Notas iniciais
Nome do cap: Contato visual.
Corra, grite e vá para as montanhas abanando os bracinhos porque o cap que vocês tanto esperavam tá aí. Isso mesmo, eu sou legal. Me ame (tá, claudia, senta lá.)
Cada uma das frases em itálicos são os muros que a Sam tá derrubando dentro de si, ok?
Ah, eu sei que ninguém se importa, mas eu me inspirei nessa música magavilhosa: o nome dela é An accidental memory in case of death. é do Eluvium e completamente instrumental. (http://www.youtube.com/watch?v=MqOEm27of0Q)
Então, se ajeitem na cadeira e aproveitem

Quando Sam acordara, sua mente a lembrou de tudo que tinha acontecido. Pela primeira vez Sam percebeu que tudo que nunca teve ou que tinha perdido durante sua vida, ela tinha quando ele estava perto. E apenas quando Freddie estava perto.

Ela tinha paz, segurança, felicidade e um lar. Bem ali. Com ele.

Não era como a Carly que tentava a fazer se sentir em casa. Benson não tentava, ele só... conseguia. Ele conseguia a fazer feliz sem nem mesmo tentar. Sem nem mesmo saber.

Ele a fazia perder a cabeça, conseguia fazê-la sorrir, conseguia fazer ela sentir. Sentir que era desejada, sentir que era real cada uma daquelas sensações que ele transmitia para ela.

Ele transmitia a ela a sensação que ela era pura. E que mesmo que ambos fizessem qualquer coisa carnal, ela continuaria pura.

Escondeu seu sorriso tímido no colchão com vergonha de seus pensamentos.

Mas aquilo que ela sentia era só com ele. Não sentia isso com Gibby, não sentia isso perto do Spencer, não sentia isso perto de nenhum outro homem que conhecia. Nem de nenhuma mulher.

Era só com Freddie. Só quando os olhos castanhos dele a olhavam que ela conseguia se sentir assim. Só quando a pele dele a encostava, ela conseguia se sentir assim. Assim como ela estava ali naquela cama que ela dividia com ele. Segura e feliz.

Quis olhar para ele e ver se ele estava acordado. Mas a ideia de olhar o Benson agora que admitira tudo aquilo a si mesmo a deixava com vergonha e insegura. E se ele não achasse aquilo? E se ele não a quisesse?

E se...

O mundo não vivia de suposições. E nem ela viveria.

Sorriu esperançosa antes de abrir os olhos. Quando os abriu viu que Freddie ainda dormia. Ele não era um anjo. Era uma pessoa real, uma bonita pessoa real e estava na sua frente mostrando que não era um ser de outro mundo.

Uma pessoa com defeitos como qualquer outra. Como ela.

Bem ao alcance de suas mãos. De seu corpo, de quem era. Ele estava completamente disponível. E esperava que ele se achasse disponível para ela. Apenas para ela. Para ninguém mais.

Nem a gostosa da Straw, nem a fofa da Dani, nem a perfeita da Carly.

Apenas para a imperfeita Sam e ninguém mais.

Seu sorriso meio envergonhado aumentou com esses pensamentos secretos. Sabia que não devia pensar essas coisas, mas... Era tão inevitável perto dele. Ela se sentia tão bem quando estava perto dele que se permitia sonhar com algo que sabia que nunca teria.

Ela sempre soube que nunca teria Freddie, mesmo que quisesse.

Sim, porque por mais que negasse, ela no seu mais profundo íntimo sempre gostara de Freddie. Gostava do jeito nerd dele, gostava do seu jeito de agir, gostava do físico, gostava do seu jeito de sentir a vida.

E recentemente descobrira que gostava e muito do seu jeito de deixá-la louca.

Passou a mão no rosto dele num carinho leve. Ela estava fazendo carinho em Fredward Benson. Algo tão normal quando um cachorro voar. Ok. Podia não ser normal, mas era a coisa certa.

