I Wanna be With You. - Segunda Temporada.
4 Capítulo 4 - The Art of Being Mother.
Notas iniciais
Marley respirou fundo. Esse era o momento decisivo. Ela jogou os dados e ...
– Seis! Seis! Eu ganhei! Hahahaha, chupem essa! – A morena comemorou, socando o ar. –
Quinn, Santana e Charlie se entreolharam e olharam o tabuleiro, e realmente seu elfo arqueiro havia conseguido derrotar o boss.
– Eu nunca perdi uma partida, você roubou! – A latina preguejou, apontando acusadoramente para a morena. –
– C-como eu roubei se os dados cairam do lado da Quinn!? –
– Isso é uma conspiração porque os seus personagens são os mais fortes! Armaram pra mim e para a pequena! – Santana abraçou Charlie de lado, e a garotinha tentou se soltar. –
– M-mas tia Sant, meu personagem também está mais forte do que o seu ... – Ela comentou. –
A latina rapidamente soltou-a do abraço apertado.
– Oh, ótimo, até você! Todos tão armando contra mim só porque eu sou a melhor jogadora de Warcraft! – Ela reclamou, colocando as mãos na cintura. –
– Ou você que é muito ruim ... – Marley susurrou, mas para seu desespero, a latina escutou. –
Santana encarou-a com um olhar assassino, e quando Marley foi ver, a latina já estava em cima dela, enchendo-a de tapas. Poucos segundos depois, Brittany adentrou a sala, se deparando com a pequena briguinha.
– Meu Deus! Além de passarem o dia todo trancadas aqui, ainda saem no tapa! Quantos anos vocês tem!? – Indagou a loira, cruzando os braços. –
As duas continuaram brigando sem dar atenção para a Lopez-Pierce, até que foram separadas por Quinn.
– Lopez. – Ela apontou para Brittany com o queixo, fazendo Santana engolir em seco. –
Brittany podia ser um doce 99,9% das vezes, mas os 1% de ruim que ela tinha dava medo em Santana. A semana era longa na casa das Lopez-Pierce quando Brittany ficava de TPM.
– Vamos, Quinn, Charlie, a Rachel vai para L.A amanhã, custa ficar com ela um pouco? –
Rachel iria para L.A, estrelar o musical Wicked no Teatro Pantages, em com isso Brittany resolveu fazer uma ‘despedida’ digna com um churrasco na casa das Lopez-Pierce. Santana só acabou concordando depois de um pedido especial, se é que me entendem.
Quinn e Charlie assentiram e se colocaram de pé em um piscar de olhos, partindo para os fundos da casa, em direção a todos que ali estavam.
Judy e Shelby sustentavam uma conversa cheia de olhares maliciosos, fazendo Quinn de repente querer se desfazer de seu café da manhã, Beth e Ruby conversavam com Frannie e Belle, enquanto Kurt, Kitty e Rachel conversavam e Blaine fritava alguns hamburger e outras carnes em uma churrasqueria, sempre de olho nas crianças que brincavam por ali.
– Como vai minha atriz favorita? – Quinn indagou, sentando-se ao lado de Rachel e abraçando a esposa de lado. –
– Para de gayzice, Fabray. – Disse Kurt, em um tom ... amigável? –
– Cala a boca ae, passiva. – Respondeu ela no mesmo tom, e os três riram. –
– Ah, eu estou um pouco preocupada ... a Charlie ainda é pequena ... – A judia apoiou a cabeça no ombro da loira. –
– Eu sou quase do seu tamanho! – Ouviram a garotinha reclamar de longe. –
A loira soltou um risinho e balançou negativamente a cabeça.
– Rach, vai ficar tudo bem ... não vai ser muito tempo. – Assegurou Quinn, deixando um selinho nos lábios de sua esposa. –
...
Marley gemeu e se virou de lado na espriguiçadeira. O sol quente da tarde queimava seu rosto enquanto ela mantinha os olhos fechados em um pequeno cochilo.
– This is Sparta! – Quando o grito chegou aos ouvidos da morena, ela já estava na metade do caminho para a piscina. –
– Revanche, hija de puta! – A latina sorriu diabolicamente. –
Levaremos em consideração de que Santana, como uma boa amiga que é, esqueceu-se de apenas uma coisa; Marley não sabe nadar. Alguns segundos se passaram e a morena emergiu, se debatendo e gritando algumas coisas idecifravéis. Ai que Santana se tocou. Nisso todos chegaram em torno da piscina.
