Notas iniciais
Hey, olha eu aqui de novo :3 Espero que gostem e desculpem qualquer erro ;-;

Após o nascimento das crianças, o tão amado Sábado de Gears foi trocado por Sábado de Cuidar dos Filhos (SCF, de acordo com Marley.) Rachel, Brittany e Kitty deixavam os filhos com suas esposas e saiam juntas, e no próximo sábado seria ao contrário.

Quinn, Santana e Marley corriam pela casa com toucas pretas enquanto as crianças corriam atrás delas com toalhas amarradas aos pescoços e Gollum aos seus calcanhares latindo feito louco.

– Peguei! – Charlie exclamou, após pular nas costas de Marley. –

– Você está presa, tia Marls! –

– Gente, por favor, não vão sem mim! Eu não quero – Tarde de mais, Charlie e Nash atiravam na morena com suas arminhas d’água. –

Quinn e Santana tiveram que parar para tomar folêgo e rir, afinal Marley estava sendo atacada por três crianças (e um cachorro) que juntos não passavam de seu ombro. As duas riam da cena tão descontraidamente que nem notaram que Valerie havia saído de cima de Marley e corria na direção da mãe latina.

Só que acabou que a garotinha ruiva deslizou no chão molhado e deu uma ... ombrada/cabeçada no meio das pernas de Quinn. Porque sempre nela, Jeová!?

Assim que Charlie viu sua mãe de joelhos no chão com uma expressão sofrida e a mão entre as pernas, a pequena saiu de cima de sua tia e correu na direção de Quinn, pisando sem querer na cabeça de Marley no processo.

– Mãe! O que foi? – Ela indagou, com uma pontinha de preocupação. –

– Sua mãe está bem, cópia. Doeu, hija? – A latina assegurou, antes de se ajoelhar ao lado de Quinn. –

– Tá passando ... Porque tudo vem em mim? – Respondeu Quinn. –

– Porque você tem um pau, e a pergunta não foi pra você. Está tudo bem, mi hija? – Santana segurou Valerie nos braços, e a garotinha ruiva assentiu. –

– Vai se catar. Aliás, olha a boca. Se Rachel pegar Charlie falando coisas assim eu vou falar que a culpa é sua. –

A garotinha loira com um moletom do Pikachu coçou a cabeça e semicerrou os olhos.

– Você é de madeira, mãe? – Santana teve um ataque de riso, a inocência das crianças chegava a ser engraçada aos olhos maliciosos da latina. –

– Sim, madeira de dezessete centímetros ainda por cima. – A latina respondeu, e Charlie arqueou uma sobrancelha. –

– Ok ... Tá bom. – Ela deu de ombros e saiu andando, sendo seguida por Nash e Naomi. –

Enquanto a latina ria, Quinn levantou a mão e deu um tapa na nuca de Santana, que encarou-a de uma maneira assassina enquanto acariciava o local do tapa.

– Santana! Rachel me mata se ela disser algo do tipo lá em casa! – A loira estava levemente vermelha, um pouco embaraçada pela situação em que a latina colocou-a. –

– Relaxa, dezessete centímetros. – E ela tornou a rir, enquanto a loira revirou os olhos. –

–------------------------------------------------------------------------------

Após muita insistência de Quinn, elas resolveram ir ao shopping. Shopping, lojas de brinquedos, crianças ... resultou que as três lutavam para aquilibrar sacolas e caixas de brinquedos. O ego de Quinn inflou novamente quando Charlie preferiu um boneco do Darth Vader à uma Barbie, Marley quase comprou a sessão de Star Wars inteira e Santana presenteou Valerie com pelo menos cinco conjuntos de Lego diferentes.

...

Assim que voltaram a casa de Marley, as três se jogaram nas espriguiçadeiras em torno da piscina, praticamente mortas de cansaço; Aquelas crianças eram movidas a energia solar, só pode!

– Brincar de Power Rangers era legal quando nós éramos as crianças ... – Disse uma Marley ofegante. –

– Tem razão ... – Quinn e Santana concordaram. –

– Mãe! Mãe! Mãe! Brinca com a gente? – Indagou Charlie, sendo seguida por Nash, Naomi e Valerie. –

A loira pensou em bufar e negar o pedido da filha, mas ela realmente não conseguia fazer isso.

– Claro ... Mas só se a tia Marley e a tia Sant forem também. – A loira deu seu melhor sorriso filho da puta para as duas morenas, que se não estivessem na presença de seus filhos possívelmente teriam xingado-a de tudo quanto é nome. –

...

– Quando eu colocar as mãos em você, você vai se arrepender de ter nascido, Charlotte!! – Santana berrou, enquanto corria atrás de Charlie, coberta por farinha. –

Enquanto isso, sempre a um passo à frente da madrinha enfurecida, Charlie corria por sua vida com um sorriso no rosto.

Quando o tédio alcançou a garotinha, ela e os primos tiveram que se esforçar para serem mais criativos nas novas brincadeiras, e curiosamente, uma de suas favoritas era testar a paciência quase inexistente de Santana. Charlie era terrível, e isso nem suas mães podiam negar; A pequena cópia de Quinn arrumou uma bexiga sabe-se lá de onde e encheu-a com farinha e água. Alvo: Santana.

Enquanto a latina estava deitada na espriguiçadeira quase dormindo, uma granada de farinha e água caiu em sua cabeça. Aquela coisa virou praticamente uma cola, e aquilo foi simplesmente a gota d’água para a latina.

– Vamos, tia Satã, mais um pouco e você me alcança. – A loirinha parou do outro lado da piscina, sorrindo para a latina que já estava roxa de raiva. –

Quinn e Marley assistiam tudo boquiabertas, se espantando com a audácia da Berry-Fabray.

