Hana, vamos logo comer, pois você tem que ir para cozinha. — Manda a loba pegando vários manju. — Eu tenho que me apresentar no palácio hoje.
— Vamos, mas... — Concorda dando um tapa na mão de sua irmã com olhar de reprovação. — Eu não sei como você duas vezes vai se apresentar no palácio da província!
— Eu sou uma ótima cantora e dançarina e a princesa Kaiame ama dançar no ritmo da minha musica. — Argumenta colocando sua mão sobre seu peito em sinal de orgulho.
— O papo está bom, mas já vamos abrir, então vamos levantar da mesa. — Diz o homem com seus olhos reptiliano em cor de jade olhando a vassoura. — Desmond, termine logo de comer e troque de roupas.
— Sim, senhor Tomura. — Concorda abrindo a passagem secreta.
Tomura se levanta, anda até a porta escancarada da cozinha e escuta abafado o belo som de pessoas caminhando pelo chão de terra batida, ele olha para a recepção com seus tatames bem limpos, paredes de maneira leve, pintada de branco e porta de madeira com detalhem em papel.
O homem como fosse um ritual acende um incenso de cerejeira , pega sua vassoura para varrer a entrada da loja e cantando uma canção:
“A vida é como uma cerejeira na primavera,
Todo dia é como uma flor brilhante
A manhã é seu desabrochar belo
A tarde é quando ela dá seus frutos
A noite é quando tem seu ultimo brilho antes de descansar
Assim é a vida em Tamu-ra, sempre se renovando em cada manha”.
Desmond observa aquela cena pelo balcão junto de Sayori, um sorriso se abre nos dois e ele diz:
— O senhor Tomura ama essa musica, toda a manhã é o mesmo ritual. — Comenta observando um nezumi e um vanara conversando como seu padrão. — Eu sempre falo isso todos os dias.
— Sim, todo santo dia. — Concorda a jovem mexendo as orelhas. — Sempre a mesma musica de ninar.
— Vocês dois, parem de ficar observando, Sayori vai logo pra se arruma e Desmond coloque as almofadas nas mesas. — Ordena Hana em costada na entrada para cozinha apontando para os dois com uma colher de pau.
— Sim, mandona. — Concorda sua irmã saindo andando em direção da saída. — Espero que venham ver meu show.
— Pode deixar! — Grita Desmond acenando. — Até que para um cão dócil, você é bem brava, Hana.
— Pare com essas piadas, você sabe que para ela seguir o sonho dela, eu preciso ser a responsável. — Retruca se virando para cozinha. — Espero que hoje você possa me ajudar no caixa.
— Vou te ajudar. — Afirma indo até um armário a sua esquerda.
Desmond pega algumas almofadas e as distribuem de mesa em mesa que dá um total de 5 mesas, Tomura entra no estabelecimento rindo junto com um nezumi e o vanara. Os dois se sentam na primeira mesa e o patrão se senta na recepção e então Desmond se aproxima dos clientes e diz:
— O de sempre senhor Tarrak? — Pergunta olhando para o nezumi.
— Eu já te disse em todos esses anos que não é para me chamar de senhor! — Adverte o homem que parecia um rato com seus pelos meio bagunçados de cor castanhos e olhos vermelhos com sua voz estridente. — E sim, o de sempre trinta manjus e chá verde!
— Entendi, senh-digo Tarrak. — Anota o pedido dele e logo após volta sua atenção para vanara. — E você, senhor Tobias?
— Eu vou querer, um chá preto e uma porção de arroz com uma porção de ovos com peixe. — Pede se ajeitando na almofada. — Como está sua cabeça?
— Está bem, mas ainda não lembro de nada. — Responde anotando o pedido de forma cabisbaixo. — E o seu centro de saúde?
— Está indo bem, essa semana devo ir para o distrito das águas. — Com um grande sorriso para os dois. — Vou deixar a Dakota e a Sari cuidando das coisas.
— Ei, não vai tirar a Sari das minas!?! — Questiona confuso Tarrak batendo suas patas na mesa. — Ela ajuda muito!
— Ela só vai auxiliar se tiver muitas pessoas como o que ocorreu ontem. — Afirma colocando a mão sobre o ombro do homem. — Espero que esse tal de Ijōna senshi Insector consiga lidar com esses Oma kaijin de forma mais efetiva.
