I Wanna be With You. - Segunda Temporada.

11 Capítulo 11 - Make up your mind, Charlie!


Notas iniciais
Hey, olha eu aqui de novo :3 Espero que gostem e desculpem qualquer erro ;-;

Quinn adentrou a casa levemente cansada; O dia realmente havia sido puxado. Não que Quinn pensasse em reclamar, afinal era uma boa médica e gostava do seu trabalho, mas por Santana ter ficado doente após pegar gripe de algum paciente, sobrou para ela. Como sempre sobra.

Rachel estava sentada em frente ao balcão de mármore lendo algum livro enquanto escutava músicas em seus fones de ouvidos, mal notando a presença de Quinn. A loira se aproximou abraçando a morena por trás, que logo se assustou mas relaxou sobre o corpo de Quinn quando notou que era a loira.

– Como foi o dia? – Indagou ela, apoiando a cabeça no ombro de Quinn e dando-lhe um beijo demorado. –

– Eu tive que tomar conta da parte de Santana. Foi cansativo. – Respondeu, enquanto a loira começo a distribuir beijos pelo seu pescoço. –

Logo ela escorregou sua mão por baixo da blusa da judia, acaricando levemente sua barriga.

– Quinn ... as crianças p-podem chegar a qualquer momento ... – A atriz gemeu, sentindo a loira com uma mão ir até seu seio, enquanto a outra desceu até sua saia, empurrando a calcinha para o lado. –

– Então, vamos fazer isso rápido. – Quinn sussurrou em sua orelha, antes de morde-lá. –

A loira então passou os braços envolta do corpo pequeno, colando seus corpos enquanto pressionava sua ereção contra Rachel, arrancado um gemido da atriz. Fora os gemidos de Rachel, o único barulho que a judia escutou foi o zíper da calça de Quinn sendo aberto e em seguida sentiu o membro da loira sob sua entrada.

A loira sorriu ao escutar um gemido mais alto do que o desejado vindo de Rachel, e logo mordeu o pescoço da judia enquanto apertava seus seios com força, penetrando-a sem demora. Rachel gritou e mordeu o lábio inferior, aumentando a excitação de Quinn, que adorava ter a esposa tão entregue a si.

– Agora acho que até os vizinhos conseguem te ouvir. – A judia apenas assentiu enquanto gemia, movimentando os quadris contra os de Quinn. –

– A treze anos atrás você não costumava se preocupar com gemidos. – Provocou a loira. –

– A treze anos atrás nós não tínhamos filhos. – Respondeu em meio a gemidos. –

Quinn apenas riu e virou a judia de frente para si, tomando seus lábios enquanto aumentava a velocidade dos movimentos. Ela levou as mãos até a cintura de Rachel, apertando a região até começar a avermelhar. A loira sentiu o leve aperto sobre o seu membro, e sussurrou no ouvido da morena.

– Eu quero que você venha pra mim. – A atriz tremeu e a mistura de gemidos foi cortada com um grito, seguido de outro, e ambas desabaram uma sobre a outra após o ápice. –

– T-tá bem ... agora vamos sair daqui antes que as crianças apareçam e presenciem algo que não deviam ver. – Disse uma Rachel ofegante, após alguns segundos para se recompor. –

...

– Você tem um gosto incrível! – Quinn sentou-se na cama, passando a língua pelos lábios. –

Rachel apenas revirou os olhos com um sorrisinho bobo no rosto, aconchegando-se a esposa quando a loira deitou-se do seu lado, ambas nuas.

– Ainda temos muita coisa pra fazer, mas você me cansou tanto ... –

– Vamos, hoje é sexta. E agora eu não quero sair daqui. – A loira abraçou-a, e as duas ficaram encarando-se por alguns segundos em completo silêncio. –

– ... Eu te amo. – A judia sussurrou. –

– Eu também te amo. – Sussurrou de volta, antes de beijá-la demoradamente. –

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Charlie jogou-se na cama e colocou os fones de ouvido, escutando alguma música aleatória que tocava em seu celular. Olhando para o teto, deparou-se com o poster do Lanterna-Verde que ficava em cima de sua cama. Quando ela colocou aquilo lá mesmo? Então seu celular vibrou.

Hey nerd, adivinha? Aubrey vai dar uma festa na casa dela essa madrugada, tá afim? Vai ser divertido, eu, Beca e o resto do Glee Club vamos! Vê se suas mães deixam!

