I Was Feeling Epic - O final que queríamos
6 Querido diário... Uma nova era
Pov Bonnie
1 semana depois do grande confronto... Às 9 horas da manhã... Na casa de Bonnie... Estava Bonnie vestindo uma capa preta que complementava com a sua blusa verde sem manga com a calça preta legging. Pois os seus amigos precisavam de ajuda que segundo Damon era algo urgente, sim, poderia ter se desgastado com a última luta que quase consumiu sua vida, mas segundo a sua avó e Enzo, ela era uma fênix que se fortalecia a cada batalha e por isso não deveria desistir jamais. — Vamos lá. – suspirou Bonnie antes de abrir a porta e se deparar com todos os seus amigos, além do Klaus que por alguma razão veio junto. – Obrigada, adoro vocês. – sorriu de felicidade ao ver cada um segurando uma comida ou bebida diferente.— Feliz aniversário, sua bruxa chata. – piscou Damon vestido com uma camiseta verde escura com manga curta e jeans preta, enquanto segurava uma jarra de limonada. – De nada, se vai agradecer para o seu amigo mais legal.— Damon sendo Damon. – sorriu Bonnie ao abraçar o seu amigo e em seguida, Caroline e Elena. – Não precisava.— Você fez tanto por nós que não poderíamos deixar passar o seu aniversário. – retrucou Elena que estava vestida com um vestido azul claro acima dos joelhos. — E não adianta teimar porque não vou ouvir. – disse Caroline vestida com blusa com manga comprida preta e calça jeans rosa.— Fiquei sabendo da sua luta, parabéns, Bonnie. – congratulou Alaric vestido com terno. — Parabéns. – disse Matt vestido com uma camiseta azul escura sem mangas e jeans azul escuro, e com um olhar que tinha um orgulho mesmo que ele ainda não confiasse em seres sobrenaturais.Não sabendo como reagir diante de tanto carinho e alívio, Bonnie fechou a porta e deu uma olhada para todos os seus amigos de grandes batalhas: Elena, Caroline, Damon, Matt e Alaric, e deu um sorriso para conter as lágrimas de esperança e alegria, pois poderia passar por mil batalhas, mas superaria todas elas com propósito e suas fortalezas que se encontrava nas pessoas que ela tanto ama.— Adoro vocês. – afirmou Bonnie não se contendo antes de ser aplaudida por todos, deixando-a mais emocionada ainda, como um fogo de vitória.— Bonnie é uma boa companheira! Isso ninguém pode negar! – cantou Damon freneticamente antes que os outros o acompanhassem.— Você é a minha heroína. – disse a pequena Lizzie a abraçando.— Parabéns, amiga da mamãe. – disse a pequena Josie a olhando com admiração.Com isso, todos brindaram cada um com a sua taça o começo de uma nova era: de esperança e força seja com as batalhas e sacrifícios passados ou os que ainda iriam enfrentar. — Vá para o quarto de hóspedes que tenho uma cortesia, Bennett. – murmurou Klaus no ouvido de Bonnie, o que despertou um sorriso em Caroline e um olhar de dúvida em Bonnie. — O que? – perguntou Bonnie tentando formular alguma teoria na cabeça.— Só posso revelar que tive que fazer pressão psicológica para minha irmã Freya me ajudar, mas sugiro que você vá logo atrás da cortesia. – respondeu Klaus levemente impaciente pela tamanha desconfiança com uma mistura de ansiedade para falar com certas pessoas.Mesmo que no fundo ainda quisesse imobilizar o Klaus pela a sua magia por ele ainda ser um homem grosseiro, Bonnie deu um sorriso de “trégua” como se quisesse apenas sentir paz interior por ora, e logo em seguida foi até o tal quarto em que tinha uma mulher loira vestida de azul.— Cortesia do Klaus, divirta-se. – disse Freya se afastando do local.— Obrigada. – disse Bonnie tentando ser cordial até que abrisse a porta e o seu coração quase parasse ao ver algo que ela sentiu vontade de conjurar um feitiço só para saber se não estava adormecida. – Enzo?!Pov EnzoEstava Enzo vestido com o terno que ele usara no Ano Novo iluminado que passou ao lado da sua amada, Bonnie, no qual ele contemplou pela primeira vez na vida a sensação de que poderia morrer, mas morreria como um homem que teve a sorte de experimentar a felicidade pela primeira vez em sua vida, ao lado da mulher que o amou também, com todo o seu passado obscuro e depois de anos de tortura e escuridão na Irmandade Augustine. E agora ele estava ali, vivo novamente e com o deleite de poder viver com a sua felicidade de novo que Enzo começou a questionar o que de tão bom teria feito para ter essa grande sorte outra vez. — Freya, a irmã daquele vampiro me ressuscitou enquanto o meu corpo estava congelado. – explicou Enzo segurando as mãos da Bonnie que estavam duras de tanta incredulidade e com vontade de chorar. – Eu já estava preparado para encontrar a paz, mas de qualquer maneira estou feliz do mesmo jeito. – tocou o seu rosto e limpou as lágrimas dela que caíram sem que ela percebesse.— Eu estou com medo de acordar e tudo isso não ser real. – lagrimou Bonnie com as emoções a flor da pele antes de ser abraçada por Enzo, e ser tocada ternamente que a fez lagrimar ainda mais pela falta que sentira de tudo aquilo e o desejo de que tudo não fosse apenas um sonho.