Freddie sempre trazia seus lados que ela escondia para fora. A carinhosa Sam, a menina Sam, a insegura Sam, a medrosa Sam, a doce Sam. Ela era aquilo perto dele sem ela nem perceber. Muito do que falava e do que fazia quando estava perto dele, ela nem percebia. Só sentia que devia falar e pronto: quem estava perto ouvia.

E parecia que os efeitos que ele tinha sobre ela aumentava drasticamente quando ambos estavam sozinhos. E se ele sorria, pronto: ela perdia o completo controle de si mesma.

Ela não podia mais negar para si mesma que ele a afetava de forma sem igual.

Ela resolvera que não ia mais negar para si mesma. Mas ela iria esconder aquilo no mais profundo de seu ser. Ia negar para todos até que não pudesse mais, que não conseguisse mais. Entretanto, ela sabia que ele sempre saberia o que se passava com ela. Não tinha como mentir para ele.

Não tinha como esconder algo dessa importância dele. Não dele.

Era somente ele olhar para ela e ele saberia. Só eles se olharem e... Decidiu que não olharia mais para seus olhos. Só assim ele nunca descobriria. E era por isso que sairia da cama e quando ele acordasse ela estaria bem longe dos grandes olhos castanhos dele.

Com certa dificuldade, se levantou sem acordar o garoto. Perguntou-se como suas pernas acabaram se enroscando tanto e de um jeito tão confortável. Depois que levantou, olhou a sua volta e viu que o quarto estava revirado. Havia roupas sujas e limpas em absolutamente todos os cantos.

Iria ter que ir à lavanderia antes de sair à tarde para gravar o vídeo do ICarly.

Pegou uma roupa em sua mala e foi banhar. Sempre escutara que a Califórnia era quente, mas ela estava sentindo na pele o quanto. Ela mal conseguiu sair do banho gelado antes de sentir a quentura do dia e começar a suar. Ainda bem que escolhera a roupa mais fresquinha que tinha levado. Mas o lenço que estava usando para esconder seus roxos não estava ajudando em nada no calor.

Sorriu ao ver que Benson estava de bruços, mostrando suas costas definidas. Tirou uma foto de seu rosto babando no travesseiro e resolveu postar com a legenda: “Baba e ronca... Ainda querem meninas?”.

Torceu para que dissessem não e o Benson seria só dela.

Na hora recebeu vários retwits dizendo que sim. E um de pessoa perguntando como era o quarto que eles estavam hospedados e ela respondeu que assim que arrumasse um pouquinho o quarto iria postar uma foto.

Colocou o celular no bolso enquanto pegava as roupas do chão, separando as limpas das sujas. Quando terminou de separá-las, ficou com preguiça de carregar tudo aquilo para qualquer lugar e ligou para a recepção, eles indicaram uma lavadeira de confiança. Ligou pra moça pedindo que ela fosse lá buscar. A lavadeira parecia bem acostumada a atender pessoas famosas porque foi rápida, prática e discreta durante todo o tempo.

Eram onze horas quando as roupas já estavam com a lavadeira, e o quarto bem mais arrumado que antes. Resolveu, então, que iria fazer um vídeo ao vivo respondendo às perguntas dos fãs. A câmera de seu celular não facilitaria em nada sua vida. Decidiu procurar pelo computador do moreno.

Cinco minutos mais tarde, lá estava ela sentada na poltrona com um laptop no colo.

–Olá – ela disse pro computador – eu vim fazer essa twitcam ao vivo com vocês, bando de desocupados que não saem da internet. Eu tô esperando o nerd acordar pra gente ir poder trabalhar. – riu baixo. – Depois eu que sou a dorminhoca.

Ela leu os comentários e riu de alguns.

–Não posso mostrar o Freddie dormindo. Me processariam por causar calamidade geral. – ela riu de mais algumas coisas que escreveram – Quando ele levantar eu mostro o quarto.

–Cala a boca, Sam. – reclamou Freddie ainda sonolento. – Eu fui dormir era quase cinco da manhã. – A loira tirou os olhos do computador.

