Ice and Darkness

11 The First Time


Notas iniciais
Esse capítulo eu fiz com a ajuda do meu, maravilhoso, incrível e especial amigo que escreveu o lemon. Por que? Porque eu estava com medo de fazer uma bosta, kkkkkkkkk. Espero que gostem ;)

Eu o beijava com necessidade, sua boca tinha um gosto doce, eu nunca mais o queria soltar. Eu precisava dele, eu sabia disso, era como se ele fosse uma âncora para mim. E tudo aquilo que me deixava para baixo apenas sumia perto dele.

Passei a mão pela sua barriga e senti que ele se arrepiou.

— Nico? — Ele disse entre os beijos. Parei o que eu fazia e olhei para ele tentando entende-lo.

— Algo errado? — Perguntei.

— Não, E-eu apenas n-não sei... C-como f-fazer... V-você sabe... — Ele gaguejou corando em seguida.

— Não se preocupe. — Dei um pequeno sorriso e voltei a beija-lo.

POV Jack

O garoto até poderia ser tímido, mas não era o que parecia aqui, nesse momento, suas mãos passavam, hábil e rapidamente, por cada parte do meu corpo, sua boca estava ocupada demais mordiscando e beijando meu pescoço para falar-me alguma coisa. Eu não tinha ação, a única coisa que podia fazer naquele momento era gemer, arriscava passar a mão, uma vez ou outra, pelas costas de Nico, mas não sabia como seria sua reação, então, decidi apenas receber seus carinhos.

Nico, então, foi um pouco mais longe. Uma de suas mãos parou de apalpar-me e foi em direção ao meio das minhas pernas, pousou-se em cima do meu membro, ainda coberto pela calça que usava, e começou a massageá-lo, levemente. Provavelmente o garoto de cabelos negros percebera minha surpresa, talvez tenha gemido muito alto, ou tenha tido um espasmo exagerado, tanto que Nico parara o que fazia e olhava para mim:

— Está com medo? — O garoto perguntara, com uma expressão que não consegui decifrar. Talvez fosse chateado, talvez tentando me compreender, quem sabe.

— Não sei se medo é a palavra certa, eu... — Hesitei, por alguns segundos, em falar. — Não tenho medo se for com você. — Falei mais baixinho e pude perceber um mínimo sorriso na face no mais novo a minha frente.

— Não tem porque ter medo, mesmo.

Ao terminar de dizer a frase, o garoto voltou a fazer o que fazia, voltou a beijar-me e massagear meu membro, ainda levemente. Levantou meu queixo com seu dedo indicador, e beijou-me calmamente, como se nada importasse, como se nada existisse. Só eu e ele, sozinhos no mundo, era assim que me sentia a cada beijo seu. Poderia passar horas daquele jeito, me perdendo em seus tão doces lábios.

Aparentemente, ele queria ir mais longe, senti um toque um tanto que gélido em meu baixo ventre e abri meus olhos para ver o que era, Nico estava com a mão dentro de minha calças. Eu conseguia sentir seus finos dedos tocando em meu pênis, levemente, senti, também, no momento que ele apertou-o entre seus dedos e começou a mover para cima e para baixo, friccionando.

Consegui, apesar de tudo, manter-me calado e com a boca fechada, abafando alguns gemidos, meus olhos semicerrados, pude perceber um sorriso no rosto do garoto mais novo. Um sorriso de satisfação, talvez, ao ver minha feição, que mostrava êxtase, sua boca ainda ocupada dando chupões e mordidas no meu pescoço, por isso não consegui vê-lo direito.

Sai, por alguns segundos, do meu paraíso particular. Tirei a mão de Nico de dentro das minhas calças, enlacei meus braços ao redor de sua nuca e o puxei para um beijo mais quente. Cheguei perto de sua orelha esquerda, mordisquei de leve e disse, no tom mais provocante que podia:

— Eu sei que você quer mais do que isso.

— Talvez você não esteja preparado ainda. — Ele sussurrou em meu ouvido direito, com sua voz costumeira.