— Mas ontem foram dois que é algo anormal, né? — Pergunta Desmond fingindo que não sabe do que ocorreu.
— Sim, foram. — Confirma Tobias cabisbaixo. — Isso tá voltando a discursão de controle de natalidade de kaijin, controle de números e pelo que dizem o Imperador Ryuu quer saber e controlar o Ijōna senshi Incector.
Desmond ao escutar aquilo fecha seu punho com força e pensa : “ Droga, eu já estou a mais de um ano que salvo e luto para que todos estejam bem, mas mesmo assim isso acontece”. Seus pensamentos somem com barulho de uma colher de pau na madeira e ao olhar para lá, vê Hana irritada olhando para ele com pedido na mão. Ele anda em direção da hanyo e diz:
— Desculpa, aqui o pedido. — Entregando desanimado o papel com pedido. — O de sempre.
— Eu escutei um pouco a conversa, os dois ali são bem barulhentos. — Diz apontando para a mesa do dois. — A culpa não é sua, isso ia acontecer.
— Tudo bem, vou voltar para o trabalho. — Concorda se virando para entrada.
Desmond aguarda alguns minutos até que o pedido, logo após duas kaijin chega ao local e ele prontamente à atende.
Algumas horas na área para aberrantes do distrito...
Um jovem kaijin de carapaças azuis, olhos de inseto azuis como uma mosca e alto anda pelas ruas mais estreitas e sujas da área, alguns kaijin estavam abrindo suas lojas que eram desde comida a roupas mais simples, nas ruas passavam Yakuzas com suas armas de fogo e nezumes com armaduras completas e usando todos os tipos de arma desde espadas curtas a picaretas. O jovem kaijin entra num mercado e a atendente humana diz:
— Sempre no horário, né Balthan? — Comenta olhando com julgamento. — Senhor Raaor está te esperando na dispensa.
— Entendido, Shiro. — Confirma batendo continência para jovem humana de cabelos pretos e olhos verdes. — Como está a recepção?
— Está bem, agora vai logo ir ajudar ele. — Manda apontando para o fundo da loja.
— Já entendi. —Afirma acenando em sinal de calma.
Balthan anda pelo longo corredor do meio, passa por jovens kaijin e nezumi comprando balas e doces, enquanto os adultos estão fazendo a compra da casa, ele segue andando até ficar em frente da porta da dispensa e o som de caixas de mexendo, caindo e uma voz abafada dizendo:
— Aonde está aquele kaijin?!? — Esbraveja enquanto barulho de caixas.
— Estou aqui, Raaor! — Se apresenta abrindo a porta e vendo um nezume de pelos brancos olhos vermelhos, dentes amarelo e quimono meio sujo. — Ajuda com as caixas?
— O que você acha?!? — Grita batendo os pés no chão. — Venha logo me ajudar organizar!
— Sim, entendido! — Afirma em alto e bom som.
Balthan pega quatro caixas pesadas e as levantam na altura dos ombros, Raaor pega duas caixas com um pouco de dificuldade, os dois começam a arrumar o armazém desde as sacas de arroz até as mais pesadas das caixas com verduras e alimentos. Raaor vai até a bancada que ficava ao lado da porta única porta, pega um folheto e diz:
— Esse folheto é sobre- — Tenta dizer algo, mas é interrompido.
— Eu não quero saber de nenhum monastério que queira me ensinar sobre meditação e luta. — Adverte em tom de raiva e negando com a cabeça. — Eu nem entro mias em briga sem motivo.
— Não tem nada haver com isso, um mashin bem surrado, pelo que aparentava era um dos primeiros. — Explica gesticulando as mãos pedindo para o kaijin se acalmar. — Ele estava com um panfleto andando por essas bandas e ele me entregou e disse “Meus espíritos dizem que alguém que trabalha aqui é quem procuro”.
— Isso é só balela. — Desdenha gesticulando com as mãos como fosse para o nezumi esquecer aquilo. — Existem muitos outros que pode ser treinados.
— Bom, de qualquer forma eu acho que você tem um grande talento para lutar. — Comenta andando até o jovem. — Terminando aqui, pode ir lá para frente!
