I Will Be Alright
3 Capítulo 3 - Promise
Notas iniciais
Mais um capitulo pra vocês, por que vocês são uns lindos! rsrs
Boa leitura.
‘’Atenção senhores passageiros... ’’, essas aeromoças sempre falam isso. Elas deveriam mudar o discurso às vezes. – Suspirei, colocando minhas malas naqueles carrinhos de aeroporto, sabe? Não sei o nome poxa, e também eu não vou mudar o mundo sabendo o nome dessas coisas.
Sim, eu estou irritada. Sendo mais clara, EU ESTOU DE TPM.
E sim também, eu tenho TPM. Não é por que eu sou uma vampira que eu não tenho TPM não. Eu tenho, passa mais rápido do que o das garotas normais mais é totalmente mais forte, eu fico mais irritada, mais sensível, e eu realmente odeio isso.
Minha mãe colocou as malas dela em outro carrinho e saímos andando para pegar o taxi.
Depois de chamarmos muitas vezes e ninguém parar. Um ser iluminado parou e ele até colocou as malas no taxi para nós, hum, aí tem coisa.
Depois de algumas horas rodando e rodando, percebi uma placa. ‘’ Bem vindo a Forks’’
Ah, finalmente né. Estava até cansando de ficar olhando o taxista olhar minha mãe toda hora e ela ficar dando pequenos sorridos envergonhados. Eca!
O apartamento é meio que no centro da cidade, pedi pra minha mãe as chaves e ela me entregou, acho que ela nem entendeu direito, por que ela estava falando com o taxista pegador de mães. Pelo o que eu percebi, eles até trocaram telefone. Sim, minha mãe é uma cara de pau.
Subi a escada meio entediada, então olhei as chaves e vi o número: 66.
Nossa, que tenso.
Procurei pelo 66 e enfim achei, era quase no fim do corredor. E era de frente com um apartamento mais tenso do que o numero do meu.
O abri e o analisei, tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e só. Era bege com branco.
Não era o apartamento dos sonhos, mas é bom, claro. Pelo menos eu vou ter o meu quarto, por que né...
Percebi pela minha visão periférica minha mãe entrando no apê. Ela deu um sorriso, pareceu aprovar. E atrás dela estava o taxista com nossas malas. Eles se derem um tchau e ele foi embora. Até que enfim!
Depois de guardarmos as malas e arrumarmos algumas coisas básicas, finalmente paramos e pedimos algo para comer: Uma pizza.
Comemos no chão mesmo.
– Então, já te matriculei na escola daqui. Você começa semana que vem.
– Hã!? – Really? Really? Ah, droga. Mal saí de uma e já vou entrar em outra?
– Eu te matriculei ontem, por telefone.
– E eles aceitaram? – Que tipo de escola é essa que eles aceitam isso por telefone?!
– É, aceitaram. Sorte não é? – Mamãe mordeu um pedaço da pizza e tomou um gole de seu refrigerante.
– Muita. – Suspirei.
– Mais animação filha, por favor. – Ela pediu, eu respirei fundo.
– Tudo bem. Oba! Escola nova. – Tentei dar um sorriso, mas acho que deu meio errado.
Mamãe riu sem humor. Estava sendo difícil pra ela, eu sei disso. Perdeu seu marido pra uma piriguete, e eu perdi meu pai. Quer dizer... Não perdi, ele só não vai mais estar aqui comigo, pra tudo.
Terminamos de comer em silencio, e depois disso nós continuamos arrumando as coisas.
• • •
– Vocês fazem falta. – Sussurrei, e em seguida suspirei, então troquei o telefone de ouvido. Eram exatamente 03h46min da manhã, e eu estou no telefone com meus melhores amigos.
– Você também vadia, quando vai fugir e vir pra cá? – Era Anne, perai. Ela não estava na America do sul?!
– Anne! – Quase gritei, droga.
– Oi, puta. – Nós rimos.
– Você não tava em algum lugar da America do sul? Cansou de ficar girando bolsinha nas esquinas de lá? – Disse, e dei uma gargalhada. Do outro lado da linha, pude escutar todos meus amigos rindo também.
– Pois é Rê, nós também achamos isso, ela cansou de andar e dar e andar, e dar dar dar. – Ben riu ainda mais. – Ai, Anne!
Alguns barulhos estranhos e mais risos, então pude perceber outra pessoa pegar o telefone.
– A Anne acabou de quase matar o Ben. – Ela riu. – Ela esta correndo atrás dele agora, e ele esta fugindo. – Era a London no telefone agora.
– Me explica isso da Anne, Lon. – Disse, tentando entender melhor.
– A mãe dela fez ela voltar pra NY, agora advinha o por que. – Ela fez uma pausa. – Parece que lá America do sul estão tendo uns negócios estranhos, principalmente no país onde ela tava, que agora eu nem lembro onde era...
– Ah, que tipos de negócios?
– Doenças, mortes. Essas coisas.
– Ah.
Pude perceber o telefone sendo passado para outra pessoa.
– Renesmee? – Droga, Matt? Merda, merda. Meu coração foi a 12163465496846.
– Ér, oi. Matt. – Falei, com pequenas pausas. Por que ele ainda faz isso comigo?
– Como você está? Aí é legal? – Só pelo jeito dele falar, pude ver que ele sorriu.
– É, você sabe. Cheiro de mato, nenhum carro na estrada, sem som alto... – Ri fraco.
– Um dia eu vou te buscar, e nós vamos fugir juntos.
– Você já disse isso uma vez.
– Eu era um moleque, você sabe.
– E agora você já é homem? Ou... teve que esperar perder pra dar valor? – Disse, me irritando.
– Renesmee... – Começou, merda.
– Passa pro Tyler ai, por favor.
Pude ver ele suspirando, e logo o telefone sendo arrancado da sua mão.
– E ai gata, pensei que tinha esquecido do teu marido. – Riu.
– Nunca vou me esquecer de você, bobão. Sua pegada é inesquecível. – Brinquei, e nós rimos.
Depois de ficarmos um tempo quietos, só escutando a respiração um do outro, Tyler falou:
– Eu sinto tanto a sua falta, melhor amiga.
– Eu também bebê, eu também. Mas, um dia eu prometo que vou para ai.
– Promete mesmo?
– Prometo... E você? Promete nunca me esquecer?
– Não precisa nem pedir. Claro que eu prometo.
Sorri, e bocejei.
– Vai dormir, amor. Amanhã nos falamos... – Tyler.
– Mas... – Tentei falar, mas fui interrompida por ele.
– Vai. Todos aqui estão dizendo ‘’eu te amo‘’ pra você. E estão mandando um abraço apertado.
– Manda para eles também. – Outro bocejo.
– Ok. Boa noite.
– Boa noite.
Virei-me para o lado e acho que logo depois dormi como uma pedra, por que eu não lembro se eu sonhei, e também não lembro mais de nada.
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