If I could find a way

35 35 - Long Live to the Queen


Notas iniciais
Gente estou vivaaaa! Sorry pelo tempão, estava morrendo de sdds de vcs, mas estava sem pc e escrever no celular ngm merece né! Então agr estou com um note novinho em folha, coisa mais linda o novo baby da mamãe e já estou de volta com mil e uma ideias e vou mudar tudooooooooooo. Cabou a palhaçada, vamos fazer o negócio ferver agora o/

Logo após a briga, Charming prendeu Zelena na cela da delegacia para se certificar que não arrumaria mais nenhum problema. Todos saíram da rua principal alegres e empolgados pois a Bruxa Má do Oeste havia sido derrotada.

– Primeira rodada é por minha conta! — Grita Charming e toda multidão comemora em resposta.

Regina sai dali e vai para casa, ela já havia deixado preparado uma poção de cura. Bebeu e sentindo todas as dores do seu corpos sendo curadas. Correu para o seu quarto, na penteadeira havia uma caixinha e dentro dela estava seu coração, brilhando e pulsando. Ela o pego e o colocou novamente em seu peito.
– Regina? — Robin sai do banheiro
– O que está fazendo aqui? Como conseguiu entrar?
– Eu sou um ladrão, lembra?
– O que quer? — Regina o olha secamente, agora parada a sua frente de braços cruzados.
– Sei que está brava comigo e não lhe tiro o direito. Apenas queria saber se está bem, foram umas pancadas feias lá sabe.
– Estou bem Robin. — Regina olha para o chão, triste por não poder abraça-lo e comemorar sua vitória.
– Vim também avisar que há uma festa de comemoração no Granny's — Ele fala se aproximando dela e estica a mão em sua direção — E talvez queria me acompanhar.
– Irei para lá sim — Regina olha a mão, mas permanece de braços cruzados. — Mas antes tenho algo mais importante para fazer. — Robin a observa sair do quarto com seu coração doendo por saber que tinha arruinado tudo.

Regina vai até a delegacia e encontra Zelena na cela, enrolada em um cobertor, seus olhos estavam vermelhos, ela devia estar chorando.
– O que está fazendo aqui Regina?
– Vim ver como você está.
– Não preciso da sua conversinha de motivação ou da sua pena.
– Não vim aqui pra isso, mas sim pra lhe dar uma segunda chance. — Regina puxa uma cadeira e se senta de frente para a irmã.
– E se eu não quiser? — Zelena vira o rosto para o lado.
– Eu sugiro que aceite. Não faz muito tempo que eu era assim como você, sedenta por vingança. Eu queria a cabeça da Snow White em uma bandeja, mas onde isso me levaria? Eu sei o que é ter a vida que sabemos que merecemos negada.
– Ah, que peninha! — Ironiza a ruiva — Você teve que ser rainha.
– Nossa mãe nos arruinou.
– Ela lhe deu TUDO! Eu vi! — Zelena quase gritou, sua voz saiu com raiva e indignação.
– Você não viu quando ela matou o amor da minha vida? — Regina continuava no mesmo tom de voz do inicio da conversa: pacato, sereno, tentando transmitir segurança e principalmente esperança.
– Ela fez aquilo para que atingisse o poder. — Zelena falou meio na dúvida, sabia que aquilo não havia sido certo e que ela não acreditava realmente nessa sua frase de afirmação.

Regina estava de pernas cruzadas, tentando convencer a irmã de que a melhor chance dela, nesse momento, era recomeçar. Mas parecia que nada entrava na cabeça dela. Ao ouvir a última frase, Regina apenas balança levemente a cabeça negativamente olhando para o chão, ficando triste pelo fato de Zelena não querer entender o propósito da conversa. Regina se levanta e pega o saco de papel que ela havia trazido e se aproxima das grades.
– Vou te deixar para pensar, mas acho que devia realmente aceitar essa chance, recomeçar, se livrar de toda inveja e ressentimento. — Regina coloca o braço que estava segurando o pacote esticado entre as barras. Zelena se aproxima e pega o saco, quando abre, vê um maravilhoso hamburguer do restaurante da Vovó, cheio de batata frita por cima.
– Por que está sendo tão boa comigo?
– Por que eu quero te ajudar. — Com isso Regina da as costas a ela e sai do prédio.