– Chloe.

Chloe, claro que seria Chloe. Quem mais a irritaria depois de um dia de aula a não ser a ruiva de olhos azuis? Ela sentou-se na cama e olhou novamente para a mensagem; Uma festa até que não seria tão ruim, certo? Afinal Rachel sempre lhe dizia que ela deveria sair mais de casa e ter mais ‘contato humano.’ Mas se avizasse suas mães, Rachel apenas lhe diria para voltar cedo, enquanto Quinn ou não a deixaria ir, ou ficaria de tocaia esperando-a até seis da manhã se preciso, ligando de cinco em cinco minutos.

Eu vou, mas não sei se vou conseguir voltar tarde :P Passe aqui um pouco depois da meia noite, ok?

– Charlie.

Tá bem, ir sem avisar nenhuma das duas não era uma opção muito inteligente, mas fazer o que?

...

Um pouco depois do jantar, os gêmeos acabaram adormecendo no sofá e Quinn colocou-os na cama. Depois que as mães foram deitar, Charlie se levantou as pressas e colocou alguma calça jeans qualquer, um moletom da universidade de Columbia que pertenceu a Quinn e por fim um all star branco. Apresentável.

Estamos aqui fora, vem logo! :3

– Chloe.

A garota então engoliu em seco; Se arrumar era a parte fácil, ir até a porta era a difícil, e a janela era muito alta para pular sem quebrar algum osso.

No maior silêncio o possível, ela abriu a porta de seu quarto e caminhou na ponta dos pés até as escadas, na qual ela desceu prendendo a respiração. Quando a loira colocou os pés no chão, a luz da cozinha se acendeu, e invocando seu ninja interior, ela pulou sob um sofá e escondeu-se atrás do mesmo. Ela pode ver uma Quinn descabelada subindo as escadas com um copo de água na mão, e assim que a mãe loira sumiu de vista, Charlie soltou o ar que nem sabia que havia segurado.

A garota rastejou até sair de trás do sofá, e logo levantou-se, indo em direção a porta. Um vulto passou correndo pelo jardim da frente até o portão; Não queria arriscar ser vista por uma Quinn distraída olhando pela sacada, uma vez que a loira ainda poderia estar acordada.

– Eu falo pra vir logo e você demora dois anos pra sair de casa! – Disse Chloe em tom de brincadeira, socando fraco o ombro da loira após beijá-la na bochecha. –

– Minha mãe me mata se souber disso. – Respondeu Charlie, sem olhar nos olhos de Chloe enquanto limpava o local do beijo com as costas da mão. –

– Oh-oh, quer dizer que vai pra festa sem autorização das suas mães, Faberry-baby? – Indagou a motorista, Amy, ou Amy Gorda, como gostava de ser chamada, para ‘magrelas como a loira aguada não falarem mal dela pelas costas.’ –

– E você usa o carro do seu pai sem ‘autorização’. – Rebateu Charlie, e Amy deu de ombros. –

– Tecnicamente tem autorização porque ele sabe que eu tirei carta. –

– A uma semana. Aliás, apertem os cintos. – Disse Beca, que até então não havia sido notada por Charlie. –

A loira engoliu em seco, mas logo foi abraçada de lado por Chloe, que sorriu para a amiga.

– Se nós morrermos, saiba que eu te considero muito. – Disse sorridente, como se fosse uma das coisas mais normais a se falar para os outros.

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– Não se preocupem comigo, bitches! Bebidas e prostitutos aí vou eu! – Amy gritou quando adentraram a casa, antes de sair correndo para algum canto. –

As três se entreolharam e deram de ombros, logo parando para observar a festa: Música alta, quase todos bebendo, uns e outros se pegando, e aí que Charlie foi se perguntar onde Chloe a enfiou.

A ruiva foi guiando-as, desviando de gente que bebia ou dançava, até o sofá da sala, onde Aubrey conversava com um garoto com uma camiseta do Flash e cabelos jogados para o lado, os olhos azuis meio esverdeados escondidos atrás de um óculos. Fofo.

– Aubrey! – A ruiva praticamente jogou-se em cima da líder de torcida, que abraçou-a de volta. –

– Oi, Chlo! Beca, Charlie! – A loira sorriu para as duas, que sorriram de volta meio sem graça. -

O garoto que não parava de observar Charlie limpou a garganta, e mesmo com todo o barulho dentro da casa, a garota se tocou e logo tratou de apresentá-lo.

