If I could find a way

15 15 - Into the Woods


Notas iniciais
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Mais ou menos uma hora depois eles chegaram ao fim da estrada e ao inicio da floresta. Eles desceram, pegaram as coisas do carro. Robin colocou o arco e a flecha nas costas
– Quer ajuda com a cesta, majestade?
– Não preciso da sua ajuda. – Robin a olhou e percebeu que ela não quis realmente falar aquilo, ela se arrependeu.
– Façamos o seguinte, eu pego sua cesta e você pega meu filho.

Regina pegou Roland no colo, o menino ainda dormia. Eles caminharam um pouco e chegaram até um riacho.
– Acho que aqui é um bom lugar para ficarmos não acha? – Disse Robin. Regina olhou em volta e balançou a cabeça com desdém.
– Roland, querido – Regina alisava as costas dele tentando acordá-lo
– Hã?
– Chegamos.

Ele acordou e olhou o lugar em volta. Rapidamente despertou. Regina o colocou no chão e ele começou a correr pelo lugar, se divertindo e explorando.
– Não vá longe, fique onde eu possa vê-lo. – Disse Robin enquanto estendia a toalha no chão – Pode se sentar, majestade.

Regina se sentou e começou a tirar as coisas da cesta
– Venha tomar café da manhã Roland – Ela gritou e ele em seguida apareceu.
– Regina, podemos nadar?
– Quem sabe mais tarde.
– Você vai comigo?
– Eu não, quem sabe você não convida seu pai. – Ela sorriu e olhou em direção a Robin
– Em pai, vamos, vamos pai? – O menino estava do lado dele o cutucando.
– Talvez Roland – Robin sorri constrangido e em seguida segurou a mão do menino para que ele parasse de cutucar. – Coma primeiro.

Regina trouxe várias frutas e sanduíches, Robin tambem trouxe algumas coisas e eles desfrutaram daquela refeição com muita animação. Roland contava para os dois sobre o que estava aprendendo na escola e seus coleguinhas e todos se divertiam muito.

Após comerem, Regina guardou tudo novamente na cesta e colocou os lixos em uma sacola plástica e se deitou de lado na toalha. Roland se deitou de frente para ela
– Está com sono?
– Não – Ela sorri e acaricia o cabelo do menino
– Eu te amo Regina
– Eu tambem Roland – Ele da um beijinho no rosto dela e se aconchega perto dela, fechando os olhos e pegando no sono.

Robin assistia tudo de fora, bobo, com um sorriso de orelha a orelha.
– É incrível como ele é apegado a você. Ele nunca foi assim com ninguém. – Ele falava baixinho pra não acordar o filho.
– Ele perdeu a mãe cedo, deve sentir uma carência nessa área e eu fico feliz que ele de um jeito ou de outro consiga suprir algo comigo.
– Ele realmente consegue. Ele fala de você todo hora, e quando algo novo acontece ele quer te ligar ou ir na prefeitura.
– E por que não o faz? – Ela ainda estava deitada ao lado do pequeno.
– Zelena... Ela não gosta muito dessa aproximação de vocês dois.
– Ah – Ela desviou o olhar e abraçou ainda mais Roland, sentindo que aquilo pode ser tirado dela a qualquer instante. Robin percebeu.
– Mas eu não quero, de maneira alguma, que esse contato de vocês acabe. Se não tiver problema pra ti quanto a isso, é claro. Eu não quero que o Roland seja uma obrigação.
– Não, de maneira alguma. Eu adoraria – Regina se levanta com todo cuidado para não acordar o menino e vai para perto de Robin e se senta ao lado dele. – Então você tá me dizendo que eu vou poder ser como uma mãe pra ele? Ter realmente esse papel?
– Bom, apesar de tudo, ele já te considera uma mãe. E se não for uma tarefa muito pesada eu adoraria que, caso queira, você passe dias com ele e o ensine coisas que talvez eu não consiga, ou Zelena.
– Meu Deus Robin, eu vou adorar. Não sabe como isso me deixa feliz. Poder estar mais com ele vai ser incrível – Ela estava totalmente empolgada, seu coração acelerou e parecia que saltaria pela boca. Ela sem pensar pôs seus braços em volta do pescoço de Robin e o abraçou forte.

