Notas iniciais
Oii para vcs
Eu fangirlizo um mlk dois anos mais velho, que é da minha escola e é o Carlos mais alto *-* perfeito
Ele me seguiu em todos os lugares da casa e saí dela.

Eu corria pelas ruas e ele vinha atrás de mim, não muito rápido, mas o suficiente para me acompanhar.

Cheguei no prédio queimado do colégio interno e suspirei antes de entrar.

Bati a porta principal e corri pela escadaria até o ultimo andar

-Vamos, Rose. Só quero conversar com você e explicar por que estou com isso. Não precisa ter medo de mim.

-Fale de longe- gritei ao ver ele de um lado do corredor e eu estava no lado oposto.

-Eu tenho uma proposta. Você me aceita de volta sem nenhum problema e eu deixo isso. Você continua me ignorando e eu te torturo até me querer ou até a morte. A escolha é sua.

Parei para pensar. Continuar o jogo não era mais uma possibilidade dentro de cogitação, então, estava fora.

Voltar para James, que foi o que eu queria no começo mas agora já não tinha mais certeza, já que ele era capaz de me ameaçar, como estava fazendo agora.

Negar e fugir até que ele me encontrasse e me matasse.

Eu corri pelas escadas mas James me alcançou e me empurrou. Rolei por todos o degraus até bater na parede

-Eu te amo, princesa. Mas não posso te perder para outro cara.

-Mas não vou te trocar por ninguém.

-Diz isso mas depois fica com o Carlos. Sei que entre vocês dois é mais que a amizade que vocês dizem.

-James, acredite em mim. Não tem nada entre nós dois.

-Me dê um bom motivo para acreditar.

-Acha mesmo que eu não estaria com ele ao invés de estar com você se fossemos mais que amigos?

-Não sei como funciona esse relacionamento de vocês dois.

-Funciona assim: eu sou amiga do Carlos, o Carlos é meu amigo. Se eu preciso de ajuda, vou falar com ele e vice-versa.

-Eu ainda acho que é mentira- ele se afastou de mim e só nessa hora percebi meu nariz sangrando.

-Acha? Então faz um favor? Eu vou sair daqui e você nunca mais vai me procurar, nem que seja pra estourar minha cara.

-O que?

-Isso. Tchau- me levantei, passei a mão onde tinha sangue para tirar, pelo menos, o excesso.

Comecei a descer as escadas e o pai de James apareceu

-Oi bonitinha. Não terminamos nossa conversa- ele disse e foi se aproximando. Ele estava com a arma.

Corri de volta e puxei James até uma sala

-O que foi agora?- ele disse nervoso.

-Seu pai está com uma arma.

-Ele está morto.

-Eu achei isso mas ele apareceu do tártaro e eu voltei. O que a gente faz?

-Pega isso- ele me passou o soco inglês.- Eu fico com a faca. Eu vou abrir essa porta, tentar acertar ele e você vai fugir. Se precisar, use isso. Entendeu?

-Sim. Obrigada- sorri.

-Só estou te ajudando assim porque se for pra você morrer, eu quero fazer isso.

-E se você morrer, eu quero meus créditos por esse acontecimento- pisquei e ele riu.

-Pronta?

-Sim.

James respirou fundo, virou a maçaneta com calma e devagar. Ficamos atrás da porta e o pai dele entrou correndo. James segurava a faca com força e fechei os olhos enquanto ouvia os passos do pai dele.

Ele puxou a porta e apontou a arma para James, colocou a faca no peito do homem e ele soltou a arma, olhando para si mesmo. Ele olhou para James e sem dizer uma única palavra, caiu no chão, respirando com dificuldade. Eu via o sofrimento no rosto dele. Peguei a arma e atirei no centro de sua testa, o matando de vez

-Por que não deixou ele sofrendo?

-Ele se parece com você e eu não sei o porquê.

James negou com a cabeça baixa e colocou a mão no meu rosto

-O que importa é que estamos livre dele.

-Sim. Estamos. Então, nunca mais nos vemos, como no combinado?

-Será que a gente pode discutir um pouco e diminuir o nunca mais pra uma frequencia maior?

-Não. Nunca mais e ponto final. Seja feliz.

-Vou tentar- ele murmurou e olhou com nojo para o próprio pai.

Saí da casa e voltei para a minha. Coloquei um pijama e tentei dormir. A noite toda, fiquei me virando na cama.

Eu estava ali, deitada, sem o mínimo de sono e vi uma sombra na porta. Mais escura do que a ausência de luz no corredor.

Ele foi para onde um pouco de luz batia e pude ver seu rosto

-O que está fazendo aqui?

-É que

Ele se calou e eu me virei para o outro lado da cama e pensava em qualquer coisa para me acalmar.

Nada funcionava.

Notas finais
Tchau, sogro :)
JAMES ME COME