I Will Be Alright
24 Capítulo 24 - Game Over!
Notas iniciais
Capitulo grande. E não me matem depois KKKK
Boa leitura ^^
"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e o deixam acontecer.”
Albert Einstein
Papai expulsou Jake de casa ontem de noite, só por que eu pedi para ele dormir aqui. É CLARO QUE A GENTE NÃO IA FAZER NADA, MAS NÉ... MENTE DE PAI...
Enfim, hoje é domingo, e todo domingo é entediante. Não tem nada para fazer, sério. Até vampiros se entediam no domingo, para falar a verdade, não só no domingo, mas sim quase todos os dias.
Desde quando minha família me ouviu chorar, eu estou um pouco diferente com eles. Para melhor, confesso. É que, quando as pessoas vêem suas fraquezas, e ainda assim continuam ao seu lado e não usam isso contra você... Elas realmente valem à pena.
– E ai, galera. – A porta abriu, era Jake. Meu Jake. Levantei-me do sofá e depositei um pequeno selinho da boca dele.
– Eca. – Resmungou Rose. Eu mostrei a língua para ela.
Eu e Jacob nos sentamos no sofá, e eu, na maior cara de pau, coloquei minhas pernas no colo dele.
– NÃO, NÃO PODE SER! – Gritou Alice, e desceu as escadas correndo. Ela olhou assustada para mim. – Nessie, eu tive uma visão do Nick, ele e os ‘’amigos’’ dele decidiram vier agora. AGORA! – Ela jogou os braços, e respirou fundo. Depois olhou para Jasper, devia estar agradecendo por ele ter feito ela se acalmar.
MAS AGORA SOU EU QUE PRECISO DE CALMA, PORRA!
Olhei para Jake procurando por palavras. Ele estava imóvel, levantei do sofá rápido, quando me mexi, acho que Jake ‘acordou’ e se levantou logo. Ele pegou o telefone.
– Vai ligar para quem? – Disse, meia eufórica.
– Lobos. – Ele só respondeu isso, colocou o telefone na orelha e saiu para a cozinha.
Olhei para Rose, ela também estava com um telefone na mão. Estava ligando para Carlisle.
No meio da confusão, vi Bella e Edward chegarem nervosos, eles vieram direto me abraçar.
Quando Carlisle, Esme e os lobos chegaram, eles começaram a conversar sobre como seria tudo. Alice já estava dizendo que eles nos esperariam na floresta. Pois era o único lugar de Forks em que eles conheciam. Jasper sugeriu que alguém os atraísse para a Campina, mas Alice disse que seria melhor na floresta, então todos concordaram.
Bella já tinha me contado sobre a Campina, eu também me lembro dela. Lá foi a ‘’luta’’ contra os Volturi. A maldita luta que me separou deles, então acho melhor também que não seja lá.
Mamãe, papai e Jake eram os que estavam mais nervosos. Não me pergunte o porquê! E Jasper estava acalmando todos, coitado.
Enquanto todos conversavam sobre os vampiros. Meu único foco é saber o que esta se passando naquela mente conturbada do Nick.
Não sei como vai ser esse ataque deles, mas talvez seja mais do que o esperado. Seja lá o que for, estou preparada.
Antes de irmos para a floresta, todos se abraçaram, e quando foram me abraçar, disseram coisas como: ‘’Vai ficar tudo bem’’ – ‘’Isso logo vai passar’’
Pena que eu não tenha tanta esperança assim.
Corremos rápido até a floresta, de acordo com Alice deveríamos ficar no centro da mesma. Quando chegamos ainda não havia nada, apenas um silencio... O vento tocando nas árvores, dando aquele barulho sinistro. E um frio, parecia até que ia chover, pois o céu está nublado, e as nuvens estão pesadas.
Todos os lobos estavam transformados, e nós – os vampiros. – estávamos em posição de defesa, e alguns, como Emmett, em ataque.
Na ordem, estávamos assim:
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Todos estão tentando me proteger de algo que eu conheço muito bem, não que ser protegida não seja bom, é muito bom, acredite. Mas, não podemos fazer planos. O Nick é esperto, temos que fingir entrar no jogo dele, era isso que eu estava fazendo até agora. Sabe, esse negocio de não matar ele. Eu podia ter muito bem ter rastreado ele e o matado. Mas não, não teria dado certo, como eu disse ele é esperto. Então, esse era o único jeito. Fingir tudo! E depois, o matar, fazendo ele mesmo se afogar com suas mentiras.
Enquanto eu me afundava em pensamentos, percebi vários cheiros de vampiros se aproximando. Chegou um, dois, três... E assim foi indo. Até chegar o Nick, com aquele sorriso nojento no rosto. Ele me encarou, eu encarei de volta.
