I am Been Addicted To You
65 Capítulo 65 - Welcome Again
Notas iniciais
Oi amoooores conseguiram sobreviver um dia sem a fic? haha
ChrisLuna muito obrigada pela recomendação da fic sua linda. Esse capitulo está bem fofo espero que gostem e comecem a seguir o meu blog porque a partir do dia 01/01/13 só vou postar fics do The Wanted, Jonas Brothers e Demi Lovato somente lá http://fanficjobrosethewanted.blogspot.com.br/
Boa leitura!
Max's POV
Vic me fez um pedido bem dificil, largar o cigarro seria um sacrificio. Ela me olhava séria e aquilo me incomodava um pouco, mas eu a queria bem, a queria feliz ao meu lado, e com o cigarro sei que não seria uma felicidade completa.
– Por você eu estou disposto a tudo. — Disse e a garota sorriu. — Eu vou parar de fumar. — Dei um selinho nela.
– Eu te amo. — Ela disse entre o selinho.
– Eu tambem te amo minha bebê.
Tirei a jaqueta pra não incomodar mais ela com o cheiro, fiquei acariciando sua cabeça e ela acabou adormecendo, o médico passou no quarto para ver como ela estava, ele disse que amanhã ela poderia receber alta já que não passou mal novamente, sorri com a noticia. Sai do quarto e liguei pra Lu. Combinei uma surpresa com ela para a chegada da Vic amanhã, Tom e Siva viriam buscar ela enquanto o resto do pessoal iria dar uma ajeitada na casa e Eu? Bom, eu iria a procura de uma surpresa.
Voltei pro quarto e me ajeitei no pequeno sofá que tinha no quarto, acabei dormindo ali.
xxxxxxXxxxxxx
POV"s Vic
Acordei e olhei pro lado, vi Max dormindo no sofá todo torto, tadinho, ri com aquilo o ruim é que eu queria ir no banheiro mas eu estava com dó de acorda-lo, mas eu teria que acordar.
– Max — O chamei e nada. — MAX — chamei mais alto e nada.
Olhei pro meu lado a procura de algo que eu pudesse jogar nele, achei a jaqueta dele que estava dobrada perto em cima do carrinho de medicamento, a peguei e taquei nele fazendo ele acordar assustado e cair do sofá, comecei a gargalhar mas tentava me conter pois meu corpo ainda estava dolorido.
– Max, poxa to te chamando e você não acorda. — disse.
– Desculpa amor. — Ele esfregava os olhos
– Me ajuda aqui? quero ir no banheiro. — Disse.
– Okay. — Ele respondeu e veio até a mim, segurou minha mão e agarrou o meu corpo me ajudando a descer da maca. Peguei as moletas e Max me ajudou até o banheiro. Fiz minhas necessidades e minhas higienes matinais abri a porta do banheiro e Max estava me esperando, ele me ajudou e eu me deitei novamente, aquele gesso estava me incomodando muito e sem contar na dor que eu estava sentindo.
– O médico passou aqui ontem quando você dormiu e ele deu uma ótima noticia, disse que hoje você vai receber alta. — Max me contou e eu sorri.
– Graças a Deus, não aguento mais esse lugar. — Disse.
Logo a enfermeira entrou no quarto com o café da manhã, sim, aquele café ruim. O hospital pode ser o melhor do mundo mas as refeições nunca serão boas. Comi enquanto Max tinha ido na cantina comprar algo pra ele comer. Logo depois o médico entrou no quarto me examinou e disse que eu estava de alta, me passou uma receita com os remédio para dor. Em seguida Luisa chegou com as minhas roupas, perguntei por Max e ela disse que ele havia ido embora, legal, ele foi sem me avisar. Ela me ajudou a tomar banho e me arrumar.
Me despedi do médico que cuidou de mim e das enfermeiras e fui caminhando com as minhas companheiras (moletas) até o estacionamento do carro onde encontrei Tom e Siva, eles estavam num carro diferente o qual nunca havia visto com eles.
– Aeee manquinha. — Tom veio me zuar e me ajudar a entrar no carro no banco da frente.
– Oi seu chato. — Disse. — Oi Seev. — Sorri.
– Oi linda. — Ele me beijou no rosto
Quando todos estavam no carro Seev ligou o mesmo e assim seguimos caminho para casa.
– De quem é esse carro? — Perguntei.