–Eu também, nerd. Nem por isso eu tô esparramada aí dormindo

–Não tá porque não quer – ele reclamou virando para ela, fazendo-a rir de seu rosto sonolento – Eu não tô impedindo ninguém de dormir.

–Para de ser reclamão, Benson, e agradeça por eu não ter ido aí de acordar aos tapas.

Ele riu roucamente por causa do sono, a cabeça ainda enfiada no travesseiro

–Olha que eu revido. – Sam riu alto sabendo do que ele estava querendo falar.

–Duvido

–Venha cá então, ô fortona – ele estendeu o braço a chamando.

–Naahhh. Depois a gente brinca de lutinha. Tô fazendo uma twitcam ainda.

–Você não vai me deixar dormir? – ele perguntou e ela acenou um não com a cabeça – Sua... Sua... Urght! — Ele desfilou pelo quarto de cueca indo pegar uma roupa pra tomar banho. – Credo, que cidade quente é essa! – ele reclamou.

–É eu sei...- ela voltou a olhar o computador – Viu a desgraça que eu tenho que aturar, gente? Carly! Cadê você?? – ela perguntou fazendo drama e logo leu um comentário – Porque o Freddie ainda tá aqui? O quarto que Gibby alugou também é com cama de casal. E eles se recusaram a dormir na mesma cama. Aí o Freddie disse que não ia dormir no mesmo quarto que o Gibby porque o Gibby ronca demais... Acabou ficando aqui. – ela leu um twit e riu – Não, não tá rolando Seddie... – ela leu outro comentário — Porque o Freddie não aluga um quarto pra ele? Vocês acham que a gente tá montado em dinheiro? O Gibby só não veio dormir aqui também porque ele ronca muuuiiiittttooooo mesmo.

Ela continuou por um tempo falando com os fãs pela internet. Respondeu que hoje sairiam na rua para fazer um vídeo para o ICarly que ela tinha bolado e um que Gibby bolou. Freddie saiu do banheiro de sunga preta e Sam virou seu olhar para ele novamente.

–Onde você vai?

–Vou pegar uma praia antes do almoço. Tá quente demais.

–Tem um bando de fãs malucas aí do lado, esqueceu? — ele fez que não com a cabeça – Você que sabe... depois que for processado não reclame.

–Porque eu seria processado, Puckett?

–Por traumatizar crianças, oras – ela disse dando de ombros

–Você não estava fazendo sua twitcam? Porque não continua? – ele perguntou meio chateado.

–Ainnn tadinho do Freddie, ficou todo bolado porque eu disse que não é bonito – ela fez vozinha de criança, mas voltou ao normal – Aprende a lidar com a verdade, Benson...

–Tá, tá. Você vai na praia comigo? – ela negou com a cabeça – Por quê?

–Porque eu não posso. Lembra? – ela virou o computador de lado e apontou pro lenço em seu pescoço. – Isso me lembra, seu palerma, que eu tenho que te matar — Então, ela desvirou o computador e olhou pra câmera – Gente, depois eu faço outra twitcam preciso matar o Benson agora. Bye.

Ela saiu da página e fechou o laptop colocando-o em cima da mesa.

–Me matar por quê? Você me deixou fazer isso ontem.

–É, mas... – ela levantou a mão para bater nele e Freddie pegou seu braço e a puxou para perto de si. Ela ficou muda vendo-o aproximar o rosto.

Ele encostou a testa na dela e olhou em seus olhos. Pareceu ver algo que o agradou neles porque abriu um sorriso enorme.

–Você deixou – ele disse.

Os narizes se encostavam, o lábios se triscavam... Sam sentiu seu coração bater freneticamente, ordenou que ele ficasse normal. Mas pela primeira vez ele desobedeceu.

–Não deixou? – perguntou Freddie roçando os lábios nos dela.

De que diabos aquele menino estava falando?

