I Want To Play A Game
2 I wanna play a game - Justin
Não sei quanto tempo depois a realidade voltou à mim. Não havia tempo nesse estupor sem fim.
Acordei em um lugar muito estranho e diferente de todos os lugares que eu já tinha freqüentado. Era difícil enxergar lá. Era muito escuro... E frio. E todo o meu corpo estava dolorido, principalmente o meu pescoço. Comecei a tentar me soltar, mas eu estava preso, havia alguma coisa prendendo o meu pescoço. Então uma coisa a minha frente – uma pequena e antiga televisão – ligou. A imagem do rosto de uma pessoa usando uma mascara branca, com as bochechas mais altas e um redemoinho vermelho em cada uma, e com olhos de um vermelho vivo.
-Olá, Justin. – Disse a gravação no vídeo da televisão. E depois continuou lentamente. — Eu quero jogar um jogo.
“Durante anos as suas músicas vieram irritando milhões e milhões de pessoas. Agora chegou nossa hora de se vingar de você. Você esta amarrado a uma coleira, que possui pinos presos as suas cordas vocais. E a 20 metros de distância tem uma chave, a chave é a única coisa que poderá soltar desta coleira. Você devera obter essa chave, enquanto o motor está puxando você para as serras circulares que estão girando bem atrás de você. Você pode sobre viver, mas com um custo. Esta armadilha vai destruir suas cordas vocais, para onde você não poderá cantar nunca mais. Se você não conseguir fazer isso dentro de 3 minutos, vocês será puxado para dentro das serras circulares. Viver ou morrer. Faça sua escolha.
Então um houve barulho muito alto, de algo antigo sendo ligado novamente e eu comecei a ser puxado para trás. Tentei correr para pegar a chave e me salvar, mas era difícil. O motor que me puxava era muito forte. Fiquei de quatro e comecei a engatinhar ate a chave. O motor continuou me puxando, mais e mais enquanto meus joelhos se ralavam inteiros no chão frio. A dor de meus joelhos ralando cada vez mais e minhas cordas vocais sendo totalmente destruídas era mortal, enquanto o motor me puxava para as serras aumentava. Em alguns minutos – isto é, se eu sobrevivesse — meu joelho estaria só na carne viva. A cada segundo que se passava o motor parecia ficar mais fortes.
Lutei por minha vida, enquanto estava sendo puxado para trás. A dor dos meus joelhos sendo arrastados no chão e os pinos da coleira me rasgando por dentro aumentou. Eu estava perto da chave, faltava menos de 10 metros agora, a metade do caminho, e eu ainda tinha 1 minuto. Acelerei o passo, eu conseguia ir mais rápido, mesmo que isso significasse mais dor. Arrastei-me, cada vez mais rápido ate a chave. Eu estava perto, estava muito perto. Menos de um metro, mas o tempo estava a poucos segundos do zero. Rápido Justin, rápido!
Então o barulho da maquina parou, e começou a mudar rapidamente. Cravei minhas unhas no chão tentando me segurar ali, tentando salvar minha vida. A maquina começou a me puxar para trás , rápido e forte agora. Minhas unhas que estavam agarrando algumas de minhas unhas que estavam agarrando o chão foram arrancadas com a velocidade e força com que a maquina me puxava, mas aquela dor não era nada comparada a coleira rasgando minhas cordas vocais. Gritei cegamente por ajuda, por socorro.
Meus pés começaram a ser cortados, arrancado, decepados. Gritei por causa daquela dor. Então ainda mais rápido, fui puxado dentro para serras circulares.
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