I love you, But I don't want to admit
18 Você não sabe o quanto sinto sua falta minha princesa roxinha...
Notas iniciais

–Mais cedo ela inventou de que tinha que fazer alguma coisa, mais eu disse para ela, que ela não poderia fazer esforço e fui trabalhar, devido a chuva, a Olga não foi trabalhar hoje e quando eu cheguei em casa, agora a pouco, ela estava caída no chão desmaiada e estava tendo um sangramento, bem grande por sinal, fiquei mais ou menos uns 15 minutos a chamando, mais ela não acordava, então decidir que era melhor trazê-la pra cá, mais desde que cheguei, até agora, ainda não me disseram nada. Estou preocupado porque se ela perder o bebê, vai ser tudo culpa minha- Desabafou Germám deixando lágrimas escorrerem livremente.
–Olha nos meus olhos papai- pediu e o mesmo a olhou- independente do que acontecer, não vai ser sua culpa, sabe porque? É- ele a interrompeu
–É e vai ser sim minha culpa, por que se eu não tivesse ido trabalhar, eu não iria deixar ela fazer esforço e ela não estaria aqui agora- Culpou-se
–Pai, para de se culpar, a única culpada aqui é a mamãe, se ela não fosse tão cabeça dura, ela não se esforçaria assim- afirmou rapidamente sem pensar
–Mamãe? É isso mesmo? Você chamou a Angie de mamãe?- perguntou surpreso
–Sim, sabe pai? A Angie cuidou tão bem de mim, deu carinho e amor, me tratou como se eu realmente fosse filha dela, que acho que por isso ela meio que preencheu um vazio que eu sentia com a falta de uma mãe, mais não é por isso que vou esquecer minha verdadeira mãe, e nem vou deixar de amá-la- confessou Violetta
–Acho ótimo isso, queria que a Cami e o Marco também pensassem assim igual a você- disse Germám e o silêncio reinou, um silencio agradável por sinal para ambos
–Acompanhantes da paciente Ang- Germám o interrompeu
–Somos nós, como ela está?- perguntou ansioso
–Sinto muito em lhes informar, mais a ela foi diagnosticada com câncer- Disse o médico
–Cân-Câncer? Mais e o Bebê?- perguntou Violetta
–Bebê? Sinto muito, mais não havia um feto sequer na paciente- respondeu o médico evidentemente confuso
–Impossível, a Angie estava grávida de 2 meses e a gravidez era de risco- disse Germám revoltado
–mais não...pera, você disse Angie?-perguntou o médico totalmente confuso
–Sim, ué Angeles Samarengo- respondeu como se fosse óbvio, causando uma risada sem humor por parte do médico
–Ah, agora está explicado, a paciente a qual estou me referindo se chama Angélica e não Angie, com licença- disse e se retirou
–Eu não sei você pai, mais eu não fui com a cara desse médico- relatou Violetta
–Olá boa tarde, senão me engano, são os acompanhantes da paciente Angeles Samarengo?-disse um senhor de meia idade que apareceu depois que o silêncio havia reinado entre Violetta e Germám
–Sim, somos nós, como ela está Doutor?- disse Violetta
–Agora ela está bem, muito bem por sinal- afirmou o médico.
– E o bebê? Como está?- perguntou Germám
–Agora ele está bem, por pouco não acontece o pior- relatou o médico.
–bom, podemos vê-la?-perguntou Violetta
–Sim, me acompanhem-disse o Doutor e puseram-se a ir em direção ao quarto em que Angie estava.
–mais eu quero comer torta de morango com calda de chocolate e de bebida quero café!!-Quase gritou Angie dentro do quarto
–Senhora eu já disse, eu preciso da permissão do seu médico pra poder trazer o que você quer-respondeu a enfermeira
–Cléo, pode sim trazer a torta de morango com cobertura de chocolate e o café pra Angie- disse o médico entrando no quarto acompanhado de Germám e Violetta
–Eba!-comemorou Angie
–Como você está meu amor?- perguntou Germám indo em direção a Angie e lhe dando um selinho
–Bem, agora eu aprendi que não posso fazer esforços enquanto esse baby aqui- acariciou o próprio ventre- não sair daqui de dentro.
–Ai ai mãe, você ai com 2 meses de um só se lamentando e tal e eu aqui que tô com 6 meses e 4 babys aqui –disse Violetta divertida e viu escorrer uma lágrima no olho direito de Angie- Por que está chorando? Disse algo de errado?