— Eu sei que é difícil de acreditar. Passei tantos anos da minha vida a acreditar que nunca seria feliz e que a escuridão fosse a minha única amiga, até que conheci você que me fez me sentir vivo. – disse Enzo suspirando enquanto tentava segurar as lágrimas para ser um porto seguro para ela nesse momento, mas com um forte sentimento de determinação ao lembrar de tudo o que superaram juntos e a segunda chance que o universo teve a piedade de dar, logo não poderia ser desperdiçada. Minutos depois, após ver Bonnie mais calma do seu estado de choque inicial e com o sorriso que continha uma fortaleza que ele tanto admirava, Enzo ficou a fitando como se quisesse também que nada aquilo fosse apenas um sonho.— Depois que tudo aquilo aconteceu eu decidi aproveitar a minha vida da melhor maneira. – explicou Bonnie com entusiasmo de ver o seu amado ali na frente dela. – Irei viajar para vários países para ajudar outros bruxos assim que nem eu, até porque sempre me interessei por outras culturas...De repente Enzo ficou em silêncio pensando em tudo o que poderiam viver juntos, seja os momentos bons ou maus, e manteve um esforço para fazer algo que ele deveria fazer enquanto estavam vivos, fazendo com que Bonnie ficasse preocupada com a sua fisionomia que logo revelava uma intensidade.— O que foi? – perguntou Bonnie preocupada.— Desde que te conheci, a felicidade deixou de ser apenas uma utopia e passou a ser uma realidade, então não apenas sobrevivi e sim vivi e você foi a responsável por isso. – disse Enzo com um olhar intenso ao fitar os seus olhos claros que o encantaram desde o primeiro dia que a viu, embora não se importasse até os momentos em que tinha pesadelos do passado e era confortado por ela. – O que quero dizer é que você era o que eu precisava na minha existência e agora que estou vivo novamente não volto atrás com a minha palavra, quero continuar a ter o prazer que é viver pela humana que me faz me sentir vivo e lutarei ao seu lado dia após dia até o fim do mundo só para ver o seu sorriso belo. – ao ver outra vez as lágrimas de felicidade da amada, Enzo se ajoelhou e abriu uma caixa que tinha uma joia esmeralda no anel. – Bonnie Bennett, me daria a honra de ser o seu esposo, daqui em diante, nos momentos bons e ruins, até que a morte nos separe?— Nem a morte nos separa, Enzo. – respondeu Bonnie beijando os lábios dele para experimentar a calmaria e o amor que os beijos proporcionavam. – Eu te amo, Enzo, você é tudo o que eu sempre quis. — Você é maior do que todos os sonhos que eu já tive. – disse Enzo não se importando com as lágrimas que caíam dela em seu rosto, e a abraçou aproveitando o seu calor e as suas lágrimas puras que o faziam se sentir vivo, mesmo que durante anos estivesse morto por dentro. – Eu te amo, Bonnie Bennett.Pov KlausEnquanto isso... Estava Klaus com uma jaqueta preta, camiseta roxa e calça jeans preta a observar todos aqueles que um dia foram os seus inimigos, mas que viraram fortes aliados, isso o fez se lembrar do quanto demorou anos para se libertar da ganância dos chefes dos Mikaelsons que os abusaram durante tanto tempo, mas que aos poucos, foram se libertando por coisas que ele considerava simplórias, porém, valiam a pena desde o sorriso puro da sua filha Hope mesmo com a rebeldia humana até o amor de seus irmãos, e não o temor Mikaelson.— Quanto tempo pretende ficar por aqui? – perguntou Caroline o tirando de seus devaneios.— Só mais alguns dias, tenho coisas para resolver. – respondeu Klaus um pouco tenso pelos conflitos causados por Hollow contra sua família. – E você, o que fará daqui pra frente? – voltou a sentir um alivio ao ver a expressão de tristeza no rosto de Caroline.— É uma pena, eu irei sentir sua falta. – confessou Caroline, pois embora quisesse ficar sozinha por um tempo, passou a sentir admiração pela pessoa de Klaus. – Mas respondendo a sua pergunta, quero fazer algo importante, sabe? Pode parecer loucura, mas quero montar uma escola de magia para crianças especiais, quero que elas se sintam acolhidas e amadas. – disse com entusiasmo o que despertou ainda mais a admiração de Klaus.— Não é loucura, você é uma mulher espetacular e pode fazer qualquer coisa. – disse Klaus a fitando em seus olhos e a contemplar o seu sorriso de lisonjeio.