I Only Need You
3 Capítulo 3 - Decision
Notas iniciais
Espero que gostem
Sem Objetivo
O tempo continua passando
Mas perdi meu senso há muito
Enquanto as estações mudam
E a Terra gira
Eu apenas fico em pé, parada
Imutável
Qual é o seu sonho?
Qual é o seu objetivo?
Quando não há uma resposta, você pode me mostrar o caminho?
"Acredite em si mesmo,
Mantenha sua cabeça erguida! "
Essas palavras já perderam o seu significado
Mas eu tento
Novamente com um sorriso entorpecido
Apenas arrastado pelos dias
"Felicidade" é apenas uma memória
De dia despreocupados
Ninguém me entende
Embora eu saiba
Que eu não estou realmente sozinha
As perguntas continuam se acumulando
Respostas em nenhum lugar para serem encontradas
Está bem para mim
Apenas estar viva?
Lentamente, a minha visão está a borrar
As preocupações desaparecendo
Estarei bem também
Se eu apenas fingir
Eles dizem que todo mundo é especial
Nós queremos acreditar
Mas somos todos substituíveis
Dizendo mentiras todos os dias
Fingindo ser feliz ...
Realmente nós somos todos os mesmos
Juvia saiu correndo e abandonou o moreno. Fugiu o mais rápido que pode para sua casa. Ela não podia fazer aquilo consigo mesma. Ela se machucaria desse jeito.
E então ela se lembrou da infância.
Balançou a cabeça negativamente.
“Agora não, você precisa chegar em casa.” Disse a si mesma.
Lockser não percebeu que estava sendo observada.
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– O que foi, Gray? – Erza perguntara. Gray se virou e olhou para ela, indiferente.
– Nada. – respondeu.
Erza deu de ombros e acenou, indo embora.
Gray continuou observando a dona dos cabelos azuis descer a rua correndo. Ela não estava prestando atenção. Ele olhou para o chão e viu que a garota havia derrubado o guarda-chuva.
– É cada louco que me aparece. – Gray se curvou para pegar o guarda-chuva.
Começou a ir atrás da garota, quando foi parado por Natsu.
– Hey, Gray! Vamos lutar? – perguntou. Isso que dava fazer luta com seu melhor amigo, altamente viciado em luta.
– Não dá, olhos puxados. – Falou Gray, tentando se desviar de Natsu.
– Hehe, Gray está com medo de perder, Natsu. – riu Happy, seu amigo. O garoto tinha cabelos azuis mais claros que a garota.
Gray estava ficando irritado.
– Me deixem passar! – ordenou. Ele desviou do ataque duplo de Natsu e Happy e correu na direção que a menina seguiu. Ela já desaparecera de sua vista.
Ele a viu parada perto de um semáforo. Ela olhava para uma casa qualquer, mas ao mesmo tempo não olhava. Ela parecia estar em outro mundo. Observou-a negar a cabeça e correr, os carros passando sem parar.
Não pensou duas vezes antes de puxá-la.
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Juvia ficou tão perdida em pensamentos que nem viu os carros passando.
Um passo.
“Sozinha, sempre sozinha”.
Dois.
“Sozinha, sozinha com a chuva, vai ficar sozinha”.
Três.
Sentiu seu braço ser puxado com força antes que um by Text-Enhance\">carro batesse nela. Alguém passou os braços em torno dela. Juvia respirava ofegante. Qual o problema dela? O que dera nela de atravessar com todos aqueles carros?
A pessoa que a segurava a apertava forte contra o corpo quente. Ele respirava ainda mais rápido que ela, o que não fazia sentido algum, já que quem quase morrera fora ela.
Ela percebeu no chão seu guarda-chuva destroçado. Algum carro o atropelara.
Isso mesmo... o guarda-chuva... ela havia o abandonado com aquele menino.
Pela primeira vez, ela olhou para seu salvador.
Era o mesmo garoto.
