I Wanna be With You. - Segunda Temporada.

16 Capítulo 16 - Do not play more Warcraft.


Notas iniciais
Hey, olha eu aqui de novo :3 Espero que gostem e desculpem qualquer erro ;-;

– Eu não fui com a cara daquela garota. -

– Quinn, amor, por Deus, você está ficando obcecada. -

– ... Desculpe. — Murmurou a loira de bruços na cama em resposta a voz abafada vindo do banheiro. -

Assim que o barulho da porta sendo aberta chegou ao seus ouvidos, Quinn virou-se para falar uma coisa que nunca foi dita, já que as palavras não saíram de sua garganta enquanto ela observava Rachel boquiaberta.

A judia usava uma camiseta cinza justa de Star Wars, um micro-shorts preto com suspensórios brancos, meias 3/4 brancas com all stars de cano alto pretos e os óculos de grau da própria loira.

– Meu ... Deus ... — Foi a única coisa que saiu da mulher sentada na cama. -

– Fiquei bem? — Ela indagou num tom sexy, com um sorrisinho de lado. -

A loira assentiu repetidas vezes e engoliu em seco enquanto observava atentamente cada movimento de Rachel, que foi se arrastando na cama até sentar-se no colo da de olhos verdes. Assim que Quinn foi tocá-la, ela segurou os pulsos da loira.

– Não, não. Antes me prometa que vai deixar a Charlie fazer as escolhas dela e entenderá que ela está crescendo. — A morena aproximou-se de sua orelha, tomando o lóbulo entre os dentes e arrancando um gemido da loira. -

– P-prometo! Prometo! — Ela praticamente gritou, e a judia riu e puxou seu cabelo pelo rabo-de-cavalo, começando a dar leves mordidinhas no pescoço alvo. -

A loira deu-lhe um tapa um pouco forte na bunda, provavelmente ficando vermelho. A atriz gemeu um pouco alto, logo sentindo o membro de sua esposa enrijecendo abaixo de si, e Quinn deitou-a na cama, ficando por cima, abrindo o micro-shorts e retirando-lhe os suspensórios, puxando o shorts e deixando-a somente de calcinhas (Do Superman, aliás).

A loira arrastou seu dedo indicador pela entrada da atriz, arrancando mais um gemido alto de sua esposa. Um riso anasalado saiu de si assim que ela empurrou a calcinha de lado, liberando a intimidade de Rachel.

– Você já está molhada. — Ela mordeu o lábio inferior com um sorrisinho de lado. -

– Dá pra ir logo!? — Ralhou a mais baixa, arrancando outro riso da loira. -

Ela passou a língua pelos lábios da judia, parando em seu clítoris e mordiscando-o levemente, apenas para ganhar um gemido mais alto.

A mais alta logo penetrou-a com a língua, e a atriz apertou as mãos entre os fios loiros, movimentando os quadris no mesmo rítimo que em que a loira lhe chupava.
Quando ela retirou a língua, Rachel quase protestou, mas logo gemeu novamente ao sentir o membro de Quinn explorando seu centro. A loira fazia movimentos hora leves e hora fortes, enquanto gemidos podiam ser ouvidos por todo o quarto.

Quinn aproveitou o momento e mercou o pescoço da atriz com um chupão, como normalmente fazia. A loira sentou-se na cama trazendo o corpo pequeno junto de si, enquanto Rachel lhe cavalgava num ritmo acelerado. A mais alta cravou suas unhas nas coxas da atriz, que gemeu alto esquecendo-se completamente dos filhos que dormiam nos quartos ao lado daquele.

– Q-Quinn! E-eu vou ... — A frase morreu em um gemido, e as paredes da judia apertaram-se envolta do membro da loira. -

A mais alta movimentou-se um pouco mais dentro da atriz, até alcançar o ápice, e as duas caíram exaustas na cama, envolvendo-se em um abraço seguido de um beijo demorado.

– V-você ... você lembra do que prometeu, certo? — Indagou uma Rachel ofegante, e a loira assentiu em resposta. -

– Terminaram!? Sério, eu fiquei traumatizada! E não duvido nada dos seus outros filhos, suas desnaturadas! — A voz de Charlie veio do além. -

As duas se entreolharam surpresas, porém logo começaram a rir.

– I-isso não é engraçado! É triste e traumatizante! — Novamente a garota gritou. -

– Vai dormir, Charlie, que saco! — Foi a vez de Damian gritar de seu quarto. -

– Ótimo, agora todo mundo acordou ... — Murmurou a loira, arqueando as sobrancelhas. -

–------------------------------------------------------------------------------

A loira encostou-se no batente da porta, observando Chloe terminar de guardar suas coisas na mochila, enquanto conversava com Aubrey na sala do coral.