–Sim... – ele sorriu e lentamente subiu seus lábios para beijar a testa dela. E então ele se afastou dela, pegou uma toalha e se foi corredor a fora em direção à praia da pousada.

Aquilo fora romântico. Frustrante. Mas romântico.

Extremamente frustrante, mas mesmo assim romântico.

Grunhiu de ódio. Ele fazia de propósito só pode. Ele sabia o quanto mexia nela e fazia de propósito!

Grunhiu novamente, pegou as chaves do carro e bateu na porta vizinha. Ouviu uma série de barulhos, antes de Mari abrir a porta.

–Sam?

–Onde tem um restaurante por aqui? – perguntou à ruiva, ainda com um resquício de raiva no tom.

–Tem um aqui do lado, a menos de duas quadras. Quer que a gente te ajude a ir lá? – ela ofereceu. – Podemos ir a pé, a vista é linda. E é bem arborizado também.

Ela estava realmente precisando se acalmar. Andar ia acalmar seus ânimos. E hormônios. Oh, principalmente os hormônios. Assim esperava, pelo menos.

– Ok. Vocês tão prontas?

Sam resolveu levar as chaves do carro para Benson não sair e, depois que trancou o quarto, deixou a chave do quarto com o recepcionista do hotel para ele entregar ao menino. As oito iam pelo caminho. Realmente era arborizado e a vista que tinham do mar era linda. Não demoraram nem quinze minutos para chegarem ao restaurante.

Pedira o mesmo tanto de comida que as sete meninas iam repartir entre si. Ela era maior do que todas elas e comia por dois ou três. Benson comia menos que ela, mas também não se fazia de rogado.

–Tem certeza que é tudo isso? – perguntou Anne – Parece muito.

–Nah, se duvidar ainda fico com fome... Eu não comi nada desde que acordei.

O mesmo caminho de volta levando as comidas pareceu mais cansativo por causa do peso. Quando foi pegar a chave com o recepcionista, descobrira que o moreno já tinha entrado e que dera a permissão para instalar um frigobar e uma tv no quarto.

–Desculpe por não ter antes, mas é que tinham quebrado os aparelhos desse quarto e não tivemos tempo de repor antes da chegada de vocês. – dissera o recepcionista.

No quarto, Freddie assistia TV, deitado na cama, sem camisa. Se pudesse o imitaria. O dia realmente estava quente, mesmo com o ar condicionado ligado no quarto.

– Trouxe o que pra gente comer?

–Várias coisas. – ela colocou a comida na mesa e ele se acercou a ela.

–Frango frito, hambúrguer, tacos... – ele enumerou olhando as sacolas. – molho, coca, doce e... O que é isso?

–Salada. – ela deu de ombros – eu estava perto de sete pirralhas, tinha que dar o exemplo. Mas quem vai comer é você. A gente não pode desperdiçar comida.

–Eu não: você comprou, você come.

–A gente divide – ela falou enquanto tirava a blusa e o lenço – e não se fala mais nisso.

–Não. Você come – ele virou-se para ela – O que você tá fazendo?

–Oxi, você pode ficar sem e eu não? – Freddie riu

–Claro que pode. Ficou bem roxo, né. – ele apontou o pescoço dela e sentou na poltrona para comer as coisas que ela tinha trazido – Dói?

–Não. Só é ruim quando olho no espelho. – a loira sentou no colo dele e pegou um taco da mesa a sua frente.

–Tá confortável aí?

–Muito. – ela olhou para ele com a sobrancelha erguida – Quer que eu saia? – ele enfiou um pedaço de frango frito na boca e fez que não com a cabeça.

Parecia que tinha virado um ritual, porque eles comeram em silêncio e só beberam depois de terminar de comer. Freddie se esticou na poltrona se espreguiçando depois que terminaram de comer os salgados que, de tudo que ela comprara de sal, sobrara três tacos.

–Cheio, Benson? – ela perguntou – Ainda tem o doce, mas se você não quiser – ela bateu em sua barriga e sorriu –, mama quer.

