I Wanna be With You. - Segunda Temporada.

1 Capítulo 1 - The Beginning ! Again ...


Notas iniciais
Hey, olha eu aqui de novo :3 Sejam bem-vindos a segunda temporada, seus divos ♥ É difícil "crescer" um personagem e manter algumas características enquanto adiciona outras, mas eu vou tentar :v Espero que gostem do novo começo!

– Rarh, eu sou o Godzilla! – Disse Charlie, pulando nas costas de Quinn. –

– E você é o prédio do Empire State! – Emendeu a garotinha. –

– Mas ... O King Kong que sobe no Empire State, Char ... – Disse a loira, pegando a pequena nos braços. –

– Construções não podem falar, mãe! –

Quinn riu com a atitude Rachel Berry de não ser contrariada.

– É, tem razão. – Concordou a mãe loira. –

O barulho da porta sendo destrancada atraiu a atenção das duas loiras.

– Mamãe! – Gritou Charlie, correndo em direção a Rachel. –

A judia estava cansada e estressada, mas não podia deixar de ficar feliz ao voltar para suas loiras no final do dia.

– Oi meu amor! Como foi o dia? – Indagou a pequena, segurando a filha nos braços. –

Charlie tinha seis anos e já havia iniciado a escola. Apesar de ser ligeiramente nova e pequena, ela já se mostrava inteligente que a maioria da sua idade, fazendo Quinn dizer coisas como ‘Ela é foda, e eu que fiz!’.

– Foi bem! – Respondeu a garota, abraçada a mãe menor. –

A loira aproximou de sua esposa e filha, abraçando-as.

– E aí, como foi o ensaio? – Indagou a loira, beijando a judia. –

– Hey, eu ainda estou aqui! – Ouviram Charlie reclamar. –

As duas sorriram entre o beijo, antes de olhar para a filha.

– Sim, nós sabemos. – Respondeu Rachel, sorridente. –

– Nunca esperei que a vida de atriz fosse ser tão ... Cansativa. – A judia se dirigiu para Quinn. –

– Você é ótima em tudo que faz, vai se sair bem. – Assegurou a loira. –

O pequeno momento em família acabou quando o celular de Quinn tocou; Marley. Como ela nem se surpreendeu?

Ligação ON.

– Quinn! Me dê inspiração! – Pediu Marley sem rodeios. –

A morena que havia se tornado professora universitária de Física ou alguma coisa assim, decidiu a pouco tempo que escreveria um livro Sci Fi, para o lamento de Quinn, que servia como um baú de criatividade para Marley.

“Vampiros reias não são purpurinados” – Rose, Marley (2021)

– Você já tentou escrever em um lugar que não seja seu escritório ou a sala dos professores? –

– Eu não consigo! – Choramingou a morena. –

– Tente um Starbucks, muitos escritores de fanfics gostam de escrever em cafeterias. – Sugeriu a loira. –

– Como eu vou escrever uma cena de morte enquanto observo grupos de hipsters tomando café e discutindo sobre a nova música do Coldplay? –

– ... Tive uma ideia ... Que tal se amanhã fossemos ao Central Park? Eu, você, Sant e o resto? –

– Até as crianças? – Indagou a morena. –

Santana e Brittany tiveram a ruivinha Valerie pouco tempo depois que Marley e Kitty tiveram Nash e Naomi. Kurt e Blaine adotaram o recém-nascido Rory a pouco tempo, mas todas as crianças interagiam o melhor o possível entre si.

– Até as crianças! – Concordou Quinn. –

– Perfeito! Valeu, loira! Mande um “oi” pra Rach e a pequena. – Pediu Marley, antes de se despedir. –

Ligação OFF.

– Quem era? – Indagou Rachel, de dentro da cozinha. –

A loira se encostou no batente da porta, observando sua deliciosa esposa de costas para ela, preparando o jantar. Droga, ela tinha que usar justamente o vestido que realçava sua bunda? Isso era de propósito para Quinn, só pode!

– Marley. Ela nos chamou para ir ao Central Park. – Respondeu a loira, sem tirar os olhos de sua esposa. –

– Charlie vai gostar. – Disse Rachel. –

– Tem razão. – A loira concordou. –

Quinn abraçou Rachel por trás, apoiando o queixo fino em seu ombro.

– Eu te amo. – Disse Quinn. –

– Também te amo. – A judia se virou, tomando os lábios finos da esposa. –

– Mãe! Eu ... Oh. – Charlie estava parada na porta, observando as mães. –

– Diga, baby girl. – Pediu a mãe loira, se virando para a garotinha. –

– V-vai passar Star Trek ... – Respondeu Charlie, com uma certa careta de nojo. De acordo com ela, adultos namorando era nojento. –

O olhar de Quinn se iluminou; Ela nunca deixaria de ter aquela veia nerd que ainda derretia a Rachel HBIC como a seis anos atrás.

– Que legal! – A loira sorria infantilmente. –

– Oh, espere ... Char, quer ir ao Central Park amanhã? Tia Marley, tia Sant, tio Blaine e o resto também vão. – O rosto da garotinha se iluminou semelhante ao de Quinn. –

– Vamos! – Respondeu sorridente. –

Quinn pegou Charlie nos braços e se dirigiu até a sala, sendo seguida pelo olhar apaixonado de Rachel; Quinn nunca deixaria de ser aquela adolescente desastrada, afinal.

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Marley estava sentada abaixo de uma árvore com um caderno em branco nas mãos. Kitty e Brittany tinham Naomi, Nash e Valerie nos braços enquanto conversavam com Rachel e Kurt. Quinn, Santana e Blaine jogavam xadrez com Charlie.

