I Want, But Thats Crazy!
16 What you want?
Notas iniciais
:D
Pov. Valerie
Fomos andando o mai rápido que podiamos, até que finalmente chegamos à estrada. Pegamos um taxi e fomos para o quiosque. Eu estava tremendo, estava com medo de que ele nos entregue para nossos pais, que Harry ficasse com raiva de mim por ter mentido... Elas perceberam que eu não estava bem, então tentaram me reconfortar.
- Não fique assim Val, vai dartudo certo! — disse Candice
- É, não esquenta. Qualquer coisa eu digo que eu vou dar um soco na cara daquele bobão do Lucas — disse Savannah
- É, ele vai sair correndo — eu disse rindo
Por algum motivo, Lucas tinha uma espécie de medo da Sah. Não era bem medo, mas ele não gostava dela. Ele achava que ela era metida em gangues ou coisa do tipo, só porque ela era meio maluquinha, mas ela não estava metida em gangue nenhuma. Lucas nunca acreditava em mim mas, enfim...
Logo chegamos ao quiosque, eram 16:58 quando chegamos lá. Puxa, chegamos faltando apenas 2 minutos que sorte! Lucas era muito pontual, 1 minuto de atrazo e ele iria falar tudo. Ele já estava centado em uma mesa de lá, era uma mesa que ficava mais afastada das outras, oque era bom, porque não queriamos ninguém ouvindo nossa conversa.
Fomos em direção a ele e nos centamos.
Pov. Savannah
Nos centamos e ele logo começou a falar:
- Boa tarde Três Mosqueteiras!
- Corte o papo furado Lucas — comecei — isso aqui não é um filme pra você ficar fazendo esses joguinhos, fala logo. O que você quer?
— Quero que Valerie me dê mas uma chance. — ele disse com olhar de cachorrinho que caiu da mudança
- Ah, por favor Lucas! — Val disse — Já faz meses que terminamos, supere isso! Eu superei.
- Mas Valerie, eu te amo...
- Eu sei, mas você estragou tudo, você mudou muito.
- Mas, eu posso voltar a ser quem eu era...
- Talvez você possa, mas não vai mudar nada. Tivemos uma história Lucas e você jogou tudo fora, só para os ses amiguinhos não ficarem falando que você nunca me levou pra cama...
- Eu sinto muito Valerie.
- Eu sei, e te perdoo. Mas não significa que vamos voltar. Desista!
Ele ficou em silêncio, com um olhar triste e distânte. Ele amava mesmo a Val, mas ela estava certa em terminar com ele. Ele virou um babaca. Depois de um minuto, Candice quebrou o silêncio:
- Bem Lucas, já que não vai conseguir sua proposta inicial, tenho uma nova pra você. — ela disse tirando o talão de cheques da bolsa.
- Não quero dinheiro nenhum...
- Ah você quer sim! — começou Val — Lembra Lucas que o seu pai disse que não ia pagar sua faculdade de medicina? Que se você quisesse, teria que batalhar e conseguir com seu próprio dinheiro? Esta é uma grande oportunidade...
- Pense bem Lucas. — completou Candice
- Não, nada feito!
Eu peguei meu celular e escrevi uma mensagem assim :
"Eu tenho um plano, entre na brincadeira."
E botei o celular no colo da Val, sem o Lucas perceber e ela passou pra Candice. Ambas afirmaram que sim com a cabeça, então comecei:
- Escuta aqui garoto — levantei — se você nos dedurar, eu mando minha gangue ir atrás de você, acredite em mim, você não vai querer me desafiar! Então aceite logo a grana e caia fora...
- Calma Savannah, calma — disse Val entrando na brincadeira
- Calma nada, já tive calma demais!
- Pense bem Lucas — Val continuou — é a sua grande oportunidade de ir para uma boa faculdade. É pegar ou largar!
Ele respirou fundo, até que disse:
- Tudo bem!
- Quanto é? — perguntou Candice
Ele disse a quantia, Candy preencheu o cheque e entregou pra ele. Depois nos levantamos e iamos embora. Ele disse "Tchau Val" com uma voz fraca, parecia que ia chorar. Eu tinha pena dele, mas como a Val disse, ele mudou. Admito que foi engraçado ameaçar ele, Val tinha me contado que ele achava que eu tinha uma gangue e usei isso a meu favor! Nunca mais ele iria se meter no nosso caminho. Pegamos um taxi de volta pra casa.
Pov. Valerie
Senti uma peninha do Lucas. Quando ele disse "Tchau Val" percebi que haviam lágrimas em seus olhos e aquilo mecheu comigo, mas eu não o amava. Estava feliz por ele não dizer nada, quando eu chegasse em casa, iria me jogar nos braços do Harry e iria beijar ele como nunca haviabeijado antes.
Descemos do taxi, e fomos andando até em casa. Chegamos em casa 17:30 em ponto.
- Nossa como vocês são pontuais! — disse Harry sorrindo pra mim
- É mesmo... — retribui o sorriso e como eu disse, foi para os braços dele e o beijei, um beijo demorado e intenso, que fez minha pernas tremerem.
- Nossa! — começou Harry — Tudo isso é saudade?
- Sim — disse ainda sorrindo — senti sua falta amor!
- Awn minha princesa — ele disse me abraçando de um jeito que não havia nenhum sentimetro de espaço entre nós — também senti sua falta! Vem vamos lá pra sala, ver um filme quem sabe...
- Sim, eu topo!
Fomos pra sala e todos foram com a gente. Assistimos "Se Beber Não Case". Quando o filme estava quase acabando, dormi nos braços do Harry, estava exausta depois de tudo. Mas sabia que agora não precisava mais me preocupar com nada, estava ali, nos braços do meu Harry, protegida do mundo.
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