— Então por que você não me prepara? — Terminei a frase e lhe dei mais um beijo. Senti suas mãos indo, cada uma para um lado, a barra da minha camisa, soltei o seu pescoço e estiquei minhas mãos para trás dando-lhe a óbvia permissão para retirar a camisa. Mais rápido que eu pensei, Nico tirara minha camisa e a jogara em um canto qualquer do quarto, desceu numa “trilha” de beijos, até meu mamilo esquerdo e começou a mordiscar e lamber aquele ponto, enquanto sua boca estava ocupada com um mamilo, sua mão esquerda brincava com o outro e sua mão direita estava, novamente, em minhas calças, masturbando-me lentamente. Sem ao menos pedir permissão, Nico tirara minha calça e minha cueca, deixando meu pênis exposto. Ele estava encarando aquilo por tempo demais, o que tinha de errado?

— Hã... Nico, o-o que há de errado? — Perguntei, arqueando uma sobrancelha e ganhei sua atenção.

— Ah... De errado, nada. — Sua face corou um pouco ele lambeu a extensão do meu pênis, me fazendo arquear as costas e soltar um gemido longo. Deu uma atenção especial à glande, beijava, chupava e brincava com a língua, até que eu tive que tampar a boca para não gemer alto demais, percebi quando formou um sorriso de satisfação na face de Nico e quis apertá-lo. Mas não foi possível, visto a situação que estávamos:

— N-Nico... Eu quero fazer... Com você.

Nico tirou meu pênis de sua boca e subiu até sua boca ir de encontrou a minha e nos beijamos. Virei-o na cama e fiquei por cima, tirei sua camisa e tentei fazer o mesmo que ele fizera comigo, eu beijava seu peito e brincava com seus mamilos, ora apertava, ora lambia.

Passei minha mão pelo abdômen de Nico e apalpei seu membro por cima da calça folgada que ele usava, estava duro. Desci meu rosto até ir de encontro com a barra de sua cueca e olhei para cima, vendo sua feição e pedindo permissão, sem palavras. Pude ver nos seus olhos um aparente “sim”. Retirei sua calça e deixei-o apenas com a cueca boxer preta que usava, que já marcava bem seu membro, beijei toda a sua extensão por cima do tecido.

Tirei sua cueca e vi seu membro pular para fora, já ereto e pulsante:

— É bem... Grande.

— N-não diga coisas assim... — Nico cobriu seu rosto com ambos os braços e eu lambi sua glande e coloquei toda sua extensão na boca, desajeitadamente. O garoto soltou um gemido e logo o abafou. Continuei chupando seu membro, brincava com a língua e passava os dentes de leve. Senti a mão do moreno atrás da minha cabeça, fazendo força contra seu pênis, me fazendo engolir mais, quase que engasgando, mas não liguei.

Depois de poucos minutos assim, senti minha boca ser preenchida por um líquido que logo tratei de engolir, sem objeções.

— Me desculpe Jack. — Nico estava um pouco corado, devido ao calor ou vergonha, quem sabe.

— Não precisa se desculpar Nico. Não foi nada.

— Não estou me desculpando pelo que fiz, mas sim pelo que vou fazer.

— Me faça seu, Nico. — Na verdade eu até estava um pouco apreensivo sobre isso.

— Fica aí. — Nico se levantara da cama e estava mexendo numa gaveta de sua cômoda. Voltou com um pequeno pote em mãos, franzi minha testa tentando ler a embalagem, sem sucesso. — Lubrificante, Jack. — Nico havia percebido meu esforço.

— Pra quê isso? — Sorri meio desajeitado.

— Confia em mim?

— Claro que sim!

— Então prometo que não vai doer nada. — Ele falou com seu tom comum.

Nico pôs-me de quatro na cama, e lambuzou seus dedos com o lubrificante e senti um incomodo no meu baixo ventre e olhei por cima do ombro, o garoto colocara um dedo na minha entrada e agora fazia movimento leves de vai-e-vem.