A noite era de grande celebração no Granny's Dinner. Todos estavam lá, havia muita comida e muita bebida. Todos conversavam alegremente, se misturando e socializando entre todos os grupinhos. Regina tenta entrar de fininho, meio constrangida, com uma travessa de lazanha em suas mãos. Os sininhos acima da porta tocam e todos param para olhar quem entrava.
– Desculpem o atraso — Diz Regina com um sorriso constrangido no rosto.
Leroy rapidamente vai de encontro a ela, tirando o prato de lazanha da sua mão e com gentileza a pega pela mão e a leva até uma cadeira que estava vazia no balcão, onde ele solta o prato.
– Silêncio ai pessoal! — Com um grito Zangado levanta a mão e todos param a conversa para prestarem atenção no que ele tinha para dizer. — Hoje estamos todos aqui graças a essa mulher — Ele aponta para Regina que fica toda constrangida com o gesto. — Se não fosse por ela, seríamos todos macacos voadores agora. — As pessoas se entreolhavam, não entendendo o por que do anão está sendo tão legal com a Rainha. — Tiveram momentos em que todos aqui já quiseram te matar.
– Ok Leroy, já entendi — Regina torce o lábio e faz sinal para ele parar.
– Calma ai irmã, não terminei. — Ele sussurra para ela, a qual o olhava intrigada. — Mas hoje, em frente a toda essa cidade, quero dizer que não vejo mais aquela Rainha diabólica, sedenta por sangue que conhecíamos. Hoje finalmente mudou, fez tudo sozinha e virou uma heroína. Hoje me orgulho em dizer: Vida longa a Rainha! — Regina estava quase chorando com o gesto, realmente bonitas e sinceras palavras vindas do anão mais mal humorado que existia.
– VIDA LONGA A RAINHA! — Todos no local levantaram seus copos e gritaram a frase em uníssono. Em meio aquela multidão, Regina procurou Robin, e encontrou seu olhar admirado, que a confortava em todas as situações.
Logo em seguida o pessoal se dispersou, voltando a fazer o que estavam fazendo, seja isso comendo ou conversando. Mas os mais próximos logo se aproximaram de Regina. Snow e Charming vieram imeditamente falar com ela.
– Então, caiu nas graças do Leroy? — Mary Margareth brincou com ela.
– E olha que é uma coisa difícil. Estou tentando até hoje. — Charming continua a brincadeira. E ficam ali conversando por uns instantes. Até que Hook se aproxima.
– Posso falar um minuto em particular com você? — Hook estende a mão, ao qual ela aceita, pedindo com licença aos Charming's e indo sentar em uma mesa mais no fundo do restaurante.
– E então? — Regina pergunta um pouco empolgada
– Consegui. — Hook tira um frasquinho de dentro da jaqueta.

De longe, Robin observava os dois conversando animados, ele vê Hook a entregando algo, mas não conseguiu saber o que era. Estava ficando intrigado. Largou o copo e foi em direção a eles.
– Você precisa de ajuda Regina?
– Por que precisaria? — Ela o olha friamente.
– Minha Rainha, preciso ir. Não quero ficar mais uma vez no meio das briguinhas do casal. — Ele pega a mão dela e beija, a olha nos olhos e diz em tom de tchau — Milady. — Robin então se senta ao lado dele.
– Olha Robin, nosso relacionamento está saturado. Tudo aquilo que era bom e bonito do inicio se esvaiu e só o que tem no lugar são mentiras, brigas e ciúmes.
– Regina eu sei, mas eu posso mudar!
– Robin, a culpa de estar do jeito que está é nossa e não só sua. Mas não aguento o fato de que toda vez que te vejo, alguma decepção nova surge. Eu gosto de mais de você para te ver sofrendo e não quero ficar me torturando dessa maneira.
– Você está dizendo o que eu acho que está? — Robin segura a mão dela que estava em cima da mesa.
– Robin, acho que não deveríamos nos ver mais. — Os olhos de Regina se enchem de lágrimas, do mesmo modo que os de Robin. Ela tira sua mão de baixo da mão dele, pega a bolsa e sai do restaurante sem olhar para trás.

Notas finais
Isso msm, voltei para destruir o coração do fandom.