Agora, estávamos assim:
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Nick fez um longo e pesado trabalho com esses vampiros, são muitos. E todos parecem saber o que fazer.
Não houve uma troca de palavras e nem nada, dei alguns passos para frente, até poder ver Nick com mais clareza, ele me olhou dos pés a cabeça.
Continuamos nos fitando, parecíamos que estávamos nos matando, só pelo olhar. Mas eu entendo o que ele quer, e eu até também quero ficar a sós com ele.
Dei uma última olhada para minha família e para Jake. Então sai correndo dali, percebi Nick vindo atrás de mim — logo atrás. E lá no meio da floresta, estava apenas começando uma grande e sangrenta luta!
Depois de correr bastante o suficiente para ficar longe dos outros do meio da floresta, mas não tanto para ainda poder escutá-los. Finalmente parei. Ouvi Nick chegando e parando também.
Quando olhei ao redor, era o único lugar que eu não queria fazer isso: A campinha.
– Vê se não é coisa do destino, vamos terminar tudo, aonde tudo começou. – Ele disse, quebrando o tortuoso silencio que estava no ar.
Virei-me para encará-lo. Infelizmente, ele tem razão.
– É, quem diria... – Dei um sorriso, tentando fazer ele acreditar que eu estou tranquila, e forte.
Lembrei que o sangue humano me deixa mais forte, e eu estou mantendo uma dieta à base de animais. Estou bem mais fraca que o Nick. Mas isso não vai me impedir de fazer nada, que fique claro.
– Você deve estar querendo me matar. – Ele sorriu. – Afinal, acabei com sua vida, não é?
Dei uma risada.
– Na verdade, Nick. Você acabou com a sua vida! A minha... Eu mesma acabei com ela, quando confiei em você.
– Ainda confia?
– Não, faz tempo que não confio mais.
– Isso não é bom.
– Para você, talvez não. Mas para mim... Ah, mudou muita coisa!
– Tipo O QUÊ? – Ele se exaltou. – EU ajudei você, EU tornei você uma mulher.
– Você me tornou mulher? – Dei um riso de deboche. – Você nem é homem para tornar alguém mulher, Nick. E afinal, nós nunca fizemos nada.
Ele me olhou furioso, ta ai uma das coisas que Nick odeia: Que debochem dele e que o subestimem.
– É, nós nunca fizemos nada mesmo. Graças a Deus!
– GRAÇAS A DEUS MESMO! – Gritei, em alto e bom som. Depois dei um sorriso, como se estivesse agradecendo. (e estou mesmo). – Sabe Nick, preciso te fazer uma pergunta... POR QUE VOCÊ FINGIU TUDO? – Disse.
– Eu nunca fingi nada!
– NÃO? HAHAHA. Próxima piada!
Ele suspirou. Parecia estar falando sério. Se fosse há algum tempo atrás, eu acreditaria nele. E EU DISSE HÁ ALGUM TEMPO ATRÁS. Hoje não confio nem em mim mesma.
– Você nunca perguntou nada, então tecnicamente, eu não fingi nada.
– Não perguntei por que eu confiava em você! Você me magoou muito, Nick. Mas quer saber? Não importa mais.
– Não?
– Não.
Suspirei, e larguei os ombros.
Devia matar ele agora, mas quero torturar ele. Pena que eu pensei que fosse mais fácil.
– Você mudou. – Ele disse, depois de um tempo em silencio.
– Claro. Pensou que eu ia ser aquela idiota pra sempre?
– Não seja tão dura, Renesmee.
– Dura? Você não viu nada ainda.
Ele ficou me encarando.
– Se você me acha dura... Por que não foi mais gentil? Sei lá, você podia ter não matado minha mãe. PODIA TER UM POUCO DE VERGONHA NA CARA. Você complicou tudo, Nick!
– Sinto muito.
– Não, você não sente nada há muito tempo!
– O QUE VOCÊ QUER? – Ele gritou, acho que eu estou conseguindo deixar ele com raiva.
– Eu quero que você suma, ou melhor, morra. Quero que você pague por tudo!
– Tudo o que?
– NICK. SE LIGA! – Dessa vez foi eu quem gritei. Porra, será que ele vai continuar se fazendo de vitima? – Para com isso, ok? Esse seu teatro não cola comigo. E MUITO MENOS OS SEUS JOGINHOS. NÃO ADIANTA JOGAR SEUS JOGOS COMIGO, POR QUE FOI EU QUE ENVENTEI ELES.
Ele deu um sorriso, assustador. Agora sim ele voltou a ser o que era antes! Ta ai o Nick que eu conheço.
– Ah, finalmente. Estava começando a cansar disso.
Eu dei uma gargalhada sem vida.
– Sabe Nick, você se tornou tudo o que você mais odiava. – Ele estava quieto, ouvindo. – Um bandido, assassino, idiota!