— Obrigada, você também é capaz de grandes coisas, até nos ajudou. – afirmou Caroline ao fitar os olhos dele que ainda carregavam um auto desprezo. – Obrigada por nos ajudar.— É o mínimo que eu poderia fazer. – sorriu Klaus apreciando esse momento antes que acabasse.— Klaus, o carro já chegou. – avisou Freya se aproximando de ambos.— Freya esta é a Caroline, Caroline esta é Freya, minha irmã perdida. – disse Klaus as apresentando.— Klaus fala muito de você. – deu um leve sorriso Freya, principalmente ao ver o seu irmão amolecido e com isso, deixaria ela ser feliz com Keelin. — Ele fala tão bem dos seus poderes. – sorriu Caroline se sentindo lisonjeada.— O papo está bom, mas temos que realmente ir. – observou Klaus ao voltar para a realidade. – Espero que nos encontremos em breve, Caroline.— Eu também, Klaus. – sorriu Caroline o abraçando calorosamente, o que foi retribuído mesmo que sem jeito por ele ainda não ser acostumado com coisas calorosas fora da família. — Se cuida, Caroline. – disse Freya deixando o local junto com Klaus.Pov KatherineEnquanto isso... No quarto da mansão dos Salvatores... Estava Katherine a despertar com uma mistura de espanto e surpresa que ela não sabia se era boa ou ruim, pois o que ela se lembrava era de ter ajudado as últimas almas a encontrarem a paz depois de terem sido libertadas do inferno e se conformado em vagar pelos mundos para se redimir dos seus pecados, como um vício heroico que herdou do Stefan, o seu cavalheiro que a redimiu mesmo depois de tudo que o ela aprontou. Katherine com isso, sorriu ao olhar em volta e sentir a cama confortável do Stefan onde tiveram uma quente noite de amor e a atmosfera obscura do quarto que havia se tornado calorosa.— Trouxe café pra você. – disse Stefan segurando uma bandeja com um café da manhã e apoiando na cama.— Como eu estou aqui? – perguntou Katherine confusa. – Deve ter sido um feitiço muito bom. – ergueu as sobrancelhas impressionada.— Klaus nos ajudou, como cortesia segundo ele. – explicou Stefan atento para cada detalhe de Katherine caso o feitiço não desse certo. – Pode parecer impossível, mas o amor muda as pessoas. – a olhou com uma ternura que ela queria acertar uma maçã em seu rosto para não fazê-la lagrimar feito uma donzela indefesa.— Eu sei que pode parecer mentira depois de tantas mentiras que eu mesma passei a acreditar depois de todos esses anos, mas eu realmente te amei, Stefan. – confessou Katherine passando a não se importar se as lágrimas caíssem, pois passou por coisas demais para se importar com isso. – E faria de novo.— Obrigado, Katherine. – disse Stefan tocando o rosto dela com uma ternura que Katherine podia jurar que se sentiu mais como uma moça sonhadora de novo, do que como aquela persona imbatível e sobrevivente. – Você passou por muitas coisas difíceis e mesmo assim se sacrificou por mim. — Eu já me contentei que você nunca me amará como eu te amo. – disse Katherine com um pouco de melancolia por nunca ter esse anjo em seus braços, mas que ao menos estaria feliz em tentar viver uma vida mais honesta e sem sangue. – Mas irei tentar tudo outra vez, que nem você depois de ter se tornado um vampiro, mesmo sendo um humano agora. – sorriu ao se lembrar do detalhe.— De fato, Katherine. – sorriu Stefan ao ver o sorriso genuíno nela que ele se encantou no século XIX. – Estou feliz que tenha mudado. – pensou no quanto ambos precisavam reconstruir algumas coisas pelos maus entendidos e mágoas do passado. – Eu sei que foram muitos anos para se esquecer de tudo, mas aceita viajar comigo, para Bulgária? — O lugar onde nasci... – disse Katherine sentindo o seu coração bater forte e com um sorriso bobo no rosto que ela ficou se sentindo uma boba apaixonada. – Talvez. – testou para ver se era sonho ou realidade, pois não queria que Stefan sentisse pena dela e sim amor correspondido.— Eu sei que você gostou, Katherine. – sorriu Stefan correndo atrás dela pelo quarto até que ela se rendesse e caísse em seus braços, isso fez com que ele a beijasse outra vez como se sentisse aquela paixão que sentiu quando a beijou no baile no século XIX. — Antes uma coisa... – disse Katherine voltando a se sentir a moça sonhadora antes de se tornar um monstro sanguinário cínico para o amor, e com isso fechasse a porta do quarto para aproveitar o calor que sentira falta durante os anos em que esteve nos seus tormentos de solidão.