– Eu vou te pendurar em um galho de alguma árvore por aí, ninã de los infiernos!!! – A latina berrou. –

A garotinha apenas riu e foi andando de costas para a porta de vidro, sem tirar os olhos de Santana. Charlie se contorcia de tanto rir. Ela estava tão distraída pela brincadeira que não notou que de repente Santana ficou em silêncio e um sorriso diabólico brotou em sua face. Ela só parou de gargalhar quando ouviu alguém limpar sonoramente a gargante logo atrás dela.

– Posso saber o motivo de tanta alegria, Charlotte Kara Berry-Fabray? –

A pequena fechou os olhinhos castanhos e mordeu o lábio inferior, se encolhendo ao som da voz autoritária de sua mãe.

– Você sabe que eu não costumo perguntar duas vezes, Charlotte. –

Charlie engoliu em seco e se virou para Rachel com um sorrisinho amarelo.

– Mamãe! Como vai? – Indagou nervosamente a pequena. –

Rachel apenas arqueou uma sobrancelha e Charlie assentiu, antes de se virar para Santana que ainda sustentava o sorriso diabólico em seu rosto.

– Desculpe, tia Sant ... – Ela murmurrou, encolhendo os ombros. –

– E? –

– E-e eu prometo que nunca mais vou jogar bexigas d’água com farinha em você ... mesmo que tenha sido engraçado. – A pequena deu uma risadinha no final, e a latina revirou os olhos. –

– Sant, cadê seu celular? – Indagou Marley. –

– Eu deixei em cima da mesa. – Ela respondeu, dando de ombros. –

A morena assentiu, e antes de que Santana pudesse perguntar o motivo de tal pergunta, Marley empurrou-a de roupa e tudo dentro da piscina.

– Agora tá limpa. – Disse a morena sorridente. –

– Cala a boca ae, sua otária, agora cê que vai ter que limpar essa merda. – A latina praguejou ao voltar para a superfície. -

O sorriso de Marley morreu na mesma hora; Ela simplesmente odiava quando Santana tinha razão.

–------------------------------------------------------------------------------

Judy andava de um lado para o outro parecendo uma barata tonta; Ela queria que estivesse tudo perfeito para o casamento de seu único filho homem. Santana e Marley brigavam sobre alguma coisa idiota como de costume, enquanto Kitty, Rachel e Kurt conversavam sobre a nova coleção de outono que a Vogue.com iria lançar. As crianças brincavam por aí enquanto Quinn conversava com Santana, Marley, Frannie e Belle.

– Você acha realmente que eles vão durar?- A loira arqueou as sobrancelhas para a esposa de sua irmã. –

– Bem, Mercedes parece gostar do Sam. – Respondeu Belle. –

– Não é a mesma coisa se ele não gostar dela. – A loira deu de ombros. –

Santana, Marley e Frann assentiram, e Belle apenas concordou.

– Sinto cheiro de vadia. Hey loira, olha lá do lado da sua esposa. – Disse a latina, apontando com o queixo para Rachel.

– Norah!? – Quinn arqueou uma sobrancelha, até aqui!? –

– Oh, deixe que eu vou lá! – A latina ameaçava levantar, mas foi parada pela loira. –

– Nah, eu tive uma ideia ... Char? – Quinn chamou, e a garotinha loira que estava sentada no chão jogando seu video-game portátil com outras crianças se levantou e correu até sua mãe. –

– Oi! – Ela sorriu, fazendo Frannie simplesmente querer apertar a sobrinha até não conseguir mais. –

– Tá vendo aquela mulher conversando com a mamãe ali? – Quinn apontou com o queixo em direção a sua esposa, e Charlie assentiu. –

– Bem, eu preciso que você tire-a de lá. Sabe como fazer isso, certo, pequena gangster? – A loira bateu um high-five com a garotinha, que assentiu novamente e saiu correndo em direção a Rachel. –

– ... Essa menina ainda vai matar alguém algum dia. – Frannie comentou, observando o sorriso de Quinn. –

...

– Mamãe, eu to com fome. – A garotinha inventou, aproximando-se de Rachel e Norah. –

A atriz nunca ficou tão feliz ao ver sua filha, ela simplesmente não suportava a Puckerman.

– Nossa, essa é a garotinha que nasceu quando estávamos na escola? Ela está grande. – Norah visualizou Charlie de cima a baixo com um sorriso falso no rosto. –

– Qual seu nome? –

– Pra que te interessa? – Ela cruzou os braços e semiserrou os olhos. –

Nisso Rachel teve que morder o lábio inferior para não rir na cara da ex-Cheerio.

– Vamos garotinha, não seja mal educada, eu perguntei o seu nome. – A mais alta sorriu de uma maneira ainda mais falsa, visivelmente irritada. –

– E eu não vou te dizer o meu nome. Mãe e mamãe não gostam de você, então se manda. – Ela disse como se tivesse tamanho para isso, antes de pegar a mão de Rachel e puxá-la até onde Quinn estava. –

Todas as mulheres riam da cara de besta que Norah fez e jeitinho de Charlie quando as duas se aproximaram.

– É isso aí, baby girl! – Quinn bateu um high-five com Charlie, que sorriu e voltou ao lugar onde as outras crianças estavam. –

– Eu sabia que você estava envolvida nisso. – A judia deu um selinho em sua esposa. –

– Sempre. – Ela piscou um dos olhos claros, fazendo Santana arquear uma sobrancelha. –

– Por favor, se comam em outro lugar. – Pediu a latina, revirando os olhos. -

Notas finais
Anw, Charlie :3 Sério, eu quero muito postar as histórias dela adolescente, mas ainda tem muito chão até lá :v ;-;