Notas iniciais
Olá amoras ♥ Passando aqui pra deixar mais um capítulozinho para vocês ! Muitooooo obrigada pelos comentários, continuem assim que eu tento postar um amanhã (Não é promessa mas vou tentar rsrs) Boa leitura, espero que gostem!

POV Beatrice Prior

Acordo e me levanto como um zumbi. Vou até o banheiro e faço minha higiene matinal.

– Nossa Beatrice, você está horrível — digo encarando o espelho. Abro um sorriso e tomo meu banho.

Saio do banho, coloco minha roupa, faço minha maquiagem e desço.

– Boa tarde bela adormecida! — Grita Christina assim que entro na cozinha

– Que foi? — digo grossa.

– Mal humor matinal- Ela revira os olhos e vejo uma senhora alta e magrinha com roupas sociais no canto da cozinha mexendo na cafeteira- Ah Tris, essa é a Drea.

– Boa tarde senhorita Prior- Ela diz sorridente e eu dou um sorriso pra ela de longe.

– Temos que ir à faculdade Chris. E só pra lembrar, hoje é a segunda do nargui! — bato palmas e ela grita com a boca cheia de alguma coisa.

– Então Vamos! — ela se levanta- vou só pegar minha bolsa e te encontro lá na garagem.

Saio da cozinha sem falar nada e vou até a garagem esperar a Chirs.

Encosto na moto e coloco meus óculos escuros; fico olhando para a paisagem cortada pelas grades do portão.

– Você devia ser mais simpática as vezes, muita gente não merece sua frieza.

– Que foi Christina? Você sabe que eu sou assim, meus pai...

– Não é porque você é assim que você tem que ser assim pro resto da vida, não use seus pais como justificativa de tudo.

– Você tá chata hoje em? — digo rabugenta

– Eu que estou chata? Vamos logo pra faculdade.

Passei a tarde na faculdade e mais uma vez não entendi nada da aula, ficava o tempo todo mordendo a ponta do lápis e escrevendo letras de música na capa do caderno. O sinal tocou, guardei minhas coisas na bolsa e fui de encontro com o pessoal que me esperava na porta da escola.

– Lei da vida: Beatrice sempre vai ser a última a aparecer! — grita Will e reviro meus olhos.

– Nossa Tris, nem um sorrisinho ou uma palavrinha? — pergunta Al me provocando.

– Deixa ela, o mal humor matinal se estendeu pra tarde e pra noite! — diz Christina — Vamos logo brabesinha.

– Vai ser onde hoje? — pergunto quebrando meu silêncio

– Na casa da Lynn.

– Na Lynn? Mas a mãe dela e a Irmã dela são tão xaropes! -reclamo

– Segundo a Lynn elas vão sair, a casa vai ficar liberada pra gente puxar a noite toda! — Chris joga as mãos para cima e saio andando atrás dela seguida pelos meninos.

Seguimos até à casa da Lynn. Conhecemos ela do colegial e mantemos amizade até a faculdade. Eu, ela e a Chirs éramos as tops da escola onde estudávamos, sempre juntas aprontávamos todas e sempre nos dávamos bem graças ao meu pai que sempre limpava nossa barra.

– Oie! — ela diz abrindo a porta e cumprimentando todos nós.

– E então, só chegou a gente? — pergunto me jogando no sofá.

– O resto da galera está lá na área de trás, coloquei uma musiquinha pra gente. Vamos?

– Bora! — Will grita e então vamos andando até o resto da galera.

Me sento no tapete estirado na grama do jardim ao lado de Chris e começo a usar meu cigarro elétrico particular que sempre carrego na bolsa, nunca gostei de compartilhar minhas coisas muito menos mangueira de narguilé.

Vamos tomando uma vodca acompanhada de alguns petiscos enquanto fazemos fumaça e ouvimos música; Assim fazemos toda segunda-feira depois da faculdade.

– Droga! — Lynn grita desligando o som — Gente guardem as bebidas e sumam com as canetas e com os narguis, minha irmã acabou de chegar com uns amigos dela!

– Que Droga em Lynn! — alguém reclama e então fazemos o que ela pede rapidamente.