Robin não sabia o que fazer ou onde colocar os braços, mas em seguida envolveu sua cintura e somete apreciou o abraço. De olhos fechado ele curtia o momento e secretamente esperava que durasse para sempre. Hook chegou e os viu abraçados.
– Regina? – Hook disse. Ela rapidamente soltou Robin e se virou para Hook, encabulada.
– Hook, o que faz aqui? – Ela se levanta rapidamente e limpa as calças.
– Ruby disse que estaria aqui caçando, mas eu acho que entendi errado o sentido da palavra “caçando”.
– Não é nada disso que está pensando – Robin se antecipou
– Você nem vai acreditar no que aconteceu – Regina puxou Hook para longe, para a margem do riacho. – Robin deixou que eu cuidasse de Roland e seja como uma mãe para ele. Oficialmente.
– Mas não é isso que a Zelena deveria fazer?
– E quem se importa? O importante é que EU vou fazer. – Ela abraça Hook com vontade e em seguida da um selinho nele.
– Gosto da sua empolgação – Hook muda de expressão completamente. – Pode fazer mais isso.
– Ok, o momento passou – Eles riem.
– O que achou do meu teatrinho que namorado ciumento?
– Estava perfeito.

Hook passa sua mão na cintura de Regina e os dois voltam abraçados para onde Robin estava. Os dois ficam por um momento sussurrando coisas inúteis e sem sentido no ouvido um do outro o que resulta em uma grande quantidade de ciúmes pela parte de Robin
– Eu vou caçar e deixar os pombinhos mais a vontade. – Robin pega o arco e sai para longe. Hook e Regina se olhar e fazem um “Hi-5”.
– Eu acho que ele se mordeu de ciúmes.
– Ninguém mexe com a Evil Queen.
– Falando em Evil Queen, você esta realmente maravilhosa hoje – Ele sussurra no ouvido dela e da um beijinho na ponta da orelha dela.
– Hook... – Ela tentou parar, mas o pirata já havia descido um pouco e beijado seu pescoço – Hook... – Sua voz saia fraca, por meio de suspiros e ele continuava beijando o pescoço dela, de uma maneira lenta e carinhosa, saboreando cada toque, cada cheiro. – Talvez nós não.. – Ele parou de beija-la e a olhou nos olhos, colocou o dedo indicador no seu lábio, a fazendo se calar
– Não pense, love. – Ele passou o dedo carinhosamente no lábio dela, acariciando, e beijou seu lábio inferior, em seguida o superior e então a capturou ferozmente em um beijo avassalador. Hook vai dentando-a na toalha lentamente, acariciando seu corpo. Regina escuta Roland se mexer e se senta rapidamente, o empurrando com a mão no peito do pirata.
– Não podemos fazer isso, não agora.
– Mas...
– Shhh, — Ela ouviu passos na mata – Vá para minha casa hoje a noite e terminamos o que começamos agora. Tem alguém ai.
– Mas se for Robin não é bom que ele nos veja?
– Hook, uma coisa é ciúmes ou bem diferente é falta de respeito. Ainda mais com o filho dele do nosso lado!
– Ok ok – Disse ele impaciente. – Vou ali jogar uma água fria na minha cabeça – Ela ri e da um selinho nele antes dele ir sair.

Na cidade, Zelena estava no Granny’s esperando as outras.
– Snow, que bom que você veio – Ela se levantou para receber a outra.
– Zelena, eu vi aqui pessoalmente me desculpar por não poder ficar para hoje, para nossas compras e tudo mais.
– O que? Por que?
– Eu me tornei, de um jeito ou de outro, amiga da Regina e tem sido maravilhoso poder compartilhar certas coisas com ela e eu não quero perder isso.
– Nem eu quero que perca.
– Mas, infelizmente eu já estou sabendo da desavença de vocês e com a Regina ou é ao lado dela ou contra ela, então, eu sinto muito, mas não posso passar o dia com você – Snow sai rapidamente, com medo do que possa acontecer.

“Com ela ou contra ela” Zelena pensou “ Que idiota, se achava que a Evil Queen era ruim, é por que não me conhece” “Wicked sempre vence”. Tinker Bell chegou em seguida
– Tink, que bom que veio
– É mas não vou poder ficar...
– Por causa da Regina?
– É...
– Pode ir então. – Tinker Bell saiu e Zelena saiu em seguida, seu sangue fervia de raiva.

Notas finais
Não é por nada, mas esse capítulo matou a pau