Notas iniciais
Gente o capitulo ta bem cortadinho, cena por cena, só as interações SQ, como de costume o resto se mantem como no episodio. Inclusive a parte em FTL que eu não reescrevi nada. Espero que gostem das minhas pequenas mudanças nesse episodio que ja foi super SQ

Regina parou no meio do Granny’s, seus sentimentos deram um giro de 360°, não achou que era possível o que estava vendo a sua frente. Henry e Emma em Storybrooke, como isso poderia ser possível? O prato que estava em sua mão imediatamente foi ao chão. Os olhares de varias pessoas logo foram em sua direção, mas ela não se importou com mais ninguém seus olhos foram de encontro aos de Henry, que rapidamente desviou sua atenção dela, o garoto não a reconhecia. A dor por aquela conclusão a atingiu, então ela desviou seu olhar para Emma, sem saber se conseguiria suportar que a mulher que amava também a olhasse como uma desconhecida.

Para a surpresa da rainha Emma não desviou seu olhar, a xerife tinha um enorme sorriso no rosto e ia em direção a morena. Regina quase não acreditou no que estava acontecendo. Emma a guiou ate um lugar reservado para que tivessem um pouco de privacidade.

– Você lembra de mim? – Regina disse sem conter as lagrimas que já se pronunciavam, sua voz tremula pelo turbilhão de emoções.

– Sim. – Emma disse em um tom abafado de quem lutava para não chorar. Seu coração batia acelerado, mal podia acreditar que tinha Regina ali diante dela, sã e salva – Eu lembro de tudo, meu amor.

Nenhuma palavra seria digna de explicar o que as duas sentiam naquele momento, então só restou a salvadora e a rainha selarem aquele reencontro com um beijo. Regina acolheu os lábios de Emma que eram vorazes, cheios de saudade, uma saudade que ate uns dias atrás ela não sabia porque sentia.

– Como isso é possível? – Regina perguntou com a voz ofegante, ao tempo que tomava o rosto da loira entre suas mãos.

– Hook me trouxe de volta.

– Nunca pensei que diria isso, mas ate que esse pirata é útil. – Regina disse fazendo as duas sorrirem. – Eu senti tanto sua falta... – a voz da rainha era tremula. – como você consegue lembrar de mim?

– Hook tinha uma poção. Mas... – o olhar de Emma entristeceu. – só foi o suficiente para uma pessoa. Henry, ele não...

– Eu percebi.

– Nós vamos dar um jeito, nos estamos juntas e juntas podemos fazer qualquer coisa, inclusive descobrir quem lançou essa maldição. E então... vamos trazer as memórias do nosso filho de volta. – A loira tomou as mãos da rainha com as suas e as levou ate os lábios, como se o gesto selasse sua promessa.

– Sim, nós vamos. – Regina acariciou gentilmente o rosto de Emma. – Eu quase morri quando pensei que nunca mais ia te ver...

– Eu estou aqui agora e não vou a lugar nenhum. Nunca mais... nunca mais vou deixar nada nem ninguém nos separar.

– Você promete?

Emma encarou os olhos castanhos, que brilhavam por conta das lagrimas. Eles eram carregados de uma mistura de medo e esperança, como se as palavras da xerife pudessem realmente garantir que tudo acabaria bem. – Eu prometo. – disse puxando a rainha para seus braços e abraçando-a.

Regina se deixou envolver pelo sentimento de segurança que a loira passava, sabia que tudo ficaria bem, contanto que a loira estivesse ao seu lado.

***

O plano era simples, fazer com que todos pensassem que Emma suspeitava que Regina tinha lançado a maldição, para que pudessem trabalhar juntas para encontrar o verdadeiro culpado. A cena do no auditório, onde todos estavam reunidos, foi feita e então Emma foi de encontro a Regina na prefeitura.

– Um terremoto? – Emma disse erguendo a sobrancelha.

– Eu precisava ser convincente. – Regina sorriu. – E eu não deixaria nada acontecer com você, sabe disso. Mas... você ache que eles acreditaram?

– Acho que sim. Agora que acham que você é a única suspeita que temos, vai ser mais fácil de descobrimos que realmente lançou a maldição.

– Quanto tempo acha que temos?

– Ate quem lançou a maldição descobrir que estamos trabalhando juntas? Muito, ninguem espera que estejamos do mesmo lado. Muito menos... – Emma andou ate Regina e a pegou pela cintura, colando seu corpo ao dela. – assim. – Ela beijou a rainha, com calma agora, um beijo longo e cheio amor. Eu senti sua falta... quer dizer, eu não lembrava de você, mas... algo em mim sempre soube que eu tinha perdido algo muito importante, eu só não sabia que era o amor da minha vida.

Regina sorriu. – Você realmente me escolheu, não é? Eu acho que ainda não consegui assimilar isso, mesmo depois de todo esse tempo.

– Não, eu não escolhi. Escolhas são feitas com a cabeça, considerando todos os fatores, escolhas são uma coisa mensurável. Eu não escolhi, porque não haviam opções, Regina, meu coração sempre foi seu, desde o principio, eu não optei por isso, o amor que eu sinto por você é muito maior que uma simples escolha, eu nem sei como explicar... eu fui uma boba antes por ficar confusa, mas tudo isso foi porque eu estava tentando ser lógica... quando o amor, amor verdadeiro, não segue lógica alguma.

