Notas iniciais
Oi gente.
Não tenho muito a dizer, só que eu sei que vocês estão me AMANDO de paixão pelo final do outro capítulo. Só que não né KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
Então, a realização do sonho - vocês vão entender quando lerem - Eu me inspirei na fic da linda perfeita da Penelope "Escolhas - Fred e Hermione" Quem gosta de fic Fremione, olha, VALE A PENA LER. Eu comecei a shippar Fremione por causa dessa fic, pois é!
Esse promete. Enjoyyy, xx.

Aparatamos, e caímos em uma rocha que era cercada por uma maré violenta, as ondas do mar frio e gelado batiam com violência nas rochas, como se a quisesse destruir.

Ao longe, via-se a caverna onde estava o medalhão.

Era uma questão óbvia. O lugar havia feitiços ante-aparatação, assim como em Hogwarts.

Pateticamente óbvio, e como não havíamos pensado nisso?

O mar era escuro, realmente violento, se eu caísse lá, sem dúvidas morreria com a pressão de uma onda contra minha cabeça.

Quem sabe, Rony caísse assim... Sem querer...

Desisti desse pensamento. Eu estava tremendo de frio, a barra da minha jeans azul estava encharcada com a água que batia nas rochas de forma violenta.

Mas parecesse que nosso gênio, Dumbledore, já havia pensado no assunto.

Ele acenou sua varinha, e ao mesmo tempo o mar se acalmou e surgiu um pequeno barquinho que suportava nós quatro. Parecia que o barco havia surgido de baixo do mar.

Amos escorregamos pela rocha molhada e sentamos no banco.

Conforme navegávamos, a água salgada entrava no barco e molhava a mim também. Aquele lugar estava terrivelmente frio.

Chegamos até a pequenina caverna, Ronald reclamava que estava com frio, e Harry protestava mandando-o calar a boca.

Desci e pisei na terra molhada, adentramos a escura caverna.

O lugar era opaco e tinha umas paredes em forma redonda para trás, gigante, feitas de pedra.

Não tinha por onde passar ali.

Então, Dumbledore cortou a própria mão.

- Senhor! — Ouvi Harry protestar. Puxa-saco.

- É preciso pagar uma prenda, pra que possamos passar, caro Harry.

- E por que não usou meu sangue?

- Porque o seu sangue, é muito mais valioso.

Sem mais conversas, o velho colocou a palma da sua mão na pedra, que cedeu, rolando para o lado, dando visão a um pequeno lago, e no centro, uma plataforma de vidro, cercada por um punhado de terra, como se fosse uma mini ilha.

Havia um barco também, esse maior e com a forma de um losango.

O restante do lago, era só vazio.

Subimos no barco com a ordem de Dumbledore.

Senti a moeda esquentar em meu bolso.

Estou na mansão Malfoy. Ele já sabe. Onde estão? Ele quer saber. - D.M.

Meu Merlin. Por que eu fiquei TÃO NERVOSA ao ler essa mensagem? Meu coração falhou.

Já estamos na caverna. Rumando para a pequena ilha que há no meio. — H.G.

Guardei a moeda, por sorte os meninos e Dumbledore estavam distraídos o suficiente.

- Quero que me prometam, que vão fazer o que eu mandar. — Dumbledore disse.

Todos assentimos ao mesmo tempo.

- Eu vou estar debilitado. Mas preciso que me forcem a beber aquela poção que há ali — Ele apontou para a plataforma de vidro — Ela vai me fazer implorar pela morte. E outras diversas coisas. Mas não me façam parar de beber.

Em murmúrios, nós concordamos. Olhei para dentro do lago, e havia ossos e corpos formados no fundo. Alguém já tentara estar ali.

Então, pra minha surpresa, esses corpos se moveram. Não eram pessoas mortas definhando, não.

Finalmente chegamos na pequena ilha.

Prepare-se. — D.M.

Foi o que eu li, quando a moeda esquentou mais uma vez.

NÃO! Ele ainda não está debilitado, aguarde! Por favor, avisem-nos. Te mando uma mensagem. — H.G.

Guardei novamente a moeda em meu bolso.

Ali era absolutamente frio, era um lugar sombrio. Olhei para frente, para o outro lago da ilha, e só o que se via era um breu escuro.

- Lumus. — Exigi. Harry e Rony me imitaram. Dumbledore não tinha varinha em mãos.

Pude ver com mais clareza a plataforma de vidro. Havia uma forma redonda a cima e uma poção clara, transparente, que parecia água.

