Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeey sexy lady!!
Ai que cocozito o meu primeiro capítulo. Eu estava muito ansiosa para postar o segundo capítulo, então não aguentei. :( Postei logo! Uhu! o/ Enfim... Como está a sua vida? Bem, eu espero. Eu não consigo me concentraaaar! Tem um retardado com o som ligado na porta de minha casa. Com que música Lilis? AAAH, AQUELA BEM ASSIM: "SOU O REI, SOU O REI, SOU O REI DO PUTEIRO, FILHO DE RAPARIGUEIRO". Meu Deus! A pessoa que criou essa música tem o que na cabeça? TUDO, menos um cérebro! Eu to indo ali dar um TIRO no meu vizinho retardado!!! Pena que eu não tenho uma arma! Então, vamos lá... Boa leitura, espero que gostem... Até as notas finais...........................................................! o/

"Me encontra na sala de artes agora. Vem, vem, vem que hoje tem!"

Comecei a rir. As meninas vieram ver o que aconteceu, eu mostrei para ela e sai em direção à sala de artes enquanto o professor não chegava, estava muito curiosa para saber quem era o retardado. Cheguei à sala de artes e quase cai. Eu não acredito.

***

– SOPHIE? — perguntei e ela afirmou. — SOPHIE!!!!!! — gritei e pulei no seu colo dando um super-hiper-mega abraço. Ela estava linda. — O que aconteceu? Por que não me ligou?! — Ah, Sophie era minha amiga desde que eu tinha quatro anos. Ela era minha vizinha, até que um dia, quando eu tinha 13 anos, eu voltei da escola e recebi a noticia que ela tinha ido morar na Austrália. Caramba, Austrália?!

– Amy!!!! Eu senti sua falta! Desculpe-me! — ela me abraçou mais forte ainda.

– Tudo bem... Mas o que você tá fazendo aqui? Digo... Você não foi morar na Austrália? — perguntei.

– Bom, eu fui, mas era por pouco tempo. Tive que ir por causa dos meus pais, eles precisaram trabalhar em Sydney. — ela sorriu. E eu dei um tapa em seu braço.

– Pouco tempo?! Eu fiquei sem te ver, sem ter noticias suas por mais de três anos sua boboca! — disse.

– Desculpe Amy. Mas agora estou de volta! E ainda vou morar pertinho de você.

– Mas a casa que você morava foi vendida já. E está em reforma, meu pai disse que os moradores chegarão daqui alguns dias.

– Eu sei, mas eu vou morar na casa do lado da casa da Hannah, sua prima. Meu pai conseguiu comprá-la.

– Que bom Sophie! Você vai estudar aqui ano que vem?

– Sim! — ela disse dando pequenos pulinhos.

– Finalmente né! Depois de tanto tempo, você será minha colega de classe. – disse. — Mas, como conseguiu meu número?

– Com Hannah, eu fui na casa dela, e pedi que não te contasse nada.

– Que tosco sua mensagem. "Vem que hoje tem", nossa. — ela riu, e eu também. Fomos para a sala. Quando a Emma e a Hannah viram Sophie, elas pularam em cima de nós. Josh também veio (ele é nosso melhor amigo e já ficou com Emma, eu acho que ela ainda gosta dela), ele deu um beijo na bochecha dela! Que fofo! Assistimos as aulas super chatas. Depois teve intervalo, conversamos bastante, atualizamos a Sophie e ela nos contou coisas que tinham acontecido. Até a Carly veio falar com a Sophie.

Depois que o intervalo acabou, fomo para a sala de aula. Ah! Eu odeio o professor de ciências! Ele me perturba. Vejo o capeta, ops, o professor de ciências entrando na sala.

– Bom dia alunos queridos. Hoje terei um ajudante aqui na sala de aula. Na verdade ele é só o filho de um amigo que veio morar por aqui no bairro. E ele estava aprontando. E o pai dele “mandou” ele me ajudar, como castigo. Então, entre e se apresente. O 'ajudante' do maldito professor entrou. SENHOR. Isso é uma miragem? Ele era muito bonito. Olhos verdes e cabelo cacheado. Muito lindo! Que isso Amy?! Não vai se apaixonar!

– Oi. Não estou a fim de me apresentar. Podem me chamar de "ajudante do professor de ciências". — ele disse. Sua voz era rouca. Ele sentou na primeira cadeira perto da porta. Nem fiquei olhando para ele, prestei atenção na aula. — Quem é Amy Co... — interrompi.