– Xeque-Mate! – A garotinha comemorou, socando o ar. –

Os três se entreolharam, as sobrancelhas arqueadas; Eles levaram uma surra de uma garotinha de seis anos?

– Ok, inspiração ... Inspiração ... Eu consigo. – A morena sussurrou para si mesma. –

Ela ajeitou os óculos e passou nervosamente as mãos pelos cabelos castanhos; A inspiração não vinha nem se ... Um cachorro corresse em sua direção? E puf! Seu caderno balançava na boca da feia criaturinha peluda.

– Oh, não! Sua peste! – Naomi acordou com o grito da mãe e abriu um berreiro, acordando assim Nash e Valerie. –

– Marley! – Ralhou Kitty. –

Tarde de mais, sua esposa havia sumido. Marley corria atrás de um vulto marrom pelo Central Park, sempre sendo driblada pelo cachorrinho estranho que só queria brincar.

– Alguém segura essa criatura! – A morena gritou ao ver que o cachorro se dirigia a onde seu grupo estava. –

Em uma tentativa falha, Blaine tentou prender o cachorro, que acabou sendo mais rápido. Quando Marley foi notar o amigo estirado no chão a sua frente era tarde de mais; Ela tropeçou nas costelas de Blaine, caindo por cima de Santana. Os três gemiam de dor enquanto Charlie, Quinn e agora Nash, Naomi e Valerie, riam do pequeno tombo.

– Aquela desgraça pegou meu caderno! – Marley exclamou, observando o cachorro sentado com o caderno na boca a menos de cinco metros de distância. –

– Não diga isso, Marley, ele é amigavél. – Disse gentilmente Quinn, acariciando a cabeça do cachorro. –

Ela pegou o caderno da boca do animal e estendeu-o a Marley.

– Feliz? –

– Obrigada ... – Ela respondeu, meio sem jeito. –

– Apesar de feio, ele é um amorzinho ... Pegue, é um presente. – Quinn pegou o cachorro e estendeu-o para a morena. –

– Você está me dando um cachorro de rua? –

– Sem coleira ou alguém que o procura, é perfeito! Agora aceite, é um presente. –

A morena pegou o cachorro nos braços meio sem jeito, encarando-o como se fosse criar uma segunda cabeça e morder sua cara.

– ... A partir de hoje seu nome é Gollum, coisa estranha. –

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Já passava da meia noite quando Quinn estava sentada no sofá, assistindo “O Hobbit”. Mesmo que ela já soubesse as falas do livro e do filme de cor e salteado, os contos da Terra Média nunca perdiam a graça. Rachel adentrou a sala apenas com uma regata fina e um shorts folgado, sentando-se ao lado de Quinn, apoiando a cabeça no ombro de sua esposa.

– Olhe, Rach, você tem quase a altura dele! – Disse Quinn, referindo-se a Bilbo Bolseiro, um Hobitt com seus um metro e meio de altura. –

– Haha, muito engraçado. – Respondeu ela, batendo de leve no braço de Quinn enquanto ambas riam. –

– Eu te amo. – A loira sussurrou, beijando a têmpora de sua esposa. –

– Eu também te amo. – Elas trocaram um selinho demorado. –

O beijo foi se aprofundando, e quando Quinn foi perceber, Rachel estava sentada no seu colo, roçando suas intimidades.

– Rach, não estamos no nosso quarto, lembra? – Indagou uma Quinn ofegante, sentindo seu membro se erijecer. –

– Charlie está dormindo. Agora eu só quero você. – Ela sussurrou no ouvido de Quinn, e isso foi o suficiente para a loira perder o controle. –

Enquanto Rachel rebolava sobre sua pélvis, Quinn apertava e masajeava os seios de sua esposa, mordiscando-os vez ou outra por cima do pano fino da regata, apenas para ouvir o gemido de prazer abafado vindo de cima de sua cabeça.

A judia levou sua mão até a cueca de Quinn, apertando seu membro erijecido, arrancando um gemido prazeroso da loira, que agora cuidava de morder seu pescoço.

Após alguns minutos, Quinn deitou Rachel de forma cuidadosa no sofá, logo tirando vagarosamente a calcinha de sua esposa junto com sua cueca. A loira subiu pelo corpo pequeno, beijando as pernas de Rachel, sua barriga, seios e finalmente a boca, penetrando-a sem esperar muito.

Como teria que ser as pressas já que poderiam acordar Charlie a qualquer momento, os movimentos foram rápidos porém calmos, ambas dizendo de uma maneira só delas o quanto se amavam.

Por fim cairam exaustas no sofá, a essa hora o filme já havia sido esquecido.

– Quer continuar no quarto? – Indagou uma Rachel ofegante. –

– Claro. Eu te amo. –

– Também te amo. –

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– Você pretende continuar com esse romance adolescente até quando? – Indagou uma Shelby nua de baixo das cobertas. –

– Não é um romance adolescente. Temos um relacionamento conturbado desde jovens. – Respondeu Judy, em uma situação igual a da morena deitada ao seu lado. –

– Devemos dizer alguma coisa sobre isso para as duas? – A morena virou-se de lado, fitando o nariz fino de Judy. –

– Vamos esperar. Ainda é muita coisa para pensar. –

– Como quiser. – A atriz acariciava o rosto de feições finas tão cuidadosamente que chegava a parecer que Judy era uma boneca de porcelana, sensível ao toque. –

– Espero que entenda. –

– Sim, eu entendo. -

Notas finais
Como eles crescem rápido ;-; E aí, o que acharam? "Ela é foda, e eu que fiz!" - Fabray, Quinn.