– Ah, é! Esse é Henry. – Disse, indicando o moreno que sorriu para Charlie, e a garota corou. –

– Oi. – A ruiva pareceu meio seca, levando em consideração que normalmente ela era tão doce quanto Brittany, talvez uma versão futura da pequena Valerie, de acordo com Charlie. –

– Oi. – Ele respondeu, sem perder o sorriso. –

Logo Charlie sentou-se ao lado dele, um pouco envergonhada. Chloe sussurrou alguma coisa no ouvido de Aubrey que assentiu e se retirou junto da ruiva e Beca.

– E aí. –

– Olá. – A loira sorriu. –

– Então .. Charlie, né? Charlotte? – Ele parecia interessado, e a loira corou um pouco. –

– Sim. –

– Gosta de alguma coisa? Tipo, livros, filmes, jogos? –

– Claro! – A loira parecia levemente animada, e o garoto sorriu para ela. –

– Star Wars? –

– Gosto, tipo, muito! – Ambos riram. –

Após isso um silêncio (apesar da música alta fora da ‘bolha’ deles) levemente constrangedor se instalou, e Henry parecia meio incomodado. O garoto se levantou, estendendo a mão para Charlie.

– Quer ir lá fora? – Ele perguntou, e a garota assentiu, antes de dar a mão para ele, deixando-o guiar até o jardim de trás da casa. –

Os dois notaram que ainda tinham as mãos apertadas uma a outra, mas preferiram ignorar. Do lado de fora havia poucas pessoas, e então eles deitaram-se na grama, ainda de mãos dadas, observando o céu estrelado.

– Vê aquelas cinco estrelas ali? É a constelação de camaleão. – Disse o rapaz, apontando para cinco pontos brilhantes no céu. –

– Espero que esteja olhando pro lugar certo. – Respondeu Charlie, e os dois riram. –

– Camaleão, tipo a June de Camaleão, Saint Seiya? – Indagou a loira, olhando para o céu. -

– Você assiste? –

– As vezes. –

Novamente um silêncio se instalou. Os dois viraram os rostos, ficando frente a frente, até que em um movimento impensado, Henry tomou os lábios de Charlie por alguns segundos. Os dois se sentaram na grama, ainda sem tirar os olhos uns dos outros.

– Ahn, eu me odeio. Eu realmente queria que isso tivesse tido efeito. – Bufou a garota loira, e o rapaz arqueou uma sobrancelha. –

– C-como? –

– Sei lá. Eu sou meio .. qual a palavra? Assexuada, sabe? Garotos, garotas, nada surte efeito. – Dito isto a garota pôs-se em pé, sendo seguida pelo olhar confuso do rapaz. –

– Mas ... me adiciona no Facebook; Charlie Fabray, ok? – Ela sorriu para ele e voltou para dentro da casa, deixando para trás um Henry confuso. –

Quando encontrou Chloe, a garota ruiva parecia estar meio fora de si, enquanto Beca observava tudo rindo como uma idiota.

– E-ela está ...? –

– Talvez ela tenha bebido um pouco. – Respondeu a morena. –

– Charlie! – A ruiva gritou sorridente, indo em direção a mais alta, passando os braços pelo pescoço da garota loira. –

– Sabe, eu já disse que te amo? –

– Já disse que me considera. – Ela deu de ombros, rindo da amiga ruiva. –

– É?! Mas eu te amo! E posso provar! – Os lábios foram selados em questão de segundos. –

Uma experiência nova para Charlie. Lábios mais macios, finos e ‘beijáveis’ do que os de garotos. (não que ela já tenha beijado muitos, mas mesmo assim ...) Logo Aubrey apareceu dizendo alguma coisa para Chloe, fazendo-as se soltarem.

– Oh, meu Deus ... – A ruiva sussurrou, ainda com os olhos azuis fixos nos olhos cor de chocolate. -

Notas finais
Lembrando que ainda não temos nada confirmado da Charlie, ok? A partir daqui ela vai começar a refletir sobre a vida :v E sim, eu sei que Karley, Brittana, Klaine e até mesmo Faberry estão um pouco fora de cena, mas é porque eu precisava chegar nesse ponto com a Charlie. Eles ainda existem e ainda vão aparecer muito até o final :>