–Não, não, muito pelo contrário, você disse algo que eu sempre sonhei em ouvir da sua parte!- relatou- Me chamou de Mamãe- completou deixando as lágrimas escorrerem livremente
–Sim, eu lhe chamei de mamãe porque, eu percebi um pouco tarde que, você acabou ocupando um lugar no meu coração, um lugar vazio a muito tempo, que após a morte da minha mãe, nunca mais foi preenchido- afirmou a abraçando
–Doutor, quando ela será liberada?-perguntou Germám
–agora mesmo, só vou assinar a alta dela, com licença- disse e se retirou
–Pai, o senhor avisou ao Marco e a Cami sobre o que aconteceu com a mamãe?-perguntou Violetta
–Ai....Meu ....Deus- disse pausadamente- Eu não avidei o Marco e nem a Camila- Completou estático
–E nem vai dizer- disse Angie- Se você dizer, eles vão ficar preocupados e não vão largar do meu pé-afirmou.
–Tudo bem então. O Marco deve está coma italiana...
–Francesca-corrigiu Violetta
–É Francesca e a Camila deve tá na casa dela junto com o Venezuelano...
–Brasileiro- desta vez Angie o corrigiu
–É é Brasileiro, satisfeitas?- perguntou irônico
–Muito-responderam em uníssolo e começaram a rir
–Bom, senhorita Samarengo, está liberada, já pode ir para casa, e olha não quero você se esforçando assim novamente ok?- disse o médico entrando no quarto
–ok, Vilu, você me ajuda aqui?-perguntou Angie se referindo a roupa que usava, já que era a de hospital
–Sim, então...pai-disse Violetta
–Já estou saindo- afirmou com as mãos para o alto em um gesto de rendição. Violetta foi em direção a Angie e a ajudou a trocar de roupa, quando ambas estavam saindo, a enfermeira Cléo apareceu.
–desculpa senhora, mais eu não achei a torta de chocolate com cobertura de morango
–Não tem problema, e era torta de morango com cobertura de chocolate, mais não precisa mais- disse e se retirou juntamente com Violetta, deixando a enfermeira plantada com cara de tacho
–Vilu, como você conseguiu vir, se as ruas est6avam alagadas e tal?- perguntou Angie entrando no carro com a ajuda de Germám
– O León me trouxe, mais provavelmente já foi embora- respondeu calma, já dentro do carro
–hum, o León-0disse Angie maliciosa
–Sim, o León e outra, menos mãe, você sabe que eu estou casa com o Diego e grávida do mesmo, então não começa- disse tentando por um fim no assunto
–Vilu, a mim você não engana, te conheço melhor que você mesma. Sei que você pode até dar essa desculpa de está casada com o Diego, que o ama e está grávida dele, mais a mim você não engana. Eu sei que você não o ama, só aceitou namorar e se casar com ele porque ele era seu ídolo e quero que saiba, amor de fã é bem diferente de amor verdadeiro- afirmou Angie de uma vez
–Você está enganada mãe, eu amo o Diego de corpo e alma, mais do que tudo- respondeu Violetta
–não estou engana, quem você ama de corpo e alma é o León e não o Diego, e eu sei muito bem das suas traições com o León, e devo dizer que, eu não confio muito no Diego, acho que ele está escondendo algo, não sei- disse Angie pensativa
–Mãe, por favor eu não quero discutir , e você sabe o final dela então, por favor-foi interrompida
–Tá bom, já entendi Vilu, não tá mais aqui quem falou!- afirmou Angie suspirando cansada
–ótimo assim, não estava muito confortável essa mini discursão de vocês-disse Germám que até então estava calado
–É- Violetta iria se pronunciar, mais o soar do seu telefone a interrompeu
~Conversa On~ (as falas em negrito são as falas da Vilu)
–Alô?-disse Violetta
–Violetta?} Tudo bem? Conseguiu chegar no hospital? E a Angie como tá?- disse um voz muito conhecida por Violetta. Voz essa que Violetta amava.
–Nossa, calma León! Uma pergunta de cada vez homem-respondeu divertida, logo após ouvindo um bufo da parte de León
–Tá uma de cada vez- repetiu para si mesmo-tudo bem?-perguntou
–Sim e você?-disse Violetta docemente
–Bem, conseguiu chegar no hospital?- perguntou suspirando
–Sim, e respondendo a próxima pergunta, a mamãe está bem, foi apenas um susto mesmo, graças a Deus- disse Divertida no começo, mais aos poucos sua expressão foi ficando séria.