Dei outro sorriso sem vida.
– Mas daí eu me pergunto, será que você odiava tudo isso mesmo? Ou só fazia parte do plano?
– Eu odiava, e ainda odeio. – Dessa vez o olhar dele ficou mais leve. – Eu nunca tive um plano, no começo, bem aqui. – Ele apontou para baixo, no chão. – Aro Volturi me mandou ir atrás de você e te matar. Eu fui atrás daquele lobo que segurava você. Até que depois de um tempo correndo e correndo, ele te deixou em um orfanato. Eu realmente podia ter te matado. Mas não fui matar. Depois, voltei para cá, e disse que tinha perdido o lobo de vista. Aro me expulsou, e eu fui embora.
Olhei para ele, mesmo sendo verdade, não acredito mais em uma palavra.
– Tanto faz! – Sorri.
Ele deu uma risadinha.
– Você não acredita mais em nada!
– É, eu cresci, Nick. Você deveria crescer também!
– Eu não consigo sem você...
– Não finja que me ama.
– Não estou fingindo. Estou sendo realista.
Suspirei.
Pelo jeito não vai dar mesmo para fazer do jeito que eu queria. Mas se ele está se fazendo isso, eu vou começar a fazer também.
Me aproximei dele e coloquei minhas mãos no seu peito. Olhei nos olhos dele.
– Você quer que eu te perdôo?
Ele me olhou desconfiado. Eu me afastei e dei um sorriso amigável, mas o sorriso é falso, claro, quero mais é que Nick se foda.
– Você me perdoaria por tudo que eu fiz?
Nesse momento, ouve um barulho alto, como se umas cinco árvores tivessem caídos juntas. Ouve uns três rosnados altos, e um uivo de lobo, que reconheci na hora: Jake.
Meu coração de imediato se acelerou, o que aconteceu? Jake está bem? Minha família? Os outros lobos? OMG!
Olhei para Nick e ele estava com aquele sorriso assustador no rosto novamente. Não sei o que estava me dando, mas naquele momento, a única coisa que queria é ver se todos lá estão bem. Foda-se o Nick! Eu me importo com eles.
No momento que iria correr para lá, Nick segurou meu braço com força, rosnei para ele. Mas ele não me soltou.
Girei meu corpo e o empurrei para longe, fazendo com que ele caísse no chão a alguns metros de mim. Sorri. Um estante depois, ele levantou e avançou em minha direção.
Se desviar ou nos chocar? HAHA Primeira opção.
Quando ele chegou perto o suficiente, pulei alto e fui parar quase do outro lado da campina, ele virou e quando me achou, riu.
– Você está mesmo boa nisso!
– Quem me ensinou? – Devolvi o sorriso, e dessa vez, eu que avancei para atacá-lo.
Nick não se desviou, pelo contrario, ficou esperando o choque. Quando nos chocamos, confesso que meu corpo doeu. Mas nada muito grave!
Nick tentou pegar meu braço e quebrar, porém, dei uma mordida no ombro dele — arrancando um pedaço, fazendo com que ele gritasse de dor.
Sorri vitoriosa, então me afastei um pouco dele. Desculpa ai, mas só ataco novamente quando ele estiver preparado. Não sou covarde!
Nick apertou seu braço, como se estivesse estancando sangue – o que não tem, claro. – então ele rosnou.
– Sua mãe era uma vadia. Sabe o que ela falava toda vez que eu há via? – Ele disse, em meio aos rosnados. – Ah, vai vai vai. – Ele imitou um gemido.
Eu rosnei alto para ele. A última coisa que Elisabeth era, é vadia. Agora, ele tinha tocado numa coisa extremamente pessoal.
– E sua mãe, ali. Bella. – Ele disse, tirando a mão do braço e levantando. – Antes de casar com o viado de seu pai, era uma songa monga.
Ah, Nick. Se você falar mais alguma cois...
– E seu namorado, poxa, Renesmee. Você merece coisa melhor! – Ele dou uma risada debochada.
Minha visão ficou totalmente vermelha, não enxergava mais nada. Apenas Nick, e uma vontade imensa de fazer ele pagar por tudo, mas infelizmente, não posso mais fazer isso. Agora, só resta matá-lo.
Avancei novamente para atacá-lo, mas dessa vez Nick foi mais rápido. Antes de nos chocarmos novamente, ele me jogou em uma árvore, fez minha cabeça bater forte. Tudo ficou zonzo por um momento, então senti Nick me pegando novamente, e começando a apertar meu pescoço. Me debati.
– Nick... – Disse, quase sufocando.
Ele imediatamente me largou, eu cai no chão e olhei com raiva para ele. Nick me deu um chute forte, e virou as costas.
Reclamei da dor mentalmente, e me levantei com dificuldade.
– Você é igual a mim. – Ele falou.
