I am Been Addicted To You
43 Capítulo 43 - Tonight I'm fucking you
Notas iniciais
Bom só pelo titulo vcs podem imaginar o que já vem pela frente, só tem pov de homem e no final tem um Pov da Naree o capitulo ficou super grande, nunca escrevi um capitulo grande assim haha
Espero que gostem
Jay's POV
Subimos para o quarto da Lu e sem perda de tempo deitei ela na cama e comecei a tirar minha camisa, a garota tirou as botas e a camiseta, me deitei por cima dela e comecei a beija-la como se não ouvesse o amanhã. A garota deslisava as unhas sobre minhas costas me fazendo ter arrepios, coloquei minha mão na lateral de seu corpo e apertei com força fazendo a garota gemer um pouco, quebrei o beijo e comecei a beijar seu pescoço descendo até seus seios fartos ainda cobertos pelo sutiã rosa bebê que ela usava. Desci os beijos pela sua barriga e passei a lingua envolta do seu umbigo a garota estremeceu, abri o botão e o ziper do seu shorts jeans e o tirei rapidamente deixando a garota com a calcinha rendada da mesma cor do sutiã.
– Jay acaba logo com isso. — Ela gemeu.
Ela estava mais ansiosa do que eu, ela queria isso tanto quanto eu... Cansei dessa tortura, abri minha calça e a tirei, logo em seguida tirei minha box e a joguei em qualquer lugar do quarto, Lu tirou seu sutiã me dando a visão dos seus belos seios, mordi o lábio admirando os mesmos. Tirei a calcinha dela e comecei a acariciar seu clitóris, os gemidos de Luisa me excitavam cada vez mais, comecei a beijar sua boca novamente, suas mãos puxavam levemente meus cabelos me deixando ainda mais louco de tesão.
– Jay, por favor. — Ela disse com uma voz sexy no meu ouvido.
– Ok. — Disse.
Separei suas pernas ficando entre elas, rocei meu membro em sua intimidade, a garota gemeu, penetrei lentamente nela e sua boca se abriu num mais perfeito "O" mordi o lábio inferior dela e ela sorriu maliciosa, comecei com estocadas lentas, ela segura meu braço e mordia seu lábio.
– Você me deixa louco. — Sussurrei em seu ouvido e ela gemeu em resposta.
Comecei a aumentar as estocadas, a garota entrelaçou suas pernas na minha cintura e cravou suas unhas nas minhas costas, dentro daquele comodo só se ouvia nossos gemidos de prazer, mais algumas investidas e a um gemido abafado saiu de nossas gargantas, haviamos chegado ao nosso máximo, me joguei no outro lado da cama recuperando o fêlego. Olhei para Luisa e ela estava me olhando com um sorriso.
– Eu te amo sabia? — Ela disse.
Sorri e acaricei o rosto angelical dela.
– Tambem te amo my girl. — Disse e selei nossos lábios num selinho lento.
Nathan's POV
– Amor quero beber alguma coisa. — Bia disse.
– Vamos lá no bar. — Peguei sua mão e fomos.
– alcool? — Perguntei.
– Não bebo álcool. — Ela disse.
– Me vê dois coquiteis de fruta por favor. — Disse para o barman.
Me encostei no balcão e puxei Bia pala cintura fazendo ela se encaixar em mim.
– Você está tão linda hoje. — Disse e coloquei uma mexa do cabelo dela para trás da orelha.
– Só hoje Sykes? — Ela perguntou indignada e colocou a mão na cintura.
– Claro que não, você é linda todos os dias.- dei um selinho. — E de qualquer jeito. — Dei outro selinho nela.
– Seu perfeito. — Ela disse e selou nossos lábios com um beijo calmo.
– Aqui estão os coquistéis. — O Barman disse atrapalhando o nosso beijo.
Pegamos as bebidas e começamos a beber, eu a olhava de cima a baixo pensando em algo muito nom, na verdade pensando an vingança. Aquele dia no banheiro da boate não vai ficar por aquilo mesmo.
– Por que está me olhando assim ? — Bia perguntou.
– Nada. — Disse e sorri malicioso.
– Nathan... — Ela disse desconfiada.