–Eu quero – ele disse olhando para a menina, que corou. Sabia que ele quis dizer que a queria. – O que foi?

–Você. Falando bobagens.

–Você perguntou se eu quero doce e eu aceitei. Onde tá a bobagem nisso? – ele perguntou e ela deu um tapa de brincadeira no braço dele

–Pode não ter falado, mas pensou.

Ele gargalhou alto e ele novamente teve vontade de beijá-lo, mas agora não ia lutar contra isso. Ia... deixar tudo acontecer naturalmente. Como um rio, ia deixar tudo fluir. Não ia mais lutar contra a correnteza. Talvez por tomar essa decisão que Freddie parou de rir aos poucos e a olhara nos olhos.

Os olhos castanhos e decididos de Freddie se encontraram com os olhos azuis e decididos de Sam. E sem quebrar o contato visual, o moreno encostou sua mão na lateral do rosto dela.

Ele começou a se aproximar de seu rosto, mas parou no meio do caminho.

– Eu... – ele começou a dizer – posso...?

Não foi preciso de um aceno, ou de palavras. Ela apenas olhou para ele e era como se ele lesse seus pensamentos. Cada um deles, suas inseguranças, seus medos. Ela percebeu que ele a lia. Porque era isso que ela estava fazendo com ele. Lendo cada um dos seus pensamentos. Ela viu o quanto ele era quebrado, o quanto ele ficara em pedaços durante grande parte da sua vida.

Viu a angústia que ele sentira por fazê-la chorar. Viu o tudo que ele sentiu em toda a sua vida. Tentou passar tudo para ele também. Não soube quanto tempo eles ficaram ali, se olhando, lendo a alma um do outro.

Apenas... Ficaram.

Não se importaram com as horas passando, com o celular que começou a tocar sem cessar, não se importaram com nada. Eram apenas eles. Se conhecendo pela primeira vez. Se sentindo pela primeira vez. Se entregando pela primeira vez.

Ali, com aquele olhar eles se tornaram mais íntimos do que jamais pensariam em se tornar. Não com ela. Não com ele. Mas eles sabiam que era o certo. Aquilo era o que tinha que ser feito naquele momento. Nem antes, nem depois.

– Angelique – ele falou quebrando o silêncio que ficara no quarto depois que o telefone cessara o barulho – O nome da nossa filha vai ser Angelique.

Ela não estranhara o comentário. Ele apenas tinha dito o que estava no profundo de sua mente.

–E nós vamos nos casar numa tarde de outono – ela falou.

Era nisso que ele pensava. Ela sabia.

Ela também sabia que aquele olhar quebrara tudo que ela tinha construído dentro de si como certeza. Sabia também que ele também estava com todas as barreiras quebradas dentro si. Agora era o momento certo. Não antes nem depois.

Ela não soube quem se aproximara do outro, apenas fechou os olhos e deixou-se levar pelo beijo calmo de Freddie, sentindo o gosto viciante do rapaz. Não estavam ali seus corpos. Era mais profundo que isso. Muito mais profundo que isso. Ela estava ali, entregando tudo que tinha a ele e pegando tudo dele para si.

Eles estavam mais que juntos. Eles estavam muito mais que ligados. Mais que unidos.

Eles eram um só.


Notas finais
AVISO:
Algumas pessoas disseram que queriam entrar na minha cabeça pra descobrir o que tem dentro dela (não tem nada, sério u.u). Ou disseram que eu deixo tudo muito confuso e que gostariam de entender um pouco mais o que eu penso... Enfim, como eu sou uma pessoa excluída virtualmente, mas mesmo assim queria conhecer e conversar com vocês, eu fiz uma conta no HANASHI. Sou legal, né? Se quiser me add lá, fiquem à vontade, mas mantenham contato, certo? O endereço tá no meu profile.
Próximo cap: IS not love. E eu pressinto que vocês vão cair de amores por ele.
Pressinto surtos sobre esse cap em 5, 4, 3, 2 e...