— Sim, senhor! — Concorda batendo continência.
Alguns minutos se passam, Balthan acaba de colocar a ultima caixa no local certo e desce a escada de onde estava com um grande sorriso ao ver a dispensa toda organizada. Ele sai pela porta em direção do vestiário do mercadinho, ele passa entra alguns corredores que estavam mais cheios do que pela manhã, ao observar o caixa. Ele se assusta ao observar o Raaor atendendo os clientes, ao chegar no vestiário. Ele para em frete ao seu armário, vendo seu avental com um tecido mais grosso e com algumas costuras diferente que o avental da Shiro e pensa: “Imaginar que o senhor Raaor pagou para fazer essa roupa para mim, tudo por que meu pai...deixa para lá, eu preciso ir varrer a entrada”. O kaijin coloca seu uniforme, vai andado para entrada do estabelecimento. Passando pelo caixa Raaor segura seu avental e diz:
— Você poderia ir atrás da Shiro? — Pede com um tom um pouco de preocupação.
— Ei, senhor Raaor, ela sabe se cuidar. — Responde despreocupado.
— Você está sabendo dos rumores, certo? — Pergunta o puxando para mas próximo.
— Sobre aquele ser mascarado de kaijin? — Confuso e esperando uma confirmação do seu chefe.
— Sim, eu temo pois nunca se sabe. — Confirma o soltando levemente.
Balthan acena com a cabeça enquanto sai, ele sabia que esse rumor tem aparecido por aquelas vielas estreita. O rumor do ser misterioso, ele era um ser que usava um tipo de simbionte em sua pele e carapaça de kaijin grudado no corpo pelo simbionte, esse rumor começou a ser mais escutado e muitas pessoas sumiram logo após de verem esse ser, ele lembrava muito um tal de Ijōna senshi Insector. O kajin anda de pressa entre as vielas atrás de sua colega de trabalho.
Após muita procura ele passa rapidamente por um beco, mas como seus olhos estivessem sido puxados por algo, ele vê sua amiga sendo estrangulada por um ser humanoide revestido com um tipo de gosma carmesim, carapaças negras e olhos amarelos segurando um frasco de vidro que o estava levando para próximo da garota. Balthan não pensa, seu corpo sai em disparada contra aquele ser que nem sabia ao menos o que era, seu punho acerta o rosto dele desprevenido, mas nem ao menos o faz se mexer.
Aquele ser apenas começa exalar uma nevoa rubra, soltando a jovem que cai desacordada, seu olhos amarelos brilham em dourado que olha nos olhos azuis do jovem kaijn herói que tinha desferido um soco contra seu rosto que estava parado com sua guarda alta, por sua vez o monstro gesticula para que Balthan fosse para cima dele, que por sua vez avança contra aquele monstro, ele desfere um cruzado que faz alguns arranhões contra o ser que diz:
— Interessante. — Sua voz mudava de tom e de pronuncia a cada silaba. — Um kiajin com se nível Aberrante tão alto, três.
— Que merda, você estava fazendo com a minha colega? — Esbraveja enquanto desfere uma canelada contra o tórax daquele ser que quando ele observa melhor percebe que sua carapaça lembrava de um besouro.
— Somente um teste, jovem, mas encontrei um hospedeiro melhor que a jovem. — Explica de forma calma, mas gesticulando muito como estivessem debochando o jovem. — Vamos lá, me mostre mais do que pode fazer, hospedeirozinho.
— Hospedeiro? Eu vou arrastar sua cara no... no chão!!! — Grita enquanto corre contra o monstro desferindo vários socos e um deles brilha em carmesim que faz o ser dar dois passos para trás após tomar o soco. — Golpe pesado mais golpe da tempestade!
— Interessante, misturando um jutsu com um poder racial. —Comenta com um tom de voz de felicidade ao receber o golpe. — Nível aberrante três vírgula um, me mostre mais.