Virei a bebida toda na boca, segurei a mão da Bia e sai puxando a morena em direção aos banheiros.
– Nathan o que você ta fazendo ? — Ela perguntou.
– Shh! quietinha! — Disse entrando dentro do banheiro masculino e tranquei a porta.
A empurrei contra a parede, segurei sua cintura com firmeza e comecei a beija-la de um jeito feroz, com meu pé ordenei que ela separasse as pernas, assim ela fez e coloquei minha mão em sua intimidade a massageando ainda por cima da roupa. Bia gemeu no meu ouvido, aumentei os movimentos, sua mão que estava no meu peito foi descendo até minha ereção, segurei a mão dela e coloquei novamente em meu peito.
– Não, não! — Disse e ela me olhou indignada.
Abri o botão e o ziper do shorts dela e o puxei para baixo, logo em seguida fiz o mesmo com a calcinha dele e comecei a massagear novamente sua intimidade, ela gemeu mais ainda por conta do contato com a pele, enquanto a masseagava me levantei e comecei a beijar sua boca.
– Na..than. — ela gemia.
Me baixei novamente em sua frente, coloquei uma perna dela em meu ombro me dando a visão da sua parte intima, passei a lingua na mesma e Bia gemeu, comecei a fazer movimentos circulares com a lingua, Bia puxava meu cabelo e tenta controlar os gemidos mas era quase impossivel, chupei seu clitóris com força e ela deu um grito puxando ainda mais meu cabelo.
– Nathan eu ...
Quando ela foi falar parei de estimula-la, ela me olhou surpresa fui até a pia e joguei uma água no rosto e no pescoço tentando me livrar daquela tensão sexual.
– Nathan. — Bia me chamou e eu a olhei.
– O que? — Perguntei naturalmente.
– Por que parou? — Ela perguntou.
– Estou apenas me vingando, lembra aquele dia o que você fez comigo no banheiro? — Perguntei e sorri irônico.
– Nathan. — Ela disse indignada e revirou os olhos. — Eu não acredito que você fez isso. — Ela disse.
– Pois é eu fiz. — Disse. — Agora se vista e vamos curtir o resto da balada.
Ela pegou sua calcinha e seu shorts do chão.
– Quer saber ? — Elas perguntou vestindo as peças. — Termina de curtir sozinho. — Ela fechou o ziper do shorts e saiu furiosa do banheiro.
Droga! o que eu fiz ?
– BEATRIZ! BIA! ESPERA. — Sai gritando atrás dela.
– VAI SE FUDER NATHAN. — Ela gritou e continuou andando rapidamente.
Acabei perdendo a morena de vista, quando achei ela já estava saindo pela porta da boate, corri atrás e quando finalmente consegui sair ela já estava entrando dentro de um táxi.
– Droga! — Disse e dei um soco no ar.
Não acredito que Beatriz é tão sentimental a ponto de ficar com raiva de mim só porque dei o troco nela. Ela pode me provocar, me deixa naquele estado mas eu não posso fazer o mesmo com ela. Só vou atrás dela quando amanhecer,. Aproveitei que já estava na rua então chamei um táxi que ia passando no mesmo momento e entrei dentro. Mandei uma mensagem pro celular de Max dizendo que estava indo embora.
Cheguei em casa e subi diretamente pro quarto, ouvi alguns gemidos vindo de algum quarto, não dei importancia e entrei no meu, tirei meu tenis, a camisa e me joguei na cama.
Siva's POV
Eu e Nareesha estavamos sentados na area vip da boate, estamos no maior amasso no sofá vermelho, havia uma semana que eu não via minha morena por conta do trabalho dela e do meu também. Eu não estava com saudades somente dos beijos e abraços dela, mas estava com saudades do corpo dela, saudades de usar o corpo dela.
– Pra sua casa ou pra minha? — A pergunta saiu da minha boca sem eu ao menos pensar em perguntar.
Ela me olhou surpresa e sorriu maliciosa.
– Pra sua. — Ela respondeu.
Me levantei e peguei na mão dela, descemos as escadas e dei de cara com Max e Vic dançando agarrados.
– Bro, to indo pra casa, Naree vai dormir lá comigo. — Disse.
