I Wanna be With You. - Segunda Temporada.

34 Capítulo 31 - James Jon Beale-Fabray.


Notas iniciais
... Caiu uma lágrima. Finalmente chegamos aqui, hein? Espero que gostem.

Quando Charlie tinha seus vinte e quatro anos, ela se formou junto de Chloe, Beca, Emily e Alice (Namorada de Emily), assim então iniciando sua carreira na fotografia com Emily como sócia, e com influência na Broadway por conta de Rachel, não demorou muito para ter uma carreira de sucesso.

Em uma viagem para Londres, após terminar seu trabalho por lá com uma modelo de reconhecimento internacional, ela deciu ficar um tempo por lá com Chloe, e então as duas moraram na Inglaterra por cerca de dois anos, até que num show de tributo aos Beatles, a loira finalmente tomou coragem e pediu a ruiva em casamento.

Elas se casaram poucos meses depois, Rachel chorou como nunca na vida, Quinn e o resto da Liga da Justiça beberam até ficarem depressivos e começarem a reclamar que estavam velhos, e os mais novos, que já beiravam dos dezenove aos vinte e dois anos, aproveitaram a situação e também beberam ao ponto de jogar o jogo da garrafa, onde Rory se descobriu perdidamente apaixonado por Sugar, e Damian quase perdeu o lábio inferior após Valerie puxar seu piercing sem querer.

...

– Charlie voltou para New York, né? – Naomi indagou enquanto aproximava-se da mesa onde os outros jovens estavam, a loira se tornou incrivelmente parecia com Kitty, tanto mentalmente quanto fisicamente, porém ainda tinha os traços evidentes de Marley em algumas coisas. –

– Sim, Chloe disse que quer ter o bebê aqui. – Harmony respondeu enquanto olhava para o próprio reflexo no celular, enquanto ajustava sua touca sobre a cabeça; Aquele era um outono calmo, onde o Central Park havia ganhado uma coloração alaranjada enquanto as folhas caíam lentamente das árvores. –

– Será que vai ser ruivo? Tomara que seja ruivo ... – Valerie comentou, tomando um gole do seu café. –

– Assim não vai se sentir sozinha? Diz a lenda que os ruivos não tem alma. – Nash sussurrou, seu medo doentio com coisas do outro mundo, herdado de Marley. –

– Muito engraçado .. – As Lopez-Pierce disseram ironicamente, em uníssono. Com o passar do tempo, o cabelo de Sugar ganhou (Estranhamente) uma cor meio avermelhada. –

Damian apenas encarava o nada e assentia silenciosamente, até que seu celular vibrou no bolso de sua calça. O rapaz com os braços fechados de tatuagens (O que rendeu horas de falatório de, obviamente, Rachel) e o rosto cheio de piercings atendeu despreocupadamente a ligação de Quinn.

– Quem era? – Indagou sua irmã gêmea após a ligação ser encerrada. –

– Mãe Lucy. Ela disse que é pra irmos pro hospital de Manhattan perto da Broadway, tipo, agora. – Todos voltaram o olhar para o jovem skank, que apenas deu de ombros e decidiu seguir a ordem de sua mãe. –

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Os gritos de Chloe poderiam provavelmente serem ouvidos por todo o andar do hospital. Charlie tentou o seu melhor para não gritar seus próprios protestos quando a ruiva aumentou a pressão em sua mão, quase esmagando seus ossos.

– Vou precisar de mais um grande empurrão. – O médico encorajou no pé da cama, Chloe revirou os olhos. –

A ruiva suada e ofegante fitou Charlie com os olhos azuis, onde sempre havia doçura agora existia ódio, raiva e destruição. Ela ficava assim nos dias de TPM, também.