Pov Matt2 meses depois... Às 10 horas da manhã Estava Matt com uma roupa de xerife a ser agraciado na praça ensolarada de Mystic Falls sob os olhares entre gratidão e admiração, pela pessoa que ele se tornou: um homem heroico e que honra o lugar onde nasceu e viveu, contra todos aqueles que quisessem ceifar vidas com compaixão e bravura.— Viva Matt Donovan! – aclamaram todos com aplausos enquanto Matt recebia uma medalha do prefeito de Mystic Falls. – Todas as vidas aqui foram salvas graças ao seu ato heroico, por isso nossas congratulações.Matt, sentindo uma felicidade ao ser reconhecido e honrado depois de anos sendo desvalorizado pelas pessoas e ver pessoas importantes morrerem sem que ele fizesse alguma coisa, foi contaminado pelo desejo de mudança e auto confiança ao ver que podia fazer algo para mudar o mundo, nem que fosse por trás dos bastidores e sem precisar de coisas grandiosas.— Tomara que Vick tenha encontrado a paz. – sorriu Matt emocionado ao se lembrar de sua irmã que foi uma das pessoas que não pode ajudar, mas que em memória dela e de outras pessoas começaria a fazer a mudança de pouco a pouco. O que ele não contava era que estivesse sendo observado pelo fantasma de Vick com um sorriso orgulhoso no rosto, e com uma sensação de que a sua tentativa de redenção valeu a pena antes de caminhar junto com o fantasma de Tyler para o horizonte calmo e glorioso. Pov AlaricEnquanto isso... Em uma mansão que estava sendo reformada para ser uma escola de jovens dotados... Estava Alaric dando um olhar esperançoso para cada poeira que ia embora com cada limpeza, e cada móvel que ia sendo reformado. Isso tudo o fez lembrar de sua amada Jo, a bruxa que havia despertando esperança em seu coração depois de tanta perda e sofrimento, como também desejava um mundo melhor para pessoas como ela e como ele também. — Teremos amigos que nem nós? – perguntou a pequena Lizzie.— Tomara que sejam legais. – disse a pequena Josie insegura. Com o som de “Winds of Change” de Scorpions, Alaric sentiu um vento a bater em seu rosto antes de dar um sorriso tímido, mas esperançoso para as suas preciosas filhas que se tornaram a sua vida, o seu refúgio. — Sim, tudo dará certo. – disse Alaric.— Eu acredito. – riu Caroline ao abrir a carta de Klaus que dizia sobre verbas destinadas ao ensino da futura escola. – É do Klaus.— Pelo visto existem coisas que mudam mesmo. – refletiu Alaric com a esperança de um mundo melhor. Enquanto isso, o fantasma de Jo estava a observar tudo ao lado do fantasma da Elizabeth Forbes, ambas lado a lado desejando boas energias para as pessoas que tanto amavam mesmo depois da morte, mas que estariam ao lado deles seja nos momentos bons ou ruins. Pov Caroline1 mês depois... Ás 9 horas da noite... Em um jardim iluminado por lamparinas antigas e uma mesa branca cheia de fartura ao lado da mansão dos Mikaelsons em Nova Orleães... Estavam Caroline fitando de longe Klaus em um clima caloroso com toda a sua família reunida, seja provocando um ao outro no melhor estilo Mikaelson ou demonstrando uma união mesmo diante tanta luta e conflito com brindes de taças prestes a se rachar.— Quem diria, Klaus. – sorriu Caroline de admiração ao ver como o homem indomável e calculista havia se tornado em um homem maduro e nobre, ainda mais ao saber que ele ia se sacrificar pela família contra Hollow, mas que por sorte fora salvo por Bonnie e os Salvatores como cortesia e gratidão. Isso tudo deixou Caroline com vontade de passar um bom tempo ao lado dele, evoluindo juntos, e relembrando os momentos em que eram duas pessoas no fundo inseguras com a vida, mas que despertam a vontade de mudar depois de se conhecerem a partir do tal baile de Mystic Falls: ela para acreditar mais em si mesma e ele para se tornar um ser mais humanizado. Tudo isso se acentuava ao fato dele sempre tê-la tratado como uma rainha, algo que nenhum homem nunca fez por ela, seja por confusões de sentimentos ou outras coisas mal resolvidas. Caroline se sentia querida, queria fazê-lo se sentir querido, estava apaixonada por ele.