– Beleza cara, oh! use camisinha ok? — Max me adivertiu e eu ri.
Nós nos despedimos do casal e saimos da balada, fomos para um ponto de táxi, entramos no veículo e fomos para casa. Chegando lá ela me jogou no sofá e sentou no meu cólo de frente pra mim, sem demora ela já tirou seu blazer e sua blusa, fiz o mesmo e começamos com os beijos e os amassos quentes, levei minhas mãos ao seios na Naree e comecei a apalpa-los, ela mordia meu labio inferior e rebolava em cima da minha ereção ainda coberta pelo tecido da roupa. Eu jás não estava mais aguentando, deitei Naree no sofá e tirei minha calça juntamente com a cueca, abri a calça da Naree e abaixei e tirei a mesma a jogando no chão, Voltei a beija-la, ela arqueou o corpo e eu passeis minhas mãos por trás dela abrindo o sutiã tomara que caia que ela usava, abocanhei um de seus seios e la gemeu, o outro seio eu acarciava com as mãos, ela bagunçava meu cabelo sensualmente, minha mão foi escorregando pela lateral do corpo dela, segurei a lateral da sua calcinha e comecei a abaixar... Depois de alguns minutos já estavamos nús eu já estava pronto para invadi-la e ela estava pronta para me receber, penetrei dois dedos dentro dela e ela já estava molhada, sem demora me posicionei e penetrei nela começamos com estocadas lenta e foram aumentando como o fogo que consua o meu corpo.
Tom's POV
Estava rodando a balada xavecando e pegando o máximo de meninas que eu conseguia que aliás foram muitas, ninguem aqui resisti ao Thomas Parker, mas ainda sim eu queria algo além de beija, queria algo mais emocionante e de todas que eu peguei essa noite a simplesmente a que eu desejo mais é a morena que me rejeitou logo quando chegamos, eu queria aquela mulher e eu iria tê-la essa noite. Comecei a procurar ela no meio daquela mutidão de gente, encontrei ela no bar tomando algo. É agora.
Cheguei como quem não quer nada, fiquei do lado dela, ela ainda não tinha notado minha presença.
– Me vê uma Tequila. — Disse ao bar man.
A garota olhou pro lado, e me viu sorri e ela me ignorou voltando sua atenção a bebida colorida que ela tomava.
– Tudo bem? — Perguntei.
– Estava, até você chegar. — Ela disse ainda fitando a bebida.
– Entendi, estava tudo bem ai eu cheguei e ficou melhor ainda a noite. — Disse e ri.
– HAHA — Ela riu irônica. — como você é engraçado. — Ela disse ainda irônica.
O Bar man me deu minha Tequila, virei o copo na boca e balancei a cabeça para o álcool fazer efeito mais rápido. Fiquei a encarando admirando cada traço da beleza dela.
– Dá pra você parar de me olhar? — Ela pediu um pouco nervosa.
– Não, não dá. — Respondi.
– Eu sei que sou linda, mas não sou pro seu bico. — Ela disse.
– Olha aqui garota — Disse virando a garota de costas pro balcão e fiquei em sua frente. — Você por acaso sabe quem eu sou ? — Perguntei.
– Sim, um dos playboyzinhos daquela boyband. — Ela Respondeu.
– Então porque está me rejeitando ? — Perguntei colocando seu corpo ao meu.
Ela ficou um poyco surpresa com o ato, mas logo se recompoz fingindo não ter sofrido nada com o meu ato.
– Você se acha demais, pensa que todas as mulheres caem ao seus pés só porque você é bonitinho, canta bem e faz parte de uma boyband famosa no mundo, você pensa que pode ter qualquer mulher na sua cama a hora que você quiser, isso pode até acontecer mas nem todas as mulheres são assim, eu sou uma prova disso. — Ela disse séria.
– E você é uma vadiazinha que se sente demais sabia ? Acha que tá abalando nessa boate e pensa que me dando um fora vai deixar meu ego no chão. — Disse me aproximando ainda mais do seu rosto.
– Vadia? — Ela perguntou indignada.
– Sim, uma vadia. — Respondi olhando em sua boca.
Eu não vi mais nada só senti meu rosto queimar com um tapa bem dado que ela me deu.