– Não. – Dei um sorriso. – Eu sou totalmente diferente de você. Você comete muitos erros, irei citar dois deles.
Primeiro: se eu fosse você, teria me matado agora mesmo, ou até mesmo a um tempão atrás.
Segundo: Ter nascido, esse, com certeza, foi o maior erro da sua vida!
Dei um sorriso irônico.
– E as nossas diferenças são muitas. Mas a melhor de todas é que: Eu não sou você!
Ele me fitou. Mas parecia que sua cabeça estava longe.
Ao meu lado, havia um pedaço de tronco de árvore, me abaixei e o peguei, quebrei um pedaço para ficar pontudo.
Aproximei-me de Nick e o olhei.
– Adeus Nick, que você queime no inferno! – Enfiei o pedaço de tronco no coração dele, ele arfou de dor e me olhou. Tirou aquilo de ser coração e rosnou, mas não deixei ele fazer mais nada. Naquele mesmo segundo, pulei e enfim, apoiei meus pés na barriga dele, e com apenas um movimento, arranquei seus braços, sendo seguido por sua cabeça.
Seus membros caindo no chão foram como, duas bolinhas de gude caindo em uma sala totalmente silenciosa.
Não me senti culpada por ter o atacado quando ele estava vulnerável, afinal, ele fazia isso sempre comigo. Isso quer dizer que eu sou covarde agora? Não, acho que não. Só fiz o que era certo.
Peguei o isqueiro no meu bolso de trás e risquei. Olhando para o corpo de Nick, larguei o isqueiro.
– O jogo acabou. – Disse, observando a chama destruir o resto dos pedaços de Nick.
“O mundo não se divide em pessoas boas e más. Todos temos Luz e Trevas dentro de nós. O que importa é o lado o qual decidimos agir. Isso é o que realmente somos.”
– Sirius Black.
• • •
Respirei fundo, aliviada. Finalmente Nick estava morto, ter você mesmo matado ele, ah isso não tem preço.
Quando guardei o isqueiro no bolso, me concentrei em como estavam às coisas com os outros. Pelo jeito, estava difícil. Decidi ajudar.
Sai correndo para a floresta novamente, depois de alguns segundos, cheguei lá, ainda tinha bastante vampiros.
Na minha distração, alguém veio e me atacou por trás. Mas só me jogou longe, por que Bella logo se meteu na frente e logo quebrou a cabeça dele.
Enquanto ela respirava fundo, o vampiro que antes ela estava lutando e que ela largou para vir me salvar, avançou sobre ela.
Eu, observando a cena do chão. Levantei-me rapidamente e me meti na frente dela. E o vampiro, bom, eu não sei o que aconteceu. E também não sei por que eu fiz isso.
Talvez por que eu a ame? Ela é minha mãe. Eu prefiro morrer, ao ver ela morrer.
Por pura ironia, senti que seria o meu fim. E é extremamente inacreditável como no fim, você se lembra de todo começo. Como se fosse um filme. Um roteiro que passa bem diante dos seus olhos como em questões de segundos lhe mostrando tudo que você viveu. Todos os momentos felizes e tristes também. Como se ali lhe mostrasse o que você tinha e que perderia. E agora finalmente tenho a resposta para minha pergunta; Sim. Minha vida daria um bom livro, afinal, eu fiz tudo o que eu queria ter feito. Ta certo que algumas coisas até demais, mas quem não se arrepende de algo que já fez ou que deveria ter feito?
E eu descobri, que a vida não é para sempre. E percebi que eu descobri isso da pior maneira possível, atestadamente, comprovadamente que a vida não é para sempre. E que a felicidade se esvai como água entre os dedos. E as pessoas se vão, mas a dor permanece. E as lembranças te corroem por dentro. E da saudade, mas não da vontade de viver aquilo novamente. Por que você sabe, a solidão vira consequência. Quando você aprende a sempre se virar sozinha.
E sabe de uma coisa de mais coisas? Há morte não me assusta mais, não como antes assustava.
E hoje ainda, descobri mais uma coisa. A última, mas não a mais importante. Descobri que não existe a pura e inocente felicidade para um vampiro. Nem todos têm ou são felizes para sempre.
Naquele momento, tudo apagou e se silenciou, e a partir dali. Não podia mais ouvir e nem ver nada. É como se eu fosse à única criatura viva – ou morta — no mundo inteiro, sozinha. Como todos vêem ao mundo, a gente morre, e nasce sozinho.
''No momento em que tudo passa a dar errado e você pensa em desistir, é o momento que sua vida começa.''
Notas finais
O proximo capitulo acho que só vai sair lá por sexta feira, por que tem muito trabalho e prova na minha escola. E como eu sou uma pessoa responsavel, né KKKKKKK Enfim. Comentem *-*
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