Notas iniciais
Olá pessoal! Desculpem a demora...Esperamos que gostem do novo Capítulo. Beijos :3

Em uma tarde ensolarada os jogadores de quadribol se preparavam para entrar em campo, a torcida já estava aposta nas arquibancadas e o narrador saudava o jogo de slytherin contra gryffindor. Os jogadores então entraram em campo.

– UHUUUUUUUUUUUUUUUUL, VAI HARRY!!!!!!!!!!!! — Berrou Hermione.

O jogo deu início, a torcida vibrava, porém o clima na partida estava tenso, Ron encarava Malfoy constantemente, porém não deixava a raiva abalar, e para provocar Malfoy, fazia defesas incríveis e levava a torcida de gryffindor ao delírio.

Slytherin e gryffindor estavam empatados, Draco percebeu que o pomo de ouro passou rapidamente pelas suas costas, então o seguiu. O pomo estava parado ao lado do menor arco, ele poderia ter pego o pomo naquele minuto porém, parou olhou para a arquibancada de gryffindor e acenou para Hermione que por incrível que pareça retribuiu o aceno fazendo com que Ron se exaltasse e fosse até onde estava Draco, alterado não pensou duas vezes, e o empurrou da vassoura fazendo com que Harry gritasse:

– Ron, NÃO! — Mas já era tarde demais, Draco caia livremente.

Hermione ficou desesperada, só havia uma coisa a fazer. Então pegou a varinha de suas vestes apontou em direção ao garoto que caia e disse:

– A ESTUMOMENTO! — Ela o salvou, sua queda foi amenizada como se ele tivesse caído em um colchão inflável.

Depois que Malfoy aterrissou em segurança, a professora de quadribol parou o jogo e foi ver o que havia acontecido.

Todos os jogadores obedeceram à professora e aterrissaram. Ron foi o último a pousar, assim que ele fixou seus pés no chão, Harry, Seamus, Dean, Ginny e Neville foram até ele.

– O que está acontecendo com você? Ficou louco? — Disse Harry o empurrando.

– Você sabe que ele poderia ter morrido, né? — Disse Seamus indignado.

– O que? Vocês estão defendendo o Malfoy agora? — Disse Ron fora de si.

– Não é questão de defender, não gostamos dele tanto quanto você, mas nem por isso o empurramos de uma vassoura a metros de distância do chão. — Disse Harry inconformado.

– Eu sei o quanto está chateado por causa da Hermione, mas isso não lhe dá o direito de fazer o que você fez, você mudou, e eu não gosto desse novo Ron. — Brigou Ginny.

Ron simplesmente os ignorou, virou as costas e abandonou o campo como se nada tivesse acontecido.

Hermione desceu correndo da arquibancada para ver o que tinha acontecido com Draco. O encontrou desmaiado e mais pálido do que de costume.

– Vocês estão esperando o que para o levarem à enfermaria? — Perguntou Hermione inconformada.

Então Draco foi levado à enfermaria e posto em uma cama, já medicado.

Hermione sentou-se ao lado da cama em que ele estava. Ela se encontrou extremamente preocupada com o estado do garoto, de tal forma que ela nunca poderia imaginar que estaria.

Hermione se assustou com a voz estridente de Pansy.

– Ai meu Draquinho, o que fize... — Ela mesma se interrompeu ao notar a desagradável presença de Granger. — O que faz aqui sangue-ruim? — Perguntou Pansy.

– Estamos em uma enfermaria, se é que você não percebeu sua destrambelhada! E se você tem um pingo de juízo nessa sua cabecinha pequena e um pouco de consideração por ele. — Hermione olhou para Draco. — Fique quieta e o deixe descansar.

– Vai ficar com o seu namoradinho, do Draco cuido eu! — Exclamou Pansy irritada.

– Você só pode estar sonhando que eu vou deixá-lo aqui com uma louca feito você! — Retrucou Hermione.

– Desde quando você se importa com ele? — Perguntou Pansy.

– Desde quando não é da sua conta! — Respondeu Hermione raivosa.

– Meninas aqui não é lugar para brigas, agora saiam, quem irá cuidar do Draco sou eu, qualquer coisa eu tenho certeza que serão as primeiras, a saber, agora vão! — Ordenou Madame Pomfrey.

As garotas obedeceram e rapidamente se retiraram da enfermaria.

Hermione saiu de lá e foi direto para o salão comunal de gryffindor, onde tinha certeza que encontraria Ron. Ao chegar lá o encontrou sentado no sofá sozinho, então ela disse:

– Precisamos conversar Ron, não dá mais para adiar!

– Se é para falarmos do Malfoy não me interessa nem um pouco, eu já ouvi o bastante. — Respondeu o garoto agressivamente.

– Não Ron, não vim aqui para falar do Draco, vim aqui para falar de você... E de mim também. — Concluiu Hermione.

– Ok. Pode falar, sou todo ouvidos! — Disse Ron ironicamente.

– Você está diferente Ron. — Começou Hermione e foi interrompida.

– Você também está! — Retrucou Ron.

– Ok, nós dois estamos diferentes, e é por isso que eu estou aqui, já algum tempo eu queria te dizer isso, mas não sabia como, bom eu ainda não sei, só peço que não me interrompa. — Ron revirou os olhos. — Como eu estava dizendo, muita coisa aconteceu você mudou completamente, e eu também, admito! Então, não sei mais o que sinto por você Ron... Eu sempre tive você como meu irmão. — Concluiu ela.