Balthan vendo que um dos seus golpes mais forte não fez nada, pensa em pegar sua amiga e fugir, mas antes de se quer se mexer aquele ser dá um chute em sua costelas que o lança contra o chão de terra batida que estava envolta da nevoa que o monstro exalava, ao observar o chão enquanto levanta percebi que sua amiga nem estava lá e pensa : “Aonde a Shiro está? Ela estava aqui? Não estava?”. Em meio aquela confusão, ele é trazido a tona quando vê um chute contra seu rosto que por pouco consegue desviar e se levantando. O kaijin de olhos azuis se encontra com do ser de olhos amarelados, ele junta todo seu chakra e força aberrante, correndo enquanto desfere vários golpes que por sua vez somente acertam de raspão o monstro que por sua vez pega o frasco que agora mais próximo dele, Balthan observa que era um simbionte de cor salmão.
O monstro dá um soco direto contra o rosto do kaijin com o frasco que quebra com impacto, o simbionte entra pela carapaça do jovem, a cada centímetro que ele entra e se espalha pelo corpo dele, mais queima e o faz ter uma visão, Balthan vê um kaijin de quatro braços pele e carapaça marrons como uma barata indo para uma floresta toda retorcida e tudo era vermelho como sangue.
Enquanto o jovem alucinava, seu corpo ficava envolta de uma gosma preta e raios laranjas começam a fazer aquilo borbulhas, dois olhos como do ser aparecem de cor vermelha e uma voz vinda dos raios grita:
— Transformação atormentada! Cuidado, cuidado, isso não é um teste! — Essa voz estranha emana dos raios e uma carpa sai dos raios como um construto de energia e ataca o ser, mas faz danos leves e logo após se separa em varias partes e se unem ao simbionte que estava ligado ao kaijin como uma armadura de escamas. — Consumir e destruir, Oma kaijin Tempest! Fúria carmesim, cuidado!
— Interessante, uma transformação digna, parabéns! — Parabeniza batendo palma com um tom de felicidade e se movendo para próximo. — Agora, vá pegar o cristal.
Balthan sentia seu corpo queimar, como seu corpo e mente estivesse acorrentado em corrente incandescentes, ele se vê num local totalmente escuro e uma gosma estivesse o puxando para baixo, sua mente era bombardeada com uma voz que diz:
— Nos temos que consumir, matar e consumir, nos vamos destruir esse mundo e vamos fazer todos sermos nos. — Ordena repetidamente para destruir a mente do kaijin.
— Eu não vou fazer isso, eu não quero isso! — Grita repetidamente para voz e para si mesmo. — Eu não sou assim!
— Eu? Quem é eu? Aqui só existe nos, nos somos um e você é a gente e a gente é você! — Exclama de todos os locais como quisesse abafar os gritos dele em meio aquele lugar.
— Eu sou Balthan, Filho de Garsu, eu sou filho do ultimo monge do estilo da água! — Grita para aquela escuridão que começa a brilhar em azul.
Enquanto isso o ser se aproxima de Balthan transformado, põem sua mão na armadura de escama do kaijin, mas essas escamas mudam para um laranja com as pontas azuis safira, seus olhos mudam da cor vermelha para azul. O ser dá um salto para longe,mas antes que encostasse no chão, ele sente seu corpo ser acertado com por um soco que a potencia é tão forte que sai faíscas no contato das armaduras. O ser observa o monstro que aquele kaijin se tornou, maior que dois metros, tórax mais avantajado, é como ele tivesse virado de um pequeno cavalo para um cavalo de guerra, então o ser diz:
— Interessante, você controlo o modo Oma kaijin. — Conclui olhando direto nos olhos de Balthan. — Me mostre oque até aonde pode ir, Tempest, Adios!
O ser some por uma saída do beco que Balthan nem havia visto, a nevoa some junto com ser. Ao ir atrás do ser mistério, uma luz forte de sol quase o cega e o som do centro do distrito da montanha invade seu ouvido mais que o normal, essa confusão mental faz ele momentaneamente perder sua consciência.
Enquanto isso ocorria, na casa de chá...
Desmond estava levando algumas xicaras para a pia que tinha vários talheres, xicaras e pratos. Hana não estava na cozinha, pois havia saído no intervalo para comprar coisas no distrito aberrante para comprar algumas coisas como roupa e ingrediente, um local onde muitos kaijin vivem e aonde ao Yakuzas comando por de baixo dos panos. Então em meio aquela calmaria, um amuleto que ele carrega no pulso começa a brilha em vermelho e aquecer, ao ver isso pensa: “Um ataque? Agora o ultimo tem menos de vinte quatro horas, preciso ver aonde é”.
