Notas iniciais
Hey, olha eu aqui de novo :3 Espero que gostem e desculpem qualquer erro ;-;

Rachel sorriu ao encontrar a filha e a esposa esperando-a do lado de fora da estação de trem. Quinn escutava alguma música de seu celular enquanto Charlie jogava algum jogo em seu console portátil.

– Rach! – A loira correu sorridente até ela, abraçando-a e logo em seguida beijando-a. –

– Eu senti tanto a sua falta! – Susurrou a morena, escondendo seu rosto no pescoço de Quinn. –

Se o som de alguém limpando a garganta não tivesse chegado a seus ouvidos, as duas não teriam se soltado tão cedo. Charlie encarava as mães com as mãos nos bolsos do moletom azul do Capitão América com uma cara semelhante a qual Quinn faz quando fica incomodada.

– Ciúmes? – Indagou a loira, abraçando fortemente sua esposa. –

– Porque eu teria ciúmes? – A garotinha aproximou-se de Rachel, abraçando a mãe na cintura. –

Vendo bem, em quase uma semana Charlie parecia ter crescido, afinal ela já quase batia no ombro de Rachel. Ou Rachel que era pequena de mais, talvez.

– E-eu ... senti saudades, mamãe. – Ela susurrou. –

A atriz passou os braços pelo corpo de Charlie, retribuindo o abraço.

– Também senti. – Respondeu a judia, sorridente. –

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– Anã! É bom te ter de volta! A sua esposa estava quase subindo as paredes sem você! – Disse uma Santana sorridente, sendo acompanhada por Marley ao beber um gole de sua cerveja. As duas pareciam estar levemente feliz de mais. –

– É bom te ver também, Sant. – Respondeu a judia, estranhando um pouco a amiga latina. –

Como combinado, assim que Rachel voltasse de viagem todos se reuniriam na casa das Lopez-Pierce para comemorar a volta da morena e o bom trabalho feito na peça.

Quinn e Rachel sentaram-se em uma espriguiçadeira ao lado de Kitty e Brittany, prestando atenção em cada detalhe que Rachel falava sobre a ida a Los Angeles.

– Rach, eu vou pegar uma cerveja. Você quer? – Indagou a loira abraçada a morena. –

– Não, obrigada. – As duas compartilharam um rápido selinho, antes de Quinn se levantar e se dirigir para dentro da casa. –

As duas loiras se olharam com as sobrancelhas arqueadas e depois olharam para Rachel.

– O que foi? Sei que você não é de beber, mas sempre toma pelo menos uma lata. – Disse Kitty. –

– Está se sentindo bem? Você não comeu praticamente nada desde que pisou aqui. – Emendou Brittany, parecendo preocupada. –

Rachel sorriu quase timidamente e levou as mãos ao ventre.

– Daqui a nove meses me sentirei melhor. –

Nisso Brittany e Kitty desabaram praticamente em choque, mal acreditando no que haviam escutado.

– Oh. Meu. Deus!!! – Kitty explodiu em um gritinho animado. –

– Quando isso?! – Indagou Brittany. –

– Um dia antes da viagem. – Informou a morena, enrubecendo levemente. –

– Quinn mandou bem na despedida. – Disse quase maliciosamente Kitty. –

A loira mais velha logo se aproximou da esposa e da prima e a amiga, com um sorriso comum de se ver em seu rosto e uma lata de cerveja em mãos.

– O que tem eu? – Perguntou ela, sentando-se ao lado da esposa e beijando-lhe a bochecha. –

– É idiota. – Respondeu a loira mais baixa, com todo o amor que uma prima exerce pela outra. –

– Sua esposa também. – A mais velha deu de ombros, tomando um gole do líquido da lata. -

...

– Obviamente o Mercúrio ganharia do Flash! – Disse a latina, cruzando infantilmente os braços. –

– O Flash consegue voltar no tempo! Quando o Mercúrio fez isso mesmo? – Indagou Marley, em mais um dos seus vários debates com Santana. –

– Um misero detalhe. – Santana murmurrou. –

Quando Marley ia usar algum argumento baseado em séries e quadrinhos, sentiu alguma coisa cutucando-a perna. Nash cutucava timidamente a perna da mãe morena, fazendo Marley querer mordê-lo pela carinha fofa que fazia.

– O que foi, pequeno? – Perguntou ela sorridente, se agachando para ficar da altura do filho. –

– Bola no telhado, mamãe. – Respondeu ele, ainda com a fala enrolada de bebê. –

Santana franziu o cenho; Bola no telhado mais Marley igual a escada. Escada mais Marley igual a tragédia.

– Certeza que ‘cê quer fazer isso? – Indagou Santana, medindo mentalmente a quantos metros Marley cairia e qual seria o estrago. –

– Você segura a escada, vai dar tudo certo. – Respondeu a morena, dando de ombros. –

...

