I just want you
3 Capítulo 3 - foi no que deu
Antes de sair da sala Amy me chama me viro ficando novamente de frente para ela:
– Melanie, você pode fazer um favor para mim? — ela segurava alguns papéis.
– Claro, o que e?
– você poderia colocar esses papéis na sala de gerenciamento e por que eu estou com muita coisa para fazer é você fazendo isso ia me adiantar bem mais — sorriu sem graça -
– a tudo bem, vou lá rapidinho — peguei os papéis de sua mão — em que lugar da sala eu coloco eles?
– vai ter um armário com várias gavetas, ai você coloca na que estiver escrito grupo do jornal da escola — sorriu mais uma vez — muito obrigada.
– não tem de que — sorri -
Fui andando pelo corredor de salas de coordenação, já não havia ninguém nos corredores do colégio todo mundo deve que já foi embora, até que enfim acho a sala de gerenciamento de grupos do colégio, acho que e essa mesmo, entrei nela a porta já estava meio aberta, ela devia estar estragada, tentei empurrara porta mais um pouco mais ela estava emperrada, então entrei por aquela parte que já estava aberta, a sala era bastante pequena é realmente tinha muitas gavetas, me aproximo daquelas tantas gavetas é tento achar a gaveta do grupo do jornal da escola, finalmente depois de algum tempinho consigo achar, coloco os papéis lá. Até que então ouço o barulho forte da porta se fechando é alguém respirando muito ofegante, antes que dê tempo que eu me vire para ver quem era, a pessoa tampa com as mãos a minha boca fortemente, tentei gritar mais não saia som nenhum, estava assustada não conseguia ver a pessoa, ela estava por atrás de mim ainda tampando minha boca, até que tive a brilhante idéia de morder sua mão , ele grita "aí"( sabia que era "ele" por sua voz grossa) me viro rapidamente antes que dê tempo dele tampar minha boca de novo, assusto mais ainda quando vejo quem era :
– Thomas — falo alto — O que você ta fazendo aqui garoto ?
– Você e intrometida eim, não e da sua conta o que eu estou fazendo aqui — limpava a mão na blusa na parte que eu mordi — você e louca de me morder e?
– Você que e louco de entrar aqui na sala e tampar minha boca, ta fugindo de alguém?
– Mais uma vez não te interessa — deu um sorrisinho sínico -
– Como não me interessa você pode ser um assassino e estar aqui do meu lado agora.
– se eu fosse já teria te matado, é você deve ser uma obcecada por mim, até no colégio?
– Só que nunquinha, seu sonho ter eu como uma fansinha sua.
– num iludi não gata — piscou um olho para mim -
– você e um insuportável garoto — cruzei os braços me virando de lado -
– Os incomodados que se retirem — falou com um sarcasmo na cara -
– Com muito prazer — sorri de lábios fechado, um sorriso irônico -
Fui em direção a porta abrir, pego na maçaneta e puxo só que aporta não abre, tento mais uma vez e não abre, arregalo os olhos, puxei novamente bem mais forte mesmo assim não queria abrir, me viro assustada para o Thomas e falo :
– A gente ta preso
– larga de bobagem garota, você que não sabe abrir uma porta. — estava sentado numa cadeira que tinha lá com os pés encima da mesa -
– tenta você então, se problema for meu, você vai conseguir — dei espaço para ele passar.
Ele se levantou e veio até a porta, puxou a maçaneta como eu é ela não abriu, dei uma risadinha por ele não conseguir, ele olhou com raiva para mim, puxou de novo é não abriu, mais uma vez e a mesma coisa, ele chutou a porta, mas não conseguiu, ela era muito resistente:
– “você que não sabe abrir uma porta” — falo com uma voz irritante imitando ele.
– Num ta vendo que a gente ta preso não?!
– To né, foi o que eu disse desde que tentei abrir essa porta , culpa sua você idiota de mais entra aqui e bate a porta, primeiramente nem sei porque você entrou aqui.
– Vai me ajudar ou vai ficar de mimimi aí — disse enquanto puxava a maçaneta com força.
– Como?!
– PENSA — gritou, ele estava nervoso.
– EU NÃO SOU SURDA — gritei do mesmo jeito.
– mais parece lesada — ignorei esse comentário dele.
Depois de um tempo eu é Thomas estávamos inquietos, andando de um lado para o outro, até que Thomas senta no chão passando a mão sobre seus cabelos bagunçados, então penso em uma coisa:
– Você tem um grampo ai?
– Grampo? — disse desentendido — hã?
– E grampo, aquele negócio de colocar no cabelo.
– ata, claro que tenho, porque não dar uma olhadinha na minha bolsa — disse tentando imitar uma voz feminina .
– Como você e engraçado, tentei ajudar mais você não colabora.
– Desiste fia, agora e só esperar até alguém abrir aqui.
– Eu não posso ficar presa aqui com você
– Nem eu né, mais não tem nada a fazer.
– Usa sua força, ou você não tem?
– falando assim e fácil, usa a sua
– Ta.
Fiquei puxando a porta, dando chutes e socos, enquanto o bosta do Thomas ficava rindo de mim:
– Vai ficar rindo ou vai ajudar?
– prefiro ficar rindo.
Se a Amy não tivesse me pedido para colocar os papéis aqui eu estaria em casa feliz, mais como sou muito generosa acabei ajudando ela e foi no que deu. Já tinha desistido de abrir aquela porta, agora era só esperar acontecer um milagre, estava sentada no chão de frente para Thomas que não falava nada e nem eu, então Thomas quebra esse silencio:
– vou ligar para um amigo tirar a gente daqui — tirou o celular do bolso.
– Como você não pensou nisso antes?
– Porque pensei agora — colocou o celular no ouvido.
Ele falava com outra pessoa, enquanto eu olhava atenta para ele, ele desliga o celular e coloca novamente no bolso:
– Daqui a 5 minutos estamos livres — seu sorriso era lindo.
– Finalmente — tentei desviar meu olhar para outro lado.
Passou uns 3 minutos e alguém já estava mexendo na porta, eu e ele levantamos rapidamente, até que o garoto por trás da porta fala:
– Sai de trás
Logo a porta caiu no chão fazendo um barulhão, sai de lá e dei de cara com o Josh (aff, tinha que ser ele) que olhou para mim, o ignorei e sai andando, mesmo assim conseguir ouvir o comentário que ele fez com Thomas:
– ela é gostosa mais e chata, pegou ela?
Não ouvir mais nada, nem sei o que Thomas respondeu, mais tomara que aquele idiota tenha digo que não.
Minha mãe deve estar puta da vida comigo, resolvi correr como nunca corri antes.
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