– Vadia são as meninas que você pega por ai, eu seu viado. — Ela disse e saiu pisando forte.
– Mas isso não vai ficar assim. — Disse passando a mão no lado do meu rosto onde ela bateu.
Sai atrás da garota, segurei o braço dela, a puxei pra mim, segurei-a firme pela cintura e a cabeça e selei nossos lábios com um beijo bruto a garota resistiu tentou me empurrar, fez de tudo para escapar mas foi em vão, ela me deu um chute no saco eu comecei a ver estrelas.
– ISSO É PRA VOCÊ APRENDER! — Ela disse e saiu
– VAGABUNDA! — Xinguei agaixado.
Me levantei com muita dor e dificuldade para andar mas fui atrás dela, ela saiu da badala, comecei a seguir a garota e ela não tinha percebido, quando minha dor passou corri atrás dela e a agarrei por trás, ela começou a gritar, olhei pro lado e tinha um beco pouco iluminado, puxei a garota para lá e a empurrei contra a parede.
– Quanto mais você me esnoba mais eu fico louco por você. — Disse no ouvido dela.
– Você é louco, me deixa em paz. — Ela disse com a respiração elevada.
– Não, eu quero você. — Disse no ouvido dela e senti a garota estremecer.
Fui deslizando minha boca do ouvido dela, por sua bochecha até encontrar seus lábios e logo o beijo foi reciproco, suas mãos fora para minha nuca e o beijo cheio de desejo e luxura esquentava o nossos corpos. Segurei as pernas dela e ela envolveu-as em minha cintura, gememos com o toque de nossas intimidades, levantei seu vestido e deslizei minha mão até a intimidade dela, sua calcinha já estava molhado, ela já estava pronta pra mim, coloquei o tecido de lado e comecei a massagear o clitóris dela com o meu polegar, a morena começou a gemer no meu ouvido o que me deixou mais excitado ainda.
– Vamos pra minha casa? — A garota sugeriu.
– Vamos, na onde é? — Perguntei.
– A duas quadras daqui. — Ela respondeu.
– Vamos. — Disse e mordi o pescoço dela.
Ela desceu do meu cólo, abaixou o vestido e saimos do beco, a abracei pelo ombro.
– Eu não acredito que eu estou te levando pra minha casa, eu te odeio. — Ela disse e riu.
– Me odeia mas não me resisti. — Disse e dei um beijo na cabeça dela.
– Você é um safado. — Ela deu um soco de leve na minha barriga.
– E você é gostosa. — Disse. — Bom, já que você sabe meu nome, tenho o direito de saber o seu, posso ser safado mas não sou do tipo que transo com a garota sem ao menos saber o nome dela. — Disse e ela sorriu.
– Meu nome é Gabriela, mas pode me chamar de Gabi. — Ela respondeu.
– Okay Gabi. — Disse.
Chegamos na sua casa e ela estava fazia, ela foi subindo as escadas, eu fiquei parado na sala e ela me olhou.
– Vai ficar parado ai ou vai vir terminar o que começamos no beco? — Ela disse e deu uma piscadinha sexy
– Opa! — Disse e subi correndo a agarrando pro trás.
Começamos a nos pegar no corredor, se ebarrando nas paredes, ela abriu a porta do quarto, entramos, ela trancou a porta e me jogou na cama. Ela ficou de joelhos com cara perna do lado do meu corpo, ela abriu o ziper do vestido e o tirou, ela estava só de calcinha, minha ereção deu sinal na hora, ela se abaixou na minha frente e começou a lamber meu pescoço, levei minhas mãos até a bunda dela e comecei a apertar a mesma, ela ficou rebolando e eu dava tapas. Troquei de posições, tirei minha camisa e joguei em algum lugar, comecei a sugar os seios dela, ela arranhava minhas costas, logo depois tirei a calcinha dela e comecei a fazer um sexo oral, ela se contorcia na cama e gemia. Ela trocou nossas posições, tirou minha calcça juntamente com a cueca e começou a chupar meu pau, ela me olhava com uma cara sexy eu estava ficando totalmente louco, depois de um tempo ela pegou uma camisinha e colocou no meu membro, ela passou suas pernas em volta do meu corpo e sentou em cima do meu membro ela gemeu com a penetração e depois começou a cavalgar em cima de mim...
