I will not let you go
13 Capitulo 13 - Emma.
Notas iniciais
Duas semanas antes, Pov Emma.
"E ponha uma coisa em sua cabeça de uma vez por todas, é você e sempre vai ser você, a dona do meu coração Regina."
Falei isso e a beijei com ardor e vontade, beijaria mil vezes Regina Mills e nunca me cansaria.
Eu a amava com todo o meu ser, ela era minha muito antes de eu mesma saber.
Tirei aos poucos as peças que estavam em nosso corpo.
"Você é tão linda." Ela gemeu quando sussurrei em seu ouvido. "E irei te amar de todas as formas possíveis." Mordi seu pescoço, fazendo uma trilha de beijos enquanto ia em direção ao par de seios que tanto me excitavam.
"Emma!" Gemeu assim que abocanhei com calma seu seio esquerdo. O chupei até o deixar avermelhado para logo em seguida dar uma mordida leve. "Amor." Me chamou manhosa.
"Oi?!?" Falei baixo parando de chupar seu seio e fui me esfregando sobre ela. "O que você quer Regi?" Provoquei até estar por cima encaixando nossos sexo completamente.
"Isso." Disse assim que comecei a me mexer me acomodando em seu centro, senti suas duas mãos em minhas nádegas, ditando o ritmo que começaríamos. "Isso amor." Repetiu.
Tanto o meu sexo como o da minha morena já estavam melados de prazer. O quarto exalava um aroma único, de sexo.
Suas unhas fincavam cada vez mais minha pele branca. Estavámos em sincronia.
Não parei de me mexer um só segundo, aquele vai e vem me daria um orgasmo em segundos.
Tanto eu e Regina gemíamos de prazer, nossos seios balançavam ao ritmo que nos mexíamos. Nosso corpo já pingava de suor. Nos amávamos a cada minuto que se passava.
Eu podia sentir o calor consumir meu corpo, aquela quentura se apossar e me dar um dos melhores prazeres da vida. Me segurei ao lado do corpo da minha namorada com as mãos.
E assim tive um orgasmo. Senti meu líquido quente escorrer pela intimidade de Regina. E assim eu vi, Regina logo em seguida me acompanhar. Então desabei sobre ela, não aguentei o prazer, e então ela me segurou. Mesmo sem força, tentou dizer com aquele gesto que independente de qualquer situação, ela sempre me seguraria, poderia o mundo desabar sobre nós, ela seguraria a minha mão, assim, como eu a dela.
Nossa respiração estava ofegante. Ela beijava meu pescoço e passava levemente sua unha sobre minhas costas, me causando leves arrepios.
"Pronta?" Falei, assim que me recuperei do prazer que ela havia me dado.
"Sempre." Ela sorriu, aquele sorriso de safada.
Então fechou seus olhos e sorriu ao ver que a penetrei com dois dedos.
Eu a beijava, nossas línguas se moviam assim como meus dedos. Segurei seus lábios e ela gemeu de dor e prazer assim que dei uma estocada forte.
"Tão apertadinha." Disse enquanto outro dedo a invadia. "Te amo a cada segundo." Dei um selinho demorado enquanto entrava e saía de dentro dela, uma, duas, três...
"Mais forte amor." Exigiu se movimentando também. "Eu te amo." Me revelou mudando as posições, ficando por cima de mim. Tirei meus dedos rapidamente e segurei suas nádegas, as apertando. A analisei por um tempo, seu corpo suado, suas bochechas rosadas, seu cabelo todo desarrumado.
Nunca que imaginei ver uma cena dessas e eu ainda mais sendo a causadora do seu estado.
Finalmente meu amor verdadeiro estava ao meu lado.
Então agarrei com força, amava aquela bunda com todo meu ser.
Coloquei novamente dois dedos meus dentro dela e os movimentos com rapidez e força voltaram. Até os sentir sendo esmagado, minha mulher estava à beira de outro orgasmo.
"Vem amor." Provoquei. "Vem pra mim." E foi como se eu mandasse, ela veio. Arqueando as costas e gemendo deliciosamente pelo quarto enquanto meu dedos eram lambuzados pelo seu meu adocicado.
...
Atualidade, mansão Mills.
"Você vai sim Regina." Estávamos discutindo a meia hora e nada. Quando Regina colocava algo na cabeça, ninguém tirava.
"Não vou não." Passou bufando por mim. "E fim de papo." Dito isso ela pegou o wisk e bebeu pelo bico mesmo.
A olhei indignada e protestei novamente.
"Eu te disse que iríamos e você tinha concordado a uma semana." Aumentei a voz. "Então você vai sim. Se você não for eu também não irei na viajem que você me pediu." Ela me lanchou um olhar assustado.
Nossa "primeira" briga era por causa do aniversário da Ruby. Toda a cidade iria e Regina decidiu da última hora que não iríamos.
"Estão está cancelada a viajem." Foi a hora deu a olhar assustada. "Eu não vou, e você também não vai Swan."
"Eu vou sim!" A desafiei, ela odiava quando eu fazia isso. "Se você não for eu vou sem você."
"Você não é nem louca." Ela foi até a cozinha. "Não deixarei você ir."
"Então vai comigo amor." Disse carinhosamente enquanto me aproximava dela. "Vamos." A balancei agarrando sua cintura. "Vamos vida." Sussurrei, mordendo o lóbulo da sua orelha.
"Não." Me empurrou com força. "Nós não iremos." Se afastou de mim.
"Eu desisto." Berrei, levantando aos mãos pra cima, um gesto de suplicia. "Hoje não dormirei em casa." Dito isso peguei as chaves do carro e sai da mansão Mills às pressas, sem olhar para trás.
Acelerei o carro, sem rumo. Meus olhos se enchiam de água enquanto as batidas da música tocavam.
Eu só queria ir em uma festa. Mostrar que eu e Regina estávamos juntas. Mais não, ela não queria se expor.
Parecia que Regina tinha vergonha de estar ao meu lado em público. Eu sei que não é isso, que ela tem receio. Mas eu fico pensando, pensando e pensando e só isso vem em minha mente.
Sinto meu celular vibrar em meu bolso. Sei que é ela, mais não estou com cabeça para atender e continuarmos discutindo, estou farta de uma discussão sem sentido.
Então pego meu carro e vou em direção à praia. Precisava sentir a brisa do mar, melhor meus pés, colocar minha cabeça no lugar e aquietar meu coração.
Odiava discutir com ela, eu sei que namoro não é 100% amor sempre tem discussão, manha, ciúmes e tudo mais acompanhado. É um pacote cheio de surpresa.
Só que me sinto péssima estando longe da minha morena.
Sem me importar me deito sobre a areia e pela primeira vez observo a infinidade de estrelas que o céu possuía. Cada ponto brilhante. Agora entendo quando dizem que só observamos o céu estrelado quando estamos apaixonados, isso é um fato verídico.
Me perco na imensidão de estrelas e me lembro quando Regina viu sua primeira estrela cadente e minha curiosidade sobre saber o que ela pediu se aquietou.
Fecho meus olhos e sinto o aroma do mar. Aquele vento gélido bater em minha face me deixando toda arrepiada mesmo estando com jaqueta.
Então me perco nas horas e resolvo pegar em meu bolso o celular, começo a ver as 12 chamadas não atendidas e uma única mensagem da mulher da minha vida, aonde estava escrito duas simples palavras mais que significavam tanta coisa para nós duas.
"Te amo!"
Então não me contive, levantei às pressas e fui em direção à mansão Mills.
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