Desmond abre a porta secreta para seu quarto, descendo a escada, logo entra na entra a sua esquerda. O local era um lugar com vários frascos com simbionte, um grande mapa de Tamu-ra cortada em seus eixos cárdias e bem província da montanha estava um brilho, bem na capital, ele pega outro mapa da capital e nele estava dois pontos vermelhos na área da praça principal.
O jovem fica serio ao ver aquilo, pois Sayori estava naquela área. Ele sai correndo indo em direção das escadas, passando pela cozinha de forma mais rápida. Tomura estava arrumando o local para fechar a casa vê Desmond passando com rosto serio e diz:
— Vai aonde? Está quase na hora do final da pausa? Já lavou a louça? — Pergunta com tom serio.
— Temos um trabalho a fazer. — Responde abaixando a cabeça e mostrando a amuleto para ele. —Desculpa, senhor Tomura.
— Vai logo e acabe com eles rápido! — Manda esboçando um sorriso.
— Deixa com a gente! — Afirma correndo para o lado de fora da casa de chá.
Desmond sai correndo e vê Hana chegando com varias bolsas, ele apenas dá um sorriso e faz um positivo com a mão mostrando o amuleto e ela por sua vez apenas acena que sim com a cabeça. Ele corre em direção de onde estava vindo o ataque.
Enquanto isso, no centro da capital...
As pessoas estão correndo para longe de Balthan transformado, ele volta a ter os olhos vermelhos e está atacando todos. Alguns guardas que usavam armaduras vermelhas escura com símbolo de uma montanha inabalável e imutável, eles os atacam com suas chuans e wakizashis, eles separam e começam a atacar com todas suas forças e técnicas rígidas e fortes, mas sua laminas não o fazem aranhão naquela armadura carmesim feita de escamas de peixe, algumas laminas se quebram e então uma onda de energia aberrante sai do corpo do monstro e uma voz grita:
— Cuidado, cuidado! Ondas fortes vem com a tempestade! — Grita a voz vinda dos raios enquanto uma onda energética sai do corpo do monstro e levanta todos os guardas e antes de se quer se defender, o monstro ataca todos com força total. — Impacto Corrupto!
Desmond chega no exato momento que os guardas caem desmaiados perante aquele monstro, Balthan olha para o jovem e vê a mesma aura da figura que algum tempo atrás tinha feito aquilo com ele, o monstro corre em direção dele, que por sua vez faz gestos de jutsu e um simbionte preto saindo seu corpo e uma energia carmesim e verde esmeralda começa a sair e ele grita:
— Henshin! — Grita respirando fundo e ficando relaxado.
— Siga em frente! Transformação equilibrada ! — Grita uma voz saindo dos raios que sai um grilo vermelho de energia que ataca o monstro e logo após se quebra em varias partes e se funde no simbionte. — Um salto para evolução e para paz, grilo evolution!
— Eu sou Ijōna senshi Insector, o cavaleiro da justiça! — Exclama juntando os braços e logo após fazendo uma posição de luta.
Balthan segue com toda a velocidade para atacar Desmond, mas antes que pudesse encostar, o jovem que havia se transformado desvia e desfere um soco na barriga que faz sair faísca do impacto. O monstro dá passos para trás cambaleando, mas antes que Insector desse outro golpe um tiro acerta suas costas com força que o faz cair de joelho e ao olhar vê um outro Oma kaijin que tinha um simbionte e sua carapaça lembra um ouriço do mar.
Desmond dá um salto para longe dos dois para próximo de um local aonde uma kajin e uma criança humana estavam escondidas atrás de algumas madeiras, ao ver aquilo ele faz um sinal de positivo em sinal de passa confiança e pensa: “Droga, um tudo bem , mas dois é de foder, preciso terminar um depois o outro, mas será que vou ter chakra para dar dois super impacto juntos? Só vou saber testando!”.