– Como você pôde fazer isto comigo!? – A ruiva trincou os dentes em cada palavra, a loira apenas franziu o cenho em uma careta assustada ao olhar mortal. –

– E-eu sei que você está sentindo muita dor agora, Chlo, mas você está quase lá, querida. Falta pouco. –

Ela inclinou-se para beijar o topo dos cabelos ruivos e úmidos, e então colocou outro braço ao redor do corpo pequeno de sua esposa. Um pouco mais calma, Chloe respirou fundo e reuniu forças para mais um impulso.

Os sons seguintes deixaram todos em silêncio, apenas sendo ouvido a respiração ofegante de Chloe e os gritos de um recém-nascido, Charlie soltou um suspiro de alívio.

– É um menino, forte e saudável. – Relatou o Dr. Watson. –

– ... É um menino mesmo, né? Tipo, minha família tem um grande número de problemas com gêneros no nascimento e tal ... – A loira comentou nervosamente, meio sem graça por notar que o médico teve que refletir no que foi dito por conta da velocidade em que ela soltou as palavras. –

– Bem, eu acompanhei a gestação inteira então ... Acho que é realmente um menino. – A loira arqueou as sobrancelhas, mas apenas deu de ombros. –

Após uma rápida avaliação, a enfermeira entregou o menino para Charlie, que sentiu a garganta fechar e os olhos marejarem; Ele ainda não tinha características distintas, mas ela podia ver os pequenos fios de cabelos em sua cabeça, tão alaranjados que alguns chegavam a ser um loiro bem claro.

– Um Weasley ... – Ela brincou, uma lágrima escorrendo por sua bochecha. –

Virando-se lentamente para Chloe, com medo de deixar o recém-nascido cair no chão ou algo pior, a loira encaixou o corpo pequeno sobre o peito de sua esposa, admirando a cena à sua frente.

– James ... – A ruiva sussurrou e Charlie sorriu; Por um momento, havia esquecido que sua esposa também gostava de Harry Potter. –

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– Eu tenho vontade de morder essa criança. – Emily comentou enquanto observava Alice segurar o pequeno James nos braços. –

– Não faça isso. – A garota com o recém-nascido nos braços pediu, um sorrisinho bobo estampado em seu rosto. –

– Rach, não precisa chorar. – Quinn pediu gentilmente, afagando as costas da esposa que tinha o rosto escondido na curva de seu pescoço, fungando enquanto apertava a barra de sua jaqueta entre as mãos. –

– Uma parte minha chora de felicidade ... A-a outra me lembra que eu estou ficando velha! – E então voltou a fungar sobre o ombro da loira, que segurou-se para não rir. –

Quando seu olhar se cruzou com Charlie, Quinn sorriu e piscou um olho para a mais nova, demonstrando todo o seu orgulho sem mesmo dizer uma palavra, e Charlie sentiu seu ego inflar.

James era passado de mãos em mãos, todos mimando e paparicando a criança que estava completamente alheio sobre tudo a sua volta, apenas soltando alguns gemidinhos de vez em quando, seus olhos tão claros como os de Chloe raramente se abriam para fitar qual era seu novo ‘portador’.

Após Rachel se acalmar, acabou pegando o recém-nascido nos braços e encantou-se com o menininho.

– Ele parece a Char quando nasceu ... Tem o mesmo nariz fino que vocês. – A judia disse, referindo-se a Quinn e os filhos. –

A loira apreciava a cena de Rachel segurando seu primeiro neto nos braços, até que então parou para refletir quando por um momento levantou o olhar para Santana e Marley, que encaravam-na parecendo um tanto surpresas com o que acontecia na sala.

– Oh meu Deus, eu sou avó ... – Ela sussurrou, parando para ligar os fatos. Realmente, a idade chega para todos. -

Fim.

Notas finais
Tá, é ... Realmente, obrigada a todos que acompanharam a fic desde maio (Caralho, faz tempo!) E vem comentando até aqui ... Eu sou meio sentimental então, pra não ficar dez anos de texto aqui, é isso ;-;
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!