– Nosso. — Siva respondeu parecendo obvio.
– Compraram? — Perguntei.
– Tivemos que comprar outro né já que você foi brincar de carrinho bate-bate com o nosso. — Tom piadista disse e riu.
– Sem graça. — Ri. — Vocês vão saber dessa história quando chegarmos em casa.
– É bom mesmo. — Lu se pronunciou do banco de trás.
(...)
Nathan's POV
– Nathan esse cartaz tá errado. — Max falou quando entrou em casa.
– Como errado? — Perguntei.
– O nome dela não é Vitória é Victória. — Ele bateu na minha cabeça.
– Ah droga! — Resmunguei.
Sorte que as letras estavam coladas com durex, fiz a letra C e depois montei o nome dela novamente. Eu e Jay penduramos o cartaz na parede enquanto Bia e Naree estavam enchendo as bexigas da cor roxa e rosa, as preferidas da Vic.
– Já foi pegar? — Naree perguntou a Max.
– Já sim. — Ele sorriu e mostrou a sacola que estava nas mãos.
– Pegar o que? — Perguntei curioso.
– Nada Nathan, você não consegue guardar segredo. — Max disse e subiu.
Odeio quando eles escondem coisas de mim, não sou tão fofoqueiro assim só conto o que acho que o pessoal vai gostar de saber.
Fui no quarto, peguei minha vuvuzela que comprei na copa de 2010, peguei alguns apitos e destribui pro pessoal, depois de alguns minutos Max desceu todo cheiroso. O celular dele tocou.
– Alô, oi Lu.. tá chegando? tá na onde? ah sei! tabom, já está tudo pronto aqui... Okay, tchau! — Pessoal eles já estão chegando, se escondam, eu vou pro meu quarto vou ficar escondido lá se ela perguntar de mim fala que eu não to.
– Okay. — Bia disse.
Vic's POV
Siva estacionou o carro e logo em seguida Tom e o moreno me ajudaram a sair do mesmo, Lu foi na frente pra abrir a porta, eu estava andando muito de vagar e reclamando de dor então Siva sem ao menos avisar me pegou no cólo e entrou comigo dentro de casa, fui surpreendida por todos gritando e pitando, tinha até confete e bexigas, fiquei surpresa com aquilo. Siva me colocou sentada no sofá e todos vieram me abraçar, meus olhos se encheram de lágrimas, nunca pensei que fosse tão especial na vida deles.
– Gente não precisava isso. — Disse.
– Como não? querida você praticamente nasceu de novo. — Naree disse segurando minha mão.
– Verdade, você precisa é muito mais. — Bia disse.
– Amo vocês. — Sorri.
– queria te dar um abraço daqueles mas infelizmente não posso. — Jay fez bico e olhou pra minha perna ingessada.
– Esses abraços teram que esperar por um tempo. — Sorri. — Cadê o Max? — Perguntei olhando pela casa.
– Ele não está. — Nathan respondeu.
– Como? — Levantei uma sombrancelha.
– É... ele saiu com... com... — Nathan gaguejava.
– Ela teve que sair com a mãe dele. — Bia respondeu.
– Poxa não acredito, em pleno o dia que eu chego em casa o Max inventa de sair com a mãe dele? Que consideração ele tem por mim? Sem contar que ele foi embora do hospital sem me avisar e...
– Relaxa amor — Uma voz muito conhecida me interrompeu, olhei pro topo da escada e era ele com um buquê de rosas vermelhas na mão.
Nesse momento meu coração acelerou e começou a bater mais forte, era ele, sim era ele ali me esperando todo lindo. Ele começou a descer as escadas e eu segurava minhas lágrimas, ele se aproximou de mim me estendeu a mão e eu segurei, ele deu um leve beijo na mesma.
– Bem-vinda novamente, a mesma casa porém uma nova vida. — Ele sorria e eu deixei as lágrimas escaparem.
– PQP Max você só me faz chorar. — Disse rindo.
– Pretendo continuar te fazendo chorar, porém chorar de alegria. — Ele me entregou o buquê e me deu um selinho demorado arrancando um "awwwwn" do pessoal.
Ele tirou uma caixinha vermelha aveludada do bolso e se ajoelhou na minha frente, ele segurou minha mão e me olhou.
– Victória Bittencourt você aceita...
Notas finais
Beijooooos !
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