–mamãe? Eu ouvi isso direito?-perguntou confuso
–Sim, você ouviu direito, eu percebi bem tarde que a Angie praticamente se tornou uma mãe pra mim-afirmou sorridente
–Que bom, fico feliz- afirmou contente- Agora tenho que desligar e a Clara já está em casa, desculpa a pequena bagunça em sua casa- afirmou- Amanhã mesmo consigo sua empregada, Tchau-finalizou encerrando a ligação.
~Conversa Off~
–depois diz que não ama o León- resmungou Angie- Ele liga e você conversa com ele com essa cara de apaixonada- completou
–Cara de apaixonada Angie? Conta outra, ela não está somente com cara de apaixonada, ela está inteiramente apaixonada- exclamou Germám e ele e Angie puseram-se a rir da expressão que Violetta fez, que foi pra lá de engraçada
–Há há há há há não vejo graça em nada, eu e o León somos apenas amigos, e sim eu estou inteiramente apaixonada, mais pelo Diego e –foi interrompida
–Chegamos!- exclamou Germám quando desligou o carro
–Até que enfim chegaram-exclamou Ramalho aparecendo na porta
–Own minha Anginha como você se sente?- perguntou Olga aparecendo logo atrás
–Muito bem Olga- disse Angie entrando em casa
–Como vocês souberam o que acontecer?- perguntou Germám confuso pois ambos não haviam ido trabalhar naquele dia
–O senhor León me avisou, encontrei ele quando estava indo pra casa da pequenina- Disse Olga indo abraçar Violetta
–Ai Olga não me aperta tanto assim –reclamou Violetta pois Olga estava “esmagando-a”
–E então pequenina, como está esse garotão ou garotona?- perguntou Olga enquanto acariciava o ventre de Violetta
–Eles estão muito bem-afirmou sorridente
–Eles?-perguntou Angie confusa
–Sim, eles!-afirmou Violetta
–Ai...meu... deus...minha pequenina vai ter uma menino e uma menininha- exclamou Olga escandalosa como sempre
–um menino e uma menina, certo senhorita?- perguntou Ramalho concertando o óculos
–Não, errado- respondeu Violetta misteriosa
–Dois meninos/Duas meninas-disseram Germám e Angie juntamente
–Sim
–Então são dois meninos ou duas meninas?- disse Olga confusa
–Os dois-disse calmamente
–Quadrigêmeos?- gritou Angie histérica (N/A: gente talvez vocês pensem: ”mais no hospital Violetta disse que estava de 6 meses de 4 bebês e tal”, mais o que aconteceu foi que Angie não prestou muita atenção em toda fala a partir do momento em que Violetta a chamou de mamãe, ok?!)
–Sim, quadrigêmeos, dois meninos e duas meninas-afirmou sentando-se no sofá
_Qua-Quatro bebês- disse Germám para si mesmo ainda estático
–Pai, o senhor está bem?- perguntou Violetta preocupada indo de encontro com seu pai que parecia suar frio com a notícia
–Claro que estou, vou ganhar 4 netinhos!-constatou Germám extremamente sorridente, quase saltando de alegria- Essa é uma das melhores notícias que já recebi na vida- completou abraçando Violetta. Somente se separaram quando ouviram um choro
–Por que está chorando Olguinha?- perguntou Violetta preocupada
–É que eu me emocionei só de pensar esses bebezinhos lindos com olhinhos verdinhos iguais aos do pai- disse enxugando as lágrimas
–Olhos verdes? Mais o Diego não tem olhos verdes- disse Ramalho confuso
–Eu não estou falando do Diego e sim do León o pai dos bebês- afirmou
–Nada disso Olguinha, o pai dos meus filhos é o Diego e todos sabem disso- disse Violetta se revoltando
–Tá e eu sou magra, conta outra Violetta, todos sabem que os bebês são do León e ponto final- disse Olga divertida
–Mas...-foi interrompida
–Mais nada, eu já disse, são do León e ponto final-disse ponto fim no assunto
–Agrh-bufou Violetta e saiu da casa de seu pai batendo a porta com uma força extrema. A mesma chamou um táxi e foi embora para casa.
[...]
Horas antes....