Max's POV
Já passava das 03:00a.m Vic estava cansada e queria ir embora, olhei pela balada e não encontrei os meninos, peguei meu celular e havia 2 mensagens, abri e vi que uma era do Jay e a outra do Nathan.
" Max, fui embora com a Lu" — Jay
" Fui pra casa" — Nathan
Olhei a hora que as mensagens foram enviadas e não era nem 02:00a.m. O que deu nesses meninos para eles terem ido embora? E cadê o Thomas? Não vou nem ligar, do jeito que ele é deve estar pegando alguma garota.
Eu e Vic fomos para casa, quando abri a porta dei de cara com Siva e Naree totalmente nús no sofá dormindo e roupas espalhadas pelo chão da sala.
– pqp! — Disse.
– O que ? — Vic saiu de trás de mim e entrou. — PQP! — Ela disse e colocou a mão na boca.
– Não olha. — Disse e tapei os olhos dela para ela não ver o amigão do Siva.
– E você vai ficar olhando a Narree? — Ela disse.
– Não to olhando. — Respondi e subimos correndo.
Chegamos no quarto e começamos a rir da cena que vimos, uma cena muito tensa.
– Que louco esses dois, acho que não deu tempo de chegar no quarto. — Vic disse e começamos a rir.
– Amanhã o sofá vai estar todo respingado de esperma. — Disse e ri mais ainda.
– Nossa, lembra quando isso aconteceu com a gente? — Vic perguntou.
– Lembro, mas foi muito boa aquela transa. — Disse e a puxei pra mim,
– Foi mesmo. — Ela disse e começamos a nos beijar
Fui guiando ela até a cama, caimos deitado um por cima do outro, comecei a passar minha mão por deixo do corpo dela. Depois de um tempo já estavamos nús.
– Amor quero fazer uma coisa. — Ela disse se levantando na cama. — Senta aqui. — Ela apontou.
Sentei na ponta da cama, ela se ajoelhou na minha frente.
– Vic não... — Fui falar mas senti a boca quente dela tocar meu membro.
– AAH. — Gemi.
Ela começou a fazer movimentos de vai e vem e começou a movimentar sua mão, aquilo estava muito bom, Segurei seu cabelos em um rabo de cavalo e comecei a guia-la com os movimentos. Depois de um tempo, ela se sentou no meu cólo e começou a cavalgar...
xxxxxxXxxxx
Nareesha's POV
No dia seguinte acordei com a claridade no rosto, abri os olhos com dificuldade e vi que não estava em casa e nem no quarto, estava na sala da casa dos meninos do TW, olhei e Siva estava dormindo todo torto no sofá. Nós estavamos nús, me levantei rapidamente e vesti minhas roupas antes que alguem nos visse daquele jeito. Acordei Siva pra ele se vestir. Depois nós fomos para a cozinha preparar o café e nos deparamos com um ser totalmente descabelado descendo as escadas, automaticamente olhei no relógio e me espantei, eram apenas 08:30a.m e Nathan já estava acordado.
– Bom dia pequeno. — Disse o abraçando.
– Bom dia. — Ele disse sem humor algum e me abraçou.
– Ixi Nathan caiu da cama? — Siva perguntou.
– Antes fosse. — Nathan respondeu seguindo pra cozinha
– O que aconteceu? — Perguntei.
– A Bia. — Ele disse.
– Poxa cara, quer conversar ? Pode contar com a gente. — Siva disse e se sentou ao lado de Nathan.
Nathan começou a contar tudo o que houve, a situação foi um pouco engraçada mas fiquei com pena dele.
Ficamos um tempão conversando sobre isso e tomando café até que depois Lu e Jay desceram e se reuniram com a gente, passou mais alguns minutos e Vic e Max desceram tambem.
– Cadê o Tom? — Jay perguntou.
– não sei, ele sumiu na balada ontem. — Max disse.
Ficamos na cozinha conversando e depois o Max ligou pro Tom, ele disse já estava vindo embora.
Notas finais
Beijooos :*
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