Regina se jogou nos braços de Emma, beijando-a novamente, parecia nunca ser o suficiente para compensar o tempo que passaram separadas. – Obrigada. – A rainha murmurou com os lábios contra os da loira. – Por me mostrar que eu podia mar de novo.

– Sempre a disposição. – Emma sorriu. – Eu trouxe uma coisa pra você. – Emma tirou do bolso a pequena garrafinha. – É poção que me fez lembrar, talvez você possa saber como fazer mais para Henry.

O rosto de Regina se iluminou com a ideia e logo ela estava com seu material de poções sobre a mesa, tentando a combinação certa. Usou o pouco que sobrou para fazer uma copia da poção e então bebeu, como se bebesse esperança.

– Droga! – Disse lançando a garrafinha contra a parede.

Emma se apressou ate ela. – Calma, amor, vamos dar um jeito.

– Você não vê? Eu não posso fazer a poção... não posso ficar aqui se Henry não lembra de mim, isso é pior que qualquer maldição.

– Espere... – Emma teve uma ideia súbita. – A poção não funcionou, mas ainda pode ser útil.

– O que quer dizer?

– Se quem lançou a maldição achar que estamos conseguindo fazer a poção para lembrar...

– Então, essa pessoa vai querer nos impedir. – Regina completou com perspicácia.

– Só precisamos que todos saibam que estamos perto.

– Eu sei exatamente quem vai adorar espalhar essa noticia. – Regina sorriu.

***

– Então... a gente só senta aqui e espera? – Regina disse quando ela Emma estavam no carro da xerife esperando que alguém tentasse entrar em seu escritório para destruir a poção.

– É, ate a pessoa aparecer.

– É isso que faz pra viver?

– É.

– E você não fica entediada?

– Bom... – Emma deu um sorriso cheio de segundas intenções. – acho que podemos encontrar um meio de passar o tempo. Sem perder tempo a xerife beijou a rainha, suas mãos foram rápidas em encontrar o contorno das pernas da morena.

– Não deveríamos vigiar...? – Regina disse ofegante, pois Emma beijava seu pescoço incessantemente.

– Posso fazer as duas coisas. – Emma mordeu o lábio cheia de malicia. – EU quero você Regina... agora.

A rainha não precisou de mais nenhum incentivo. Logo as duas estavam no banco de trás. Emma, tinha Regina sentada em seu colo de frente pra ela, seus abdomens se tocando, os corpos suados se arrastando, os lábios desejoso trocando intermináveis beijos e juras de amor.

A morena passou os braços em volta do pescoço da loira e a encarou de cima pra baixo. Emma levou uma de suas mãos ao quadril da rainha e o outra ela deslizou ate seu centro molhado. Regina arqueou um pouco as costas e gemeu com o toque.

– Emma... – Ofegou ao sentir a xerife invadindo-a.

Emma selou seus lábios aos dela mais uma vez e então deixou seu toque se aprofundar, estocando-a com firmeza a medida que a morena movimentava seu delicioso corpo sobre ela. Não demorou muito para a rainha alcançar mais orgasmo e deixar seu corpo descansar sobre o da mulher que amava.

– Devíamos fazer tocaia mais vezes. – Emma brincou, fazendo uma Regina sem fôlego sorrir.

– Definitivamente.

***

– Achei que ninguém pudesse fazer isso. – Emma disse quando a figura desconhecida simplesmente desapareceu do escritório de Regina.

– Ninguem pode romper uma magia de sangue.

– Então com o que estamos lidando?

***

–Eu não sei se isso é uma boa ideia.

– Confie em mim, vai dar certo. Ele vai amar você. É impossível não amar você. – Emma sorriu e enlaçou sua mão a de Regina.

– Como vai me apresentar a ele?

– Bom, se você deixasse, te apresentaria como minha namorada. – A loira mordeu o lábio.

– Emma, se fizer isso vamos ter que contar a todos...

– E daí?

– E daí que temos uma crise enorme para resolver. Então acho melhor esperarmos, pelo menos ate tudo se resolver.

– Quer dizer que vamos namorar escondido? – Emma disse plantando um beijinho em Regina. – Parece divertido também. Agora vamos, vamos ver nosso filho.

***

– Serio? A bruxa má do oeste? Ela é real também?

– Sim, Emma, ela é. – Regina garantiu.

Notas finais
Então, gostaram? Gente, tive ate dificuldade em decidir o que mudar, pq foi tudo tão lindo *-* PS: Quem escreveu episodio foi a Jane Espenson?Pq tipo, meu Deus, que episodio foda foi esse? PS2: Tinha tanto lugar propicio pra elas se pegarem nesse episodio kkkk mas acabei optando pelo carro, pq aquela cena pedia isso, vcs não concordam? hueheu PS3: AMEI DEMAIS A ZELENA! A atriz foi perfeita *0* Enfim, ate proximo domingo meninas. Evil sweet kisses