León havia acabado de voltar para a casa de Violetta para buscar Clara, quando chegou na casa de Violetta, constatou que Clara dormia toda esticada no sofá. Ignorou aquele fato e foi em direção ao quarto em que Raphita, seu afilhado estava. Quando chegou no quarto, teve a mesma visão, Raphita dormia todo esticado no berço. Não estava afim de acordar nenhum dos dois, então sentou-se em uma poltrona que havia no quarto e pôs-se a mirar o local aonde estava, as paredes eram em um tom de rosa bebê e somente uma parede, a que estava o berço, era em um tom de rosa Pink. Móveis brancos com alguns detalhes em rosa claro. Quando se cansou de mirar o quarto da bebê, resolveu ir á um local que lhe trazia uma súbita curiosidade: O quarto de Violetta, então, pôs-se a em passos largos em direção ao quarto de Violetta e Diego. E assim que chegou, encontrou um pequeno pedaço de papel, como a curiosidade o controlava, abaixou-se e pode perceber que aquele papel, era nada mais nada menos quem uma foto em que ele e Violetta tiraram na despedida de solteiro dela, em que ambos estavam na praia se beijando a luz do luar. Uma lágrima fujona escorreu de seu olho direito ao lembrar-se daquela noite que pra ele foi inesquecível. Resolveu guardar aquela foto, foi até o armário que provavelmente era o de Violetta e o abriu, encontrando várias fotos que ambos tinham tirado juntos. Mais o que lhe chamou atenção foi uma folha que parecia ser uma música, o mesmo pegou-a e começou a ler em voz alta:
When I Look At You- (N/A: vou colocar de estrofe em estrofe a tradução)
Everybody needs inspiration
Everybody needs a song
A beautiful melody
When the night's so long
Cause there is no guarantee
That this life is easy
Todo mundo precisa de inspiração
Todo mundo precisa de uma canção
Uma bela melodia
Quando a noite é tão longa
Porque não há nenhuma garantia
Que essa vida é fácil
Yeah, when my world is falling apart
And there's no light to break up the dark
That's when I, I, I look at you
When the waves are flooding the shore and I
Can't find my way home anymore
That's when I, I, I look at you
Sim, quando meu mundo está caindo aos pedaços
E não há luz para quebrar a escuridão
É quando eu, eu, eu olho para você
Quando as ondas estão inundando o litoral e eu
Não consigo encontrar o meu caminho de casa
É quando eu, eu, eu olho para você
When I look at you
I see forgiveness
I see the truth
You love me for who I am
Like the stars hold the moon
Right there where they belong and I know
I'm not alone
Quando eu olho para você
Eu vejo o perdão
Eu vejo a verdade
Você me ama por quem eu sou
Como as estrelas seguram a lua
Bem ali, onde elas fazem parte, e eu sei
Eu não estou sozinha
Yeah, when my world is falling apart
And there's no light to break up the dark
That's when I, I, I look at you
When the waves are flooding the shore and I
Can't find my way home anymore
That's when I, I, I look at you
Sim, quando meu mundo está caindo aos pedaços
E não há luz para quebrar a escuridão
É quando eu, eu, eu olho para você
Quando as ondas estão inundando o litoral e eu
Não consigo encontrar o meu caminho de casa
É quando eu, eu, eu olho para você
You, appear, just like a dream to me
Just like kaleidoscope colors that
Cover me
All I need
Every breath, that I breathe
Don't you know?
You're beautiful
Yeah yeah...
Você aparece como um sonho para mim
Como as cores de um caleidoscópio
Provam para mim
Tudo que eu preciso
Cada respiração que eu dou
Você não sabe?
Você é lindo
Yeah, yeah...
When the waves are flooding the shore
And I cant find my way home anymore
Thats when I,
I I look at you
I look at you
Quando as ondas estão inundando o litoral e eu
E eu não consigo encontrar o meu caminho de casa
É quando eu,
Eu, eu olho para você
Eu olho para você
Yeah yeah...
Oh oh...
You appear just like a dream to me...
Yeah, yeah...
Oh, oh...
Você aparece como um sonho para mim...
Após terminar de ler a música, León continuou a mexer no armário de Violetta, lá encontrou coisas que não lhe interessaram muito, como por exemplo o anel que ela ganhou de noivado. Estava quase desistindo, ele achava que nada mais lhe importava, quando viu uma caixa, branca com alguns detalhes em vermelho, a curiosidade novamente falou mais alta e ele pegou a caixa, logo abrindo-a, pode contatar que haviam várias cartas e vários papeis também, se sentou na camada de Violetta e começou a Ler:
“segunda-feira 19/05/2014
Querido León...
Hoje é o meu segundo dia de casada, e já não estou mais feliz igual pensei que estaria.
O que acho estranho é que à dois dias atrás o Diego parecia ser outra pessoa, uma pessoa bem diferente do que está sendo.