– Q-Quinn, vai, pula, salva ela! – Santana apontava desesperadamente para uma Marley quase morrendo na piscina. –
Observação: Ela também não sabia nadar.
Quando a loira ia pular, ela percebeu que Marley estava se ‘afogando’ na parte rasa da piscina. Se não fosse Marley ela até estranharia.
– Meu Deus ... – Ela adentrou a piscina, e a morena se ‘afogava’ onde a água batia pouco a cima de suas canelas. –
Quinn pegou Marley pelos ombros e puxou-a de uma vez, sentando-a sobre os azulejos.
– Você é um anjo?- Ela indagou, e a loira revirou os olhos por trás dos óculos. –
– Você é idiota. –
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Valerie dormiu após Santana terminar de ler algum capítulo de Harry Potter e a Câmara Secreta. A latina depositou um beijo na testa da garotinha ruiva e caminhou lentamente até seu quarto, onde Brittany assistia alguma coisa qualquer na televisão. Santana se sentou na cama e abraçou-a de lado, inalando o cheiro tão conhecido e amado por si.
– Sant, precisamos conversar. – Ela soltou, desligando a televisão. –
Nesse momento o sangue da latina gelou; Ela não tinha feito nada de mais, certo? Nisso sua cabeça explodiu em pensamentos horríveis, desde uma doença perigosa a um divórcio sofrido.
– D-diga ... – Disse ela, em um fio de voz. –
A loira respirou fundo e olhou nos olhos da latina escondidos por trás dos óculos.
– Eu quero ter mais um bebê. – Santana soltou o ar que nem sabia que havia segurado, não era nada de mais, apenas ... espere, outro bebê!? –
– O-outro? – Ela indagou, sentando-se de frente para sua esposa. –
– S-sim ... não agora, já que a Valerie ainda é pequena, mas ... futuramente. – A loira respondeu de um jeito meigo que só ela conseguia ter. –
– Vamos pensar sobre isso. – A latina prometeu, beijando a testa da loira. –
– Eu te amo, Britt-Britt. – Logo ela pincelou seu nariz no de sua esposa, antes de beijar-lhe calmamente os lábios. –
– Eu também te amo, Sant. –
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Rachel estava deitada sobre Quinn, a morena estava nua e a loira apenas de cuecas, enquanto compartilhavam um beijo quente. Então, ela se aproximou ainda mais de Quinn e desceu a mão, acariciando a barriga de Quinn bem em cima da protuberância.
Os olhos verdes tiveram as pupilas dilatandas enquanto escureciam, então Rachel desceu a cueca preta de Quinn devagar e foi em questão de segundos para o membro de sua esposa pular para fora.
Rachel simplesmente adorava ser a causa de uma excitação quase dolorosa de Quinn. Ela se abaixou e segurou o membro da loira com as duas mãos enquanto não desviava o olhar dos olhos de Quinn.
Ela começou a movimentar uma mão para cima e para baixo, fazendo-a ficar impossivelmente mais dura. Ao olhar para baixo e ver a cabeça vermelha, ela não resistiu e começou a lamber lenta e deliciosamente, enquanto Quinn gemia mordendo o lábio inferior.
A loira fechou os olhos, dando motivação para Rachel colocá-la o máximo o possível em sua boca, chupando e mordendo-a.
Ela começou a chupar com mais necessidade, e Quinn moveu levemente a cintura para acompanhar, gemendo alto de mais uma vez ou outra. Antes que Rachel pudesse perceber, Quinn havia puxado-a para cima e posicionado-a de costas para ela na cama, enquanto sua ereção roçava em sua intimidade.
A loira passou o braço pela parte da frente do clitóris de Rachel, fazendo movimentos círculares.
– Não brinque comigo, Fabray. – Ela disse em meio a um gemido. –
Um fraco e baixo riso nasal pode ser escutador.
– Eu não brinco em serviço, Berry. – A pronúncia do sobrenome foi quase maliciosa. –
Então ela penetrou a judia de uma vez, fazendo-a gemer um pouco alto, uma vez que a existência de Charlie a um quarto de distância havia sido completamente esquecida.
Ela gemeu o nome de sua esposa, enquanto Quinn aumentava a velocidade aos poucos.