Enquanto Insector pensava, o Oma Kaijin do ouriço do mar se prepara para ataca-lo, Balthan consegue ver aquele ataque vindo mas seu corpo não estava no seu comando e aquela voz gritava em sua mente:
— Eu? Quem é eu? Aqui só existe nos, nos somos um e você é a gente e a gente é você! — Exclama de todos os locais como quisesse abafar os gritos dele em meio aquele lugar.
— Pare de ficar fazendo essa merda de pergunta! Eu sou Balthan e eu vou controlar meu corpo!
— Meu? Não existe isso, você é a gente, você é a tormenta! — Esbravejava em todo local.
— Eu sou o que eu quero ser! — Grita enquanto começa a sair daquela gosma que estava em sua mente e começa emanar uma luz azul dele. — Eu sou eu e parem de dizer o contrario!
Superando novamente o controle daquilo, Balthan corre e se põem enfrente do Insertor e todos os espinhos acertam sua carapaça, dor é grande, mas aquele sentimento lembrava que ele estava vivo ali. Ijōna senshi Insector fica chocado ao ver o monstro se pondo em sua frente para tomar o golpe e confuso diz:
— Por que você fez isso!?! —Confuso se levantando enquanto estendi sua duas mãos em um brilho em suas mãos que aparecem duas katanas feitas do simbionte, carapaça e energia.
— Eu não vou deixa ninguém se machucar! — Responde empurrando todos os espinhos novamente para o ouriço, olha para as pessoas e que tinha o salvo e percebi que aquele tal Ijōna senshi Insector não era o mesmo ser de mais cedo. — Você pode derrotar aquilo?
— Mais é claro é só a gente deixar o abdômen dele a mostra que posso um usar golpe aberrante! — Explica cruzando suas armas em X.
Os dois se colocam em suas poses de combate e saem em disparada, para criança e os outros aqueles dois viram somente dois borrões por causa da velocidade somente o borrão e seus raios podiam ser vistos. Insector com suas katanas abriam pequenos cortes e logo após Balthan no seu modo Tempest acertava forte golpes, logo após eles param juntos na frente do monstro que estava perdido e eles gritam:
— Golpe especial, Meteoro Carmesim! — Grita Tempest com toda força, dando um gancho no queixo do monstro.
— Golpe especial, X-Tomenta! — Grita Insector enquanto acumula poder para dar um golpe em X no abdômen do monstro.
A junção dos golpes o levanta, mas ainda não é o suficiente. Tempest pensa: “Se não terminarmos isso estamos ferrados, se eu fizer segurar ele para essa cara atacar com força total”. Ele salta em direção do monstro e segura os braços com do monstro com toda força para deixar o abdômen amostra e grita:
— Ataca agora! — Manda fazendo o máximo de força. — Não sei quanto tempo vou aguentar!
— Isso pode te matar! — Adverte de forma seria e o que ele recebi é um sim com a cabeça do Tempest. — Tudo bem, então técnica especial.
Insector respira de forma calma, flexiona os joelhos para atacar com força total, ele junta suas armas que são consumidas pelo simbionte e disso aparece uma espada bastarda, a lâmina longa feita pela carapaça e seu fio era uma energia vermelha, sua guarda da mesma cor e seu cabo era dividido no meio por outra guarda.
Ele olha o Oma kaijin sendo segurado pelo monstro que lhe ajudou para mostrar o abdômen. O cavaleiro salta em direção do monstro e grita:
— Golpe Aberrante, Impacto bastardo! — Grita com toda força no ar, enquanto seu corte corta os dois seres no meio com toda força.
Um clarão ocorre quando aquele corte diagonal acerta o abdômen do monstro, após o clarão se dissipar se revela daquele Oma kaijin só sobrou um pequeno simbionte de cor roxa que estava parado no chão. Insector cria um frasco com sua carapaça e pensa: “Bom, espero que possamos purificar esse simbionte com poder da Sayori e vamos ver do que sobro do outro”.
Seus pensamentos somem quando vê o kaijin de carapaça azulada vivo com um corte em seu abdômen e inconsciente, mas o que mais assusta é o simbionte fechando o corte pouco a pouco para seu hospedeiro não morrer. Antes que pudesse entender uma marcha é escutada e quando olha para trás vê vários soldados com suas espadas e arcos em punhos e na frente deles , uma jovem de logos cabelos pretos como a noite, uma daisho que era uma katana e um wakisashi em sua cintura. A jovem levanta o braço e grita:
— Se renda, guerreiro e venha com a gente! — Ordena parando de andar e atrás delas os guardas se põem em posição de ataque. — Nos traga esse outro ser!