– Hey, Char! — A líder de torcida sorriu em direção a mais alta, que lhe acenou de volta. -

– Como foi o ensaio? — Indagou ela, adentrando a sala. -

– Foi bom, eu acho. Estamos chegando no dia das regionais, é realmente importante ensaiar todo dia o possível. — Respondeu a ruiva, dando-lhe um selinho rápido. -

As três logo saíram da escola, conversando aleatoriamente até pararem em uma rua não muito longe, onde Emily estava deitada em cima de um skate, enquanto Beca tinha o celular em mãos, pronta para começar a filmar.

– ... O que vocês .. ? — Indagou Aubrey. -

– É um ... um ... experimento. — Respondeu Emily. -

– Imagino que não envolva física. — Foi a vez de Charlie se pronunciar. -

– Claro que não. É mais legal que física. — Disse Beca, enquanto tirava algumas garrafinhas de refrigerante da mochila. -

– ... Isso é o que eu estou pensando? — Chloe arqueou uma sobrancelha, e Emily riu. -

– Se você estiver pensando sobre o que acontece se descer uma rua íngrime em cima de um skate com garrafas de refrigerante com balas de hortelã dentro, acertou. — Disse a garota deitada em cima do skate. -

– Você vai morrer. — Alertou a líder de torcida. -

A garota deu de ombros e pegou duas garrafinhas, colocou as balas dentro do recipiente e fechou-as.

– Você me lembra minha tia. Acho que ela gostaria de fazer isso. — Murmurou Charlie, lembrando-se de Marley. Algum dia ela já deveria ter feito isso, ou vai fazer. -

A morena assentiu e então abriu as garrafas, logo em seguida dando impulso para frente e descendo a ladeira. Como esperado, no meio do caminho uma das rodinhas do skate prendeu em uma rachadura na calçada, e a garota saiu rolando até o final da rua, coberta por refrigerante.

– Ouch ... — As quatro gemeram em uníssono, sem tirar os olhos de Emily, que continuava jogada no chão. -

– Acho que ela morreu ... — Beca sussurrou, e as outras assentiram. -

Alguns segundos depois, a garota morena levantou-se do chão e sorriu, socando o ar.

– Isso foi foda! — Ela gritou, e as quatro encararam-na como se fosse louca. -

Ela voltou correndo, vez ou outra praguejando de dor, e pôs-se ao lado de Beca para ver a filmagem.

– ... Não filmou. — A garota com o celular em mãos encarava a tela preta. -

– ... De novo! -

–------------------------------------------------------------------------------

– Mães? — Gritou Charlie ao adentrar a casa. Nenhum sinal de vida lá. -

A loira deu de ombros e foi para a cozinha, onde ela pegou uma maçã e mordiscou-a, logo subindo as escadas e indo em direção ao seu quarto. Sua bolsa foi parar em um canto qualquer, quando ela se lembrou que tinha que pedir dinheiro para Rachel, afinal sua mesada havia acabado depois de mais um filme de comédia romântica com Chloe, e ela queria comprar uma expansão para um jogo.

A garota caminhou até a porta do quarto das mães e bateu uma, duas, três vezes, nada. Ela deu de ombros e abriu a porta, talvez não estivessem ali. Má ideia.

Rachel estava sob Quinn, e as duas se beijavam enquanto a coberta estava em seus quadris, felizmente impedindo a visão de ficar menos traumática. Menos, não totalmente.

– Meus olhos! Meus olhos! Estão pegando fogo! — A garota tirou os óculos e cobriu o rosto com as mãos, colocando-se de costas. -

Imediatamente Rachel empurrou Quinn para o lado, jogando-a da cama enquanto a judia praticamente correu em direção ao banheiro. A loira vestiu um roupão laranja de Dragon Ball Z que ela havia comprado em um evento de anime e sentou-se na cama, totalmente suada, vermelha e descabelada.

– O que é!? — Indagou, um pouco irritada. O orgasmo de Rachel havia sido interrompido. -

– E-eu .. eu ... eu ia p-pedir pra mamãe ... me dar alguma grana ... — Ela murmurou pausadamente, notavelmente chocada. -

A loira bufou e caminhou até uma cômoda branca, abrindo a gaveta e em seguida retirando uma carteira branca.

– Vai comprar o que? — Indagou ela, franzindo o cenho para Charlie, que ainda estava na mesma posição, mal piscava. -

– A ... A expansão do Warcraft ... de mesa. — A garota murmurou e Quinn assentiu. -

Ela pegou algumas notas e deu na mão de sua filha mais velha, e um silêncio constrangedor se instalou no local.

– Tá bom. — As duas disseram em uníssono, e Quinn assentiu e fechou a porta. -

Charlie continuou encarando o nada, e depois de algum tempo partiu em direção ao banheiro, para lavar seus olhos.

Notas finais
Hoje nós provamos que Charlie é um ser humano que tem muita sorte :v -q