Á poucos minutos atrás, ele veio me dizer que teria que viajar, mais não me disse para onde.
E isso me preocupou pois, estamos em plena Lua de Mel e ele já tem que viajar? Me deixar sozinha nesse lugar, sem ninguém? Eu não sei o idioma daqui (Inglês), então a minha única saída é voltar para Buenos Aires ou ir para algum lugar aonde eu intenda o idioma rsrsrs
Pensei em ir para a Espanha mais acho que de tanto ir lá com meu pai, acabei enjoando de lá.
Então em alguns dias voltarei para Buenos Aires, só vou acertar as coisa aqui e viajo.
Tchau!!!
P.S: Te Amo”
Após ler a carta, León não sabia bem ao certo o que pensar, ficou uns segundos sem saber como reagir, parecia que tudo voltava a ter um sentido. Se achava um intruso por mexer nas coisas de Violetta, um tolos por nunca ter percebido, e gostaria de matar Diego, largar Violetta sozinha em plena Lua de Mel? Ele nunca faria isso, a verdade era que se ele estivesse no lugar de Diego, não perderia uma oportunidade de estar ao lado dela, mais isso é outra história. Ele ouviu um som de passos pela escada, então sem pensar muito, pegou a carta que estava em mãos e mais outra no meio das várias e guardou-as em sua jaqueta. Pegou a caixa e a guardou no lugar novamente. Sem saber para onde ir,. Ele se escondeu debaixo da cama esperando uma oportunidade de sair. Quem subia era Clara que caminhou em direção ao quarto em que Raphita estava, então bem devagar León saiu de fininho e desceu as escadas. Quase no portão da casa Olga aparece, dando o maior susto em León, que dá um pulo e deixa as cartas que estavam em sua jaqueta, caírem.
–Olga, me espera, vem aqui me ajudar- León ouve uma voz chamar por Olga e rapidamente junta as cartas e as guarda novamente em sua jaqueta.
–já estou indo Ramalho-ouviu Olga responder e após pode ouvir passos se distanciando, agradeceu mentalmente por isso. Saiu da casa de Violetta e pôs-se em direção a sua casa, acabou encontrando Olga, aonde lhe disse a situação dos Castilhos, Olga ficou desesperada e disse que iria para a casa de Germám a espera de notícias. Quando León chegou em casa, foi diretamente para o seu quarto, se jogando em sua cama e começando a ler mais uma das cartas de Violetta;
“ Sábado 12/07/2014
León, meu príncipe azul...
Hoje resolvi escrever uma cartas mostrando o tamanho da minha saudade que sinto de você...
Feito um tornado a saudade misturou dentro de mim a tristeza com a felicidade. Bastou sua imagem aparecer na minha mente para começar a sentir uma alegria incontida derramar sobre os meus instintos pelo simples fato de saber da sua existência, porém ela veio seguida de um mórbido desanimo por você não estar aqui comigo.
Às vezes tento entender o que acontece com o tempo quando ficamos juntos, meu relógio mede as horas de uma forma diferente, pois cada minuto que passa parece um segundo e nunca é suficiente o tempo para conter a minha saudade. Talvez seja porque fico sorrindo feito boba ao te ver ou quem sabe por nunca saber o que dizer. Mas o que devo fazer se gosto de admirar a sua beleza e fico paralisada na sua presença.
Sei apenas que me sinto especial quando estou próxima de você. A forma que fala de mim me faz acreditar que alguém melhor eu posso ser. Sinceramente não sei se é por amor ou por seu otimismo, mas parece que cada sonho agora se torna algo possível.
A saudade é o verbo de quem ama, eu sutilmente te amo perto ou longe, pois mora dentro do meu coração, te encontro nos meus sonhos, no rosto de estranho numa fila de banco e até mesmo no meu medo do amanha voltar a ser como antes. Por isso quero aproveitar a cada instante, nem que seja para passear de mãos dadas nas asas do vento, pois qualquer coisa com você se torna mágico momento.
Deus te colocou na minha vida para que eu pudesse ter um rumo, quanto tempo não passei vagando sozinho no meio de loucos e no escuro, mas bastou um raio da sua luz para romper com toda a escuridão. Agradeço a paciência, a cada gesto de carinho, a cada vez que pedi ajuda e você me socorreu sorrindo, por me fazer sentir saudades e por saber que ainda existe amor de verdade.
E bom é isso, tchau!!!
p.s: Te Amo”
–você não sabe o quanto sinto sua falta minha princesa roxinha....
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