Juvia ficou vermelha e saiu do abraço dele. O moreno percebera o que estava fazendo e recuou também.
– Você é estranha. – murmurou ele.
Juvia concordou, porque era verdade.
Eles respiraram fundo algumas vezes. O garoto olhou para o guarda-chuva destroçado.
– Eu vim devolver o guarda-chuva, mas... – Ele olhou novamente para o guarda-chuva. Suspirou. – Desculpe.
Juvia começou a balançar as mãos freneticamente.
– Nã-nã-não tem problema. Ju-Juvia não se importa. – Juvia corou. Ela tinha uma coleção de guarda-chuvas. Perder um não tinha problema.
O menino riu.
– Meu nome é Gray. – ele falou. – Você deve ser da Phantom, não é?
Juvia concordou. Como ele sabia disso?
Como se, por encanto, ele soubesse ler sua mente, Gray disse:
– Phantom é a única escola que não tem uniforme.
– Gray! – berrou alguém, distante.
– Ah, droga. – Gray olhou para Juvia. – Estou indo, olhe por onde anda.
Gray correu para longe e Juvia ficou vendo-o ir embora.
– Gray-sama! Obrigada! – ela gritou, mas não podia ser ouvida.
Foi para casa.
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– Natsu, seu bocó, não vou lutar com você! – gritou Gray.
Lucy, Natsu e Happy olhavam para Gray com uma cara suspeita.
– Quem era aquela garota, Gray? – perguntou Lucy, com uma das mãos na boca.
– Hehe olhos mortos, o que você e ela estavam fazendo? – perguntou Natsu.
Gray ficou com raiva.
Nesse momento, Natsu saiu da vista de todos e foi buscar a mochila que Gray tinha abandonado.
– Vocês estavam nos olhando? – questionou, irritando.
– Ahhh, por que faríamos isso? – perguntou Lucy, dando pulinhos.
– Você gosta dela? – perguntou Happy.
Gray realmente estava ficando irritado.
– Porque vocês são loucos. E eu não gosto dela. – esbravejou Gray.
– Ainda! – gritou Lucy.
– Ah! Pare de falar disso! Acabei de conhecer a garota e ela é da Panthom ainda por cima. Não gosto de ninguém. – Gray se virou para Lucy. – Por que está insistindo tanto nisso?
Lucy não respondeu.
– Por acaso gosta de mim, Lucy? – perguntou Gray, sorrindo.
– Claro que não! – Lucy falou.
– Ela goxta dele! – anunciou Happy, pulando.
– Gosto uma ova! – berrou Lucy.
– Tudo bem Lucy, não me admiro que goste de mim. – Gray mexeu no cabelo. – Ninguém resiste ao charme de Gray Fullbuster.
– É tanto narcisismo. – murmurou Lucy, com vergonha alheia.
Natsu reapareceu e jogou a mochila de Gray na cara dele. Gray foi para cima e os dois começaram a brigar.
– Vamos fingir que não conhecemos esses dois, Happy. – sussurrou Lucy.
– Aye, sir! – sussurrou Happy de volta.
Logo, várias pessoas se reuniram da Fairy Tail entraram na briga, e enquanto Gray dava e recebia socos, lembrou-se do perfume dela. Era bom.
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Naquela noite Juvia tomou uma decisão. Ela não conseguia esquecer Gray-sama. Sabia que isso era ruim, porque se lembrou das crianças. Elas não queriam ficar perto de Juvia por mais que Juvia tentasse.
E ela queria ficar perto de Gray-sama.
Mas ele a rejeitaria como as crianças.
Juvia iria espioná-lo. Já que ela não podia ter Gray, ela ao menos poderia olhá-lo.
Se lembrou do calor do corpo de Gray.
E percebeu que a partir do momento que esbarrou em Gray, parara de chover.
Nossa existência não é mais que um curto circuito de luz entre duas eternidades de escuridão.
Vladimir Nabokov
Notas finais
Espero que tenham gostado.
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