- Muito bem. — Dumbledore disse, gesticulando para a poção clara na plataforma de vidro.

- ARANHA! TIRA ELA DAQUI, TIRA ELA DAQUI! — Rony gritou, pulando feito uma garotinha — TIRA, TIRA, ARANHA, ARANHA!

- Ronald, PARA! — Eu gritei, nervosa. Era uma aranha minuscula. Dumbledore deu um risinho baixo.

Harry já tinha uma concha não mão, e o olhou com olhar de protesto. Rony corou, a encarou os próprios sapatos.

Dumbledore ergueu os olhos, e o moreno colocou a concha com a poção na sua boca. O velho tomou de boa vontade, mas sua reação me surpreendeu, fazendo-me recuar.

Ele caiu no chão, com as mãos sobre a cabeça, e começou a chorar, como uma criança de cinco anos fazendo birra quando quer um brinquedo.

- Não! Não.. É ruim. — Estava dando certo. Estava dando certo!

Dumbledore implorava por não tomar, enquanto Harry o forçava. Chegava a ser engraçado, era como um pai tentando dar remédios aos filhos, dizendo que eles têm gosto de chiclete.

Suspirei, e fui até Dumbledore, tentando ajudar Harry.

- É necessário, o senhor disse, lembra? — Eu me agachei, curvando as costas.

- Me mate... Me mate, mas eu não quero.

Suspirei. Era a hora. Me afastei, fingindo estar abalada com tal situação, e mandei a mensagem para Draco.

Agora!

Suspirei, nervosamente, meu estomago revirava. Fui ajudar Harry, e Rony, inutil, ficou ali parado, sem saber o que fazer. Não o culpo, a situação era realmente assustadora.

Estamos indo. Prepare-se. — D.M.

Meu estômago se embrulhou, senti um nervoso estranho percorrer o mesmo, meu coração estava disparado e meu sangue gelado, frio.

Longos minutos se passaram, então o local foi cercado por vultos pretos, fazendo-me rir. Eu não tinha o poder de virar fumaça.

Harry e Rony olharam confusos, Harry derrubou a concha que tinha em sua mão, e substitui-a pela varinha.

Então, um último vulto surgiu bem ao meio, ao lado da plataforma de vidro: Voldemort.

Dumbledore não ligava, estava tão perdido em seu transe.

- Ora, ora, ora, ora. — Voldemort riu, o rosto ofídico mostrando todos os dentes.

- Eu conheço eles... — Dumbledore disse, refletindo — Mas da onde?

Os comensais riram.

- Se afastem! — Harry disse — Ou eu destruo isso aqui! — Ele gritou, apontando pra plataforma de vidro.

Voldemort gargalhou gostosamente.

Saquei minha varinha, e apontei para Harry e Rony, parando do lado de Malfoy, e erguendo a manga da blusa, deixando a mostra minha marca negra.

- HERMIONE! — Harry e Rony gritaram em uníssono, aterrorizados.

- Harry, Rony! — Eu gritei, rindo gostosamente. — É bom o gosto da traição, não é? É bom se sentir traído, não é? — Eu disse, em um tom sarcástico.

- Eu não acredito nisso, você nos traiu! — Harry disse, agora o rosto vermelho de ódio e as lágrimas escorrendo em seus olhos, fazendo-me rir.

- E vocês me traíram antes, queridos! Só estou retribuindo o favor. Agradeçam a Neville. Ou melhor, não agradeçam, porque não vão ter tempo para isso. — Eu ri, feliz. Me coloquei a frente de Voldemort, os comensais apenas observavam nosso duelo. Meu grande momento havia chegado.

Dumbledore apenas observava no canto, como um criança assistindo a um filme adulto e não entendendo nada.

– Hermione – Eram os olhos de Rony, Eu os reconhecia melhor do que em qualquer outro lugar – Por favor, não – Eles imploravam por misericórdia. Esbocei um sorriso maldoso, e ergui a varinha.

– Crucio – Sibilei, e o ruivo a minha frente contorceu-se de dor. Aquilo, por estranho que pareça, me dava prazer.

– Eu te amo! — Ele berrou entre a agonia da dor.

– Lilá não está aqui, Ronald – Eu gritei, e lágrimas escorreram por meu rosto, não lágrimas de tristeza, mas de ódio.

– Me perdoe!

– Eu não vou ser sua corna novamente. Agora aquela vadia tem você só pra ela. Aproveite e chifre ela também – eu ri de forma fria, e cessei o feitiço. Olhei em volta, mas diferente do meu sonho, não estávamos na torre de astronomia. — Pena que você não vai sair daqui vivo para contar a histórinha de como foi herói e impressioná-la novamente, meu amor! — Sarcástica. Irônica. Eu era ótima com isso, eu adorava ser assim!

