I Still Love You
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Oii para vcs
Eu fangirlizo um mlk dois anos mais velho, que é da minha escola e é o Carlos mais alto *-* perfeito
Eu fangirlizo um mlk dois anos mais velho, que é da minha escola e é o Carlos mais alto *-* perfeito
Voltar para James, que foi o que eu queria no começo mas agora já não tinha mais certeza, já que ele era capaz de me ameaçar, como estava fazendo agora. Negar e fugir até que ele me encontrasse e me matasse. Eu corri pelas escadas mas James me alcançou e me empurrou. Rolei por todos o degraus até bater na parede -Eu te amo, princesa. Mas não posso te perder para outro cara. -Mas não vou te trocar por ninguém. -Diz isso mas depois fica com o Carlos. Sei que entre vocês dois é mais que a amizade que vocês dizem. -James, acredite em mim. Não tem nada entre nós dois. -Me dê um bom motivo para acreditar. -Acha mesmo que eu não estaria com ele ao invés de estar com você se fossemos mais que amigos? -Não sei como funciona esse relacionamento de vocês dois. -Funciona assim: eu sou amiga do Carlos, o Carlos é meu amigo. Se eu preciso de ajuda, vou falar com ele e vice-versa. -Eu ainda acho que é mentira- ele se afastou de mim e só nessa hora percebi meu nariz sangrando. -Acha? Então faz um favor? Eu vou sair daqui e você nunca mais vai me procurar, nem que seja pra estourar minha cara. -O que? -Isso. Tchau- me levantei, passei a mão onde tinha sangue para tirar, pelo menos, o excesso. Comecei a descer as escadas e o pai de James apareceu -Oi bonitinha. Não terminamos nossa conversa- ele disse e foi se aproximando. Ele estava com a arma. Corri de volta e puxei James até uma sala -O que foi agora?- ele disse nervoso. -Seu pai está com uma arma. -Ele está morto. -Eu achei isso mas ele apareceu do tártaro e eu voltei. O que a gente faz? -Pega isso- ele me passou o soco inglês.- Eu fico com a faca. Eu vou abrir essa porta, tentar acertar ele e você vai fugir. Se precisar, use isso. Entendeu? -Sim. Obrigada- sorri. -Só estou te ajudando assim porque se for pra você morrer, eu quero fazer isso. -E se você morrer, eu quero meus créditos por esse acontecimento- pisquei e ele riu. -Pronta? -Sim. James respirou fundo, virou a maçaneta com calma e devagar. Ficamos atrás da porta e o pai dele entrou correndo. James segurava a faca com força e fechei os olhos enquanto ouvia os passos do pai dele. Ele puxou a porta e apontou a arma para James, colocou a faca no peito do homem e ele soltou a arma, olhando para si mesmo. Ele olhou para James e sem dizer uma única palavra, caiu no chão, respirando com dificuldade. Eu via o sofrimento no rosto dele. Peguei a arma e atirei no centro de sua testa, o matando de vez -Por que não deixou ele sofrendo? -Ele se parece com você e eu não sei o porquê. James negou com a cabeça baixa e colocou a mão no meu rosto -O que importa é que estamos livre dele. -Sim. Estamos. Então, nunca mais nos vemos, como no combinado? -Será que a gente pode discutir um pouco e diminuir o nunca mais pra uma frequencia maior? -Não. Nunca mais e ponto final. Seja feliz. -Vou tentar- ele murmurou e olhou com nojo para o próprio pai. Saí da casa e voltei para a minha. Coloquei um pijama e tentei dormir. A noite toda, fiquei me virando na cama. Eu estava ali, deitada, sem o mínimo de sono e vi uma sombra na porta. Mais escura do que a ausência de luz no corredor. Ele foi para onde um pouco de luz batia e pude ver seu rosto -O que está fazendo aqui? -É que Ele se calou e eu me virei para o outro lado da cama e pensava em qualquer coisa para me acalmar. Nada funcionava.
Notas finais
Tchau, sogro :)
JAMES ME COME
JAMES ME COME
Fale com o autor