— Caroline, você por aqui! – exclamou Klaus com o olhar surpreso que escondia um sentimento caloroso e grato. — Desculpe pela demora. – sorriu Caroline vestida com o vestido azul quase preto com decote em formato V e brilhante que Klaus havia dado para ela, despertando assim, o olhar encantado dele e o dela por se sentir admirada.Minutos depois, Caroline foi se entrosando aos poucos com a família Mikaelson: conversou cordialmente com Rebekah e Elijah, embora ainda não se dessem tão bem pelo passado; trocou uma conversa de empoderamento com Freya e Hayley; ouviu os podres de Klaus pela boca do casal Marcel e Rebekah; conheceu Davina e perdoou Kol; além de motivar a jovem Hope que parecia tão insegura quanto ela quando tinha a sua idade, mas que Hope ficasse aliviada ao ouvir as mensagens de incentivo por parte da Caroline.Horas depois, todos os Mikaelsons foram para os seus cantos, seja para comemorar mais uma grande vitória ou se recarregar para a próxima grande luta como um bom Mikaelson: Hayley com Elijah, Rebekah com Marcel, Freya com a esposa Keelin, Kol com Davina, e Hope com o namorado, despertando um leve ciúmes em Klaus.— Quer visitar a minha casa? – perguntou Klaus vestido com o seu sobretudo preto e smooking tradicional. — Adoraria. – respondeu Caroline um pouco nervosa, mas decidida.Com isso, Caroline visitou cada móvel antigo seja com reforma ou conserva que guardavam histórias de uma família, histórias de um século.— Viviane adorava aqui. – comentou Klaus mostrando a sua grande biblioteca.— Ela foi o seu primeiro amor? – perguntou Caroline curiosa enquanto dava um sorriso, em parte para esconder o seu nervosismo para o que queria fazer depois de tanta reflexão e admiração que passou a sentir por Klaus, e por isso o queria do seu lado para ambos oferecerem o que a vida tem de melhor conforme prometido por ele quando a curou de uma encrenca causada por ele quando ainda era problemático, mas que ainda tinha uma humanidade adormecida. — Sim, ela foi o meu primeiro amor. – respondeu Klaus dando um riso de nostalgia, ainda mais ao notar o sorriso de Caroline, a mulher que passou a gostar e admirar, por acreditar no seu potencial e ter empatia por ele. – Por que?— Eu não sou muito sofisticada quanto você de fazer coisas extravagantes. – sorriu Caroline, despertando um sorriso apaixonado em Klaus. – Mas vou direto ao assunto: Klaus, desde que nos conhecemos percebi que eu poderia, nós poderíamos nos tornar pessoas melhores, quando você me curou naquela noite eu vi um pouco de humanidade em você apesar de sentir medo, e você viu potencial em mim como poucos viam. Então eu pensei na sua proposta de aproveitarmos o que a vida tem de melhor. – segurou a mão de Klaus com vontade de sorrir de tanto nervosismo, mas que precisava arriscar pouco se importando com o mundo que os separava. – Klaus, Viviane pode ter sido o seu primeiro amor, mas eu quero ser o último. Case-se comigo.— É claro que sim. – sorriu Klaus depois de um longo minuto de silêncio para ver como ela ficava bonita mesmo furiosa. – Embora eu quisesse ter feito o pedido.— Eu não me importo com as regras. – sorriu Caroline querendo acertá-lo pela brincadeira.— E é por isso que eu gosto de você. – disse Klaus antes de segurá-la no colo com uma felicidade que ele não soube conter até que ambos fossem para o seu quarto e começassem aproveitar as coisas boas da vida.
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