- Hermione.. — Agora era Harry, quem apontava pra mim. — Não me obrigue a te estuporar.

Então, Malfoy colocou-se a minha frente.

- Se estuporá-la, vai ser pior pra você, Potter. Vocês são três... — Ele olhou pra Dumbledore — Bem, dois contra quinze. Não tem a menor chance.

Voldemort deixou que eu aproveitasse livremente meu momento com os garotos, porque depois disso Harry seria todinho dele.

- Isso está acontecendo desde quando? — Harry perguntou, me fitando.

- Desde o começo do ano, vocês são tão imaturos que não perceberam. Mas eu digo a vocês — Eu me aproximei dos dois, ficando com o rosto bem a sua frente encarando seus olhos — Eu sempre vou estar um passo a frente de vocês dois, SEMPRE — Cuspi as palavras com rancor, com um ódio que somente eu conhecia.

Recuei, Rony estava branco, visivelmente com medo.

- Muito inteligente da sua parte — Eu ri dele, — Neville é um bom amigo, não se esqueça de agradecer a ele, queridos.

Eu me afastei, e chegou a hora do diálogo Harry-Voldemort.

- Potter. — O rosto ofídico se aproximou do moreno, um tanto hesitante. Ninguém se importava com a presença de Dumbledore ali, exceto ele — Quanto tempo eu esperei por isso. Agora, eu posso toca-lo. — Ele disse, e ergueu a mão, tocando na cicatriz de Harry, que dobrou os joelhos em agonia.

- Se afaste dele, Tom Riddle. — Fomos surpreendidos por um Dumbledore de pé, agora "saudável".

- Alvo Dumbledore — Murmurou Voldemort, recuando, tentando não mostrar o medo que tinha do senhor.

Então, Snape tomou posse. Apontou sua varinha para Dumbledore.

- Ava...

- NÃO! — Draco se colocou na frente dele, interrompendo — POR SORTE — o feitiço. Draco era louco, podia ter sido morto! — Essa missão é MINHA! — Malfoy gritou, mais pálido do que estivera um dia.

- Muito bem, Malfoy. — Dumbledore disse, o fitando, erguendo as mãos em rendição — Vou facilitar pra você. Me desarme. — Draco não pensou duas vezes antes de fazer isso.

Seu corpo tremia muito, mal conseguia empunhar a varinha.

- Avada Kedrava! - Draco sibilou, um feixe de luz verde saiu por sua varinha, e atingiu diretamente Dumbledore, como um raio, petrificando todo seu corpo, fazendo-o cair no chão.

Aquela cena foi realmente assustadora. Eu não posso negar que eu fiquei traumatizada. Eu já havia visto Sirius morrer, mas ver Dumbledore ali na minha frente, e saber que eu havia sido responsável por aquilo... Harry fraquejou, caindo no chão. O corpo de Dumbledore escorregou, e caiu no lago. Aqueles ossos que eu havia visto, não eram pessoas definhando, era grindylows.

Que começaram a surgir lentamente do lago e subiram para o corpo de Dumbledore.

- Não. — Voldemort ordenou, e agitou a varinha, fazendo-os recuar. Com outro gesto, Dumbledore voltou a pequena ilha.

Voldemort caminhou até seu corpo desfalecido. Eu estava fraca, queria me ajoelhar e chorar. Draco estava aterrorizado, e os outros comensais riam. Todos, menos Severo Snape. As mangas de minha blusa caíram, cobrindo a marca negra em meu antebraço.

Tom Riddle chutou seu corpo com amargura e voltou-se a Potter.

Rony estava completamente aterrorizado, assim como o moreno.

- Você é meu, agora. — Ele riu, e apontou sua varinha para o rosto de Harry — Cruccio — Sibilou, e o moreno se curvou, contorcendo-se em dor, fazendo me rir.

Então, o feitiço cessou.

- Avada... — Mas vultos brancos entrando no local, assim como fizeram os vultos pretos, tomaram conta do local.

O plano falhou.

Era a Ordem da Fênix.

Não.

Não.

Não.

Não.

Mil vezes não!

Urrei em frustração, e os vultos se materializaram, confirmando meu medo. Era a Ordem da Fênix.

Notas finais
Eu disse que prometia! Dumbledore morto ))):
Bom, ai está. Espero que gostem, nos vemos nos comentários, hahaha.