Não demorou muito para ele colocar o segundo. E o terceiro dedo. Quando me dei conta, já estava gemendo baixinho de prazer, apenas pelos dedos do moreno. Ele tirara seus dedos de dentro de mim e lambuzara seu pênis com o lubrificante, assim como fizera com minha entrada. Passava seu membro por entre as nádegas, como se esperasse que eu falasse alguma coisa:

— Eu quero... Sentir você em mim. — Falei com uma voz manhosa. Não bastou mais uma palavra. Nico posicionara sua glande e pressionara contra a minha entrada. A medida que sua ereção entrava em mim, o incomodo e a dor aumentavam, como se tivessem me dividindo no meio. Soltei um gemido perceptível de dor e Nico refreou-se:

— Jack... Está doendo?

— Ah... Um pouco, só... Só espera eu me acostumar.

Nico não se movimentara até eu dar permissão, o que demorou alguns minutos:

— N-Nico... Pode se mover...

Ao terminar minha fala, senti Nico dar a primeira estocada de leve, segurando-me pelos quadris, arrancando um gemido manhoso meu.

Não demorou muito até que eu me acostumasse com aquilo e me acabasse com o prazer proporcionado:

— Hmf... Nico mais... Mais rápido. — Consegui forma uma frase entre os balbucios sem sentido que eu soltava.

— Tão... Quente, tão apertado... — Nico falava entre gemidos.

Depois de alguns deleitosos segundos nessa posição, decidi ir um pouco mais além e pedi para o moreno parar. Retirei seu pênis de mim e senti falta de algo, deitei-o em sua cama e sentei em seu colo, com uma perna de cada lado seu, levantei-me um pouco, posicionei seu pênis na minha entrada e desci lentamente, sentindo cada centímetro seu me invadir.

Depois que já estava todo dentro, comecei a me mover lentamente, me acostumando com aquela posição, depois de pouco tempo, já movia meus quadris com luxúria, deleitado pelo prazer, para cima e para baixo, ouvindo apenas os nossos gemidos que ecoavam pelas paredes. Senti as mãos de Nico indo para meus quadris e ajudando no movimento, indo mais rapidamente.

Algumas estocadas mais e ensebei uma onda de prazer percorrer o meu corpo, causando arrepios, arqueei minhas costas para trás, de tamanho prazer:

— Parece que é aqui. — Nico falou e continuou atingindo aquele ponto, quase me levando a loucura. Uma de suas mãos, depois de um tempo, soltou de meu quadril e foi até meu membro sedento por atenção, masturbando-o e no ritmo dos meus movimentos, soltei um gemido mais alto que os outros ao sentir seu toque:

— Nico... Eu vou...

— V-vamos juntos...

Acelerei meus movimentos e depois de alguns senti meu interior ser preenchido por um líquido quente, e, com essa sensação, cheguei ao meu ápice, sujando meu peito e o de Nico completamente.

Desabei em seu peito, exausto, com a respiração descompassada e a face corada. Ele não estava diferente de mim. Estávamos deitados na cama dele, sujos e abraçados.

Depois de alguns minutos descansando, senti seu pênis saindo do meu interior e um líquido escorrer pelas minhas pernas. Não dei atenção. Nesse momento, Nico mexia em meus cabelos enquanto eu estava com a cabeça em seu peito:

— Não acredito que fizemos isso, eu...

— Eu te amo, Jack. — Nico me interrompera.

— E-eu também te amo, Nico. — Levantei meu rosto e beijei-o calmamente.

— Não acha que deveríamos nos limpar?

— Talvez...

— Quer tomar um banho? — Ele perguntou corando e acenei que sim com a cabeça.

Levantamos juntos quando percebi pequenos flocos de neve ao redor da cama e corei um pouco, Nico viu e apenas riu e de mim e entramos no banheiro. Foi um banho com muitos beijos e caricias, voltamos para o quarto, coloquei uma boxer minha e a minha calça que estava no chão e Nico fez o mesmo, mas com uma calça moletom que ele tinha. E deitamos na sua cama, exaustos, abracei sua cintura e em poucos minutos estávamos dormindo.

Notas finais
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