– Boa noite! — diz a irmã de Lynn, ela tem o mesmo rosto, o que diferencia é o jeito patricinha que ela se veste. Só conheço ela por foto, sei que seu nome é Shauna.

– Boa noite — algumas pessoas do nosso grupo respondem e eu fico apenas encarando ela.

– Não tem porque parar a festa porque eu cheguei Lynn, sei muito bem que você não chamou seus amigos pra ficarem olhando a paisagem — ela diz toda simpática e risonha, odeio garotas com a alma cor de rosa como ela.

Logo a música começa de novo e a galera volta a fazer o que estava fazendo antes, só que agora com a irmã da Lynn e com alguns amigos dela que não faço a menor ideia de quem são.

Me levanto e vou até o banheiro. Bato na porta e percebo que está ocupado, sem me incomodar subo até o banheiro do andar de cima onde fico sentada no chão tirando meu esmalte Preto das unhas com os dentes. Após alguns minutos enfurnada, decido sair de lá.

Sinto uma mão me tocar enquanto passo pelo corredor e não temo, está tudo escuro então me deixo ser guiada até um local um pouco mais claro que julgo ser uma pequena sala de estar.

O abajur se ascende revelando um rosto encantador acompanhado de um belo sorriso, logo fico totalmente sem chão, é ele o motoboy.

– Que coincidência nos encontrarmos aqui — diz se aproximando com as mãos no bolso. Suas roupas são elegantes, não são do tipo de roupa que um motoboy usa; seu perfume não é o mesmo daquela noite, é um bem melhor.

– Eu não esperava te encontrar, não aqui.

– Já eu não me surpreendo muito em te ver aqui já que você e a Lynn são tão... parecidas, eu diria- Ele parece estar levemente alterado, não consegue não sorrir.

– Não sei se foi um elogio mas, porque me trouxe aqui? Eu preciso ir.

– Você sempre está com pressa, fugindo de mim?

– Não — me viro de costas e me apoio em uma mesinha- Óbvio que não. Não tenho porque fugir de você.

– Que bom — ele me agarra por trás e eu me viro o encarando — Não via a hora de poder te ter de novo- ele me acaricia- Te tocar... — passa as mãos pelo meu rosto- Te sentir... — Alisa o nariz em meu pescoço — Te beijar — Nossos lábios se encontram e começamos a nos beijar; ele me guia até uma poltrona onde fica por cima de mim.

– Ei, chega — digo tentando afasta-lo mas ele parece não se importar — Tobias para! — digo abaixando minha blusa a qual ele tentava subir e ele se afasta um pouco.

– Qual foi Beatrice? Quis da primeira e não quer de segunda? Não tem mais como fazer a difícil! — diz debochado e tenta voltar a me beijar, mas eu o impeço com uma bofetada no rosto. Seu hálito não é dos melhores, cheira a tequila.

– Não sou uma qualquer! Você que é um galinha, seu babaca! — grito com ele que sai de cima de mim com a mão no rosto.

– Espera, eu não quis dizer isso... — ele pega meu braco com cautela.

– Mas disse, me deixa em paz seu otário! — saio do quarto correndo e ele vem atras de mim.

– Beatrice me desculpa eu não...- diz tentando me parar.

– Já disse pra me deixar em paz! — grito novamente empurrando ele e finjo estar quase chorando.

Dou as costas e sigo até a Chris que estava conversando a sós com Will.

– Não queria atrapalhar o momento mas já atrapalhando, tenho novidades! — digo sorridente e eles me olham com malícia.

– Eu conheço essa cara de diabinha que só minha amiga tem, qual foi dessa vez?

– Acho que finalmente consegui despistar o Motoboy! — digo contente e conto à eles tudo o que aconteceu.

Não perdi mais tempo e fui para minha casa, não podia dar chances pra ele se desculpar comigo, não tem porque ficar tudo bem entre a gente; ele é só mais um, o um que eu não preciso na minha vida.

Notas finais
Essa Tris é definitivamente um evil girl! Como alguém consegue dispensar o Tubaias maravilhoso Eaton? rsrs Espero que tenham gostado, não deixem de comentarrr! Beijoks, até mais amoras♥