– É ele não é? — Perguntou Ron já sabendo a resposta.

– Ele... Quem? — Perguntou Hermione.

– Malfoy é claro, quem mais poderia ser. — Concluiu Ron.

– Não Ron, não tem nada haver com ele, somente comigo e com você. — Acrescentou Hermione.

– Já te disseram que você é uma péssima mentirosa? Você deveria saber disso já que é uma irritante sabe tudo! — Disse Ron irritado.

– Eu vou ignorar completamente o que você acabou de dizer, levando em consideração que você anda muito alterado. — Disse Hermione.

– Faça como quiser, mas me responda somente uma coisa... Porque ele? Poderia ser qualquer um... Mas ele não! — Disse Ron olhando para baixo.

– Eu não estou apaixonada pelo Draco se é isso que você está pensando. — Disse ela tentando convencer mais a si mesma do que a Ron.

– Ninguém aqui disse que está você está se entregando sozinha Hermione, olha como você o chama... — Respondeu Ron.

– Você está desviando do foco, nós dois! Eu acho melhor nós darmos um tempo Ron. — Completou Hermione.

– Faça como quiser, eu não me importo. — Mentiu Ron e virou as costas, saindo do salão.

**

Do outro lado do castelo Dean e Sam aproveitaram para dar um passeio à luz do luar.

– E se alguém nos ver? — Questionou Sam encabulada.

– Fique tranquila, nada vai acontecer! — Respondeu Dean se aproximando da garota e a puxando pela cintura assim a envolvendo em seus braços e a beijando.

– Eu acho melhor nós irmos dormir está meio frio aqui fora. — Comentou Sam.

– Como quiser. — Respondeu Dean gentilmente a conduzindo para dentro.

­­**

Melyssa estava penteando os cabelos quando Seamus entrou no quarto.

– Madame Pomfrey me disse que você ficou preocupada comigo quando eu me feri com aquela explosão. — Comentou Seamus.

– Ah eu apenas queria verificar se você não tinha morrido. — Respondeu Melyssa, e Seamus se aproximou.

– Ela também me disse que você não saiu do meu lado nem por um minuto. — Completou Seamus a fazendo corar. — Estava verificando se eu continuava vivo? — Disse Seamus entre risos.

– Pense o quiser Finnigan! — Resmungou ela e se virou em direção a sua cama, porém Seamus a puxou pelo braço, a prensando na parede.

– Me solte Seamus! — Ordenou Melyssa.

– Me diga, você está realmente conseguindo se convencer de que não sente nada por mim? — Indagou Seamus.

– Ah, mas eu sinto... Raiva, ódio... Desprezo. — Respondeu Melyssa fazendo-o rir.

– Você está tão apaixonada por mim quanto eu por você Melyssa. — Disse Seamus a encarando.

– Me poupe Finnigan! — Disse Melyssa conseguindo se soltar, porém quando estava prestes a alcançar sua cama foi surpreendida, pois Seamus a puxou pela cintura e a beijou, e sem ao menos tentar se esquivar Melyssa retribuiu deixando que ele aprofundasse o beijo.

**

Harry estava na sala comunal do seu dormitório, sentado a mesa lendo sobre Dumbledore e sentindo saudade. Ao notar as lágrimas no rosto do garoto Padma se aproximou:

– Você está bem Harry? — Perguntou a garota preocupada.

– Sim, Só que... — Parou Harry para suspirar. — É estranho estar aqui sem ele. — Concluiu o garoto chateado, Padma assentiu.

– É... Eu posso imaginar como você se sente, mas ele está orgulhoso de você imagino! Você venceu Harry, salvou todos nós. — Disse Padma tentando consolá-lo.

– Eu não teria conseguido sozinho. — Respondeu ele. Padma então puxou uma cadeira e se sentou ao seu lado.

– Sei que não somos muito próximos Harry, mas não gosto de te ver assim... — Disse Padma corada.

– Não sabia que você se importava comigo... — Respondeu Harry encabulado.

– Não é questão de se importar, mas pelo que sei de você... Se fosse ao contrario você agiria da mesma forma. — Concluiu ela e ele assentiu.

– É... Você tem razão. — Concordou ele.

Ginny entrou na sala e não gostou de ver Harry tão próximo de Padma:

– Eu atrapalhei alguma coisa? — Perguntou Ginny aparentemente ciumenta, sarcasticamente.

– Não Gin. — Disse Harry se levantando.

– Pode ficar onde estava, eu já estava indo para o meu quarto. Boa noite Harry. Concluiu ela encarando friamente Padma, E subindo a escadaria que levava ao seu quarto.

– Ginny!!! — Chamou Harry correndo atrás da garota.

– Espere! — Pediu Harry desesperadamente. Ginny parou e deixou que ele viesse até ela.

– Eu e a Padma só estávamos conversando... Sobre Dumbledore. — Disse ele.

– Tudo bem Harry, eu estou meio... Cansada, depois conversamos. — Disse a garota entrando em seu quarto, Harry assentiu, porém permaneceu parado no corredor por algum tempo.