– Não fala meu sobrenome. Sou eu, provavelmente.

– Ah, qual é Amy? Todo mundo já sabe seu sobrenome! Não é mesmo Srtª. Collins – gritou Josh, rindo. Ai que horror! Pois é, meu sobrenome que não combina com meu nome.

– Idiota. Só não queria que lembrassem. — levantei e fui até onde o "ajudante do professor" estava. — Então...?

– O professor mandou lhe entregar isso. — ele me deu minha prova. — Parabéns pela nota.

- Obrigada. Uhu! Tirei B+. Professorzinho pode ser mais legal agora? — disse e voltei para o meu lugar. Quando a aula acabou o professor me chamou.

– Srtª. Collins. Você e suas amigas estão de parabéns hoje. Não deram um "show" na sala.

– Obrigada. É que hoje eu estou meio estressada, mas amanhã... Volto a ser quem eu era. — dei um sorriso falso e sai. Esse professor me irrita. Essa voz de...de... Ah, sei lá!

Fomos para casa. Como minha mãe e meu pai não almoçam em casa (geralmente), levei a Sophie e a Hannah para passarem a tarde lá. Nós almoçamos e fomos para o meu quarto. Deixei-as fazendo não sei o que lá no quarto fui ao mercado comprar algumas besteiras para comer à tarde. Abro a porta do meu quarto e vou para a sala, onde encontro a Carly e ela diz que vai me acompanhar. Ela me diz que os novos vizinhos já vieram para o bairro e que estão na casa deles, e que são gatinhos. Não me importo, porque a Carly é uma cega mesmo, e devem ser umas coisas nada gatinhas... Mas quando estou passando na porta da casa deles, um abre a porta. E ele era gatinho. Era loirinho, dos olhos azuis. É... pelo menos dessa vez a Carly tinha razão. Fui ao mercado e voltei com várias coisas. Chocolate, refrigerante, doce... Besteiras...!

– Meninas, vocês viram os vizinhos? — disse Carly entrando no quarto.

– É, eu vi, eles estavam na porta da casa deles, são MUITO gatinhos!

– Eu acho que vou pedir um pouco de açúcar lá. — Emma disse e nós rimos.

– Não faça isso. — disse rindo.

– Claro que eu vou fazer. — ela disse – Mas vocês terão que ser minhas “escravas” por um dia. – nós concordamos. Cara, ela é muito louca! Ficamos olhando na janela quase nos matando de tanto rir. Ela bateu na porta. O loirinho abre novamente.



POV's Emma

Eu seiq eu vou me arrepender disso depois, mas idai? Esse menino é lindo demai. Bato na porta, olho para a janela do quarto da Amy, ela estavam rindo muito. O loirinho abre a porta. Nossa, que beleza! Que vista!

– Ah, oi...? — ele disse.

– Er... Oi... -disse. Eu vou me matar depois disso! — Você tem um pouco de açúcar? — perguntei. DROGA! QUE MERDA QUE EU TO FAZENDO?!

– A- Ah, claro. — ele estava com vontade de rir eu tenho certeza! Olhei novamente para a janela elas estavam vermelhas, chorando de tanto rir. — Você prefere entrar ou ficar ai fora?

– Ah, acho que fico com a 1ª opção. — A casa era bem bonita. Ele pegou o açúcar rápido e me entregou. — Não precisa de muito.

– Pode levar.

– Então... Obrigada.

– Ér... Suas amigas estão na janela rindo. Por quê? – AI DROGA. FERROU TUDO. Sinto meu rosto começar ficar vermelho.

– Bom... Vamos a verdade. Elas disseram que se eu viesse pedir um pouco de açúcar seriam minhas escravas por um dia. – eu disse e ele começou a rir. – Então, já que você já sabe... pode ficar com o açúcar.

– Leva, para você provar que conseguiu. – Por que ele tinha que ser tão sexy?

— Ah, certo, desculpa pelo incomodo. — Ele assentiu, nos despedimos e eu sai. Cheguei no quarto e as meninas estavam rolando no chão de tanto rir. É ai que a companhia toca...


Notas finais
muahaha, eu sou malvada mesmo.
Eu fiquei com preguiça de revisar... E também uma pessoa irritante e chata chamada BEATRIZ (minha amiga) ficou abusando de mim. "Posta logo Lívia, deixa de ser lerda". Ai tive que postar.
Mas se tiver algum erro, ignorem! :)
Xoxo ♥