— Foi mal, princesa, maaaas eu vou ter que passar! — Retruca fazendo posição de desdenho, pegando o kaijin e ficando de costa para não verem muito dele. — Esse meu parceiro vem comigo, mas olha tem alguns feridos, por que não ajudam ele, já que o monstro eu já derrotei.
— Quanta insolência com uma dai’zenchi! — Esbraveja a jovem em fúria por aquele jeito de falar. — Você vira com a gente!
— Desculpa, mas vou passar! — Andando para longe dali.
— Técnica do clã da montanha, avalanche implacável! — A jovem faz uma investida em direção de Insector, sua velocidade era descomunal. — Isso é por sua insolência com a província!
— Uma técnica samurai com uma ninja, boa, mas... — Diz desviando da técnica no ultimo segundo fazendo a garota cortar o ar e o chão. — Ainda não é o suficiente e não vou por que esse parceiro precisa de cuidados especifico, até mais!
Insector some em meio a raios carmesim e esmeralda, ele corre em meio aos telhados, o céu alaranjado pelo fim da tarde, observa algumas crianças apontando para ele como fosse um herói e pensa: “É por isso que eu tenho que lutar, pois quero que no futuro, essas crianças poessam viver um lugar sem ataques e feliz, é por isso que o Ijōna senshi existe!”, ele se esconde numa viela e num clarão sua transformação termina.
Algumas horas depois na casa de chá...
Desmond estava sentado no chão do quarto enquanto Sayori e Hana terminavam de enfaixar o kaijin, então Tomura coloca mão no seu ombro para chamar sua atenção e diz:
— Precisamos conversar na sala de monitoramento. — Seu rosto estava serio que não era o normal.
— Tudo bem. — Concorda se levantando e indo para sala ao lado de seu quarto.
— Esse kaijin se chama Balthan Gokiburi e ele mora sozinho, pelo menos é oque registro de alguns anos atrás diz. — Explica se apoiando na mesa que estava o mapa que tempos atrás estava marcando a onde estavam os monstros. — Ele tem uma anatomia muito mais insana do que kaijin normais.
— Eu percebi, o meu corte não pegou em nenhum órgão dele. — Comenta se apanhando ao lado de seu chefe. — Qual é o nível dele?
— Pelo que aparenta é três. — Responde de forma seria. — Você está cansado, mas amanhã vamos conversa sobre sua honra que diminuiu um pouco.
— Está bem. — Concorda olhando para frete com rosto de preocupação para os frascos com simbionte. — Você acha que esses seres eram pessoas antes de se transformar ou esse Balthan foi um caso a parte?
— O que eu acho que vou pensar isso amanha, pois hoje aconteceu muita coisa. — Afirma saindo ando para saída da sala. — Hana trouxe um futon para você e a Sayori um travesseiro.
— Obrigado por tudo. — Agradece com um sorriso de canto de boca.
— É isso que família faz um pelo outro e espero que esse kaijin também entre, pois pelo que a rua diz, vocês fizeram ter menos destruição que ontem.
Desmond apenas acena que sim com um pouco de lagrimas saindo dos seus olhos ao escutar aquilo, Tomura apenas o abraça e dá dois tapas em sua costa como sinal de bom trabalho. As hanyo deixam sua nova cama com eles e vão embora junto com seu pai, ao ficar só o jovem olha para o kaijin e pensa : “As coisas vão ficar muito mais interessante espero que também mais fáceis com esse novo parceiro que o destino me deu”. A noite cai em Tamu-ra assim como o sono para nossos heróis e o que o futuro guarda, só o amanhã responde.
“Previa da entrada 2: Me chamo Balthan e depois do que ocorreu naquele dia o pesadelo com a ida do meu pai ficaram mais frequentes, será que devo lutar ou deixar as coisas como está? O mashin do panfleto aparece, uma hanyo do lobo junto e na próxima entrada será a calmaria antes da tempestade, oque significa ser um herói!”
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