– Marley, tá tudo ok? – Indagou Santana, olhando para a morena subindo as escadas. –

– Aham! – Ela gritou de volta, sem olhar para baixo. –

A morena finalmente alcançou o telhado. A bola azul estava presa na calha, bem ao lado de um ninho de pombos. Quando aquela coisa foi parar ali?

– Vacilão ... – A morena murmurou, esticando-se para alcançar o brinquedo. –

Quando Marley quase relou no brinquedo, um pombo surgido do além começou a bicá-la, possivelmente achando que ela faria mal aos ovos que ali residiam. A morena tentou equilibrar-se na escada, coisa meio difícil com um pombo satânico tentando te matar e logo acabou caindo. Em cima de Santana.

As duas gemiam de dor no chão quando o grupo reuniu-se em volta delas. Kurt entrou em desespero e parecia estar perto de um AVC.

– Meu braço! Meu braço! Ai Jeová, quebrou! – Gritou a morena em desespero, observando o braço dolorido torcido em uma posição estranha. –

Santana mal se mexia, gemendo de dor e xingando mentalmente Marley.

– Alguém ... chama uma ambulância ... – Balbuciou a latina. –

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Não muito tempo depois, Marley e Santana foram levadas para o hospital. Santana deslocou o ombro e ficou meio lerda por uma batida fraca na cabeça que logo passou, enquanto Marley teve o braço quebrado, mas fora isso nada muito sério. Talvez agora elas parem de fazer coisas idiotas ... não ...

...

Quinn estava agarrada a Rachel, enchendo-a de beijos no rosto, murmurando ‘eu te amo’ ou ‘você é linda’ a cada beijo que dava no rosto da morena baixinha. Elas realmente sentiram muito a falta uma da outra.

– Quinn ... – Chamou a morena. –

– Aham? – A loira murmurou enquanto a apertava em um abraço demorado. –

– Você já pensou em ter outro filho? – Indagou ela, brincando com os cabelos repicados da esposa. –

– Seria uma experiência legal, principalmente agora que já somos mais maduras. Tinhamos apenas dezesseis anos quando a Char nasceu ... mesmo que ela seja uma das coisas que eu mais amo na minha vida, eramos muito jovens na época. – Quinn respondeu. –

– Tem razão ... – Concordou a judia. –

– Mas porque a pergunta? –

– Bem ... é que eu me esqueci de tomar a pílula depois da nossa pequena despedida ... – Respondeu Rachel, passando calmamente os dedos sobre a pele de Quinn, como se a esposa fosse uma boneca sensível ao toque. –

O silêncio tomou conta do quarto. Quinn entrou em estado de choque.

– O-o que? – Indagou ela após segundos de silêncio. –

– Eu estou grávida. –

A loira sentou-se na cama, fitando os olhos de cor chocolate.

– Sério ...? – Sua expressão era neutra; nem ruim, porém nem boa. –

– Sim. – Ela sentou-se, ficando cara a cara com Quinn. –

A loira olhou para as mãos e depois para Rachel, e quando a judia começou a temer, um sorriso brilhou no rosto de Quinn.

– Grávida! Seremos mães de novo! Vamos ter mais um pestinha! – A loira praticamente pulou em cima da pequena, sufocando-a em um abraço apertado. –

– Rach, isso é ótimo! – Ela levantou a morena nos braços, impossivelmente apertando ainda mais o abraço. –

A morena riu e segurou a cabeça de sua esposa, puxando-a para um beijo demorado.

– Será que a Charlie vai gostar? – Indagou a morena. –

– Hm ... talvez ela vá ficar meio preocupada, mas depois ela vai gostar. É sempre bom ter um irmão para encher ou brincar. – Respondeu Quinn, dando de ombros. –

– ... Menino ou menina? – Perguntou Rachel. –

– ... Menina? Se bem que ... talvez seja que nem eu. – Murmurou a loira, observando o abdômen ainda liso de sua esposa. –

A morena segurou o rosto da loira com as mãos, encarando os olhos de cor avelã.

– Amor, não importa como ele seja, ainda vamos amá-lo muito. Assim como eu amo muito você e a Charlie. – Ela beijou as maçãs do rosto da loira, antes de puxá-la para um selinho demorado. –

– Eu te amo. Amo você, a Charlie e ele, na verdade. – Disse uma Quinn sorridente, abraçando Rachel novamente com força. –

– Quando vamos contar para os outros? – Indagou a loira, arqueando uma sobrancelha. –

– Britt e Kitty já sabem. O resto é só questão de tempo. – Respondeu, apertando carinhosamente as bochechas da loira. –

– Fiz um filho primeiro que a Santana de novo, zerei a vida. – A judia revirou os olhos com um sorrisinho no rosto. –

– Eu sei que já disse, mas você não tem jeito. -

Notas finais
Marley fazendo Marleyzisse :v E aí, qual será o sexo do novo Fababy? Digam pra mim :v Eu queria muito, muito, ter colocado uma cena hot no final, mas eu achei tão fofis que nem consegui ;-; Mas recompenso no próximo, ok?