– M-mais fundo, Quinn! – Rachel praticamente gritou, seu corpo todo parecia pegar fogo de tanto prazer. –
A falta de ar tomou conta do quarto, enquanto as duas se aproximavam cada vez mais do ápice. Então Quinn parou, quase fazendo Rachel protestar, até que a loira virou-a de frente para si e colocou as pernas torneadas ao redor da cintura alva.
Rachel gemeu alto quando Quinn atingiu um ponto dentro dela, fazendo-a morder com força o ombro de sua esposa, deixando linhas brancas que foram se avermelhando nas costas pálidas.
– Isso! Quinn! –
A loira não precisou ouvir duas vezes, e com tudo que lhe restava ela estocou mais forte em sua esposa, enquanto as duas gemiam alto, ambas ofegantes. Quando Quinn mordeu seu pescoço de leve, foi de mais para Rachel, que teve que morder novamente o ombro da loira para abafar o gemido seguido pelo orgasmo forte.
Nisso Quinn também gozou fundo dentro da morena, parando os movimentos enquanto se derramava em Rachel.
As duas se encararam por um tempo, as respirações ofegantes e as pupilas ainda dilatadas. Elas se abraçaram, e Quinn beijou Rachel da maneira mais apaixonada o possível.
– Eu te amo ... você vai fazer falta. – Ela sussurrou. –
– Você também vai, e eu também te amo. – A judia respondeu, antes de se render ao sono. –
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A atriz se encarou no espelho, ajustando a franja e tirando com a ponta do dedo indicador o pequeno excesso da maquiagem básica.
Uma garotinha loira com camiseta de pijamas do Superman, calças com o símbolo do Batman, seu Charmander de pelúcia apertado aos braços e os cabelos revoltos e despenteados surgiu no espelho.
– Já acordou? – Indagou Rachel, com um sorrisinho no rosto. –
– Na verdade não ... não vai, mamãe. – Pediu Charlie, abraçando a cintura de Rachel. –
A judia pegou-a nos braços e sentou-a na cama, enquanto pegava o pente e passava delicadamente por cada mexa loira, onde a raiz já começava a escurecer um pouco, demonstrando que Charlie não seria loira para sempre.
– Eu queria muito poder ficar, mas você vai ter que passar algum tempo com a mamãe Q. – A garotinha loira assentiu, ainda parecendo um pouco chateada. –
Nisso uma Quinn sonolenta adentrou o quarto bocejando.
– Parece que alguém caiu da cama. – Ela disse, coçando a cabeça. –
Rachel olhou para a loira e apontou com o queixo para Charlie, e após alguns segundos Quinn entendeu o que se passava.
– Hey Char, vai ser legal ficar aqui. Nós podemos jogar Mortal Kombat, fazer maratonas de filmes e ficar acordadas até tarde! – Quinn pegou-a nos braços, e aos poucos a garotinha pareceu se animar com a ideia. –
– Certo, agora vamos tirar esse pijama para então levarmos a mamãe na estação de trem! –
A loira saiu do quarto com Charlie nos braços, e Rachel apenas tentou entender como Quinn conseguia animar Charlie tão rápido.
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– Se acontecer alguma coisa, qualquer coisa, me liga! – Ela repetiu pela, no mínimo, décima vez. –
Não é como se Rachel não confiasse em Quinn, ela apenas tinha medo de um possível incêndio ou de alguma brincadeira perigosa que normalmente era inventada por Marley.
– Rach, vai ficar tudo bem. – Assegurou a loira, beijando lentamente a esposa. –
A judia então se abaixou até ficar a altura de Charlie e apertou a filha num abraço demorado.
– Eu vou sentir a sua falta, mamãe. – A loirinha murmurrou, beijando o rosto de Rachel. –
– Mamãe também vai. – Ela beijou a testa da garotinha, e se levantou, abraçando em seguida Quinn. –
– Manda ver. – A loira piscou, e a atriz assentiu antes de beijá-la novamente. –
Assim que o trem de Rachel sumiu de vista, Quinn se virou para Charlie. A garota tinha os olhos marejados, e então uma ideia surgiu na cabeça de Quinn.
– Não precisa ficar assim, baby girl. Vamos passar o dia inteiro jogando video-game e assistindo televisão, lembra? – A loira se abaixou em frente a Charlie, pegando-a nos braços. –
– Mãe ... eu te amo. – Ela sussurrou, escondendo o rosto no pescoço da mãe loira. –
– Eu também te amo, Char. – Quinn respondeu, com um sorriso no rosto. -
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